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Ruben Amorim elogia AC Milan após vitória e deixa palavras para Gonçalo Ramos: «Às vezes parece que são dois a pressionar»

O AC Milan venceu o Venezia por 2-0, com Gonçalo Ramos a estrear-se a marcar. Rúben Amorim fez o rescaldo da vitória.

Ruben Amorim analisou a vitória do AC Milan por 2-0 frente ao Venezia, destacando as dificuldades sentidas pela equipa durante a partida, os aspetos que ainda precisam de ser melhorados e o contributo de Gonçalo Ramos, que acabou por ser decisivo.

O treinador português começou por abordar a exibição da equipa e reconheceu as dificuldades nos duelos individuais e nas transições, apesar de considerar que o AC Milan criou mais oportunidades de golo:

«Acho que é fácil compreender o jogo. Disse antes do jogo que seria um jogo difícil, devido à forma como eles iriam jogá-lo. Tivemos dificuldades nos confrontos individuais e em algumas transições, mas criámos mais oportunidades de golo do que eles. É evidente, mas nunca mantivemos a posse de bola durante muito tempo. Gerimos bem algumas coisas, outras nem tanto; temos de continuar a trabalhar, mas vencemos, e isso é o mais importante».

Ruúben Amorim apontou depois alguns aspetos que a equipa precisa de corrigir, com destaque para a ocupação dos espaços nos cruzamentos e a preparação das transições:

«Temos de melhorar a forma como ocupamos o espaço durante os cruzamentos. Quando atacamos, os nossos centrais têm de ter em conta que o seu papel é diferente. Não se devem preocupar com quem marca, mas sim começar a preparar as transições. Há muito a fazer, mas não é fácil jogar neste estádio. Os adeptos têm boa memória, mas estão a dar o seu melhor. Às vezes não se ganha de forma bonita, mas isso ajuda-nos a ganhar confiança».

Por fim, o técnico português foi questionado sobre a exibição de Gonçalo Ramos, destacando o trabalho que este realiza em prol da equipa, para lá do golo marcado

«Não sei, e não penso nos golos dele. É claro que é o avançado, pagámos muito por ele, mas a forma como trabalha ajuda-nos imenso. Às vezes parece que são dois a pressionar, mas, no fim de contas, é só ele. Hoje desperdiçou duas oportunidades, mas na terceira não pensou em mais nada, só em marcar, e conseguiu».

Alavés vence pela margem mínima frente ao Villarreal com Renato Veiga a titular: Eis os resultados do dia na La Liga

O Alavés bateu o Villarreal por uma bola a zero na terceira jornada da La Liga, com golo decisivo de Lucas Boyé.

O Alavés venceu o Villarreal por 1-0, num encontro disputado esta sexta-feira a contar para a terceira jornada da La Liga, graças a um golo solitário na primeira parte.

O único tento da partida foi apontado aos 31 minutos por intermédio de Lucas Boyé, que finalizou com eficácia após uma assistência de Pérez, desfazendo o nulo e colocando a formação caseira em vantagem.

Na segunda metade, o ‘Submarino Amarelo’ procurou reagir e lançou peças importantes na frente de ataque, como Gerard Moreno, Nicolas Pépé e Akhomach. No entanto, a defensiva do Alavés segurou a vantagem tangencial até ao apito final.

Eis os resultados do dia na La Liga:

  • Racing Santander 3-2 Elche
  • Alavés 1-0 Villarreal

Histórico: Portugal vence pela primeira vez a Espanha num jogo oficial de Basquetebol

Portugal fez história ao vencer a Espanha por 95-89, naquela que foi a primeira vitória de sempre num jogo oficial frente aos espanhóis.

Portugal entrou da melhor maneira na segunda fase de qualificação para o Mundial 2027, ao vencer a Espanha por 95-89, em Saragoça. Os linces protagonizaram uma vitória histórica, a primeira de Portugal sobre a Espanha em jogos oficiais, e deram um passo importante rumo ao apuramento.

