Lucas João é reforço do Petro de Luanda. O avançado internacional angolano, de 32 anos, deixa o Nacional e regressa ao país natal.
O Petro de Luanda oficializou a contratação de Lucas João para a nova temporada. O avançado, de 32 anos, chega do CD Nacional e encerra a sua passagem pelo futebol português.
Internacional por Angola, Lucas João regressa ao seu país depois de uma longa carreira no estrangeiro. Ao longo do percurso, representou vários clubes em Inglaterra, além de passagens pela Turquia, Irão, Qatar e China.
Na temporada passada, pelo clube madeirense, Lucas João disputou 20 partidas.
Lucas João é reforço do Petro de Luanda. O avançado angolano deixa o CD Nacional. pic.twitter.com/6FjXIUmqV3
— Diário de Transferências (@DTransferencias) June 27, 2026
Ronald Koeman reagiu ao desfecho do Países Baixos x Marrocos. Seleção neerlandesa foi eliminada nas grandes penalidades.
Ronald Koeman falou à imprensa após a eliminação dos Países Baixos no Mundial 2026. Nesta madrugada, a seleção neerlandesa perdeu com Marrocos no desempate por penáltis (3-2) na sequência de um empate (1-1) no prolongamento.
«As seleções africanas evoluíram taticamente e na forma como abordam os jogos. Marrocos, por exemplo, tem muito talento, jogadores jovens em grandes clubes europeus e não é coincidência estar à frente da Holanda no ranking mundial. Sabia o que era melhor para a minha equipa [a propósito da opção pelos cinco defesas no início do jogo]. Têm o direito de criticar, mas defendemos melhor do que em outras ocasiões. Se tivesse de voltar a decidir, tomaria a mesma decisão», referiu Ronald Koeman em declarações à comunicação social.
Quanto ao futuro, Ronald Koeman disse o seguinte:
«Tenho de refletir. Depois, tomarei uma decisão [sobre a continuidade como selecionador]. A desilusão desta eliminação está muito fresca».
O Académico de Viseu renovou com Luís Silva e Anthony Correia. Os viriatos acionaram também a cláusula de compra de João Guilherme.
O Académico de Viseu arrancou esta segunda-feira os trabalhos de preparação para a nova temporada. Segundo a imprensa nacional, Luís Silva e Anthony Correia renovaram contrato e foi também acionada a cláusula de opção de compra de João Guilherme junto do Maguary.
Os capitães estavam em final de contrato com o clube e apresentaram-se no dia de realização dos habituais testes médicos. O médio de 33 anos fez 31 jogos na última temporada, contabilizando um golo e duas assistências. O defesa central de 26 anos apareceu em 33 partidas fazendo três golos. O extremo apareceu em campo 32 vezes, fazendo cinco golos e cinco assistências.
Neste sentido, dupla portuguesa e o extremo brasileiro estarão assim às ordens de Bruno Pinheiro no regresso dos viseenses à Primeira Liga depois de 37 anos nos escalões inferiores.
Capitães do Académico de Viseu renovam contrato: Anthony Correia e Luís Silva vão jogar na Primeira Liga. pic.twitter.com/CtibybjZ8D
O Rosario Central oficializou a renovação de contrato de Ángel Di María. Extremo argentino prolonga assim a ligação.
Ángel Di María renovou contrato com o Rosario Central. Conforme noticiado, o extremo de 38 anos tinha vínculo até ao final de junho, mas prolongou agora a ligação com o respetivo clube. O anúncio foi realizado esta segunda-feira.
«A nossa história juntos ainda tem muitas páginas por escrever. Vamos por mais, Fideo», pode ler-se nas redes sociais do Rosario Central. Ángel Di María regressou ao clube argentino no passado verão depois de duas temporadas pelo Benfica.
No total, Ángel Di María registou 37 jogos pelo Rosario Central, dos quais marcou 14 golos e deu sete assistências.
Nuestra historia juntos todavía tiene muchas páginas por escribir 💙💛
O Braga prolonga vínculo com Maria Alagoa. A médio assinou por mais três anos com o clube minhoto.
O Braga anunciou esta segunda-feira a renovação do contrato com Maria Alagoa até 2029. A médio chegou ao clube minhoto na última temporada, vinda do futebol universitário americano.
