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Neymar pré-convocado para o Brasil mas falha jogo do Santos que ia ter Carlo Ancelotti nas bancadas

Neymar está na pré-convocatória da seleção brasileira. O selecionador Carlo Ancelotti ia avaliar o jogador no jogo do Santos frente ao Mirassol, nesta terça-feira, mas o avançado já não vai jogar devido a fadiga muscular.

Neymar está pré-convocado para a seleção brasileira por Carlo Ancelotti para os próximos jogos amigáveis frente à França e à Croácia. Esta é a ultima convocatória antes do Mundial de 2026, por isso seria a ultima oportunidade de avaliar o jogador antes do torneio.

O treinador italiano iria ver o jogo do Santos contra o Mirassol, nesta terça-feira, de forma presencial, para observar e avaliar Neymar de perto, mas o avançado não vai jogar devido a fadiga muscular.

O último jogo do brasileiro pela seleção foi em outubro de 2023. O avançado começou bem a temporada, tendo somado dois golos em três encontros.

Real Madrid de olho em treinador da Premier League? Eis o que a imprensa inglesa diz

Unai Emery, treinador do Aston Villa, está a chamar à atenção de vários clubes pelo mundo. Real Madrid pode ser um deles.

Unai Emery pode estar na mira do Real Madrid para a próxima temporada, garante o TEAMtalk. A mesma fonte refere que há vários clubes europeus (e não só) de olho no treinador do Aston Villa, que tem vindo a chamar ainda mais à atenção.

De acordo com a fonte, acredita-se que um dos clubes interessados poderá ser o Real Madrid, numa ótica da próxima temporada. Neste momento, o Aston Villa de Unai Emery está em 4.º lugar da Premier League, com 51 pontos (os mesmos do que o 3.º Manchester United).

Unai Emery lidera o Aston Villa desde a temporada 2022/23, depois da passagem pelo Villarreal. Em Espanha, o técnico de 54 anos também orientou clubes como o Valencia e o Sevilha, entre outros.

Unai Emery Aston Villa
Fonte: Aston Villa FC

Daniel Lopes assina contrato de formação com o Sporting

Daniel Lopes assinou contrato de formação com o Sporting. O médio de 15 anos tem estado em destaque nos escalões de formação do clube leonino.

O Sporting oficializou a assinatura do contrato de formação com Daniel Lopes. O médio de 15 anos que tem estado em destaque nos escalões de formação leoninos.

O jovem, que cumpre a sua primeira temporada na Academia Cristiano Ronaldo, já soma 15 jogos e um golo no campeonato nacional do escalão, confirmando as expectativas dos responsáveis leoninos que o veem como mais um talento de futuro para lapidar.

Antes de se fixar em definitivo no Sporting, o médio passou ainda pelas camadas jovens do Benfica e do Malveira da Serra. Com este passo, o Sporting garante a continuidade de uma das peças influentes da sua formação, protegendo o vínculo de um jogador com margem de progressão.

Nico Otamendi em final de contrato no Benfica: eis o ponto de situação

Nico Otamendi só anuncia o futuro no final da temporada. Fica com o ponto de situação do defesa-central argentino de 38 anos.

Nico Otamendi tem contrato válido com o Benfica até junho de 2026. Segundo garante o jornal Record, a possibilidade de renovar continua em cima da mesa, porém também ganha força o cenário de uma eventual saída no final da temporada.

A mesma fonte refere que Nico Otamendi apenas anunciará o futuro no final da temporada – tal como o que fez no ano passado – quando renovou por mais uma temporada. O defesa-central de 38 anos, diz a fonte, «tem sido titular mesmo a alinhar com limitações».

Nico Otamendi está a cumprir a sexta temporada ao serviço do Benfica, proveniente do Manchester City. Na presente época, o defesa-central argentino leva até ao momento 43 partidas e, inclusive, três golos pelas águias.

