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Gerard Piqué atira-se a José Mourinho: «É o treinador perfeito para dar ‘show’ sem que se fale de futebol»

Gerard Piqué criticou o regresso de José Mourinho. O antigo defesa acusou também o Real Madrid de atrapalhar vários negócios.

O antigo defesa do Barcelona, Gerard Piqué, marcou presença num evento em Madrid e aproveitou para comentar o regresso de José Mourinho ao Real Madrid. O ex-jogador foi muito direto e deixou críticas ao treinador português:

«É o treinador perfeito para dar ‘show’ sem que se fale de futebol».

Piqué falou também sobre Marc Cucurella. O lateral espanhol fez a formação no emblema catalão, mas assinou recentemente pelo clube rival.

«Não critico o jogador, desejo-lhe uma grande carreira, é um bom jogador, apesar de ter assinado pelo Real Madrid», afirmou.

Para terminar, o atual proprietário do Andorra comentou os rumores sobre a possível ida de Julián Álvarez para o Barcelona e mostrou-se irritado com a postura dos madrilenos no mercado de transferências.

«Anthony Gordon já está contratado. Isso é uma coisa para Deco e para a direção. O Real Madrid mete-se no meio de todos os negócios», lamentou.

José Mourinho Benfica
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Erling Haaland para Bernardo Silva: «Vemo-nos nas meias-finais»

Erling Haaland comentou a publicação do Real Madrid, em que oficializou Bernardo Silva. «Vemo-nos nas meias-finais».

Erling Haaland fez um comentário na publicação em que o Real Madrid oficializou Bernardo Silva. «Vemo-nos nas meias-finais», escreveu o avançado norueguês, que partilhou balneário com o internacional português nos últimos anos.

Apesar de estarmos em pleno Mundial, houve quem se questionasse sobre se estaria a fazer alusão às meias-finais do Campeonato do Mundo ou da Champions League. O que é certo é que Bernardo Silva jogará no Real Madrid após o Mundial 2026.

Quem também deixou um comentário numa das publicações do Real Madrid sobre Bernardo Silva foi Kylian Mbappé, que reencontra o português.

Ronaldo Nazário rendido a Lionel Messi: «É o melhor jogador de todos os tempos»

Ronaldo Nazário diz que Lionel Messi é o «melhor jogador de todos os tempos». Vários elogios para o internacional argentino.

Ronaldo Nazário vê Lionel Messi como o «melhor jogador de todos os tempos». As palavras surgiram depois de o internacional argentino ter marcado um hat-trick na vitória da Argentina frente à Argélia na primeira jornada do Mundial 2026.

«É altura de o mundo deixar de se esconder e aceitar o facto de que ele é o melhor jogador de todos os tempos», referiu e ainda deixou mais elogios a Lionel Messi: «Ele continua a render a cada época e no Campeonato do Mundo e, no entanto, ainda há dúvidas sobre ele. É uma noite inesquecível e histórica que ficará para sempre nos livros de história».

«Os recordes são feitos para serem quebrados e a pessoa que o quebra não surpreende nenhum adepto de futebol no mundo. Além disso, a Argentina é a atual campeã em título da competição», apontou ainda Ronaldo Nazário, sendo que Lionel Messi igualou Klose como melhor marcador de sempre em Mundiais.

Lionel Messi Argentina
Fonte: Argentina

Luis Díaz após brilhar no Mundial 2026: «Desde o aquecimento que senti que algo especial iria acontecer»

Luis Díaz fez a análise à vitória da Colômbia frente ao Uzbequistão. Avançado do Bayern Munique foi eleito o homem do jogo.

Luis Díaz foi eleito o homem do jogo na vitória da Colômbia frente ao Uzbequistão por 3-1 na primeira jornada da fase de grupos do Mundial 2026. O internacional colombiano esteve ligado aos dois primeiros golos: assistiu o primeiro e marcou o segundo.

«Sabíamos que ia ser um adversário complicado. Começámos bem e controlámos em alguns momentos. Na segunda parte, eles melhoraram muito e nós caímos um pouco, mas creio que é normal. Foi o nosso primeiro jogo e há que continuar a melhorar, ir passo a passo e estar tranquilos. Fizemos o que queríamos, que era ganhar. Temos de enfrentar a próxima partida da mesma forma para garantir a qualificação», referiu Luis Díaz à comunicação social no final do jogo.

