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Union Berlin de Diogo Leite despede Steffen Baumgart e anuncia a 1.ª mulher treinadora na Bundesliga

O Union Berlin anunciou que Marie-Louise Eta comandará a equipa principal até ao final da temporada, sucedendo Steffen Baumgart.

No passado sábado, o Union Berlin anunciou o despedimento de Steffen Baumgart. Em comunicado oficial, o clube da capital alemã anunciou que a treinadora da equipa sub-19, Marie-Louise Eta será a sucessora até ao final da temporada, tornando-se assim a primeira mulher no comando técnico de uma equipa da Bundesliga:

«A equipa profissional masculina irá enfrentar a fase final da época e a luta pela manutenção na liga sob a orientação de Marie-Louise Eta, até agora treinadora da equipa júnior sub-19 e futura treinadora principal da equipa profissional feminina».

A treinadora alemã de 34 anos vai assumir a equipa feminina na próxima temporada, mas entrará para a história do futebol alemão. Marie-Louise Eta agradeceu a oportunidade:

«Estou contente por o clube me ter confiado esta tarefa exigente. Um dos pontos fortes do Union sempre foi, e continua a ser, a capacidade de unir forças em situações como esta. E, claro, estou convencido de que, com a equipa, vamos conquistar os pontos decisivos».

Rui Borges comenta regresso de Geovany Quenda: «É um jogador importante e que estava a dar muito à equipa»

Rui Borges analisou o Estrela da Amadora x Sporting em conferência de imprensa. O técnico elogiou Geovany Quenda.

Rui Borges marcou presença na sala de imprensa para analisar o triunfo do Sporting frente ao Estrela da Amadora por 1-0. No final da partida, o técnico dos leões mostrou a sua satisfação por poder contar novamente com Geovany Quenda:

«Muito feliz por vê-lo voltar, é um jogador importante e que estava a dar muito à equipa, teve uma paragem longa, a equipa está feliz por tê-lo de volta. É um jogador diferenciado e que pode ajudar nesta reta final do campeonato».

todas as declarações de Rui Borges na conferência de imprensa.

Arsenal: já há um nome a ser apontado ao lugar de Mikel Arteta

Mikel Arteta pode deixar o Arsenal no final desta temporada. Cesc Fàbregas está a ser associado ao lugar de técnico dos gunners.

Mikel Arteta está a ser questionado pela direção do Arsenal e pode ser substituído no final da época, caso não consiga vencer a Premier League ou a Champions League. De acordo com o Mundo Deportivo, Cesc Fàbregas é um nome que agrada à estrutura dos gunners e que pode suceder ao antigo médio.

O espanhol orienta atualmente o Como 1907 e o seu trabalho nos italianos está a impressionar. Cesc Fàbregas tem 38 anos e conhece bem o Emirates, já que jogou no Arsenal entre 2003 e 2011, sendo considerado um dos melhores jogadores dos londrinos durante este século.

Mikel Arteta ainda tem contrato com o Arsenal até ao verão de 2027, mas terá de apresentar resultados em breve, de modo a manter o seu lugar. Os ingleses vão enfrentar na próxima semana o Sporting, na segunda-mão dos quartos de final da Champions League.

Viktor Gyokeres analisa derrota do Arsenal e admite: «O relvado estava um pouco seco, o que não ajudou»

Viktor Gyokeres reagiu ao desaire do Arsenal frente ao Bournemouth no Emirates, no encontro da Premier League.

Viktor Gyokeres analisou a derrota caseira do Arsenal frente ao Bournemouth por 2-1, que colocou o Manchester City a depender apenas de si para vencer a Premier League. O avançado sueco começou por fazer uma análise à partida:

«Acho que podíamos ter jogado muito melhor nas duas partes. Não controlámos o jogo o suficiente. Eles são uma boa equipa, por isso quando têm oportunidades tornam tudo mais difícil para nós e tínhamos de ter feito melhor aí e, claro, no aspeto ofensivo fazer mais Tivemos algumas oportunidades de golo no final do jogo. O relvado estava um pouco seco, o que não ajudou, mas é claro que todos precisamos de melhorar e de aproveitar as nossas oportunidades», começou por dizer.

«Sim, acho que tivemos uma boa sensação antes do jogo e durante o jogo estávamos preparados para tudo, mas eles tornaram as coisas difíceis para nós e nós também tornámos as coisas difíceis para nós próprios e por isso o resultado final é o que é. Dói sempre quando se perde».

Ainda assim, Viktor Gyokeres mostrou-se confiante para o que resta da temporada:

«Estou muito confiante. Penso que não precisamos de nos fixar demasiado no que aconteceu hoje; temos de pensar positivo e olhar para os próximos jogos. Ainda temos muitos jogos por disputar e sabemos o quão bons somos — só temos de o mostrar dentro de campo. Temos de voltar ao ritmo em que podemos jogar e acreditar em nós próprios».

