Roberto Martínez falou à imprensa antes do Portugal x RD Congo. Selecionador Nacional diz que Rúben Dias «não está apto para o jogo».
Roberto Martínez faz a antevisão ao Portugal x RD Congo, jogo que marca a estreia de ambas as seleções no Mundial 2026. Em declarações à Sport TV, o selecionador nacional confirma que Rúben Dias falhará o jogo:
«O Rúben não está a 100 por cento e é importante não arriscar. Não está apto para o jogo. Está a trabalhar bem, mas é importante pensar no período em que o Rúben estará a 100 por cento. Estamos entusiasmados, orgulhosos. Como selecionador, estou muito contente com o trabalho realizado. Estamos prontos», referiu em declarações à Sport TV.
Bruno Fernandes antevê o Portugal x RD Congo. Seleção Nacional estreia-se esta quarta-feira pelas 18h00 no Mundial 2026.
Bruno Fernandes faz a antevisão ao Portugal x RD Congo, jogo que marca a estreia de ambas as seleções no Mundial 2026. O duelo está marcado para esta quarta-feira, dia 17 de junho, pelas 18h00 e é referente à primeira jornada.
«A melhor seleção de sempre é a que ganha e espero que no final seja assim. Temos um grupo muito forte, mas além das individualidades somos um grupo coeso e muito forte e, por isso, especial. O sonho está lá, não é proibido, mas o foco principal é o jogo de amanhã. Se queremos ser intitulados como a melhor seleção portuguesa de sempre, temos de pensar primeiro no próximo passo e não muitos passos à frente», começou por referir Bruno Fernandes.
Bruno Fernandes foi questionado sobre a situação de Rúben Dias:
«Não há nenhum jogador que não esteja preparado. Todos acreditamos que estamos preparados incluindo o Ricardo Velho. Sabemos que há jogadores mais falados do que outros, que estão em clubes de maior nome, mas isso não tira a qualidade dos outros jogadores. Acreditamos uns nos outros. O Rúben é importante para nós e logo veremos se está disponível».
Bruno Fernandes falou sobre o seu número de jogos nesta temporada:
«Obviamente eu espero que seja benéfico, para mim no facto de que possa ajudar a minha seleção, estando melhor, estando mais fresco, assim espero. Não que não me tenha sentido bem em outras alturas em outras competições, mas obviamente tendo menos minutos, tendo menos jogos nas pernas, eu acho que qualquer jogador que chega aqui com, com bastante jogos mas não tantos como muitos outros e com o pouco tempo de descanso que eles tiveram para poder agora estar aqui espero que isso possa fazer alguma diferença não só da minha parte mas todos aqueles que na nossa seleção tiveram menos minutos que outros e que quando seja preciso que as nossas pernas possam estar um bocadinho mais frescas do que as dos nossos adversários».
Bruno Fernandes foi questionado sobre o tema praia:
«O Matheus já respondeu a isso, mas volto a frisar: foi algo que já estava planeado, algo que faz parte da adaptação. Se não estivéssemos na praia, teríamos de estar fechados no quarto de hotel, o que provavelmente não é o melhor para a questão física. Pelo facto de não termos tanta capacidade dentro do hotel para fazer mobilidade, para nos mexermos, para andar um bocado e também para ter momentos de grupo, momentos em que podemos criar para além de boas memórias um bom ambiente de grupo, com algumas brincadeiras, algumas palhaçadas, momentos mais tranquilos que serão importantes, mas nós estamos habituados a que qualquer coisa que façamos seja vista por alguns de maneira positiva, por outros de maneira negativa».
«O que eu quero deixar também de mensagem para o nosso povo e para vocês também em geral é que nós estamos a fazer de tudo para que cheguemos ao jogo de amanhã na melhor forma para representar o país da melhor forma. E acreditem que tudo aquilo que nós estamos a fazer, incluindo as idas à praia, são para o benefício daquilo que será a condição física de todos os jogadores, para que possamos também descansar da melhor maneira. Poder ajustar os horários da melhor maneira e também adaptar ao sol, como o Mateus falou. Nós em Manchester não vemos sol muitas vezes, por isso é importante também termos essa adaptação», prosseguiu Bruno Fernandes.