Em declarações ao clube, a jovem 23 anos afirmou: «continuar a representar o SC Braga é um grande motivo de orgulho para mim. Desde o meu primeiro dia aqui que percebi a grandeza deste clube, e receber a confiança do Braga em mim só me motiva mais a trabalhar todos os dias para a retribuir. Aqui sinto-me em casa e acredito que as condições que o clube me oferece são as necessárias para eu poder continuar a evoluir tanto como jogadora como pessoa».
Na última temporada a médio-ofensivo realizou 29 jogos pelas arsenalistas contabilizando um golo e três assistências. Defendeu também a seleção portuguesa em três oportunidades, em jogos amigáveis frente a Chéquia, Coreia do Sul e Estados Unidos.
O Toluca garantiu Érick Gutiérrez como reforço. O médio junta-se assim a Paulinho por empréstimo de uma temporada vindo do Chivas.
O Toluca contratou por empréstimo ao Chivas o médio Érick Gutiérrez. O mexicano junta-se a Paulinho por uma temporada, depois de não ter tido muito espaço na equipa de Guadalajara.
O médio de 31 anos teve uma passagem na Europa onde defendeu o PSV Eindhoven entre as temporadas 2018/19 e 2021/22. Representou também a seleção mexicana nos Mundiais de 2018 e 2022.
´Guti` chega assim aos ´Diablos Rojos` de Toluca para ser comandado pelo argentino Antonio Mohamed que procura revalidar o título da Liga MX e da CONCACAF Champions League.
A seleção de Portugal está apurada para os dezasseis avos de final do Mundial 2026, com apenas uma vitória em três jogos e um futebol praticado muito longe de convencer. Finalizada a fase de grupos e com o caminho aberto para as eliminatórias, é um momento para um breve balanço do desempenho da seleção nacional portuguesa nos primeiros três jogos e perspetivas para a próxima etapa.
A crítica principal vai para Roberto Martinez. Já pecando pela demora, é notória a falta de capacidade do selecionador nacional em implementar um estilo de jogo coeso, equilibrado e capaz de alinhar a qualidade do atual plantel português. Além de ter mantido vários elementos tempo de mais no onze titular sem que tal o justificasse, em todos os setores do campo, à exceção da baliza. Tendo sido a Colômbia a principal adversária de Portugal na disputa pelo primeiro lugar do grupo, não se percebe que os jogos com o Congo e Uzbequistão tenham sido jogos em que não foram dadas oportunidades a alguns jogadores (à partida) não titulares.
Assim, embora o jogo contra os colombianos fosse pela liderança do grupo e com a utilização da “máxima equipa”, seria menos pesado para os principais elementos e com ritmo de jogo por parte dos elementos de “segunda linha”. Além de que as seleções do Congo e do Uzbequistão não são nenhuns “papões”, com todo o respeito pelas mesmas.
Em segundo plano, mas não menos importante estão as conclusões do mesmo. Não se entende que após um não merecido empate com a Colômbia (e que provavelmente privará os adeptos de futebol de ver um último duelo entre Ronaldo e Messi mais à frente), em que a sua equipa teve posse mas não soube o que fazer a mesma, na hora de atacar se olhava para trás ou se diminuía a marcha, sofreu imensas oportunidades de golo às quais valeu Diogo Costa e não havia um jogador português na altura dos colombianos cobrarem um canto curto, Roberto Martínez diga que “ganhar o grupo nunca seria uma vantagem”, “foi um jogo fantástico”, “queremos ganhar os jogos todos por três a zero” e que ficou “muito satisfeito com a intensidade defensiva da equipa”.
O selecionador português revela objetivos não muito percetíveis e alguma desconexão com a realidade. Ideias que pelos vistos João Félix e Rafael Leão acompanharam nas suas declarações após o jogo, algo que também é preocupante. Dois aspetos que demonstram que o espanhol não deixará saudades no banco luso.
Fonte: FPF
Mas regressando às questões técnicas, as opções iniciais de Martínez e a gestão do tempo em campo de cada uma foram discutíveis em todos os setores. Mesmo na baliza, ficaria bem dar um jogo de descanso a Diogo Costa, dando uma rotatividade na baliza a José Sá e Rui Silva.
