Yeremay Hernández tem sido associado ao Sporting. O jogador é um dos destaques do Deportivo de La Coruña.
Imanol Idiakez esteve à conversa com o Bola na Rede, analisando a possibilidade de Yeremay Hernández assinar pelo Sporting. O espanhol, que orientou o extremo no Deportivo de La Coruña, afirmou que o jogador pode fazer uma boa dupla com Luis Suárez:
«Pois, claro que sim, se se concretizar, será uma boa dupla. Luis Suárez é um grande avançado, é um rapaz com capacidade de jogar, de desmarcar-se, de mover-se… com Yeremay ao lado, qualquer um que se saiba mexer sairá beneficiado, sem qualquer dúvida».
O treinador elogiou o seu antigo pupilo:
«Eu respeito muito a Primeira Liga Portuguesa e neste caso o Sporting. É um grande da Europa. Sinceramente, acho que o Yeremay pode jogar onde seja. Na Liga Portuguesa, na Premier League, na La Liga, na Bundesliga, na Serie A… pode jogar em qualquer das melhores ligas. Ele tem qualidade. Além disso, quanto melhores sejam os jogadores à sua volta, melhor para ele. Os bons sempre se entendem de maneira mais fácil».
João Rego é outro dos jovens do Benfica que pode vir a ser emprestado na próxima temporada. O jovem de 20 anos tem atuado pela equipa B dos encarnados.
João Rego chegou a ter algumas oportunidades na equipa principal do Benfica durante o final de 2025 e na entrada para 2026. Contudo, o espaço no meio-campo dos encarnados tem vindo a reduzir e o jovem de 20 anos pode vir a ser cedido por empréstimo para ganhar minutos, segundo o Record.
Depois de fazer a sua estreia em maio de 2024, diante do Arouca, João Rego tem variado entre a Primeira e a Segunda Liga. Esta temporada, acumulou apenas 182 minutos pela equipa principal do Benfica em 14 jogos, nos quais apontou um golo.
Sem espaço na equipa principal e com a possibilidade de o Benfica trazer mais um guarda-redes no verão, Samuel Soares pode ser cedido na próxima temporada.
Depois de vencer a Youth League em 2022, Samuel Soares foi visto como o eventual guarda-redes titular do Benfica, algo que ainda não se concretizou, quatro anos depois. Segundo o Record, o jovem de 23 anos pode ser cedido por empréstimo na próxima temporada.
A mesma fonte avança que o Benfica pode avançar para a contratação de mais um guarda-redes no próximo verão, não para roubar o lugar a Anatoliy Trubin, mas sim para ser o suplente do ucraniano. Desta forma, a probabilidade de o jovem português ter oportunidades seria ainda mais reduzida.
Samuel Soares realizou praticamente toda a sua formação na academia das águias, acumulando um total de 32 jogos pela equipa B e 22 jogos pela equipa principal. A sua estreia aconteceu em maio de 2023, quando entrou no último minuto da vitória frente ao Santa Clara.
O que se viveu no Dragão Arena foi muito mais do que a 1ª jornada da fase decisiva do campeonato. Foi um clássico carregado de tensão, polémica e intensidade, daqueles que deixam marcas, dentro e fora de campo.
O clássico entre FC Porto e Sporting começou com 20 (!) minutos de atraso. Um odor “intenso” e “tóxico” (assim descrito pelos responsáveis do Sporting) fez com que Christian Moga e o técnico principal Ricardo Costa tivessem de ser assistidos no local, sendo que ambos não deram o seu contributo à equipa, num caso que certamente irá fazer correr muita tinta e gerará muita polémica, num momento em que a tensão entre ambos os clubes começa a alastrar-se para todas as modalidades.
Já dentro do período de aquecimento, uma altercação entre alguns adeptos do FC Porto e os jogadores do Sporting Salvador Salvador e Martim Costa, incendiou ainda mais o ambiente, obrigando a intervenção policial.
Esse incidente fez com que os jogadores do Sporting tivessem de se equipar nos corredores de acesso ao balneário, enquanto a direcção do FC Porto agilizava a ida do Sporting do balneário 4 (onde o Bola na Rede esteve presente, e pôde detectar um cheiro bastante intenso e desconfortável quatro horas depois), para o balneário 3, esse já em perfeitas condições.