Bruno Fernandes falou sobre o jogo com a RD Congo:
«É uma seleção muito capaz, com muita qualidade, onde tem jogadores que, maioritariamente, jogam nas grandes ligas. Podem não ter nomes tão sonantes como a nossa seleção, mas tem nomes bastante conhecidos e com carreiras muito boas. Merece todo o nosso respeito. São uma seleção bastante física defensivamente, que tanto pode jogar com uma linha de cinco como com uma linha de quatro. Têm muito boa capacidade de transição pela capacidade dos médios deles conduzir bola e também pela velocidade que têm na frente. Mas nós, mais do que isso, sabemos daquilo que somos capazes, daquilo que temos de fazer defensivamente para não dar muitas oportunidades. Reação à perda da bola, quando assim acontecer tem de ser muito forte e principalmente tentar controlar o jogo com bola porque somos bastante capazes disso e de criar muitas oportunidades. E depois, finalizá-las, se possível, da melhor maneira».
Bruno Fernandes falou sobre jogar com Vitinha e João Neves:
«Sinto-me bem, porque o nosso meio-campo é repleto de qualidade. O João, o Vitinha, o Bernardo, o Rúben Neves, o Samu. São todos eles jogadores que acrescentam algo diferente à nossa seleção. Obviamente não vou entrar pela questão dos três jogadores porque não sei se vão jogar os três, não sei se assim o mister vai decidir ou não. Mas o que eu sei é que independentemente de todos os nomes que eu falei, qualquer um deles jogar, eu acho que a seleção está bem servida. E como eu disse do Congo, há sempre nomes mais sonantes, outros menos sonantes, mas todos são importantes. E na nossa seleção não há diferença entre ser o melhor jogador da Premier League ou o bicampeão europeu, porque olhamos para todos da mesma maneira, olhamos para todos nós com a sensibilidade de saber que o nosso colega que está ao lado quer jogar na posição onde nós estamos a jogar, mas ao mesmo tempo está lá para nos ajudar e para dar o melhor pela nossa seleção. Por isso, prefiro não entrar por aí. Espero que Portugal, independentemente do 11 que jogar, não só do meio-campo, tenha o melhor 11 do mundial».
Bruno Fernandes foi questionado sobre o Mundial 2006, primeiro Mundial em que Cristiano Ronaldo esteve:
«Como eu disse, para todos nós nesta seleção, creio que quase todos crescemos a ver o Cristiano jogar, e para nós é uma honra tê-lo tão perto agora connosco e poder jogar com ele. Acho que também há nervosismo do lado dele, porque obviamente é jogar um Mundial pela sua seleção e acho que todos sabemos o carinho e o apaixonado que ele é por jogar por Portugal. E eu acho que ele está muito entusiasmado também, como em todos os outros que já jogámos, e nós estamos todos aqui preparados para o ajudar e ajudar Portugal a chegar o mais longe possível».
Bruno Fernandes falou sobre Diogo Jota e André Silva:
«É muito importante para nós. É alguém que esteve no grupo durante tanto tempo, alguém com quem joguei nos sub-21 durante muito tempo e depois viemos para a seleção principal quase ao mesmo tempo. Joguei muito contra ele na Premier League. Acho que toda a gente já falou sobre ele. É difícil falar sobre isso agora porque nesta altura serão sempre palavras elogiosas, mas a realidade é que o Diogo era um excelente colega de equipa, muito terra a terra, muito apaixonado pelo que podia fazer pelo nosso país e pelo futebol em geral. Obviamente, ele continua a ser parte do nosso grupo. Não apenas ele, mas também trazemos connosco um pouco do irmão dele, porque não nos podemos esquecer que, infelizmente, não foi apenas o Diogo. O irmão dele estará igualmente nos nossos pensamentos».
Roberto Martínez antevê o Portugal x RD Congo. Seleção Nacional estreia-se esta quarta-feira pelas 18h00 no Mundial 2026.
Roberto Martínez faz a antevisão ao Portugal x RD Congo, jogo que marca a estreia de ambas as seleções no Mundial 2026. O duelo está marcado para esta quarta-feira, dia 17 de junho, pelas 18h00 e é referente à primeira jornada.
«Acho que a preparação foi perfeita, a todos os níveis. Só o aspeto de que o Rúben Dias não está 100% para amanhã, então não está apto para o jogo. Não é o momento de arriscar, está a trabalhar individualmente e acho que faz sentido continuar com a recuperação», começou por referir Roberto Martínez, confirmando que Rúben Dias falha o jogo.