No setor defensivo, foi notória a falta de sensibilidade para a gestão da utilização dos jogadores para a qualidade existente. Ao lado de Rúben Dias, Gonçalo Inácio é a opção mais completa e coesa, e o central sportinguista não soma um minuto. Quase diria que embora se perceba a opção por Renato Veiga contra o Congo ou Uzbequistão, o mesmo já não se percebe contra a Colômbia. Mas o central do Villarreal convenceu com uma excelente exibição. Não sendo uma opção forte de todo, já comprovou que merece ser tido em conta. Já Tomás Araújo é uma alternativa forte (apesar do seu falhanço no jogo com o Congo) caso haja uma ausência de peso no centro da defesa, mas sem o estatuto e qualidade de Rúben Dias e Gonçalo Inácio.
Nas laterais, não se compreende o excesso de tempo dado a Nuno Mendes e João Cancelo. Ambos com épocas desgastantes nas pernas e só justificando noventa minutos de utilização em jogos que sejam absolutamente imprescindíveis. No jogo com a Colômbia, o lateral do PSG não fez uma boa exibição e voltou a ter algumas queixas físicas, mantendo-se em campo os noventa minutos tal como o Uzbequistão (embora tenha feito um excelente golo). Diogo Dalot mostrou ser uma excelente alternativa na segunda parte contra os colombianos e podia ter realizado um dos dois primeiros jogos, poupando Nuno Mendes.
O mesmo se diz sobre João Cancelo. Não tendo realizado nenhuma exibição plena até ao momento (apesar da boa assistência para o primeiro golo de Ronaldo frente ao Uzbequistão), opções fortes como Nelson Semedo (63 minutos jogados) e Matheus Nunes (um minuto disputado) poderiam ter sido tidas mais em conta. Apesar do lateral do Barcelona ser o rosto mais forte para o lugar, tal como Nuno Mendes poderia ser utilizado mais em jogos mais exigentes.
Fonte: Edmilson Monteiro / Bola na Rede
No meio-campo, é indiscutível a titularidade e estatuto de João Neves (único com utilização compreensível até ao momento e com a melhor forma), Vitinha e Bruno Fernandes. No entanto, os primeiros dois jogos foram uma oportunidade perdida de para dar algumas oportunidades a outros médios a fim de manter a frescura física dos três titulares.
Não se trata de qualquer demagogia, visto que o Congo e o Uzbequistão são adversários mais que acessíveis para Portugal e algumas rotatividades nunca manchariam de forma significativa a exibição da equipa nacional. No vértice mais recuado do triangulo centrocampista, Rúben Neves é sempre uma aposta segura quanto a alguma consistência defensiva aliada à capacidade de sair a jogar e ajudar na construção. Os duelos com os congoleses e usbequistaneses foram também uma boa oportunidade perdida para dar os primeiros minutos a Samú Costa e testar Bernardo Silva como médio mais criativo ou como mais trabalhador na transição da defesa para o ataque e vice-versa (o típico “área a área”).
Inexplicavelmente, Bruno Fernandes joga todos os minutos até ao momento, Vitinha é substituído em dois jogos que estão empatados, Rúben Neves e Samú Costa são opções precisamente no jogo mais exigente e sem qualquer ritmo de jogo e os 14 minutos dados a Bernardo Silva frente ao Uzbequistão no meio-campo foram insuficientes para se mostrar no trio centrocampista. Qualquer melhor gestão ou opção diferente pode ser posta em prática daqui para a frente, mas novamente já peca pela demora e pelo comodismo nesta fase de grupos.
Fonte: Edmilson Monteiro/Bola na Rede
No ataque, é nas alas que abunda a qualidade e quantidade. No jogo com o Congo, ficou claro que não é como extremo ou ala que Bernardo Silva serve melhor a equipa. Na condição atual do futuro jogador do Real Madrid, não existe a capacidade de rutura, velocidade e versatilidade que é ideal num extremo, resultando num jogo mais entediante de passe para dentro, para trás e na melhor das hipóteses de cruzamento para a área. Algo que resultou naturalmente na substituição ao intervalo.