Estádio da Luz Benfica
Fonte: Pedro Barrelas / Bola na Rede

Uma estrela reinventada | Estrela da Amadora 2-2 Gil Vicente

Pouco antes do Clássico que marcou a jornada 25 da Primeira Liga, o Estrela da Amadora e o Gil Vicente abriam o apetite para uma tarde de futebol muito agradável. Para além dos 500 adeptos que vieram de Barcelos para demonstrar o apoio à equipa de César Peixoto – numa iniciativa que deve ser enaltecida e congratulada, já que o clube garantiu transporte e bilhete gratuito aos seus associados – e de mais de três mil adeptos estrelistas que pintavam grande parte da bancada de vermelho, branco e verde, o embate entre estes dois emblemas garantiu emoção do início ao fim do jogo. Murilo de Souza abriu o placar nos primeiros 15 minutos, através da marca dos 11 metros. No segundo tempo, entre os 54 e os 66 minutos, os amadorenses consumavam a reviravolta, depois de Jovane Cabral e Abraham Marcus fazerem o gosto ao pé. Contudo, a festa tricolor durou meros instantes porque, através de uma combinação indireta entre Elimbi, Héctor Hernández e Santi García, surgiu o golo do empate. Com o 2-2 registado no marcador final, o Estrela da Amadora acaba a presente jornada na 12ª posição, com 25 pontos – mais três do que o clube que ocupa o lugar de acesso ao playoff de manutenção –, e o Gil Vicente mantém-se no quinto lugar, desta feita com 41 pontos.

O duelo no Estádio José Gomes teve duas partes distintas. Com Sydney van Hooijdonk e Leandro Antonetti lesionados, João Nuno foi, uma vez mais, obrigado a adaptar-se ao que o contexto exige. Como tal, o ex-treinador do Belenenses iniciou a partida sem uma referência ofensiva clara. Jovane Cabral funcionou como falso nove, baixando para criar superioridade e, teoricamente, ajudar a ligar a defesa ao ataque ou promover brechas na última linha defensiva – através de arrastamento de um dos centrais – com Stoica a procurar atacar o espaço entre a defensiva gilista e o guarda-redes Lucão.

No primeiro tempo, tendo o Gil Vicente chegado à vantagem nos minutos iniciais, César Peixoto procurou controlar o jogo sem bola, contrariando a intenção da equipa da Reboleira em ligar por dentro. Como tal, construindo o Estrela da Amadora, na maioria das vezes, num três mais um – com Jansson a lateralizar para junto dos defesas, e Sola como médio de apoio à construção – e procurando sistematicamente o corredor central, os galos de Barcelos montaram a estratégia com o intuito de cobrir essa zona. Apesar de se estabelecerem na base de um 4-4-2 em momento defensivo, o extremo do lado da bola saltava da linha intermédia para pressionar o jogador que construía no seu corredor. Para além disso, dependendo do lado em que estava a bola, Santi García e Héctor Hernández alternavam entre saltar num dos defesas e marcar Sola, para não permitir ao médio angolano rodar e ver o jogo de frente.

O bloco compacto e subido dos barcelenses frustrava o ataque organizado dos estrelistas, que caíam na tentação de explorar um jogo mais direto, procurando as tais desmarcações de Ianis Stoica nas costas da defesa. Ainda no primeiro tempo, o técnico tricolor procurou avançar Jansson para o lado de Sola, mas nem por isso o futebol do Estrela foi mais eficiente. Contudo, quando, nas ínfimas vezes em que o posicionamento defensivo da primeira fase de pressão gilista errava, chegando o esférico ao espaço entre as últimas duas linhas – isto é, a Paulo Moreira e Jovane -, a equipa da casa criava perigo, como demonstrado pelos dois golos anulados a Ianis Stoica.