A seleção portuguesa entrou muito forte na partida, sobretudo no plano defensivo, e começou a assumir o controlo do marcador a partir do quarto minuto. A intensidade defensiva criou dificuldades à Espanha, que cometeu vários erros, permitindo a Portugal terminar o primeiro períodos com uma vantagem de sete pontos, por 21-14.

No segundo período, a Espanha conseguiu reagir e venceu o parcial por 27-26, mas os linces mantiveram-se na frente ao intervalo, por 47-41. Após o descanso, a formação espanhola voltou a aproximar-se no marcador e venceu o terceiro quarto por 30-24, deixando o encontro empatado a 71 pontos à entrada para os últimos dez minutos.

Portugal voltou a mostrar-se superior no período decisivo, que venceu por 24-18, fechando o encontro com uma vitória por 95-89. Com este resultado Portugal deixa tudo em aberto no grupo I, ficando a apenas um ponto da liderança do grupo.

Rui Borges e a goleada sobre o Rio Ave: «Nem estava tudo errado nos outros jogos, nem hoje está tudo certo»

Acompanha a conferência de imprensa de Rui Borges após o encontro entre Rio Ave e Sporting, referente à 4.ª jornada da Primeira Liga.

O Sporting venceu o Rio Ave na 4.ª jornada da Primeira Liga. Acompanha a conferência de imprensa de Rui Borges na sala de imprensa do Estádio dos Arcos.

Sobre a análise à goleada por 4-0 e a importância de manter a baliza a zeros disse: 

«É um jogo simples. Acho que entrámos bem, entrámos fortes. Queríamos entrar muito fortes, não deixar o Rio Ave… Na época passada, nós tivemos aqui muitos… nos primeiros 20 minutos deixámos entrar o jogo em muitas transições, muito jogo homem-a-homem no último terço do campo, nesse sentido. Nós queríamos mandar no jogo, tentar empurrá-los, não os deixar entrar no ritmo. Acho que o conseguimos, controlámos o jogo com bola. Chegámos aos golos com naturalidade, com muita qualidade, acima de tudo, da equipa coletivamente. Uma segunda parte onde depois conseguimos controlar o jogo com bola. Poderíamos ter feito mais um ou outro golo porque tivemos essas situações. Controlámos o jogo, não deixámos o adversário andar perto da nossa baliza. Mérito da equipa, não baixou a energia, não baixou a qualidade. A baliza a zeros, que era importante também, serve para dar essa confiança extra ao grupo. Por isso, não podia estar mais feliz nesse sentido».

Sobre os aspetos a melhorar na exibição e os erros individuais de passe disse:

 «Há tanta coisa. A parte individual, principalmente. O Geny falhou alguns passes, o Flávio falhou alguns passes com bolas importantes, até para entrar num segundo momento de aceleração e atacar o último terço. Por isso, há muitas coisas a melhorar. Nesse sentido, alguns lances na linha defensiva onde perdemos uma ou outra vez a referência e tínhamos de estar muito perto das referências, porque o jogo era muito homem-a-homem, até porque o Rio Ave provoca isso. Nem estava tudo errado nos outros jogos, nem hoje está tudo certo. Por isso, para mi, são três pontos importantes. Um bom jogo, consistente, muito equilibrado de toda a equipa, quem jogou de início e quem entrou, que entrou muito bem também. Por isso, estou feliz. É apenas uma resposta que eles têm dado ao longo da semana e conseguiram dar da mesma forma no dia de jogo, que é o dia mais importante».