«O resto foi um período muito, muito positivo, muito bom. Todos os jogadores tiveram minutos, o nível do treino está a ser muito alto. Estamos a ajustar não só ao fuso horário, que fizemos isso muito bem já com a experiência que tivemos durante o março, com o trabalho que fizemos no México e Atlanta. Estamos a ajustar muito bem a trabalhar com a humidade e a temperatura em Miami, então para nós também cancelar um treino foi mais uma oportunidade para trabalhar aquilo que é este Mundial, que é esperar o inesperado e tentar utilizar aquilo que acontece para acrescentar a preparação dentro do grupo. Fizemos isso muito bem, as condições são excelentes e agora já estamos prontos para o jogo de amanhã e muito satisfeito com o jogo contra a Nigéria, porque realmente é o teste perfeito para o jogo», prosseguiu Roberto Martínez.
Roberto Martínez falou sobre a situação física de Rúben Dias:
«Posso dizer que o Rúben Dias chegou perfeitamente, jogou os 90 minutos com o seu clube no último jogo na Premier League. E depois trabalhou muito bem durante a preparação, os jogos contra o Chile. Mas, infelizmente, o futebol é um jogo de contacto. O que o Rúben teve foi um golpe durante o jogo contra a Nigéria. Fizemos os testes, está tudo bem estruturalmente e agora é só não arriscar. Acho que, medicamente, precisamos de estar a 100% num jogo do Mundial e é isso que vamos fazer, mas a situação do Rúben foi um momento de futebol, de contacto que acontece, que pode acontecer, mas não tem um passado».
Roberto Martínez falou sobre o jogo com a RD Congo:
«Todos temos de respeitar muito o que a RD Congo está a fazer com o seu treinador. Já são muitos jogos, acho 48 jogos. Isso é um período de muito bom trabalho ao nível de seleções. O Sébastien Desabre fez uma fase de apuramento extraordinária. Estamos a falar de uma equipa que deixa fora os Camarões, a Nigéria e depois teve um playoff continental. Então é uma equipa que eu diria que é muito flexível taticamente. Não é só uma equipa de defender o bloco baixo. Já tivemos a experiência com a Nigéria que as equipas africanas agora estão muito bem desenvolvidas, conseguem fazer uma pressão do bloco médio alto, agressivos, gostam dos duelos físicos, um jogo vertical quando têm bola descoberta, exploram os espaços na linha defensiva muito, muito bem. Há jogadores que jogam nas ligas mais importantes na Europa, como o Bakambu, o Wissa, o Théo Bongonda, jogadores muito experientes, então nós respeitamos muito o que a RD Congo é como seleção. E para nós, todos os portugueses, o jogo contra a Nigéria é um jogo que mostra muito bem aquilo que as seleções africanas podem fazer. E acho que há pontos muito semelhantes com a Nigéria: o aspeto flexível, muitos jogadores na zona central, uma equipa que gosta do duelo físico e é muito vertical. A bola parada é um processo continuado. Já são 40 jogos que estamos a trabalhar com a nossa seleção. Nós temos muitos batedores, seja pé esquerdo, pé direito, na seleção, não há um jogador que bate todas as bolas paradas. Temos a estratégia em relação do jogo, do adversário, mas a bola parada é o processo que tem sido muito bem, muito bem trabalhado».
Roberto Martínez não se arrepende de não ter levado mais um central, face a situação física de Rúben Dias:
«Não, arrependido não, porque temos três centrais, o Rúben Dias que está bem, agora precisamos de gerir o golpe que ele teve. E depois temos jogadores que também conseguem jogar nas posições de centrais. Já utilizámos o Rúben Neves, já utilizámos o Diogo Dalot, então a polivalência do nosso grupo é maior que tentar trazer um jogador novo que não tem experiência ao nível de seleções e que não tem clareza daquilo que estamos a trabalhar. Chegar a um Mundial para nós, são 40 jogos, é um processo, tem sido muito, muito meticuloso, que não é falta de foco, de avaliar ou analisar tudo aquilo que nós temos e tudo aquilo que podemos precisar durante o Mundial. Então, muito contente, muito feliz com os jogadores, com a atitude, com o trabalho feito, com aquilo que nós temos, o que eu percebo durante o treino, não só ao nível de qualidade individual, mas ao nível de grupo. O espírito de grupo e a responsabilidade que mostra um equilíbrio muito bom entre o aspeto emotivo de representar Portugal e ter um orgulho muito, muito grande, mas também o aspeto racional de preparar os jogos bem, ter uma clareza daquilo que precisamos de fazer amanhã. E tudo isso faz com que o período que agora terminamos, que é o período de preparação, porque amanhã começamos um período diferente, fique toda a equipa técnica e eu muito feliz».