Adeptos do Estrela da Amadora
Fonte: Ana Beles/Bola na Rede

Na segunda parte, porém, João Nuno identificou o que não corria tão bem. Desde logo, com as saídas de Luan Patrick e Alexandre Sola para as entradas de Rodrigo Pinho e Eddy Doué, com Kevin Jansson a baixar definitivamente para central com e sem bola, a equipa reinventava-se dentro das quatro linhas. A panóplia de dinâmicas e nuances que o treinador de 40 anos tem levado a cabo desde a chegada ao Estrela da Amadora ficou ainda mais clara quando a construção passou a ser feita com mais jogadores e o centro do jogo foi variando com mais frequência. Ao contrário do que se passou na primeira parte, os laterais apoiavam a construção e Paulo Moreira baixava de forma mais recorrente para junto de Doué. Ao mesmo tempo, a presença de Rodrigo Pinho e respetiva capacidade para segurar a bola permitia aos extremos alargarem mais o campo e a Jovane ver o jogo de frente. Dessa forma, o futebol estrelista tornou-se mais apoiado, versátil e, resumidamente, imprevisível.

Depois de resultados negativos contra equipas que lutam com o emblema da Amadora para se manterem no principal escalão do nosso futebol, o ambiente no Estádio José Gomes era ambíguo. Por um lado, os adeptos incentivavam a equipa. Pelo outro, sentia-se um clima de nervos e angústia ao qual o coletivo não é imune. Todavia, o timoneiro tricolor tem demonstrado, desde que assumiu o cargo de treinador principal do Estrela da Amadora, capacidade para, sobretudo através da disposição tática, garantir conforto aos seus atletas. Naturalmente, o sistema de jogo de João Nuno ainda apresenta falhas. Nomeadamente do ponto de vista defensivo, a fórmula para uma maior solidez ainda não foi encontrada. No entanto, olhar para o jogo como uma folha de Excel, tendo em conta apenas os resultados e golos sofridos, é muito redutor.

Culturalmente, tendemos a olhar para o resultado como definidor de sucesso. O cântico tantas vezes entoado durante o Euro 2016 comprova-o. Embora essa métrica e critério de avaliação nunca me pareçam sustentados e enriquecedores, na realidade de clubes como o Estrela da Amadora o processo deve ser ainda mais tido em conta. O trabalho de um treinador que entra com a temporada a decorrer já é muito complicado, dado que o plantel foi desenhado para alguém com outras convicções e crenças. A solidificação e consolidação de uma ideia de jogo é ainda mais dificultada quando, no mercado de inverno, se registam 14 saídas (três delas de jogadores com muito impacto) e 14 entradas – de jogadores provenientes de contextos variados e que, na sua maioria, não falam português.

João Nuno, treinador do Estrela da Amadora
Fonte: Pedro Barrelas/Bola na Rede

Com apenas 18 jogos cumpridos na Primeira Liga, João Nuno parece já ter chegado à Reboleira há muito tempo. Não só pela quantidade de jogadores que lhe passaram pelas mãos, mas, sobretudo, pelas diversas estruturas, sistemas e dinâmicas que a equipa veio apresentando. Dependendo de quais são os atletas disponíveis – e o jogo frente ao Gil Vicente, como aqui escrutinado, comprova-o -, o Estrela da Amadora pode atuar com uma linha de cinco, três ou quatro; com laterais projetados que mais parecem extremos; com sistemas assimétricos, onde, na verdade, um dos laterais é praticamente um terceiro central; com avançados interiores ou com os extremos a darem máxima largura; com um avançado que jogue em apoio e segure mais bola ou com um jogador de ataque ao espaço…

Dito tudo isto, parafraseando o técnico estrelista, a equipa vive uma “pré-época em andamento”. Talvez o timing não tenha sido o mais correto, porventura deveria ter começado a ser construído com seis meses de antecedência, mas agora é certo que o Estrela da Amadora iniciou um projeto. Caso o clube consiga a permanência, será muito interessante continuar a seguir de perto a transformação e evolução da equipa que joga no Estádio José Gomes. Para já, há uma certeza: não há razões para não equacionar João Nuno como o cérebro deste processo de reconstrução. Se o projeto continuar a assentar na valorização de um futebol positivo, floreado, criativo e elaborado, os bons resultados serão uma certeza cada vez maior.