Luis Díaz foi questionado pela Bola de Ouro:

«Tenho de me sentir orgulhoso, feliz e desfrutar destes momentos lindos que a vida e o futebol me dão. Se posso sonhar com a conquista da Bola de Ouro? Estou concentrado na seleção e em fazer um bom Campeonato do Mundo. Se fizermos um bom trabalho grupal, o lado individual vai sobressair. Só quero trabalhar para a equipa».

«Desde o aquecimento que senti que algo especial iria acontecer. Muitas coisas do passado voltaram à tona porque lutei por estes momentos. Cumpri o sonho de criança com a minha seleção e o meu país. O que poderia ser melhor do que concretizá-lo com um golo e uma assistência?», referiu ainda Luis Díaz.

Marc Cucurella fala sobre influência de José Mourinho na sua ida para o Real Madrid: «Disse-me que tinha muita vontade de trabalhar comigo, que me iria adaptar muito bem»

O internacional espanhol Marc Cucurella assinou pelo Real Madrid. O lateral esquerdo destacou a enorme importância de José Mourinho.

O internacional espanhol Marc Cucurella, que se encontra a disputar o Mundial 2026, confirmou a sua transferência para o Real Madrid. O lateral descreveu a mudança como uma oportunidade irrecusável que se concretizou muito rapidamente.

«Havia diferentes opções, mas quando chegou a do Real Madrid, não pensei duas vezes. Creio que é uma oportunidade única», afirmou o jogador ao jornal El Mundo.

O defesa explicou ainda a rapidez do processo:

«Num dia e meio ou dois, ficou tudo feito. Para mim, muito melhor, muito mais rápido e sem dores de cabeça».

A decisão contou com o peso de uma conversa com José Mourinho.

«Disse-me que tinha muita vontade de trabalhar comigo, que me iria adaptar muito bem e que o Real Madrid era um grande clube. Estou muito contente por esta confiança e ansioso por começar a trabalhar com ele», revelou.

Apesar de ter feito a formação no Barcelona, Cucurella desvalorizou o passado no clube rival:

«A vida tem diferentes fases. Tive de tomar uma decisão importante e não tenho qualquer dúvida. Quando se é criança, sonha-se em jogar em grandes equipas. O Real Madrid tem uma mística, é imprevisível. Se te dão a oportunidade de viver isso, restam poucas dúvidas».

Destaques da primeira jornada do Mundial 2026

O Mundial de 2026 arrancou envolto em dúvidas. O alargamento para 48 seleções gerou críticas durante vários anos e muitos receavam uma competição excessivamente longa, desequilibrada e com demasiados jogos sem interesse competitivo. A primeira jornada respondeu da melhor forma possível.

Num torneio que se disputa pela primeira vez em três países (Estados Unidos, México e Canadá), e que servirá de modelo para o Mundial de 2030, onde Portugal também será anfitrião, não faltaram histórias capazes de justificar o fascínio que esta competição continua a exercer sobre milhões de adeptos.

E poucas foram tão bonitas quanto a de Cabo Verde. Integrada no Grupo H, a seleção africana realizou o primeiro jogo da sua história em Campeonatos do Mundo e saiu do relvado com um empate a zero diante da poderosa Espanha, uma das principais candidatas à conquista do troféu. Mas mais do que o resultado, ficará para a memória a exibição monumental de Vozinha.

Aos 40 anos, o guarda-redes cabo-verdiano transformou-se no rosto da primeira grande história deste Mundial. Defendeu tudo o que havia para defender e mais alguma coisa, frustrando sucessivamente os avançados espanhóis. O futebol moderno adora histórias improváveis e Vozinha tornou-se uma delas. Em poucos dias passou de figura respeitada em Cabo Verde para fenómeno global nas redes sociais (à data desta publicação, já tinha mais de 14 milhões de seguidores), numa demonstração clara do impacto que um Mundial continua a ter.

Se Cabo Verde foi a surpresa positiva da jornada, Portugal foi seguramente uma das maiores desilusões. Inserida no Grupo K, a seleção nacional tropeçou logo na estreia diante da República Democrática do Congo. O empate não seria dramático se tivesse surgido acompanhado de uma exibição convincente. Não foi o caso.

Portugal continua a apresentar exatamente os mesmos problemas que tem revelado nos últimos anos. A discussão pública concentra-se quase sempre em Cristiano Ronaldo, mas reduzir a questão ao capitão é simplificar demasiado o problema. O verdadeiro desafio da equipa de Roberto Martínez continua a ser coletivo.