Roberto Martínez foi ainda questionado sobre se vai fazer alguma gestão:
«E o aspeto de qualquer jogador, os minutos. Precisamos de gerir isso jogo a jogo, dia a dia. Não é o mesmo jogar um jogo com cinco dias entre o jogo ou três dias, a situação pessoal, se é um jogo exigente, se não é um jogo exigente. Nós precisamos de ter uma responsabilidade de gerir todos os minutos em relação daquilo que acontece».
Roberto Martínez foi questionado sobre quem costuma acertar mais livres diretos nos treinos da Seleção Nacional:
«Não é uma questão de percentagem de acerto. Nós temos muitos jogadores que constantemente praticam as bolas paradas. O Cris já é uma valência de muitos, muitos anos, o Bruno Fernandes, o João Neves, como já desfrutámos do seu golo contra a Arménia, o João Cancelo, o Nuno Mendes. Eu acho que o toque e o aspeto técnico do jogador português permite que todos eles têm a capacidade de atirar e praticar».
Roberto Martínez foi questionado sobre uma notícia dada em Inglaterra acerca do seu futuro:
«Não é notícia. Já falámos disso muito em Portugal, aqui pode ser diferente, mas em Portugal já falámos muito disso. O foco é continuar o trabalho feito durante três anos e meio. Quando cheguei a Portugal, o foco era todos os dias tentar ganhar tudo, mas o foco era preparar o Mundial. Estamos já aqui, 40 jogos depois, depois de ganhar a Liga das Nações. O foco é o mesmo, o importante é o Mundial. Com naturalidade, é uma notícia. O meu contrato termina depois do Mundial, eu acho que não é notícia, é um facto».
Roberto Martínez fez reflexão sobre Portugal:
«Primeiro, dizer que Portugal, para mim, é um exemplo. Estamos a falar de um país de 10 milhões de habitantes e que consegue ter uma estrutura de formação onde produz jogadores do mais alto nível todos os anos. Estamos a falar de um país que ganhou o Mundial Sub-17, estamos a falar de um país que constantemente tem os melhores jogadores nos melhores balneários do futebol europeu e do futebol mundial. Então, admiro imenso a capacidade pessoal do futebolista português de sair do país e ser um jogador importante nos balneários de equipas exigentes, e depois esta capacidade de voltar a Portugal e sentir-se orgulhoso, sentir-se um embaixador e estar disposto a trabalhar no duro pela equipa», referiu Roberto Martínez.
«Então, o nível de Portugal, preferia que fosse você a analisá-lo de fora. Analisar os rivais é sempre uma forma subjetiva. Eu fico com o facto de virmos de fazer umas campanhas muito, muito consistentes e de ganhar a Liga das Nações — a Liga das Nações na Europa, a mais exigente de sempre, com 10 jogos, com uns quartos de final, com uma fase final contra a Alemanha, na Alemanha, algo que não se tinha conseguido, ganhar à Alemanha na Alemanha há 25 anos, e ganhar uma final, a primeira final que ganhámos a Espanha. Então, a equipa está radiante, está com muitíssima confiança, mas também com muita responsabilidade, e a saber que um Mundial é muito diferente de qualquer outra competição e temos de ir passo a passo», prosseguiu Roberto Martínez.
Roberto Martínez deixou vários elogios a Cristiano Ronaldo:
«Cristiano Ronaldo é, mais uma vez, um exemplo e uma referência para o futebol. Para todos aqueles futebolistas jovens, ou meninos e meninas na rua que começam a sentir o amor pelo desporto, seguir o exemplo de Cristiano Ronaldo é uma maravilha. Para nós, é o seu sexto Mundial, mas posso dizer que, a nível interno, parece que é o seu primeiro Mundial, a nível de intensidade, a nível de força emotiva, do quão importante é para ele poder estar preparado para ajudar o grupo. E, dentro da seleção, é um jogador vital porque é o finalizador, é o jogador de área, é o jogador que tem os movimentos que podem abrir espaços para outros jogadores. Dentro do nosso jogo de ataque, é um jogador cujos números refletem a importância que tem».
Bola na Rede: O que é que taticamente faltou ao Benfica para sair daqui com outro resultado?