Força da Tática | Benfica x FC Porto

O empate no clássico entre o Benfica e o FC Porto foi um autêntico choque de sistemas, onde a anarquia encarnada esbarrou inicialmente na organização azul e branca.

José Mourinho montou a equipa num 4-2-3-1 com Enzo Barrenechea e Richard Ríos no miolo, enquanto Francesco Farioli respondeu com um 4-3-3 muito bem oleado, assente num triângulo de meio-campo formado por Alan Varela, Gabriel Veiga e Mads Froholdt.

A primeira parte foi um desastre tático para o Benfica devido à falha na primeira linha de pressão. O plano exigia que Rafa Silva e Vangelis Pavlidis executassem uma pressão em “V” sobre os defesas centrais portistas, mas Rafa Silva revelou-se taticamente obsoleto, colando-se ao avançado grego e esquecendo-se de tapar as linhas de passe para o corredor central. Isto permitiu que Alan Varela jogasse livremente, recuando para receber a bola de frente com todo o tempo e espaço para organizar as transições do adversário.

Benfica - Porto 8-3-2026
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Com Alan Varela solto, o meio-campo encarnado colapsou. Enzo Barrenechea subia para pressionar, deixando uma cratera nas suas costas que Mads Froholdt aproveitava, enquanto Gabriel Veiga explorava o espaço atrás de Richard Ríos.

Ofensivamente, o Benfica dependia quase exclusivamente das ações individuais de Gianluca Prestianni e Andreas Schjelderup, e projetava os defesas laterais Samuel Dahl e Amar Dedic de forma anárquica, o que deixava a equipa completamente exposta aos contra-ataques de Deniz Gul e do jovem Óscar Pietuszewski.

A fatura desta desorganização pagou-se cara. Nicolás Otamendi, constantemente exposto em situações de um contra um, acabou por levar um enorme drible de Óscar Pietuszewski no lance do segundo golo portista, depois de Mads Froholdt já ter inaugurado o marcador.

Benfica - Porto 8-3-2026
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

O FC Porto foi para o intervalo a vencer por 2-0 com uma impressionante eficiência ofensiva, aproveitando a total falta de organização do Benfica, onde vários jogadores andavam perdidos no relvado.

Na segunda parte, o jogo sofreu uma reviravolta através dos bancos. Francesco Farioli tentou uma gestão resultadista e cometeu erros ao substituir Pepê e Martim Fernandes por Francisco Moura, enfraquecendo o seu corredor esquerdo. Em contrapartida, José Mourinho leu bem o jogo e aos 64 minutos tirou Rafa Silva, lançou Franjo Ivanovic para um 4-4-2 muito mais móvel e colocou Dodi Lukebakio na direita.

Benfica - Porto 8-3-2026
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

As movimentações de Franjo Ivanovic a descair do meio para as alas baralharam por completo as marcações zonais de Alan Varela, e foi exatamente a partir de uma jogada individual de Dodi Lukebakio na direita que Andreas Schjelderup iniciou a recuperação encarnada.

Pós-Benfica: Onde ver o Real Madrid x Manchester City para a Champions League?

O Real Madrid x Manchester City vai ser transmitido na DAZN 1. Duelo referente à primeira mão dos oitavos de final da Champions League.

O Real Madrid x Manchester City é um dos jogos mais aguardados dos oitavos de final da Champions League e terá transmissão televisiva na DAZN 1. O duelo é relativo à primeira mão e acontece esta quarta-feira pelas 20h00 no Santiago Bernabéu.

No mesmo dia, o Sporting vai jogar na casa do Bodo/Glimt em jogo relativo à primeira mão dos oitavos de final da Champions League. A equipa leonina já se encontra pela Noruega, sendo que aterrou esta segunda-feira.

