Gonçalo Inácio está na lista do AC Milan. Ruben Amorim, novo treinador dos Rossoneri, quer contratar um novo defesa-central.
Gonçalo Inácio continua no radar do AC Milan, garante Fabrizio Romano. A fonte refere que Ruben Amorim quer contratar um novo defesa-central e o defesa do Sporting é uma das três principais opções na lista dos Rossoneri para a posição.
Apesar de ser um nome apreciado dentro do AC Milan, não se trata de um negócio fácil, visto que é um jogador chave para o Sporting. Há mais dois nomes na lista, porém Fabrizio Romano não revela. Ainda assim, nos últimos dias, noticiou-se princípio de acordo entre António Silva e o AC Milan.
Gonçalo Inácio tem um contrato válido até 2030 no Sporting, com uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros.
🚨🔴⚫️ Gonçalo Inacio, one of three main options on AC Milan list for centre back position.
Internal talks taking place about targets as Amorim wants a new CB.
Inácio, appreciated but not easy as key player for Sporting + two more names on list.
Casemiro já reagiu à vitória do Brasil frente ao Japão. Médio marcou um dos golos e foi eleito o melhor jogador em campo.
Casemiro falou à imprensa após a vitória do Brasil frente ao Japão por 2-1 e consequente qualificação para os oitavos de final do Mundial 2026. O internacional brasileiro marcou o primeiro dos dois golos e foi eleito o melhor jogador em campo.
«Foi um jogo emocionante, mas uma das chaves [para a vitória] foi a calma que tivemos no momento de pressionar um adversário que estava com um bloco muito baixo. Tivemos tranquilidade e sabíamos que ia chegar o momento e conseguiríamos fazer os golos», começou por dizer Casemiro, que comentou o seu golo:
«É um turbilhão de emoções e emocionámo-nos na hora do golo. O Gabriel Magalhães tem todo o mérito por ter cruzado para o meu cabeceamento. Agora, quando se ganha, ganhamos todos. Quando se perde, perdemos todos. Temos de valorizar o grupo. O Gabriel Martinelli fez o golo da vitória, o Endrick também entrou e o Rayan está a substituir o Raphinha. Esse é o espírito e o caminho para se conquistar o Mundial».
Casemiro foi ainda questionado sobre os oitavos de final e disse o seguinte:
«Oitavos de final? Primeiro, temos de desfrutar e descansar. Depois, vamos pensar no que vem aí. Ainda nos faltam quatro finais».
O Torreense continua a trabalhar no mercado de verão e fechou mais uma contratação. Nuha Jatta deixa o Estugarda e ruma a Portugal.
O Torreense fechou mais uma contratação: Nuha Jatta. A garantia é dada pelo jornal A Bola, que indica que André Sabino, diretor-geral do futebol do clube, foi mesmo à Alemanha para garantir o negócio junto do Estugarda e do jogador.
Sabe-se ainda que Nuha Jatta assinará um contrato válido por três temporadas com o Torreense e que o Estugarda continuará com uma pequena percentagem dos direitos económicos do jogador. Este é assim mais um dos vários jogadores que o Torreense fechou para a próxima temporada.
Nuha Jatta é um jovem médio-ofensivo de 20 anos que tem dupla nacionalidade (alemã e gambiana). Ao serviço do Leipzig, fez a estreia na Bundesliga a 18 de maio de 2024. Além disso, também jogou em Itália, nos sub-20 do Torino.
SCU Torreense chega a acordo com o VfB Stuttgart e garante a contratação do médio Nuha Jatta, segundo @abolapt. pic.twitter.com/Nv9EOOmTm5
— Diário de Transferências (@DTransferencias) June 29, 2026
Ao intervalo, Carlo Ancelotti olhou para os seus jogadores no balneário e mudou-lhes a alma. Partindo da tática, com ajustes específicos, mas dando ao Brasil uma cara lavada e pronta para lidar de outra forma com o jogo duro que o Japão estava a fazer. Seria sempre um jogo difícil, mas o roteiro intensificou a dificuldade, como a pimenta torna qualquer receita mais elaborada. O Brasil não foi perfeito, mas mostrou que sabe reagir à adversidade. E a tranquilidade do selecionador no banco, de sobrancelha erguida e aparente calma, é um porto seguro para uma Canarinha que urgia por estabilidade.