Sobre se este foi o jogo mais completo e equilibrado da temporada e as experiências táticas com dois avançados disse: 

«Podemos dizer que sim. Jogámos ali algum tempo com dois avançados. Estávamos a ganhar 4-0, a controlar o jogo, não tínhamos essa necessidade, só que o jogo até estava bom nesse sentido porque o Luís nos estava a dar esse jogo de apoio em zonas centrais, quase como um ’10’, digamos. E, então, fez algum sentido para mim utilizar, em algum momento, os dois. Foi a única experiência, digamos, que, apesar de tudo, já fizémos algumas vezes também noutros momentos de jogo. Sim, sem dúvida que em todos os momentos de jogo: transições, momento de ataque, momento de defesa, foi o mais equilibrado em todos os sentidos. Claramente, a baliza a zeros dita logo isso. Mas era importante não deixar o Rio Ave acreditar nas transições ofensivas e criar perigo nesse sentido. E a malta teve um compromisso enorme naquilo que foi a reação à perda, no correr para trás, no equilíbrio, muito ligados aos equilíbrios. Até os momentos que eles têm numa ou noutra transição são perdas de bola nossas, individuais, por displicência, sem necessidade nenhuma de perder a bola. Por isso, acho que no cômputo geral de todos os momentos de jogo, sim, foi o mais equilibrado».

Sobre a titularidade e a continuidade de Luís Suárez no Sporting após o fecho do mercado disse:

 «Para mim, o Luís é jogador do Sporting, sempre foi, tem contrato como todos os outros. Tem sido opção. Foi-se encontrando da sua forma, melhorou no último jogo, hoje está muito melhor do que no outro jogo também. Por isso, está a voltar ao seu normal, que é um grande jogador, um grande avançado, e felizmente temo-lo connosco».

Sobre as dores de crescimento da equipa e a exibição individual do jovem Flávio Gonçalves disse: 

«Está a crescer. Ao contrário de vocês, eu não gostei. Falhou passes, muitos passes. Não pode falhá-los. Alguns passes… e eu fico chateado com isso porque ele tem qualidade para não os falhar. Eu estava lá a dizer: ‘Vais pagar 100€ por cada passe que falhares’. [Risos] Porque ele é um miúdo que é um predestinado, é um miúdo que tem uma qualidade acima da média, muito acima da média. Está no crescimento dele, tem dado uma boa resposta, fez um bom jogo. Estou a brincar, claro, gostei do jogo dele. Mas pode melhorar e tem de olhar para o jogo dessa forma, não ficar já empolgado por ter feito um golo e uma assistência. Podia ter tido, se calhar, mais um golo e, se calhar, mais uma assistência. Por isso, tem de olhar sempre nessa perspetiva, ter essa ambição e sempre com os pés bem assentes na terra, que é isso que ele tem de ter e fazer. Pois, de resto, é um miúdo que nós sabíamos claramente que era aposta nossa, será aposta nossa. É um miúdo com muita margem de progressão, acima de tudo, e é um miúdo diferenciado. Em relação às dores de crescimento: as dores de crescimento vamos tê-las na mesma. Não é hoje que ganhei por 4-0 que vou dizer que já não temos dores de crescimento. Vamos tê-las na mesma. Por isso é que eu digo que nem tudo está certo, nem tudo foi bonito. Foi um bom jogo. A malta, os rapazes, estão a trabalhar muito bem. Acima de tudo, estou feliz porque o grupo é muito focado nesse crescimento e, semanalmente, diariamente, no treino, dão uma resposta enorme naquilo que é a aplicação, naquilo que é o crescimento, naquilo que querem de entendimento do jogo, entendimento daquilo que é jogar no Sporting. Isso vai acontecer com naturalidade. Agora, vai haver jogos em que vamos ter essa… vão voltar outra vez essas dores. Não me vou agarrar, nem me quero agarrar, às tais dores de crescimento. Faz parte. Por isso, estou feliz por poder ter — e voltei a dizer isto ontem, penso eu — um grupo jovem com muita ambição, que quer crescer e quer aprender. Por isso, para mim, como treinador, sinto-me completamente tranquilo e super motivado para os conseguir ajudar».