Em declarações ao Bola na Rede, Mário Santos (o director geral para as modalidades do FC Porto), negou peremptoriamente as acusações do Sporting, afirmando o seguinte: “ Sem prejuízo do que foi a inspecção feita ao local é lamentável todo o ruído que se gerou do assunto sem qualquer tipo de fundamento e é cansativo assistir a este tipo de episódios e passar ao lado da agressão de Martim Costa a um adepto do FC Porto, que será devidamente identificado. Há imagens que provam que ele se dirigiu a um adepto e o terá empurrado durante a fase de aquecimento. Entrou pela bancada e empurrou um adepto. Estamos no âmbito de eventos desportivos. Existe um enquadramento legal para que essas coisas não aconteçam e, havendo indícios, os agentes responsáveis têm de instaurar os devidos processos. O jogador ir à bancada empurrar um adepto no meu entender é uma situação muito grave, além de que uma equipa chegar aqui e alegar que lhe envenenaram o balneário, e que estão todos a precisar de ir ao hospital e que dois tiveram de ser assistidos, também não me parece que seja uma atitude muito correta. O FC Porto recebeu o Sporting com toda a dignidade e dentro das regras para uma competição justa, nobre e leal. Não queremos ganhar fora, nem alinhar em teatros. “
E foi nesse contexto que o jogo se iniciou e emergiram os protagonistas. Foi um Sporting a jogar sob protesto que começou muito melhor o jogo. O lateral-direito Francisco Costa (talvez ainda mais motivado por tudo o que aconteceu previamente com o seu pai Ricardo Costa), esteve em altíssimo nível. O jogo começou com um grande golo do seu irmão Martim Costa, tendo ambos entrado com uma intensidade absurda, sangue nos olhos, e com muita fome de vencer.
Os manos Costa (apesar da sua juventude) assumiram o jogo com uma personalidade impressionante. Se havia dúvida sobre a capacidade de resposta emocional desta equipa, ficou dissipada em poucos minutos.
— Sporting CP – Modalidades (@SCPModalidades) March 29, 2026
Kiko Costa, absolutamente demolidor na primeira parte, terminou os primeiros 30 minutos com sete golos, e sem necessidade de obter esse registo goleador fruto da marcação de livres de sete metros. Mas não foi apenas a quantidade, foi a forma. Velocidade, leitura, execução. Um jogador de outro nível.
Ao seu lado, Martim Costa foi igualmente determinante, com um impacto constante no jogo ofensivo leonino e uma presença que nunca permitiu ao Sporting perder o controlo emocional da partida.
E depois há o ponta-esquerdo islandês Orri Thorkelsson. Frio. Eficaz. Decisivo. Com 11 golos, foi o melhor marcador do encontro e uma das grandes razões pelas quais o Sporting nunca deixou escapar o jogo.
Do lado portista, houve dois momentos distintos. Na primeira parte, destacou-se Rui Silva, com uma exibição de grande qualidade, assumindo responsabilidade ofensiva e mantendo o FC Porto dentro do jogo quando tudo parecia fugir.
A sua irrepreensível visão de jogo e capacidade para gerir os tempos de jogo, é fundamental nesta equipa portista, tendo sido de estranhar que não tenha jogado os últimos vinte de minutos de um duelo desta importância, e o próprio técnico Magnus Andersson assumiu em declarações ao Bola na Rede que provavelmente iria continuar a pensar nessa decisão quando chegasse a casa, consciente da influência do central internacional português.
— Federação de Andebol de Portugal (@AndebolPortugal) March 28, 2026
Na segunda parte, foi o central espanhol Pol Valera a elevar o nível, com uma prestação muito consistente e um papel fulcral na recuperação portista. Mas nem tudo foram sinais positivos.
Há casos que merecem reflexão. E Gilberto Duarte é um deles. De regresso a casa após dez anos, esperava-se um jogador determinante, capaz de assumir o jogo ofensivo portista. Mas a realidade tem sido bem diferente. É uma mudança de perfil que levanta questões. E, acima de tudo, limita o potencial ofensivo do FC Porto.
Hoje, Gilberto é um jogador cada vez mais utilizado em tarefas defensivas, e aí, não consegue ter o mesmo impacto de outrora. Falta-lhe a capacidade de decisão, a intensidade e a influência que já o tornaram uma referência ofensiva. Sem o contributo do pivô internacional português Daymaro Salina (expulso justamente aos 18 minutos da primeira parte, fruto de uma falta antidesportiva a Francisco Costa), ainda mais exposta ficou a defesa portista.
Apesar da boa resposta portista no início da segunda parte, que levou o jogo para o 20-20 e mais tarde para um 26-26 equilibrado, houve sempre a sensação de que o Sporting tinha mais soluções. Mais opções. Mais critério. Mais clarividência. E quando o jogo entrou nos minutos decisivos, isso fez toda a diferença.