Dentro das restantes hipóteses, Pedro Neto e sobretudo Rafael Leão são as de velocidade, fuga no espaço, rutura e capazes do melhor em dias de inspiração, embora falte ainda um pouco em termos de consistência a ambos, nomeadamente ao extremo do AC Milan. João Félix e Francisco Trincão oferecem mais na construção de lances de perigo, na ligação com os médios e com o homem mais adiantado do terreno, exímios no drible curto e capacidade assistir no momento certo, além de um bom remate.
Francisco Conceição é um misto de ambos os estilos, funcionando muito bem como um “abre-latas” e uma ótima opção nas segundas partes preferencialmente. Gonçalo Guedes pode ser opção também numa das alas além do centro do ataque, mas torna-se difícil arranjar espaço para o avançado da Real Sociedad face à concorrência. Sendo que nas futuras “horas de aperto” de resultado e exibição, todas as opções devem ser tidas em conta.
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
No centro do ataque, lá se volta à ” velha” discussão em torno de Cristiano Ronaldo. O capitão da seleção é o nome maior da história do futebol português e um dos maiores da história do futebol mundial, nunca se deve deixar de ter em conta tais feitos e o que o mesmo tem para oferecer ainda à seleção, nomeadamente em experiência dentro e fora das quatro linhas. Em simultâneo, a idade já pesa, o rendimento já não é o mesmo e o que se pode oferecer a uma equipa de alto nível pode não ser o suficiente.
É de notar que se verificou uma mudança de rendimento do primeiro jogo para os dois seguintes por parte de Cristiano Ronaldo. No jogo contra o Congo, apesar do problema ter sido coletivo, a exibição do capitão português foi negativa e mostrou o porquê de alguns contestarem a sua titularidade: remates desenquadrados, alguma falta de perspicácia, dificuldade no salto, pouca mobilidade e a incapacidade de dar mais que um toque na bola sem a perder. Uma exibição que mostra como jogar em torno “deste” Cristiano Ronaldo é negativo e penaliza a equipa.
Contudo, contra o Uzbequistão já se verificou algo diferente. O capitão português não quis repetir o que se passara no primeiro jogo e fez uma exibição mais esforçada, com mais entrosamento com os colegas, alguma mobilidade e melhor posicionamento a rematar, resultando em dois golos. No jogo contra a Colômbia, novamente o problema foi coletivo e de estilo de jogo praticado. Assim e retirando alguma mobilidade e já mais segurança com a bola nos pés, pouco mais Ronaldo poderia fazer se a bola não lhe chega.
É necessário acrescentar quanto a este assunto que é errado dizer que Cristiano Ronaldo é absolutamente inútil à seleção quando faz uma exibição negativa contra o Congo, como o é dizer que já é novamente um dos melhores do mundo porque faz dois golos ao Uzbequistão.
Apesar de ser imprescindível que Ronaldo tenha capacidade de encaixe se o treinador entender que não deve ser titular sem criar ondas de instabilidade ou mau comportamento, é mais imprescindível que Roberto Martínez faça uma boa gestão do capitão da seleção com o objetivo de retirar o seu melhor rendimento, conseguindo bons resultados coletivos com isso. Tal não está a acontecer, pois o selecionador nacional deu-lhe sempre a titularidade, utilização total em detrimento nomeadamente de Gonçalo Ramos que soma apenas sete minutos contra o Congo e Gonçalo Guedes sem qualquer utilização.
Olhando para os jogos da seleção nos últimos quatro anos, é notório que Cristiano Ronaldo não deve ser titular em todos os jogos e muito menos jogar os noventa minutos. A sua utilização deve ser ponderada consoante o adversário e momentos do jogo, pois se é verdade que Ronaldo é decisivo com golos ainda em muitos momentos, muitos dos melhores jogos da seleção foi sem Ronaldo em campo.
