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Atenção, Sporting: Mikel Arteta traz novidades quanto a lesão de avançado do Arsenal

Noni Madueke tem uma lesão menos grave do que inicialmente se previa. Extremo inglês deverá ter paragem de alguns dias, afirma Mikel Arteta.

Mikel Arteta traz novidades quanto à lesão de Noni Madueke. Na véspera do Southampton x Arsenal para os quartos de final da Taça de Inglaterra, o técnico espanhol afirmou que a situação é menos grave do que se temia inicialmente e que o internacional inglês ficará fora «por alguns dias, não por semanas»:

«O Noni estava muito preocupado, especialmente depois do que aconteceu ao outro joelho há algumas semanas, e ficou seis semanas de baixa. Esta lesão não se compara de forma alguma àquela. Ele deverá ficar fora por alguns dias, não por semanas», referiu Mikel Arteta, em declarações citadas por Fabrizio Romano.

O Arsenal é o adversário do Sporting nos quartos de final da Champions League: primeiro jogo é na próxima terça-feira, dia 7 de abril, em Alvalade e a segunda mão está marcada para o dia 15 de abril, quarta-feira, em Londres.

Rio Ferdinand define posições a reforçar no Manchester United: «Se estivesse no clube…»

Rio Ferdinand aponta, na sua ótica, prioridades de mercado do Manchester United para a próxima época: dois médios, um lateral e um ponta-de-lança.

Rio Ferdinand gostaria que o Manchester United contratasse mais dois médios – «um para ser titular e outro mais jovem para dar rotação a Bruno Fernandes e Kobbie Mainoo». Além disso, o antigo futebolista acredita que deveriam investir noutro avançado – «um mais jovem para ser suplente» – e noutro lateral:

«Se estivesse no clube, ia buscar dois médios, um para ser titular e outro mais jovem para dar rotação a Bruno Fernandes e Kobbie Mainoo (…) Depois ia atrás de outro avançado, um mais jovem para ser suplente dos que já temos, e de outro lateral», referiu no podcadt Rio Ferdinand Presents.

Rio Ferdinand falou depois em nomes concretos:

«No início da época, só se falava de Carlos Baleba, mas acho que a forma dele foi muito abaixo. Elliot Anderson parece-me que é aquele para que passou para a frente na fila. É um jogador maravilhoso. Parece-me que seria o tipo de ideal de contratação, também pelo seu carácter e seria uma grande adição ao plantel. O United precisa de um médio que seja capaz de estar em todo o lado, cobrir muito terreno, com robustez, dinâmica e que consiga guiar a equipa».

Old Trafford
Fonte: Manchester United

Renovou há dias com o Famalicão e deverá sair no verão: Fabrizio Romano garante interesse de clubes em Inglaterra, Alemanha e Portugal

Ibrahima Ba deverá deixar o Famalicão no mercado de verão. Defesa-central de 20 anos, que renovou recentemente, é cobiçado por vários clubes.

Ibrahima Ba deverá deixar o Famalicão no mercado de verão, garante Fabrizio Romano. A mesma fonte refere que o defesa de 20 anos é desejado por clubes de Inglaterra e da Alemanha, além de haver interesse de «clubes portugueses de topo». O especialista em mercado não especifica quais.

Apesar de o Famalicão ter oficializado, nos últimos dias, a renovação de contrato de Ibrahima Ba, Fabrizio Romano garante que a decisão já está tomada. O defesa-central de 20 anos tem atualmente vínculo válido até ao verão de 2030.

Contratado ao Valenciennes (França), Ibrahima Ba começou por jogar nos sub-23 do Famalicão, evoluiu na Liga Revelação e acabou por estrear-se na equipa principal no final da última temporada. Esta época soma 20 jogos e um golo pela equipa principal.

Já é conhecida a data e hora da antevisão de José Mourinho ao Casa Pia x Benfica

José Mourinho fará a conferência de imprensa neste sábado, dia 4 de abril, pelas 10h00. Casa Pia x Benfica joga-se na próxima segunda-feira.

O Benfica revelou o programa de imprensa relativo ao jogo frente ao Casa Pia, duelo da jornada 28 da Primeira Liga. Em nota oficial, as águias informam que José Mourinho fará a conferência de imprensa de antevisão ao jogo no dia 4 de abril, sábado, pelas 10h00 no Benfica Campus.