— Sporting CP – Modalidades (@SCPModalidades) March 28, 2026
A partir do 28-28, os leões subiram de nível. Mais eficácia. Menos erráticos. Mais clareza nas decisões. Um parcial de 5-0 que conduziu o marcador para um irrecuperável 33-28, resolvendo definitivamente o clássico.
O Sporting não ganhou apenas um jogo. Ganhou num ambiente hostil. Ganhou num jogo emocionalmente carregado. Ganhou com autoridade nos momentos decisivos.
E isso, nesta fase da época, vale muito mais do que dois pontos. Com um percurso absolutamente irrepreensível (22 vitórias em 22 jogos na primeira fase) e uma equipa cada vez mais madura, este Sporting começa a mostrar algo que define os campeões: capacidade de decidir quando tudo está em equilíbrio.
O FC Porto mostrou qualidade, reagiu, lutou e teve momentos positivos. Mas o Sporting foi mais equipa. Mais consistente. Mais equilibrado. Mais preparado.
E quando assim é… os títulos começam a deixar de ser uma hipótese para passar a ser um destino. Porque depois de um clássico escaldante, há uma ideia que fica cada vez mais clara: este Sporting não corre atrás do tricampeonato, vai embalado para ele.
O Bola na Rede esteve presente no Dragão Arena e teve a oportunidade de fazer uma questão a Magnus Andersson, técnico do FC Porto. Do lado do Sporting, não houve declarações de Ricardo Candeias (treinador-adjunto que comandou a equipa leonina devido ao acontecimento narrado no início desta crónica).
Bola na Rede: Qual é a sua explicação para que a sua equipa tenha melhorado de rendimento na segunda parte, apesar de praticamente não ter contado com o Rui Silva durante toda a etapa suplementar?
Magnus Andersson: A nossa equipa foi mais agressiva defensivamente, e conseguiu controlar mais os movimentos ofensivos da equipa do Sporting. Exploramos melhor os contra-ataques e conseguimos inclusive passar para a frente do marcador. Mas depois cometemos alguns erros pouco aceitáveis e fomos ingénuos em alguns momentos, o que nos custou a possibilidade de conseguirmos uma vitória que seria imensamente importante. O Rui Silva tinha cometido dois erros seguidos, e eu considerei que o Pol Valera deveria entrar naquele momento, e o facto é que o Pol jogou muitíssimo bem e teve grande impacto na equipa, mas também não deixa de ser verdade que talvez devesse ter tido o Rui Silva nos minutos finais da partida, para gerir melhor os tempos de jogo. É certamente algo que irei ficar a pensar quando estiver em casa.
O arranque da fase de apuramento de campeão do Andebol 1 não podia ter sido mais quente, dentro e fora da quadra. No Dragão Arena, o Sporting CP superou o FC Porto por 30-33, consolidando a liderança na prova rumo ao tricampeonato. Contudo, o encontro ficou irremediavelmente marcado por um episódio insólito e muito grave antes mesmo do apito inicial. A comitiva leonina queixou-se de um forte “cheiro adormecedor” no balneário visitante, que obrigou à hospitalização do treinador Ricardo Costa e do jogador Christian Moga, impedindo-os de participar no jogo. O FC Porto apressou-se a desmentir os incidentes “de forma absoluta” e acionou a PSP para inspecionar as instalações de imediato.
Apesar do clima de enorme tensão e da falta do seu treinador principal no banco, o Sporting entrou a todo o gás. A equipa verde e branca assumiu o controlo das operações e dominou a primeira parte, cavando vantagens consecutivas de três e quatro golos para recolher aos balneários a vencer por confortáveis 16-19.
Na segunda metade, o FC Porto, empurrado pelos 1.520 espetadores nas bancadas, reagiu com coração e conseguiu chegar ao empate (24-24) através de Antonio Martínez aos 40 minutos. O momento de maior delírio azul e branco surgiu aos 44 minutos, quando Jesús Hurtado consumou a tão aguardada reviravolta para os dragões (26-25). O clássico entrou aí numa verdadeira fase de parada e resposta, mas nos derradeiros dez minutos, a eficácia do ataque leonino e o desgaste portista decidiram a batalha. Com Edy Silva, Jan Gurri e Martim Costa a faturarem tentos cruciais, o Sporting construiu um parcial final demolidor que abriu o marcador para uns irrecuperáveis 28-33, antes do jogo encerrar nos 30-33.