Inter Miami empata a duas bolas na receção ao NY Red Bulls

O Inter Miami caiu para o terceiro lugar da MLS após um empate a duas bolas bolas frente ao NY Red Bulls. Lionel Messi jogou os 90 minutos.

Na sétima jornada da MLS, o Inter Miami voltou a escorregar na receção aos NY Red Bulls, com um empate a duas bolas. Este resultado marcou o segundo empate consecutivo e empurrou a equipa de Lionel Messi para o terceiro lugar.

O astro argentino jogou os 90 minutos, mas não cobtribuiu diretamente para nenhum dos golos. Os visitantes abriram o marcador através de Jorge Ruvalcaba (15′), mas, ainda antes do intervalo, a igualdade foi restabelecida com o golo de Mateo Silvetti (45+2′). Na segunda parte, Germán Berterame (55′) completou a reviravolta, mas Adri Mehmeti (77′) voltou a empatar as contas da partida.

Com este resultado, o Inter Miami chegou aos 12 pontos, mas foi ultrapassado pelo Chicago Fire na segunda posição. Já os NY Red Bulls cmantiveram-se na sétima posição com 11 pontos.

Quem são os 5 treinadores que não fariam mudanças no plantel, segundo José Mourinho?

Na conferência de antevisão ao Benfica x CD Nacional, José Mourinho admitiu que apenas cinco treinadores não mudariam algo no seu plantel

No final do empate do Benfica frente ao Casa Pia, José Mourinho referiu, em conferência de imprensa, que «tinha vontade de não fazer jogar mais alguns jogadores» da equipa encarnada. Ora, na antevisão ao Benfica x CD Nacional, o treinador das águias explicou as declarações e admitiu que apenas cinco treinadores não mudariam nada no seu plantel:

«Eu consegui identificar cinco clubes/treinadores que são os únicos privilegiados neste mundo, onde eu também já fui. Mas é normal que qualquer treinador mudasse algo no seu plantel, principalmente depois de uma exibição e de um resultado frustrante e difícil de aceitar», referiu o técnico.

Segundo a imprensa nacional, os cinco treinadores a que José Mourinho se estaria a referir eram Álvaro Arbeloa (Real Madrid), Vincent Kompany (Bayern Munique), Luis Enrique (PSG), Hansi Flick (Barcelona) e Pep Guardiola (Manchester City).

Grémio de Luís Castro empata no terreno do Internacional e chega aos quatro jogos sem vencer

Durante a madrugada deste domingo, o Internacional e o Grémio empataram a zero. Formação de Luís Castro atingiu os quatro jogos consecutivos sem triunfos.

Na madrugada deste domingo, o Grémio de Luís Castro visitou o Internacional na 11.ª jornada do Brasileirão. Contudo, não foram além do empate a zero e chegaram aos quatro jogos consecutivos sem triunfos.

Depois de uma primeira parte com muito pouca ação, a formação da casa criou várias oportunidades mas não foi capaz de desfazer a igualdade. Já perto do apito final, o defesa-central Viery recebeu um cartão vermelho (89′) após uma falta sobre Thiago Maia.

Com este resultado, o Grémio e o Internacional mantiveram-se ambos com 12 pontos, ocupando respetivamente a 11.ª e 13.ª posição do Brasileirão.

Abrahamsson fecha a baliza, Benfica perde-se no jogo | FC Porto 42-32 Benfica

Há jogos que se decidem no ataque. Outros na defesa. E depois há aqueles, como este, que se decidem na baliza. No Dragão Arena, o FC Porto construiu uma vitória frente ao rival Benfica que vale mais do que três pontos. E construiu-a com um nome que explica quase tudo: Sebastian Abrahamsson. O guarda-redes sueco assinou uma exibição portentosa, terminando o jogo com 16 (!) defesas.

Se houve um momento em que o Benfica ainda podia voltar ao jogo, foi travado por um homem inspirado. Intervenções em momentos-chave.  Presença constante. Não foi apenas um guarda-redes. Foi o fator que matou qualquer esperança encarnada.

O jogo começou como tantos clássicos de andebol: ritmo alto, golos em catadupa, ataques a superiorizarem-se às defesas. 4-4 aos quatro minutos e a sensação de que ninguém queria esperar.

O FC Porto encontrou cedo a primeira vantagem relevante, aproveitando uma exclusão de Alexis Borges e chegando aos 14-10. Rui Silva e Antonio Martínez davam sinais claros de que os dragões estavam confortáveis no jogo.

Mas o Benfica tinha outra ideia. Mesmo desfalcado ( sem Cavalcanti, Ander Izquierdo e El Korchi), conseguiu reagir. E reagiu bem. Muito por culpa de Gustavo Capdeville, com oito defesas na primeira parte.