Sobre a escolha estratégica da dupla de defesas centrais com Debast e Inácio para a saída de bola disse: 

«O Rio Ave pressionava com um homem numa fase inicial, íamos ter muito homem-a-homem nos nossos médios. E então pretendia dois jogadores que são acima da média nas tomadas de decisão, que iam ter algum espaço para transportar, para criar esses desequilíbrios. E, ao fim e ao cabo, são dois jogadores que são quase dois médios a tomar decisões, que veem coisas à frente, tanto o Zeno [Debast] como o Inácio. Por isso, dentro daquilo que numa fase inicial o Rio Ave nos poderia dar, era importante ter o Inácio à esquerda e o Zeno [Debast] à direita com essas tomadas de decisão, com essa capacidade técnica e de passe para desbloquear num primeiro momento, entrarmos em segundas linhas para depois, sim, conseguirmos instalar e até entrar em alguns momentos mais de transição, que também poderia acontecer. E foi isso que aconteceu muito, até na primeira parte, por isso acho que foi muito por aí».

Em resposta ao Bola na Rede, Rui Borges disse: 

«Acima de tudo, fomos muito competentes nos primeiros duelos e nas segundas bolas. Era mesmo muito importante a forma como o Dounbia e o Sérgio, acima de tudo, quando eram atraídos às duas referências da frente, a forma como rapidamente transportariam a bola para trás para as segundas bolas. E nós conseguimos isso numa fase inicial, o que era muito importante para não deixar o Rio Ave criar jogo. Porque o Rio Ave às vezes pode perder a primeira bola, mas depois a bola cai ali, o outro homem está perto… Às vezes torna-se difícil porque as alas dão-se ali um bocadinho à morte, e o Rio Ave tem espaços difíceis para os nossos laterais pegarem as referências, e nessas segundas bolas conseguem acelerar outra vez. Toda a nossa linha defensiva foi muito competente nesse aspeto, nas coberturas, nos primeiros duelos e nas segundas bolas também. Depois, claro, quando ganhávamos a bola, tínhamos homens livres, bola descoberta e tínhamos sempre homens livres em segundas linhas para entrar e para depois acelerar, que foi o que aconteceu muito na primeira parte, conseguindo facilmente desbloquear e finalizar, acima de tudo».

El Hadji Malick Diouf troca o West Ham de Nuno Espírito Santo pelo Brentford

O Brentford contratou El Hadji Malick Diouf ao West Ham por 46 milhões de euros, com o lateral-esquerdo a assinar por cinco épocas.

O Brentford oficializou a contratação de El Hadji Malick Diouf. O lateral-esquerdo, de 21 anos, chega do West Ham num negócio avaliado em 46 milhões de euros. O defesa senegalês assino ainda um contrato válido por cinco temporadas, com mais uma de opção.

Na apresentação como novo jogador do Brentford, El Hadji Malick Diouf explicou que a possibilidade de continuar a evoluir foi determinante para a mudança, destacando também a importância do plano apresentado por Keith Andrews para o seu desenvolvimento:

«Acho que me apresentaram um bom projeto. Falei com o treinador e ele apresentou-me um bom plano sobre como posso evoluir, por isso acho que este é um bom sítio para eu estar. Eles viram coisas em mim que talvez eu próprio não tivesse visto. Estão ansiosos por me ajudar e estou muito contente com o plano. Estou ansioso por continuar a minha evolução».

O Brentford começou a temporada da melhor maneira, com uma vitória por 3-0 na receção ao Tottenham, num jogo a contar para a primeira jornada da Premier League.

Rui Borges: «Não deixámos o Rio Ave acreditar que poderia fazer golo»

Rui Borges analisou o desfecho do encontro entre Rio Ave e Sporting, referente à 4.ª jornada da Primeira Liga.