Há talento para formar uma das melhores seleções do planeta. Há jogadores de topo em praticamente todos os setores. O que continua a faltar é uma identidade clara. Uma ideia de jogo reconhecível. Um modelo capaz de potenciar todo esse talento. Contra uma seleção congolesa que regressava aos Mundiais 52 anos depois da participação histórica como Zaire em 1974, Portugal voltou a deixar a sensação de que ainda está muito longe daquilo que pode ser. 

É imperativa uma resposta cabal no próximo jogo frente ao Uzbequistão, até porque a Colômbia fez o seu papel, derrotando os asiáticos por 3-1, assumindo assim a liderança do grupo, com Luis Díaz em grande nível (um golo e uma assistência).

No Grupo L, Inglaterra e Croácia protagonizaram um dos jogos mais interessantes da ronda inaugural. E talvez tenha sido também uma das maiores vitórias pessoais de Thomas Tuchel.

O selecionador inglês foi amplamente criticado pelas opções tomadas antes do torneio, deixando de fora alguns dos jogadores mais mediáticos (Phil Foden, Cole Palmer, Trent Alexander-Arnold, entre outros) do futebol inglês. A resposta surgiu dentro do campo. A Inglaterra apresentou-se organizada, solidária e competitiva, com Harry Kane a assumir o papel de líder e a demonstrar porque continua a ser um dos avançados mais completos do futebol mundial.

Também no Grupo F houve motivos para entusiasmo. Holanda e Japão ofereceram um espetáculo de grande qualidade, num encontro que confirmou duas das seleções mais agradáveis de seguir nesta fase inicial da competição, com a equipa nipónica a resgatar um justíssimo empate já nos minutos finais do encontro. Num Mundial cada vez mais equilibrado, os japoneses continuam a provar que já não podem ser vistos como simples outsiders.

Já no Grupo C, Marrocos voltou a demonstrar porque foi uma das grandes revelações do último Mundial do Catar. Durante largos períodos da partida, a seleção norte-africana foi superior ao Brasil e expôs várias fragilidades da equipa sul-americana.

O nome da noite foi Ayyoub Bouaddi. O médio do Lille, com apenas 18 anos, dominou o centro do terreno com uma naturalidade impressionante. Num torneio recheado de estrelas consagradas, foi um dos jovens que mais impressionou na jornada inaugural. Do lado brasileiro, permanecem dúvidas legítimas sobre a real capacidade da equipa para lutar pelo tão desejado hexacampeonato.

No Grupo D, uma das anfitriãs deixou excelente impressão. Os Estados Unidos venceram de forma categórica o Paraguai e mostraram argumentos muito interessantes. Os paraguaios chegavam ao torneio embalados por uma excelente campanha de qualificação, mas encontraram uma seleção norte-americana intensa, organizada e extremamente eficaz.

Ainda no grupo D, surgiu uma das primeiras surpresas da competição. A Austrália derrotou a Turquia e castigou uma seleção europeia que entrou em campo com excesso de confiança. Os australianos foram mais pragmáticos, mais competitivos e acabaram justamente recompensados.

Nesta primeira jornada, nem todas as histórias tiveram um final feliz.

No Grupo E, o Equador viu terminar uma impressionante série de resultados positivos (19 jogos invicto) da forma mais cruel possível. Um golo sofrido nos instantes finais diante da Costa do Marfim roubou pontos importantes a uma das seleções mais consistentes dos últimos anos.

A Alemanha, por sua vez, não teve qualquer piedade da estreante Curaçau. O expressivo 7-1 aplicado à seleção caribenha constituiu a maior goleada da primeira jornada e confirmou os germânicos como uma das equipas que melhor entrou na competição.

Outro momento histórico teve assinatura portuguesa. A vitória do Gana no grupo L permitiu a Carlos Queiroz tornar-se, aos 73 anos, o treinador mais velho de sempre a vencer um encontro de um Campeonato do Mundo. Um feito que reforça ainda mais o legado de um dos técnicos mais marcantes da história do futebol português.

No grupo I, Kylian Mbappé brilhou (com um registo absurdo de 14 golos em 15 jogos em fases finais de Mundiais com apenas 27 anos). Haaland marcou dois golos na sua estreia num Mundial. Ambos confirmaram o estatuto de estrelas maiores deste Mundial. 