A entrada do guarda-redes internacional português mudou o ritmo da primeira parte. Defesas importantes, confiança crescente, e um Benfica que foi encurtando distâncias até fazer o que parecia improvável minutos antes: virar o jogo. 19-17 a favor dos encarnados ao intervalo.

Uma vantagem que, mais do que sólida, parecia sinal de controlo, ainda para mais começando a etapa suplementar em superioridade numérica, devido à exclusão do lateral-esquerdo islandês Thorsteinn Gunnarsson. Mas foi, no fundo, uma ilusão.

A segunda parte trouxe um FC Porto diferente. Mais agressivo. Mais intenso. Mais decidido.  E, sobretudo, mais eficaz.

Na etapa suplementar, os portistas empataram rapidamente (19-19) a contenda, e deram o primeiro sinal de que o jogo estava longe de estar decidido.

E foi aqui que apareceu outro nome decisivo: Vasco Costa. Explosivo, irreverente, imparável durante largos minutos. Dois golos de rajada, presença constante, e a capacidade de desestabilizar por completo a defesa encarnada. A partir daí, o jogo começou a fugir ao Benfica.

A verdade é simples, e dura. O Benfica foi competitivo enquanto teve frescura e soluções. Quando precisou de mais… não teve.

Sem algumas das suas principais unidades, as segundas linhas não conseguiram acompanhar o ritmo imposto pelo FC Porto. A equipa perdeu agressividade, perdeu critério e, acima de tudo, perdeu capacidade de resposta.

O resultado foi um desmoronar progressivo. 25-22. 28-22. 31-24. Tudo isto num espaço de apenas dez minutos. E o jogo deixou de ser equilibrado para passar a ser um monólogo. É verdade que o homem do jogo foi Abrahamsson, mas não é menos verdade que sem o contributo decisivo de jogadores como Vasco Costa, Antonio Martínez e Pedro Oliveira, os dragões não teriam conseguido esta vitória tão expressiva.

Com a baliza fechada e o ataque a funcionar, o FC Porto fez aquilo que as grandes equipas fazem nestes momentos: carregou. A vantagem foi crescendo, a confiança também, e o Benfica nunca mais encontrou forma de parar o ímpeto portista.

Gilberto Duarte deu critério, foi determinante defensivamente, e marcou igualmente alguns golos que fizeram recordar os tempos áureos de um dos melhores jogadores portugueses de todos os tempos. Antonio Martínez voltou a ser decisivo (sete golos, 100% de eficácia aos sete metros). E o coletivo respondeu com autoridade.

Do outro lado, sobraram poucas notas. Gustavo Capdeville na primeira parte. E pouco mais. O resultado final (42-32) diz tudo.Mas o significado vai além disso.

Para o FC Porto, é uma vitória moralizadora. Uma afirmação de força. E, acima de tudo, um sinal de que ainda há uma ténue esperança na luta pelo topo e na tentativa de impedir o tricampeonato do Sporting, algo que será realmente difícil, mas pelo qual os comandados de Magnus Andersson vão lutar até ao fim.

Para o Benfica, é um aviso. Não basta competir durante quinze minutos da primeira parte. Não basta ter primeiras linhas fortes. Porque no andebol, como no desporto, ganha quem consegue sustentar o jogo até ao fim. No fim, decide-se sempre ali.

Na intensidade. Na profundidade. E, às vezes, na baliza. Hoje decidiu-se aí. E Abrahamsson fez questão de não deixar dúvidas.

O Bola Rede esteve presente no Dragão Arena e teve a oportunidade de colocar uma questão a ambos treinadores.

Bola na Rede: Ficou a ideia de que a sua equipa se deixou ir na segunda parte, à medida que o resultado se ia avolumando. Foi mais uma questão física ou mental?

Jota González: Eu creio que não foi um tema de frescura física. Ressentimo-nos da ausência de jogadores importantes, o que nos obrigou a fazer várias alterações na defesa e no ataque. Este ano, sempre que ficamos numa clara desvantagem no marcador, a equipa não consegue reagir devidamente, e hoje isso voltou a passar. Várias perdas de bola, momentos de desconcentração que se pagam caro em jogos deste calibre. Demasiado individualismo contra um FC Porto muito forte colectivamente e organizado defensivamente na segunda parte. Este ano, não temos sido capazes de fazer um jogo completo, e temos gerido mal os jogos.

Bola na Rede: Na segunda parte, Vasco Costa foi decisivo ofensivamente, e Gilberto Duarte teve uma grande importância na agressividade da sua linha defensiva. Para além do excelente rendimento desses dois jogadores, qual foi o fator-chave para que o FC Porto realizasse uma segunda parte tão forte e conseguisse obter esta vitória tão expressiva? 