O golo do Japão, logo depois de uma paragem para a hidratação que, como tem sido norma, inverteu a tendência dos protagonistas, ajudou a definir o rumo do jogo, mais do que o resultado. As lesões tiveram impacto, impedindo os nipónicos de ser ainda mais perigosos, mas não há propriamente grande surpresa quanto ao que Hajime Moriyasu tentou fazer na seleção japonesa. O 5-4-1 é imagem de marca e o bloco compacto um dos traços distintivos de um Japão que já não entretém como entretia, mas que compete como nunca competiu.
A discussão sobre a rigidez da estratégia adotada é válida até porque os nipónicos não são a seleção mais competente na defesa da área, mas foi a partir desta capacidade de endurecer o registo, levar o jogo para o campo das linhas juntas e do bloco compacto que o Japão cresceu. Continua a ser uma seleção que abre sorrisos com bola, pela capacidade técnica e associativa inerte aos jogadores, pelo colar do esférico aos pés, pelo futebol rápido, mas não tão rápido para se ver a correr, mas ainda assim rápido o suficiente para chegar perto da baliza. Mas é também uma seleção capaz de se fechar, compactar e frustrar adversários. Esteve perto de levar o jogo para o prolongamento, mas o que funcionou até ao intervalo, deixou de funcionar tão bem depois.
Fonte: CBF
Até então, não se tinha visto Matheus Cunha nem Vinícius Júnior, por dentro da teia dos nipónicos, nem Rayan, mais aberto, mas sem capacidade para partir para cima. Danilo ainda tentou dar uma ajudinha, esticando ao máximo os nipónicos em campo, mas o privilégio à defesa do corredor central pouco permitiu. Bruno Guimarães e Lucas Paquetá nunca foram capazes de assumir o jogo e só pela pressão, num ou noutro lance, chegou ao perigo.
A entrada de Endrick para o lugar de Lucas Paquetá mudou a forma como o Brasil encarou o jogo. O mais desejado dos adeptos depois de Neymar nem teve influência direta no resultado, mas a sua presença na área mudou a forma como o jogo foi encarado. Vinícius Júnior deixou de jogar por dentro e passou a partir de posições mais abertas, com embalo para arrancar. Num destes lances, ia marcando o melhor golo do Mundial. Também Rayan, no outro corredor, ganhou altivez para chamar a si o protagonismo e desejar o desequilíbrio.
Com dois homens na área, acentuaram-se os cruzamentos. Ao bocado mais valioso do terreno, também Bruno Guimarães e Casemiro começaram a chegar. O Brasil foi afundando e afundando o Japão a um ponto em que Gabriel Magalhães começou a assumir o cruzamento. Assim descobriu o médio mais veterano, que tinha sido dos menos influentes, para marcar o golo do empate. Até ao fim, entrou Gabriel Martinelli, não para jogar por fora como extremo de produto final, mas para funcionar como mais um elemento de infiltração por dentro. Recebeu um passe de Bruno Guimarães – que Mundial está a fazer o médio canarinho – e impediu um prolongamento. Esta, nem Zion Suzuki, um ótimo projeto de treinador, conseguiu pegar. Carlo Ancelotti nem pestanejou, mas a vitória também cai na conta do treinador.
Quando os alemães receberam a notícia de que seria o Paraguai o adversário nos 16 avos de final do Mundial 2026, muitos terão sorrido de forma leve, lembrando a goleada que os EUA impuseram aos sul-americanos na primeira jornada e tentando lembrar-se da última vez que os paraguaios haviam jogado o Mundial. Tinha sido em 2010, quatro anos antes da vitória alemã no Brasil. Desde esse jogo histórico em terras sul-americanas, só uma seleção venceu um jogo numa fase a eliminar do Mundial. Foi o Paraguai. Supresa!
Os paraguaios não podiam ser um presente mais envenenado para uma Alemanha moribunda, a viver de um estatuto que, não fosse uma goleada sobre os humildes, mas modestos de Curaçau, e um jogo diante de uma inferior Costa do Marfim, seria ainda menor. Eram muitas as dúvidas sobre o estado da Alemanha, que em 2018 e 2022 caiu na fase de grupos e desta vez, até passou, mas só conseguiu enganar a barriga. A Alemanha entrou num restaurante chique à espera de um banquete e recebeu um daqueles pratos tão elaborados como carentes de nutrientes e saiu esfomeada. A barriga cheia de golos transformou-se na barriga de mais um vexame. Supresa, claro.