Cassiano Klein: Ah, então é sempre desafiador, né? Hoje nós tivemos uma palestra, um encontro com os atletas. Eu até mostrei um vídeo, uma analogia porque às vezes a gente em uma transição, por exemplo, nós perdemos uma bola que na transição um jogador erra na abordagem, só vai lembrar daquela abordagem, mas como que a gente perdeu a bola para dar transição? Você tem que ir à origem da causa. Então, primeiro ponto, para você conseguir movimentar, ter a bola, tem que ter espaço. Então, ter um jogo sem bola tem que ser muito bom. Como sempre feito uma equipe do esporte que te pressiona, antes da bola chegar no teu pé, tu já tens que estar muito atento ao caminho que tu vais seguir. Se tu deixares para dominar a bola, para pensar quando a bola chegar no teu pé, vai ter problema. Nós fizemos várias vezes hoje isso. Nós temos que carregar a bola que já tinha um colega livre antes, OK? Para defender, a mesma coisa. Às vezes, ah, o pivô, a bola não tava pressionada no meio do canto e os nossos extremos apertavam, ou seja, ficava a janela aberta para chorar. Então são coisas assim que vão te machucando, gastam de energia, vão dando oportunidade para a adversária e ela vai tendo supremacia e às vezes com a qualidade, mas tá com demais coisas. E hoje se nós nos prepararmos agora para assistir ao vídeo, nós vamos ver vários momentos assim, né? É uma coisa muito clara na cabeça. É um lateral defensivo nosso, nós temos algo para fazer, a gente não faz, perde a bola, dá uma transição, a bola entra no Bernardo, sofremos o gol, inclusive que entra nas costas equipado, mas a origem foi de aproveitar que a bola era nossa ainda, e então a gente não conseguimos ter boas ações hoje. Esse é o facto, senhores.
Dia de Portugal no Mundial 2026. Sabe onde ver todos os jogos da competição na noite (e madrugada) desta quarta-feira, 17 de junho.
Dia de Mundial 2026 e dia de Portugal. A seleção nacional estreia-se na prova esta quarta-feira, no dia da primeira jornada dos últimos dois grupos da competição.
O Portugal x RD Congo é o primeiro jogo do dia, havendo ainda um Uzbequistão x Colômbia no Grupo K. No Grupo L, Inglaterra e Croácia defrontam-se antes do Gana, de Carlos Queiroz, jogar contra o Panamá.
Eis os horários e transmissões dos jogos:
Portugal x RD Congo (18h, 17 de junho): LiveMode TV, SIC e Sport TV 1/5
Inglaterra x Croácia (21h, 17 de junho): Sport TV 5
Gana x Panamá (00h, 18 de junho): Sport TV 5
Uzbequistão x Colômbia (03h, 18 de junho): Sport TV 5
«A FPF e Roberto Martinez estão focados exclusivamente no Mundial. A Federação e o treinador estão alinhados nessa questão, como já referiram publicamente», pode ler-se.
É já esta quarta-feira, dia 17 de junho, que Portugal vai jogar contra a RD Congo na primeira jornada da fase de grupos do Mundial 2026. O duelo está marcado para as 18h00 e terá transmissão na SIC, Sport TV1 e na LiveModeTV.
Nuno Dias reagiu à vitória do Sporting frente ao Benfica no Pavilhão João Rocha. Este foi o jogo 2 da final do Campeonato Nacional.
Nuno Dias prestou declarações após o fim do encontro entre Sporting e Benfica. Os leões venceram frente ao Benfica por 8-2:
«Não consegues reproduzir no treino o que é o carácter emocional do jogo. Podemos melhorar o gesto técnico e isso fizemos. A primeira parte não foi diferente do que aconteceu na Luz. Não finalizámos, tivemos várias situações. Na segunda parte acertámos melhor e ficámos com outra vantagem. Uma vitória destas só dá uma vitória, não duas ou três. Foi uma excelente exibição, mas estamos empatados. Continuamos os dois a necessitar duas vitórias. O fator casa é sempre importante, os adeptos ajudam nos momentos difíceis. Mas o trabalho é feito por nós. Temos de marcar quando aparecemos na cara do adversário. No jogo 1 mostrámos que os que estiveram lá ajudámos e o resultado foi o que já falámos, a eficácia foi má».
Cassiano Klein reagiu à vitoria do Sporting frente ao Benfica no Pavilhão João Rocha. Este foi o jogo 2 da final do Campeonato Nacional.