O “caldo” voltou, no entanto, a entornar após a buzina final. Mário Santos, diretor das modalidades do FC Porto, acusou veementemente o sportinguista Martim Costa de ter agredido um adepto portista. A Federação de Andebol também não deixou a situação passar em branco e já pediu ao Conselho de Disciplina para intervir e apurar todas as responsabilidades do que se passou no pavilhão.
A Figura
Orri Thorkelsson – O ponta islandês foi um autêntico quebra-cabeças e um pesadelo constante para a defesa azul e branca. Num clássico recheado de ausências e sob um clima extradesportivo denso, Thorkelsson não tremeu e chamou a si a responsabilidade. Assinou incríveis 11 golos – com destaque para sete tentos marcados logo na primeira parte – sendo absolutamente letal nos contra-ataques velozes e na marcação cirúrgica de livres de 7 metros. Foi o motor ofensivo de que o Sporting necessitava para manter o barco estável nos momentos mais difíceis.
Análise equipa FC Porto
A turma orientada por Magnus Andersson sentiu imensas dificuldades defensivas nos primeiros 30 minutos, permitindo que a velocidade de execução e o ataque rápido do Sporting fizessem uns pesados 19 golos num ápice. Na etapa complementar, com um acréscimo de agressividade positiva e apoiados pelo calor das bancadas, os dragões revelaram tremenda resiliência para recuperar da desvantagem e passar para a frente (26-25). Contudo, a equipa não soube gerir as emoções nem a tática na reta final. A defesa colapsou perante as investidas finais e a precipitação no ataque castigou duramente o esforço de recuperação dos dragões, que veem os leões fugir a passos largos na tabela classificativa.
Equipa convocada FC Porto: Para este embate, a equipa azul e branca contou na sua ficha de jogo com Ante Grbavac, Bernardo Sousa, Rui Silva, Pol Valera, Leonel Fernandes, Antonio Martínez, Pedro Oliveira, Daymaro Salina, Jesús Hurtado, Ricardo Brandão, Marcus Dahlin, Vasco Costa, Mamadou Diocou, João Gomes, Thorsteinn Gunnarsson e Gilberto Duarte.
Análise equipa Sporting CP
A exibição sportinguista escreve-se com letras de resiliência e foco mental. Privados da importante liderança técnica de Ricardo Costa no banco e diretamente afetados pela indisposição instalada no balneário, os leões cerraram fileiras e nunca perderam a identidade do seu jogo. Mandaram na primeira parte com enorme personalidade e fluidez coletiva. O verdadeiro teste de fogo à sua maturidade deu-se no decurso da segunda parte, quando o FC Porto inflamou o Dragão e virou o jogo a seu favor. Recusando-se a baixar os braços, a turma leonina exibiu frieza, tirou proveito de um Martim Costa desequilibrador e contou com a lucidez fulcral de Francisco Costa e Jan Gurri para recuperar e selar o seu quinto triunfo consecutivo no Dragão Arena. Um passo de autêntico campeão a caminho do tricampeonato.
Equipa convocada Sporting CP: A comitiva leonina que se deslocou ao Dragão Arena foi composta por André Kristensen, Mohamed Aly, Filipe Monteiro, Pedro Martínez, Diogo Branquinho, Orri Þorkelsson, Mamadou Gassama, Carlos Álvarez, Edy Silva, Víctor Romero, Emil Berlin, Francisco Costa, Salvador Salvador, Martim Costa e Jan Gurri.
O Arsenal, que vai enfrentar o Sporting na Champions League, teve quatro más notícias nos encontros das seleções. Declan Rice, Bukayo Saka, Noni Madueke e agora Piero Hincapié saíram das convocatórias devido a problemas físicos.
O Arsenal está a contas com vários problemas devido a lesões de jogadores sofridas durante a paragem de seleções. Os gunners estão preocupados com a recente maré de problemas físicos, em vésperas de enfrentarem o Sporting, para os quartos de final da Champions League.
Depois de Declan Rice, Bukayo Saka e Noni Madueke terem sido dispensados da convocatória de Inglaterra, devido a problemas físicos, agora foi a vez de Piero Hincapié.
O lateral de 24 anos foi afastado da seleção do Equador nas últimas horas, após ter realizado alguns testes físicos que o colocaram como inapto para a próxima convocatória, frente aos Países Baixos, num encontro particular.