Magnus Andersson: Nós estávamos realmente desapontados e frustrados ao intervalo. Os últimos minutos da primeira parte foram horríveis defensivamente por parte da nossa equipa. Deixamos o Benfica jogador, fomos pouco intensos e permitimos que fosse o Benfica a impor o ritmo do jogo. Na segunda parte, foi tudo diferente. Fomos mais agressivos, e controlamos mais o jogo. Benfica tem excelentes jogadores e se lhes dás tempo para jogar e saber o que fazer, ficas em problemas. Ajustamos alguns detalhes ao intervalo, e a entrada da nossa equipa na segunda parte, foi fortíssima. À excepção de alguns minutos da primeira parte, foi um excelente jogo da nossa equipa, e apesar da grande exibição do nosso guarda-redes (Sebastian Abrahamsson), quando ganhas um jogo por dez golos de diferença, tiveste de fazer muitas coisas bem e encontrar as melhores soluções a nível ofensivo, com rendimentos individuais altíssimos. De uma maneira geral, estou satisfeito com a exibição da minha equipa.

Viktor Gyokeres fala sobre regresso a Alvalade e confessa: «Significou muito para mim»

Viktor Gyokeres comentou o regresso ao Estádio de Alvalade para defrontar o Sporting, em jogo da Champions League.

Viktor Gyokeres concedeu uma entrevista após o Sporting x Arsenal, referente à primeira mão dos quartos de final da Champions League, que terminou com o triunfo dos gunners por 1-0. Em declarações ao podcast Seeing Red, o avançado sueco falou sobre o regresso ao Estádio de Alvalade:

«Foi muito bom voltar a Lisboa e posso mesmo dizer que foi ótimo. Logo quando terminei o aquecimento e vi a receção que me deram… significou muito para mim».

O ponta-de-lança de 27 anos admitiu a estranheza por ter defrontado o antigo clube, mas confessou:

«No Sporting gostam muito de mim e eu deles. Foi estranho jogar contra eles, mas também foi bom ganhar o jogo».

A segunda mão dos quartos de final está marcada para o dia 15 de abril, às 20h00, no Estádio Emirates.

O verdadeiro jogo começa agora: Qual o papel do Diretor Desportivo nesta fase da época?

André Veras está na Tribuna VIP do Bola na Rede. É diretor-desportivo e já trabalhou em diversos clubes, entre os quais Braga, Torreense, Trofense e Anadia. Aqui, analisa o papel do dirigente desportivo em Portugal.

Quando a época começa a caminhar para o seu final, é bastante importante que a preparação do futuro já esteja em andamento. Quem tem os objetivos praticamente cumpridos, pode incorrer na ilusão e deixar que se instale uma falsa sensação de tranquilidade nos clubes. Para os adeptos, é tempo de desfrutar. Para a equipa técnica, de gerir o que resta da época. Mas para o diretor desportivo, inicia-se, provavelmente, o momento mais importante de todo o ano. É agora que se começa a ganhar, ou a perder, a próxima época. Um clube que já atingiu os seus objetivos não pode cair no erro da acomodação.

E é aqui que o papel do diretor desportivo se torna crítico. Compete-lhe olhar para o plantel com distanciamento e tomar decisões que, muitas vezes, não são populares nem do agrado da maioria dos “adeptos e simpatizantes”, mas são necessárias. Há opções que têm de ser colocadas, como por exemplo:

  • Manter a base da equipa
  • Contratar jogadores que podem acrescentar valor
  • Renovar com jogadores que ainda podem ser uteis à equipa.
  • Dispensar ou libertar quem já não encaixa ou não teve o rendimento esperado.
  • Antecipar potenciais vendas inesperadas.
  • Identificar oportunidades no mercado antes da concorrência

Tudo isto exige visão estratégica, conhecimento profundo do jogo e sobretudo capacidade de decisão, mediante a estrutura do clube. Quem tem os objetivos desportivos já cumpridos, pode olhar para uma tarefa menos complicada, mas atendendo ao estado atual do nosso futebol, há outros fatores, principalmente de ordem financeira, que acabam por causar dores de cabeça, quando se olha para o que aí vem.

Para quem não tem a sua situação classificativa definida, o tempo também é de trabalho. O guião é igual ao utilizado por quem já sabe com o contar em termos competitivos. Tudo deve ser feito da mesma forma, tudo! A grande diferença está no “se” e no dobro ou triplo do trabalho.

A análise obriga a organizar vários planos, de acordo com os possíveis cenários classificativos, os contactos, as propostas, estão sempre condicionados ao “se”, com os riscos que tal acarreta. Mais trabalho, um autêntico quebra-cabeças, mas não se pode parar.

O risco de hipotecar a época seguinte obriga a trabalhar no “arame”.