Os sinais eram claros. Depois de um bom Europeu, em 2024, tudo correu mal aos alemães. Julian Naggelsman atingiu um ponto sem retorno na seleção. Que é um excelente treinador não há dúvidas, que é um selecionador questionável ainda menos há. Entre as convicções fortes e a total ausência de noção há uma linha ténue que o treinador pisou para lá e para cá. Esperava-se uma fluidez entre Wirtz e Musiala e, desta vez, o último nem foi titular e o primeiro andou minutos infinitos encostado à linha. Mal ganhou liberdade, assistiu. Manuel Neuer teve uma convocatória forçada e andou a jogar como um fantasma do passado. Leroy Sané, titular indiscutível e convicto à direita, nem fantasma conseguiu ser. Joshua Kimmich sofreu com tudo o que eram avançados de drible e irreverência. Por alguma razão Julio Enciso terá jogado mais sobre a esquerda. Depois de denegrir o avançado publicamente, Naggelsman lá deu um prémio a Deniz Undav, com a convicção com que um dia um youtuber decidiu tentar mastigar uma barra de ferro. Ao intervalo, Leon Goretzka entrou para a Alemanha ter presença na área. Saiu Aleksandar Pavlovic, que pouco acrescentou no jogo e no torneio? Não, saiu Felix Nmecha, talvez o melhor dos alemães nas Américas. Surpresa!
Fonte: Federação Paraguaia de Futebol
Num tom mais sóbrio, até porque os alemães são ditos como de humor complicado, a surpresa está do outro lado. Que a Alemanha está num estado de total caos – e não é de hoje – já todos estão cientes. Cada vez mais alinharem 11 contra 11 é menos sinal de triunfo da Alemanha. Ainda assim, o Paraguai superou-se. Que o jogo ia ser muito chato para os alemães era evidente. Que o Paraguai iria vencer, já não o era. Aí sim. Surpresa!
A goleada sofrida na estreia é que foi surpreendente. Desde aí, o Paraguai não mais se aventurou na pressão, manteve-se fiel ao bloco baixo com que teve sucesso nas eliminatórias e tornou-se numa verdadeira fortaleza defensiva. Em três jogos, um com 120 minutos, outro com menos um durante toda uma parte, sofreu apenas um golo. Impressionante a atuação defensiva diante da Alemanha, fechando linhas, tapando espaços e defendendo a área. Gustavo Gómez é a representação fiel da seleção paraguaia. Tem o perfil físico e facial ideal para atuar como guerreiro num qualquer casting que Hollywood decida fazer. Morde, encosta, não dá espaços, defende o espaço aéreo e não deixa a bola chegar perto da baliza. Exibição imponente do central.
Se Gustavo Gómez se destacou pelo controlo defensivo, Matías Galarza fez um dos jogos mais impressionantes deste Mundial. Impressionante a energia e disponibilidade física para pressionar e ler e interpretar espaços sem deixar de ser uma alternativa para tentar carregar bola e ganhar metros, segundos e faltas. Ainda mais importante depois de Julio Enciso, o mais precioso dos operários paraguaios, se lesionar. Estava numa onda semelhante à da Turquia, capaz de tirar sempre algum sumo da laranja em cada situação. No fim, apareceu Orlando Gill. Não só no fim, que seria heresia, mas principalmente no fim, onde foi destaque. Virou o Neuer do Paraguai, mas a versão de topo do lendário guarda-redes. Impressionante a forma como se agigantou nos penáltis. Ao terceiro match point, o Paraguai fechou as contas. Surpresa!
Os Países Baixos já não são a seleção do Futebol Total de Rinus Michel e Johan Cruyff, mas continuam a protagonizar jogos de Futebol Total. Estilisticamente, até é a seleção marroquina quem mais se aproxima dos ideias de mobilidade, de controlo e de agressividade, mas a expressão tem outro peso, como se 90 minutos (ou mais) compreendessem todas as dimensões do futebol.
No México, Países Baixos e Marrocos disputaram o melhor jogo deste Mundial 2026. Abençoados todos aqueles que deixaram para trás algumas horas de sono para serem presenteados por um espetáculo único. Houve ajustes táticos, superioridades, exibições individuais, erros, emoções à flor da pele, golos nos descontos e penáltis, numa sequência insólita de bolas perfeitas, de remates para fora, de auto-golos, de defesas absurdas. O futebol tem muitas dimensões e não há, propriamente, uma hierarquia. Abraça todos os gostos, todas as preferências, todos os interesses. E este jogo foi um pouco de tudo.