Agora, Piero Hincapié, tal como Declan Rice, Bukayo Saka e Noni Madueke, vai ser reavaliado pelo departamento médico do clube, numa altura em que a formação orientada por Mikel Arteta já pensa na eliminatória frente ao Sporting, que se disputa nos dias 7 e 15 de abril.
William Carvalho encontra-se afastado das opções do Pachuca e, sem competir desde novembro, já recebeu luz verde para procurar um novo rumo para a carreira no próximo mercado de verão.
De acordo com as informações do jornal O Jogo, William Carvalho está afastado das opções do Pachuca após perder espaço com a chegada do técnico argentino Esteban Solari, que rendeu Jaime Lozano no comando técnico do emblema azteca.
Sem qualquer problema físico a justificar esta prolongada ausência, a falta de minutos de William Carvalho prende-se sobretudo com dificuldades de adaptação ao país e à própria equipa. No atual Torneio Clausura, que já leva 12 partidas realizadas desde janeiro, o português não somou sequer uma presença no banco de suplentes.
Recorde-se que este revés desportivo surge na sequência de um período extremamente castigador para o médio. Em setembro de 2024, William sofreu uma rotura completa do tendão de Aquiles da perna direita, lesão que o afastou dos relvados durante seis meses e que viria a ditar o fim da sua longa ligação de sete épocas ao Bétis no final da temporada de 2024/25.
António Silva pode ficar no Benfica até 2027. Águias não receberam até ao momento qualquer abordagem com valores significativos.
O Benfica não recebeu até ao momento qualquer abordagem com «valores considerados significativos» por António Silva, garante o jornal Record. A mesma fonte refere que, nesse sentido, a direção dos encarnados foca-se na vertente desportiva e o jogador poderá ficar até 2027, altura em que termina contrato.
Neste momento, António Silva, que joga pela equipa principal do Benfica desde a temporada 2022/23, tem contrato válido até junho de 2027, com uma cláusula de rescisão de 100 milhões de euros. Esta época, o defesa-central de 22 anos regista até ao momento 35 jogos e um golo marcado.
António Silva está agora ao serviço da Seleção Nacional, tendo sido um dos convocados de Roberto Martínez e titular frente ao México. Portugal empatou 0-0 com o México nesta madrugada e prepara-se agora para enfrentar os Estados Unidos no segundo jogo de preparação para o Mundial 2026.
Imprensa nacional afirma que Bruma poderá sair do Benfica no final da temporada. Avançado português chegou à Luz na época passada.
Bruma está na porta de saída do Benfica, garante o jornal Record. A mesma fonte refere que o internacional português, que foi contratado no mercado de janeiro de 2025, «dificilmente entra nas contas» para a próxima temporada.
No total, Bruma regista até ao momento 16 jogos, um golo e duas assistências pelo Benfica, depois de ter sido contratado, conforme noticiado, ao Braga por uma verba a rondar os 6,5 milhões de euros. Esta época, o avançado português de 31 anos só fez dois jogos por conta de lesão.
Bruma, que apresenta um valor de mercado de cinco milhões de euros de acordo com o Transfermartk, tem contrato válido com o Benfica até ao verão de 2028. Lê também sobre o ponto de situação do avançado.
Max Verstappen está a ponderar abandonar a Fórmula 1 após o ano de 2026. Os atuais regulamentos são a causa e esta ação surge numa altura em que regista a sua pior sequência de resultados dos últimos nove anos.
Max Verstappen, tricampeão mundial, atravessa uma fase de resultados negativos algo invulgar na sua carreira. Pela primeira vez em nove anos, o piloto da Red Bull falhou a presença no top-5 em três corridas consecutivas, um dado estatístico que espelha as atuais dificuldades sentidas nas pistas.
De acordo com as informações do diário neerlandês De Telegraaf, Max Verstappen está insatisfeito com os atuais regulamentos da Formula 1 e está a refletir seriamente sobre a possibilidade de colocar um ponto final na sua carreira na categoria rainha do automobilismo logo após 2026.
Este será um período crucial que terá um impacto, não apenas no futuro do próprio piloto, mas também em toda a organização da Red Bull e na própria direção da Fórmula 1, que arrisca perder o seu principal rosto dos últimos anos.
De laatste keer dat Max Verstappen drie keer op rij niet in de top-5 finishte? Dat is negen jaar geleden.
Verstappen denkt vanwege huidige reglementen serieus na over een F1-pensioen na 2026. Cruciale periode in aantocht: voor hem, Red Bull én F1-top.⬇️https://t.co/ppcYBjt6k1