Além destes dois jogos, também haverá duelos entre o Bayer Leverkusen e o Arsenal, bem como entre o PSG e o Chelsea – repetição da final do Mundial de Clubes, onde os Blues levaram a melhor e conquistaram o troféu.

Real Madrid Carreras
Fonte: Real Madrid
Nico O'Reilly Manchester City Jogadores
Fonte: Manchester City FC

Imprensa inglesa garante: Há novo gigante de Espanha com o olho em Bernardo Silva

Imprensa inglesa diz que o Atlético Madrid também acompanha a situação de Bernardo Silva, que está em final de contrato com o Manchester City.

O Atlético Madrid é mais um clube interessado em Bernardo Silva, garante o TEAMtalk. Conforme noticiado, o internacional português, que termina contrato com o Manchester City em junho de 2026, não vai renovar e prepara-se para sair a custo zero.

Recentemente, noticiou-se que Bernardo Silva foi apontado a vários clubes da Serie A, bem como ao Barcelona, clubes da Arábia Saudita e ao Benfica. O internacional português de 31 anos está no Manchester City desde a temporada 2017/18 e pode assim sair.

Bernardo Silva atingiu recentemente uma marca história na sua carreira: é o jogador que mais titularidades somou ao comando técnico de Pep Guardiola. Esta temporada, o internacional português soma dois golos e cinco assistências em 38 jogos pelos cityzens.

Nuno Espírito Santo após West Ham atingir quartos de final da Taça de Inglaterra: «Os jogadores estão muito felizes no balneário»

Nuno Espírito Santo reagiu à passagem do West Ham para os quartos de final da Taça de Inglaterra. Eis o que disse.

Nuno Espírito Santo já reagiu à passagem do West Ham para os quartos de final da Taça de Inglaterra. Esta segunda-feira, os Hammers eliminaram o Brentford nas grandes penalidades (5-3), após um empate a duas bolas no tempo regulamentar.

«Os nossos adeptos merecem este momento de alegria. A forma como nos apoiam nos momentos difíceis, a forma como continuam a apoiar a equipa, obrigado por isso. A equipa fez um bom trabalho», começou por referir Nuno Espírito Santo, que ainda falou sobre o jogo:

«Os jogadores estão muito felizes no balneário. Cansados, mas felizes. Foi um jogo difícil contra uma equipa incrível. Controlámos e contivemos o adversário, criámos muitas oportunidades e estou feliz por termos acabado por ganhar o jogo», referiu em declarações à TNT Sports, citadas pela Sky Sports.

Nuno Espírito Santo já olha para o próximo encontro:

«Agora temos de descansar. Sabemos que no sábado enfrentamos um jogo difícil [contra o Man City]. Mas no nosso estádio, os nossos rapazes vão jogar no London Stadium. O ambiente é bom. É um jogo difícil, queremos competir. E o nosso desempenho exigirá o melhor de todos nós».

Óscar García assume Ajax e é o terceiro treinador da temporada

Óscar García é o novo treinador do Ajax. O espanhol estava na equipa B do clube neerlandês e vai ser o terceiro treinador da temporada.

Oscar García é o novo treinador do Ajax. O treinador estava na equipa B dos neerlandeses e foi promovido à equipa principal até ao fim da temporada. O técnico espanhol vai ser o terceiro treinador da época. O ex-treinador do Ajax, Fred Grim chegou a um acordo com a direção do clube para abandonar o projeto:

«Fred e eu conversámos hoje sobre o que é melhor para o clube. Juntos, concordámos que algo precisa mudar. Ele assumiu o cargo durante um período difícil e fez tudo o que podia. Estamos lhes gratos por isso. Óscar vai terminar a temporada. Os próximos meses são muito importantes para o clube. Ainda temos oito jogos pela frente e precisamos tirar o máximo proveito deles juntos», confessou o diretor desportivo do clube, Jordi Cruyff.

O Ajax é o atual 5.º classificado da Eredivise com 44 pontos em 26 jogos.