O ataque da equipa nacional ficava melhor, mais competitivo e equilibrado com um trio onde tivesse de um lado rapidez, técnica e busca pelo remate (Rafael Leão à esquerda ou Pedro Neto à direita), do outro lado drible curto, bom passe e ligação com os médios e ponta de lança em busca da criação de oportunidades (João Félix à esquerda ou Francisco Trincão à direita) e um ponta de lança que junte mobilidade, bom posicionamento e instinto matador, aliado a um misto de momentos em que jogue para a equipa e que a equipa jogue para si (Gonçalo Ramos ou Cristiano Ronaldo consoante o adversário, sendo que o suplente funcionaria como arma para refrescar o centro do ataque). Com Francisco Conceição a funcionar como um “joker” para acelerar o jogo e criar mais aberturas e oportunidades de golo.
Fonte: Edmilson Monteiro / Bola na Rede
Não existindo uma melhor gestão das opções e uma utilização adequada de jogadores por posição com funções concretas, já para não falar da existência de um padrão de jogo mais articulado e rápido (sem ter de abdicar de posse de bola em muitos momentos), dificilmente a seleção nacional irá longe na competição. Com Roberto Martínez a manter um estilo de posse murcho, sem chama, sem mobilidade de vários jogadores no ataque e com uma previsibilidade que se torna inquietante para quem assiste, a continuidade da seleção no Mundial dependerá das defesas constantes de Diogo Costa, inspiração de um ou dois jogadores que sejam colocados em campo nesse dia e que o adversário também não esteja no seu melhor.
Uma receita absolutamente pobre para quem tem ambições de ser campeão do mundo neste próximo mês e tem uma geração de jogadores absolutamente única na história do futebol português. Será necessária uma mudança significativa ou 2026 voltará a ser o ano de mais uma oportunidade desperdiçada.
O Braga oficializou a contratação de Adrian Bajrami. Defesa-central de 24 anos assinou contrato válido por cinco épocas.
Adrian Bajrami é oficialmente jogador do Braga. O defesa-central de 24 anos deixa o Luzern (Suíça) e reforça os arsenalistas numa transferência a rondar os 2,8 milhões de euros por 100% do passe. O negócio inclui ainda 500 mil euros, mediante objetivos coletivos e individuais.
Em nota oficial, o Braga informa ainda que Adrian Bajrami assina um contrato válido de cinco temporadas até ao verão de 2031 e fica com uma cláusula de rescisão de 40 milhões de euros. O Luzern reserva ainda 12% de uma uma mais-valia sobre uma futura transferência.
O Bélgica x Senegal vai passar na Sport TV5 e na LiveModeTV. É mais um duelo relativo aos 16 avos de final do Mundial 2026.
O Bélgica x Senegal vai ter transmissão na Sport TV5 e na LiveModeTV. Trata-se de mais um jogo dos 16 avos de final do Mundial 2026 e este está marcado para quarta-feira, dia 1 de julho, pelas 21h00. A partida está disputada em Seattle.
Para chegar a esta fase, a Bélgica ficou em 1.º lugar do Grupo G do Mundial 2026. Acabou com cinco pontos, os mesmos do que o Egito. Já Senegal terminou como um dos melhores terceiros classificados, num grupo com França, Noruega e Iraque.
Bélgica e Senegal preparam-se agora para medir forças na luta por um lugar nos oitavos de final do Mundial 2026.
Hajime Moriyasu lamenta derrota e eliminação do Japão. Seleção perdeu com o Brasil por 2-1 nos 16 avos de final do Mundial 2026.
Hajime Moriyasu, selecionador do Japão, falou à imprensa após a derrota frente ao Brasil, que ditou a eliminação da equipa nos 16 avos de final do Mundial 2026. O jogo terminou 2-1, com o golo decisivo a surgir nos últimos suspiros.
«Lamento profundamente não termos conseguido dar uma vitória aos adeptos. Como treinador, sinto que a responsabilidade é minha e quero pedir desculpas a todos. É muito frustrante encerrar a nossa participação, mas os jogadores deram tudo de si e, até chegarmos a este momento, valorizaram o processo todos os dias e trabalharam com enorme dedicação. A equipa técnica e todo o ‘staff’ também foram extremamente dedicados nesta caminhada», referiu, em declarações à comunicação social.
«Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance e, embora agora estejamos muito dececionados, quero aceitar este resultado e transformá-lo em motivação para voltarmos ainda mais fortes», disse também Hajime Moriyasu.