Fonte: Federação Neerlandesa de Futebol
Taticamente, se a seleção de Marrocos já não tem segredos, os Países Baixos tentaram controlar o lado direito marroquino. Seria sempre um confronto estilístico e ainda mais se tornou quando Ronald Koeman chamou Nathan Aké para ser o terceiro central sobre a esquerda, precisamente na zona em que Achraf Hakimi se costuma projetar para gerar vantagens. Não é coincidência que, quando Marrocos descobriu maneira de contornar a última linha mais povoada pelos neerlandeses, tenha conseguido acionar o lateral precisamente nestas zonas.
A verdade é que o jogo só não ficou decidido mais cedo porque Bart Verbruggen – muito cruel a forma como fica ligado a um dos golos sofridos no penálti – foi travando tudo o que Virgil Van Dijk (imperial até deixar Issa Diop fugir) não conseguiu limpar. Defensivamente, foi uma exibição de esforço dos defesas neerlandeses. Micky Van de Ven já se candidatou ao corte do Mundial, quando tirou uma bola de perigo iminente a Hakimi. Jan Paul van Hecke jorrou sangue por todos os poros da cabeça e foi numa versão estranha de jogador de paintball que esteve em campo. Tudo poderia ter dado certo tivesse o jogo terminado cinco ou seis minutos mais cedo. A paragem que tem mandado a hidratação para segundo plano deu aos Países Baixos Wout Weghorst (Brian Brobbey, desta feita, foi engolido pelos centrais). Do nada, um lance controlado acabou com Crysencio Summerville a lutar pela bola, mais do que a fazer as suas maravilhas, e com Cody Gakpo na área. É um jogador de torneios pela seleção. O golo teve um dos momentos mais bonitos e emocionantes de todo o Mundial, quando Cody Gakpo homenageou e se emocionou com o filho que nunca chegou a conhecer. Isto do futebol é muito giro, mas, no final do dia, pode significar muito pouco.
Fonte: Federação Marroquina de Futebol
Marrocos esteve com um pé fora do Mundial 2026. Era uma saída demasiado prematura para o nível exibicional que os Leões do Atlas têm demonstrado. Desafio para todos: encontrem três equipas que mais prendam os olhos que os marroquinos de Mohamed Ouahbi, a melhor coisa que poderia ter acontecido a esta seleção. Os jogadores vão flutuando em campo, entre padrões bem evidentes e uma mobilidade e liberdade que lhes permite mudar de posições e jogar em torno da bola. Tecnicamente há muito poucas seleções com mais recursos. Em profundidade de plantel, também não há muitos países que se possam orgulhar de ter as opções que os Leões do Atlas têm.
Há uma base de 2022 que se mantém, embora com peso reduzido. Yassine Bounou voltou a mostrar que é especialista em penáltis e apareceu no fim. Achraf Hakimi, pela projeção interior sobre a direita, incentivada pela presença de Brahim Díaz com movimentos complementares, dá presença ofensiva e chegada de trás para a frente à equipa. À esquerda, Noussair Mazraoui é mais um construtor, partindo de posições baixas e mais interiores para dar jogo. Acima de todos, Azzedine Ounahi voltou a aparecer. Se em 2022 foi a revelação mais ou menos unânime do Mundial, agora é uma espécie de confirmação silenciosa. Ainda não encontrou um clube que lhe permita replicar a influência e liberdade com que circula em campo pela seleção ou, quiçá, está condenado a ser um personagem de grandes competições. Impressionante a capacidade técnica aliada à interpretação do espaço. Procura os terrenos de ninguém para, aí, receber e organizar o jogo.