O treinador do Benfica, Cassiano Klein, prestou declarações após o fim do encontro. O Benfica perdeu frente ao Sporting por 8-2 e espera-se agora pelo jogo 3 que se realiza dia 21 de junho, domingo, pelas 21h.
«O placar fala muita coisa. O Sporting foi superior, não competimos como devíamos. Um passe faz a diferença. O Sporting está à nossa frente mentalmente. Quando perco fico muito frustrado. Requer muito trabalhar. Quando procuramos ser agressivos, fazemos ou não. Não conseguimos fazer. Não consegui passar a ideia para os jogadores, temos um grupo muito competente. Hoje não conseguimos fazer o que tínhamos proposto. O Sporting esteve uns centímetros à frente, isso foi frequente. Temos de dar um tombo e levantar, é a magia do desporto. Domingo temos outro jogo. A série está empatada. Estamos convictos que fizemos muitas coisas boas na época».
O Sporting recebeu o Benfica no pavilhão João Rocha para o jogo 2 da final do Campeonato de futsal. Os leões venceram as águias por 8-2.
Sporting e Benfica disputaram o jogo 2 da final do Campeonato Nacional de Futsal. Os Leões foram avassaladores e venceram o Benfica por 8-2 no Pavilhão João Rocha. De relembrar que o Benfica venceu o primeiro encontro por 2-1 e com esta vitória empatou as finais .
O jogo começou com oportunidades para os dois lados; no entanto, o Sporting foi mais perigoso e quase marcou por Tomás Paço. As águias não quiseram ficar atrás e acabaram mesmo por inaugurar o marcador, através de um livre direto, aos 4 minutos, por Arthur. Bruno Pinto ameaçou primeiro e depois marcou, aos 9 minutos, após uma perda de bola dos benfiquistas.
O empate animou as hostes da casa e o Sporting chegou mesmo ao segundo golo, depois de uma bola perdida na área, Bruno Pinto bisou no encontro aos 15′. Já perto do intervalo, Merlim enviou uma bola ao poste e esteve perto do terceiro; ainda assim, o resultado não se alterou até ao intervalo.
No regresso para a segunda parte, a toada foi a mesma e o Sporting entrou a todo o gás com dois golos praticamente seguidos por Zicky Té e Tomás Paço, respetivamente, aos 21 e 22 minutos. As águias foram atrás do resultado, no entanto, encontraram um Bernardo Paço inspirado e o Sporting fez questão de aproveitar e ampliar a vantagem por Pauleta aos 31 minutos do segundo tempo.
Wesley fez o quinto golo para o Sporting à passagem do minuto 33; Jacaré reduziu para o Benfica ainda no mesmo minuto. O sétimo golo dos verdes e brancos apareceu logo aos 34′ com Merlim e aos 35′ com Diogo Santos a fechar as contas do encontro.
Ambiente: O ambiente no Pavilhão João Rocha esteve completamente ao rubro desde o primeiro minuto da partida. Os adeptos de ambas as equipas tornaram o dérbi ainda mais intenso do que ele já habitualmente é. O dérbi de futsal, se não é o melhor ambiente em Portugal, então não deve andar longe. Completamente arrepiante e ensurdecedor.
Leo Gugiel: Foi decisivo no primeiro jogo e no segundo também não desiludiu. O guarda-redes do Benfica está em excelente forma e este jogo só o comprova. Foram inúmeras defesas que não permitiram ao Sporting ir para o intervalo com uma margem maior, Leo Gugiel esteve implacável na primeira metade do encontro, apesar de ter sofrido dois golos.
Zicki Té: Sempre que teve a bola, criou perigo. Zicky Té provou porque é um dos melhores do mundo. É um autêntico pesadelo para o adversário que tem a difícil missão de o defender. Jogou pouco tempo, ainda assim, deixou o seu nome na lista de
Bernardo Paço: Depois de uma primeira parte mais discreta, o Benfica encontrou o melhor Bernardo Paço pela frente na segunda parte. O guarda-redes do Sporting fez uma série de boas defesas que impediram os vermelhos e brancos de se aproximarem no resultado quando o jogo já estava 4-1.
Nuno Dias: Autêntica masterclass do treinador do Sporting. Os leões, principalmente na segunda parte, não deram hipótese ao Benfica. Apesar de começarem o jogo a perder, a equipa de verde e branco soube reagir e dar a volta à partida. Segunda parte completamente avassaladora por parte dos leões, mérito para os jogadores e equipa técnica do Sporting.