Rui Borges fez a análise ao Rio Ave x Sporting, disputado no Estádio dos Arcos, em Vila do Conde. O encontro da 4.ª jornada da Primeira Liga terminou 4-0 e o técnico dos leões disse o seguinte:

«Há um jogo muito competente da nossa parte, é tão simples quanto isso. Sabemos muito bem daquilo que o Rio Ave é capaz, da fortaleza ou da forma como eles conseguem, acima de tudo, criar bastantes equilíbrios sobre os adversários. Sabemos que têm muitas bolas diretas, têm os quatro homens claramente na frente para criar jogo de transição de quatro para quatro, muito um-para-um, fortes em termos atléticos, rápidos, tecnicamente também evoluídos. Estivemos muito competentes nesse sentido, nas primeiras e segundas bolas, muito competitivos. Depois conseguimos encaixar o nosso jogo e, com a qualidade, transformá-la em golos. Acho que poderíamos ter feito mais um ou outro golo ao longo desta segunda parte também, pela capacidade que tivemos. Não deixámos o Rio Ave acreditar que poderia fazer golo. Era um objetivo também, por isso não podia estar mais satisfeito com aquilo que foi a seriedade, acima de tudo, de todos. Manter a energia, manter a qualidade durante 90 minutos e, acima de tudo, não sofrer golos. Foi a prova de que a equipa sente agora, cada vez mais, o seu crescimento».

«São provas dos grandes jogadores que são, que sempre foram e jamais deixaram de ser. Aquilo que o mercado mexe é natural. Volto a dizer, já o disse várias vezes: o Sporting é uma grande equipa, um grande clube com grandes jogadores, e é natural que se fale neles».

«É perceber que, como acabei de dizer, nem tudo está correto, nem tudo foi bem feito hoje. É olhar para o crescimento com calma, foram apenas três pontos, e focarmo-nos já no próximo jogo. Ter a mesma seriedade, o mesmo crescimento, a mesma entrega diária durante a semana, focados naquilo que é o nosso jogo, juntamente com aquilo que podemos beneficiar para nos sobrepormos ao próximo adversário e anular os pontos fortes deles».

«É o que pode acontecer, já aconteceu noutros jogos. O Luís estava bem, estava bem num jogo frontal, até de apoio, e a intenção foi manter essa qualidade de apoio que o Luís nos estava a dar, com mais um homem na área, com mais um homem agressivo a atacar a baliza adversária. Fiquei com pena que o Fotis não tivesse feito golo. Teve duas situações que podiam ter sido finalizadas de outra forma, de melhor forma, digo eu. Mas deram uma boa resposta».

William Carvalho é reforço do Palm City da segunda divisão dos Emirados Árabes Unidos

William Carvalho é reforço do Palm City. O médio-defensivo junta-se a Moussa Marega e Abdoulay Diaby na Segunda Liga dos Emirados Árabes Unidos.

William Carvalho é reforço do Palm City. O internacional português, de 34 anos, já esteve no banco durante a derrota por 5-2 do Palm City na receção ao Al Arabi FC num jogo a contar para a primeira jornada da Segunda Liga dos Emirados Árabes Unidos.

O médio-defensivo, estava sem clube desde abril, quando terminou contrato com o Pachuca. William Carvalho conta com 80 internacionalizações pela seleção principal de Portugal, fazendo parte da equipa vencedora do Europeu 2016.

No Palm City encontra algumas caras conhecidas no futebol português como Moussa Marega, que passou por clubes como o Marítimo, Vitória SC e o FC Porto, e Abdoulay Diaby, que passou pelo Sporting e pelo Boavista.

Leganés empresta Benjamin Pauwels ao Casa Pia

O Casa Pia garantiu, por empréstimo, Benjamin Pauwels até ao final da época. Os gansos ficaram com uma opção de compra.

O Leganés cedeu até ao final da temporada Benjamin Pauwels. O Casa Pia garantiu uma opção de compra do internacional jovem belga no encerramento da campanha 2026/27.

O avançado ingressou nos pepíneros na temporada 2025/26, proveniente do SC Cambuur. No mercado de inverno da mesma temporada foi emprestado ao Volendam.