Ainda assim, há uma profunda renovação. A forma como Chadi Riad e Issa Diop (que depois foi lá à frente ser herói) lidaram com Brian Brobbey e retiraram o avançado do jogo é assinalável. Se Ayyoubb Bouaddi, felizmente, já tem sobre si os microfones, os holofotes e os contratos milionários, Neil El Aynaoui tem passado algo despercebido. Não tem uma presença física tão impactante e, por isso, é normal que não tenha tantos lances exuberantes, mas a capacidade de se defender e de construir a partir dos posicionamentos e da simplicidade é evidente. Se Brahim Díaz se tem assumido como um lançador de excelência, Ismael Saibari é um recetor perfeito. Chegou ao Mundial 2026 cotado para funcionar como um falso 9 que nunca chegou bem a ser, até porque a lesão de Abde Ezzalzouli retirou a Marrocos o elemento mais agressivo no ataque a espaços. Tal como se associa com os colegas e se dá em apoio, também ataca espaços, se movimenta na área para responder a cruzamentos e cai pelos lados do campo. Um avançado completo para uma equipa completa. É bom saber que Marrocos continuará em prova.
Marrocos está nos oitavos de final depois de vencer os Países Baixos. Jogo muito bem disputado no Mundial 2026 foi decidido nos penáltis.
Marrocos garantiu o apuramento para os oitavos de final do Mundial 2026 após bater os Países Baixos. Depois do 1-1 ao fim dos 90 e 120 minutos, o jogo só foi decidido nos penáltis.
O jogo foi entretido e com ascendente marroquino, principalmente na segunda parte, mas o golo surgiu para a seleção europeia. Cody Gakpo (72′) aproveitou um lance construído muito rapidamente e um ressalto para marcar o único golo do jogo e levar os neerlandeses para a próxima fase. As lágrimas lembraram o filho que perdeu esta semana num estado gestacional.
Quando o jogo se preparava para terminar, os marroquinos finalmente marcaram. Issa Diop (90+1′) foi à área contrária empatar e levar tudo para prolongamento. Aí nada se alterou e foi preciso chegar a penáltis. Dos 11 metros, Neil El Aynaoui, Achraf Hakimi falharam, mas Justin Kluivert, Quinten Timber e Crysenco Summerville falharam mais e os marroquinos venceram por 3-2.
Prosseguem os jogos dos 16 avos de final do Mundial 2026. Sabe onde ver os jogos da noite (e madrugada) desta terça-feira, 30 de junho.
Continuam os jogos dos 16 avos de final do Mundial 2026. Nesta terça-feira, 30 de junho, como nos próximos dias, há espaço a três jogos entre a noite a madrugada.
Eis o calendário das transmissões televisivas:
Costa do Marfim x Noruega (30 de junho, 18h): Sport TV 5
França x Suécia (30 de junho, 21h30): LiveMode TV e Sport TV 1/5
O Paraguai bateu a Alemanha e está nos oitavos de final do Mundial 2026. Jogo só foi decidido na marca dos penáltis.
O Paraguai ultrapassou a Alemanha e está nos oitavos de final do Mundial 2026. Depois de um 1-1, a seleção sul-americana superou a europeia nas grandes penalidades.
Foi a seleção paraguaia quem se adiantou na partida. Julio Enciso (42′) levou o jogo para o intervalo com uma vantagem sul-americana, apesar da maior posse de bola para a seleção alemã.
Com mais de 70% da posse, os alemães demoraram até encontrar uma forma de entrar no bloco adversário. Chegou pelos pés de Florian Wirtz, que encontrou Kai Havertz (54′) na área para o empate.
O resultado não mais se alterou, nem com prolongamento, e o jogo terminou 1-1. Nos penáltis, Kai Havertz, Nick Woltemada e Jonathan Tah falharam para os alemães; Antonio Sanabria e Fabián Balbuena desperdiçaram dois match points, mas à terceira foi mesmo de vez.
Ángel Di María vai renovar contrato com o Rosario Central. O argentino vai assim reencontrar Nico Otamendi, que agora representa o River Plate.
Ángel Di María vai continuar a representar o Rosario Central na próxima época. O clube argentino prolongou o contrato do jogador, que terminava no dia 30 de junho, confirmando um cenário que já estava previsto. A informação sobre a permanência do atleta, que deixou o Benfica na época passada, foi avançada pelo jornalista César Luis Merlo.
A renovação do vínculo por mais um ano garante que o jogador vai defrontar Nicolás Otamendi, que assinou pelo River Plate. O avançado assegura a continuidade no campeonato da Argentina e vai jogar contra o seu compatriota e antigo colega de equipa no Benfica.
O atleta somou um total de 21 jogos oficiais disputados durante a última época desportiva. O argentino esteve 1606 minutos em campo, apontando sete golos e quatro assistências no total.