Mas se houve uma figura que se destacou acima de todas as outras, essa figura foi Lionel Messi. No seu sexto (!) Mundial, o argentino voltou a fazer aquilo que parecia impossível: desafiar a máquina do tempo..

O hat-trick apontado na estreia da campeã em título Argentina frente à Argélia foi muito mais do que uma grande exibição individual. Foi mais um capítulo numa carreira absolutamente irrepetível. Aos 38 anos, prestes a completar 39, Messi continua a decidir jogos ao mais alto nível e a acumular recordes.

E tudo isso, obtido num momento bastante vulnerável a nível pessoal, uma vez que o seu pai está a enfrentar um grave problema de saúde, despertando inclusive a emoção de La Pulga quando marcou o primeiro golo. A imagem de Messi com as lágrimas a correr pelo seu rosto, foi sem dúvida uma das mais marcantes desta primeira ronda de jogos do Mundial 2026.

Com os três golos apontados, Leo Messi igualou Miroslav Klose como melhor marcador da história dos Campeonatos do Mundo, com 16 golos apontados. E ao ultrapassar Pelé no número total de contribuições para golo em fases finais (16 golos e 8 assistências), reforçou ainda mais uma discussão que provavelmente nunca terá consenso universal. Mas para quem o considera o melhor jogador de todos os tempos, noites como esta apenas reforçam essa convicção.

O Mundial ainda agora começou. Mas a primeira jornada já deixou claro que este torneio terá espaço para tudo aquilo que torna o futebol tão apaixonante: entre heróis improváveis, favoritos em apuros e um Messi eterno, o maior Mundial de sempre começou a desafiar todas as previsões.

O que pode Marco Silva oferecer ao Benfica

«É o maior desafio da minha carreira». Esta foi a frase que marcou a apresentação de Marco Silva como novo treinador do Benfica. O técnico português de 48 anos assinou um contrato com os encarnados até 2028, com mais um ano de opção.

Depois de várias semanas com a dúvida sobre quem seria o novo timoneiro da nau encarnada, eis que finalmente tudo fica em pratos limpos.

A saída de José Mourinho já tinha sido dada como certa, faltava encontrar quem o iria substituir. A sua contratação é uma aposta de Rui Costa num treinador da nova geração, com ideias frescas, e que pode dar ao Benfica o êxito que há muito procura.

Rui Costa e Mário Branco num treino do Benfica
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Marco Silva regressa a Portugal após 11 anos a treinar no estrangeiro. Foram 10 anos em Inglaterra e um na Grécia, onde foi campeão com o Olympiacos.

Todo este tempo que esteve ausente do nosso país deu para ganhar experiência e apostar em novos métodos de trabalho. Ter treinado na exigente Premier League deu-lhe uma bagagem muito importante para o seu futuro fora de Inglaterra. E o Benfica pode ganhar com isso. Marco Silva irá querer apresentar uma equipa com muita intensidade de jogo, algo que nos estádios ingleses se vê todos os fins de semana.

O 4-2-3-1 é o seu sistema tático preferido, e já vem desde os tempos que treinou em Portugal. Irá continuar a apostar nesse esquema, o que para o Benfica não é novidade. Os jogadores encarnados já estão rotinados nessa tática, o que é uma vantagem.

A grande mudança será no estilo de jogo que Marco Silva irá apresentar em campo, algo parecido com o que fez nas cinco temporadas ao serviço do Fullham. E uma das coisas que poderemos ver no novo Benfica é a construção de jogo desde a defesa, com os centrais bem abertos. Isto vai permitir que os laterais subam e arrastem consigo os extremos adversários. Varia entre os passes curtos e passes longos, consoante aquilo que o jogo pede.

Não é muito adepto do chamado “passe para o lado”, ou de atacar só pela certa. Procura sempre o jogo direto para poder chegar à área contrária o mais rápido possível.

O seu estilo de jogo sempre foi conhecido por ser de ataque, mas também com rigor defensivo. Defende quase sempre com a linha de quatro defesas, e não é um treinador de pressão alta. Prefere defender a meio-campo e fazer pressão alta quando necessário.

Marco Silva é forte probabilidade
Fonte: Fulham FC

Normalmente defende em 4-2-3-1, mas também em 4-4-2. Nesta última protege mais o meio-campo com a ajuda dos avançados. Gosta de jogar em transição rápida, e quando a sua equipa recupera a bola a prioridade é explorar as costas da defesa contrária com passes diretos.