Benjamin Pauwels é mais um reforço para Filipe Coelho. Neste momento a comitiva de Rio Maior ocupa o 18º lugar da Primeira Liga e recebe o Moreirense no próximo domingo.

Flávio Gonçalves: «Vamos continuar a trabalhar para conseguirmos ser campeões no fim do campeonato»

Flávio Gonçalves analisou o desfecho do encontro entre Rio Ave e Sporting, referente à 4.ª jornada da Primeira Liga.

fez a análise ao Rio Ave x Sporting, disputado no Estádio dos Arcos, em Vila do Conde. O encontro da 4.ª jornada da Primeira Liga terminou 4-0 para os leões e Flávio Gonçalves disse o seguinte:

«Antes de mais, queria dar uma palavrinha ao Rio Ave, que foi a minha primeira casa quando cheguei aqui a Portugal. Comecei a minha formação aqui e é sempre bom voltar ao meu primeiro clube. Em relação ao golo, ele só acontece com a ajuda dos meus companheiros. Ajudaram-me muito e estou muito feliz por ter ajudado a minha equipa»

«Sim, tenho muito respeito pelo Rio Ave. Ajudaram-me muito quando eu cheguei de França e vou sempre respeitar o Rio Ave».

«Sim, sim. E é sempre bom manter a baliza a zero. Foi a primeira vez que conseguimos ter a baliza a zero. Vamos continuar a trabalhar para conseguirmos ser campeões no fim do campeonato no fim do campeonato, e esta exibição é prova de que a equipa está absolutamente focada».

«É igual para mim. Desde que eu jogue à esquerda ou à direita, para mim é igual, porque vou para a direita, vou para a esquerda… Para mim é igual, não tem diferença».

Hull City contrata Mohamed-Ali Cho por 15 milhões de euros

Mohamed-Ali Cho foi anunciado no Hull City. O ponta de lança chegou do Nice por 15,1 milhões de euros e assinou contrato por cinco temporadas.

O Hull City oficializou a contratação de Mohamed-Ali Cho. O ponta de lança, de 22 anos, chegou do Nice por 15,1 milhões de euros e assinou um contrato válido por cinco temporadas. Na última época, realizou 37 jogos e contribuiu diretamente para nove golos.

Mohamed-Ali Cho mostrou-se entusiasmado por regressar ao Reino Unido e por ter a oportunidade de disputar a Premier League, depois da experiência que viveu em França ao serviço do Nice:

«Estou muito entusiasmado. Estou muito feliz por estar aqui e ansioso por ajudar a equipa o mais rapidamente possível. Voltar ao Reino Unido é um aspeto muito positivo, para além da experiência de jogar na Premier League. Estou entusiasmado por viver esta liga, é a melhor liga do mundo. Vai ser um desafio muito bom. Foi uma boa experiência em França. Passei uns bons anos no Nice, joguei na Europa e gostei imenso. Estou muito feliz por estar de volta ao Reino Unido agora e perto da minha família».

O avançado falou ainda sobre alguns dos novos companheiros de equipa que já conhece, explicou em que posições pode jogar no ataque e destacou as sua principais características como jogador:

«O meu amigo Nobel Mendy marcou contra o Manchester United e fiquei muito feliz por ele e pelo clube. Conheço o Darko Gyabi das seleções jovens de Inglaterra e o Lucas Gourna-Douath de quando estive em Paris. Sou um avançado e posso jogar nas três posições do ataque. As minhas principais qualidades são o drible, a velocidade, a capacidade de arriscar e de enfrentar os adversários. Mal posso esperar para conhecer os adeptos, jogar perante eles e, espero, conseguir bons resultados, ajudar a equipa e marcar golos».

O Hull City começou da melhor maneira a temporada de regresso à Premier League, ao derrotar o Manchester United por 2-0 na primeira jornada. O próximo compromisso da equipa recém-promovida é a deslocação a Coventry, onde irá defrontar o também recem-promovido Coventry City, num jogo a contar para a segunda jornada da Premier League.