Para poder implementar as suas ideias, Marco Silva precisa de ter à sua disposição jogadores que vão de encontro à sua filosofia de jogo. Esses jogadores existem no plantel atual, mas é natural que alguns tenham guia de marcha. Quanto a reforços para a nova época ainda não há nomes concretos, mas sabe-se que o clube encarnado anda à procura de dois centrais, um extremo esquerdo e um ponta de lança.

Com o Benfica a necessitar urgentemente de títulos, será Marco Silva o homem certo para voltar a colocar a águia a voar mais alto?

Sporting: Extremo de 18 anos do Chelsea referenciado para substituir Souleymane Faye

O Sporting quer contratar o jovem Jesse Derry ao Chelsea. O extremo inglês pode substituir Souleymane Faye na próxima época.

O Sporting está interessado na contratação de Jesse Derry para a temporada 2026/27. O extremo inglês de 18 anos joga no Chelsea e é visto como um possível reforço para o lado esquerdo do ataque leonino, avança o jornal A Bola.

No entanto, para avançar com novas contratações, o clube precisa primeiro de vender jogadores, segundo a mesma fonte. Pedro Gonçalves e Souleymane Faye estão de saída de Alvalade. Faye, que chegou no mercado de inverno por 6,5 milhões de euros, não convenceu e pode rumar ao Elche, equipa treinada por Martín Anselmi. Para substituir Pedro Gonçalves, que procura um novo desafio, o alvo principal é o espanhol Yeremay Hernández.

Jesse Derry tem contrato com a equipa inglesa até 2029 e o seu passe está avaliado em dois milhões de euros segundo o Transfermarkt. Na última época, o atleta destacou-se nas equipas de sub-21 e sub-19 do Chelsea, tendo mesmo feito a sua estreia pela equipa principal. O extremo é também internacional sub-19 por Inglaterra.

Leipzig demite Ole Werner e prepara chegada de Martín Demichelis

O Leipzig decidiu dispensar Ole Werner apesar de uma época de sucesso, com Martín Demichelis já identificado como substituto.

O RB Leipzig confirmou esta quarta-feira a demissão de Ole Werner do cargo de treinador principal. Os treinadores adjuntos Tom Cichon e Patrick Kohlmann foram igualmente dispensados, com o diretor desportivo Marcel Schafer a comunicar pessoalmente a decisão à equipa técnica. A saída surpreende tendo em conta que Ole Werner conduziu o clube ao terceiro lugar da Bundesliga e à consequente qualificação para a Liga dos Campeões.

O sucessor já estará escolhido, Martín Demichelis, que terá assinado um pré-contrato há cinco dias. O Leipzig deverá acionar a cláusula de rescisão de 2,5 milhões de euros do contrato do argentino com o Maiorca, clube com o qual desceu à segunda divisão espanhola.

O Leipzig informou ainda que brevemente dará a conhecer a composição da nova equipa técnica e uma possível continuidade do treinador adjunto Jan Zimmermann no projeto, o clube confirmou a decisão da saída de Ole Werner através das redes sociais.

Giovanni van Bronckhorst regressa ao comando do Feyenoord sete anos depois

Giovanni van Bronckhorst, regressa ao comando técnico do Feyenoord e assina contrato por duas épocas.

O Feyenoord anunciou esta quarta-feira o regresso de Giovanni van Bronckhorst ao comando técnico do clube. O técnico neerlandês, de 51 anos, natural de Roterdão, assinou contrato por duas épocas com opção de prolongamento por mais um ano, regressando assim sete anos após ter deixado o clube. Van Brockhorst integrava a equipa técnica de Arne Slot no Liverpool antes de aceitar o convite para regressar a casa.

Na primeira passagem pelo Feyenoord, entre 2015 e 2019, o técnico conquistou a Eredivisie em 2016/2017, duas Taças dos Países Baixos e duas Supertaças nacionais. O regresso surge após a saída de Robin van Persie, que deixou o clube ao fim de duas épocas apesar de ter contrato válido até 202, tendo terminado a Liga neerlandesa em 2025/2026 no segundo lugar e garantindo a presença na Liga dos Campeões.

O diretor técnico Devy Rigaux justificou a escolha com a vasta experiência internacional de Van Bronckhorst aliada ao profundo conhecimento da cultura do clube, sublinhando que o regresso marca um novo capítulo nas ambições desportivas do Feyenoord.