«O programa de imprensa da equipa de futebol profissional do SL Benfica para o jogo da 28.ª jornada da Liga Betclic frente ao Casa Pia, no Estádio Municipal de Rio Maior, às 20h45 de segunda-feira, 6 de abril, está definido. Na antevéspera, o treinador das águias, José Mourinho, lança o duelo em conferência de imprensa no Benfica Campus», pode ler-se.

O Casa Pia x Benfica está marcado para a próxima segunda-feira, dia 6 de abril, pelas 20h45 no Estádio Municipal de Rio Maior. Trata-se do regresso ao campeonato após a pausa de seleções.

Gennaro Gattuso deixa seleção italiana após falhar apuramento para o Mundial 2026

Gennaro Gattuso deixou o cargo de selecionador de Itália após falhar o apuramento para a fase final do Mundial 2026.

A Federação Italiana de Futebol anunciou a saída de Gennaro Gattuso do cargo de selecionador, após uma rescisão por mútuo acordo. A Itália falhou o terceiro apuramento consecutivo para o Mundial, e o treinador italiano não escondeu a tristeza:

«Com o coração pesado, por não termos conseguido atingir o objetivo que nos propusemos, considero que a minha passagem como treinador da seleção nacional chegou ao fim. A camisola da Azzurri é o bem mais precioso do futebol, e é por isso que é correto facilitar futuras avaliações técnicas desde o início», começou por dizer Gennaro Gattuso.

«Foi uma honra liderar a seleção nacional e fazê-lo com um grupo de jogadores que demonstraram empenho e dedicação à camisola. Mas o maior agradecimento vai para os adeptos, para todos os italianos que nunca deixaram de demonstrar o seu amor e apoio à seleção nacional ao longo destes meses. Sempre com a Azzurri no meu coração», finalizou.

Importa referir que o presidente demissionário, Gabriele Gravina, e o diretor técnico, Gianluigi Buffon, também se demitiram após o encontro entre Bósnia e Itália.

Francesco Farioli rendido a André Villas-Boas: «Como portista sinto-me muito representado pelo presidente»

Francesco Farioli realizou a antevisão ao FC Porto x Famalicão. O treinador dos dragões teceu elogios a André Villas-Boas.

O FC Porto recebe o Famalicão às 20h30 do próximo sábado, no encontro da 28.ª jornada da Primeira Liga. Em antevisão à partida, Francesco Farioli deixou rasgados elogios a André Villas-Boas:

«Declarações de Frederico Varandas contra o FC Porto? Como portista sinto-me muito representado por André Villas-Boas pela forma como defende o nosso clube e nessa parte estamos completamente alinhados. Quando esteve em Lisboa senti-me bastante orgulhoso do que disse e não tenho nada a acrescentar porque já disse tudo. Do outro lado, vamos recebê-los na meia final da Taça, mas o nosso foco ainda não está aí».

Lê todas as declarações de Francesco Farioli na antevisão do FC Porto x Famalicão.

Diogo Brito em exclusivo ao Bola na Rede «Na Indonésia o futebol é quase uma religião»

Do ouro de Viana ao futebol indonésio, Diogo Brito tem vindo a traçar um percurso singular no futebol. Entre memórias ao lado de nomes como Pedro Neto e Francisco Trincão e a afirmação no Persijap Jepara, o defesa-central português fala sobre a sua caminhada e os desafios de jogar do outro lado do mundo.

De Viana do Castelo para o outro lado do mundo. Diogo Brito é um dos nomes portugueses que tem vindo a construir o seu percurso longe dos grandes palcos europeus, atualmente ao serviço do Persijap Jepara, na Liga 1 Indonésia. Formado no Vianense, o defesa-central recorda os primeiros passos no futebol ao lado de nomes que viriam a marcar o futebol português ao mais alto nível, como Francisco Trincão e Pedro Neto, dois talentos que, tal como ele, passaram por Viana do Castelo e que hoje representam o que muitos apelidam de Ouro de Viana. Titular indiscutível no seu clube, soma 24 jogos em 25 possíveis nesta temporada, com um golo e cinco assistências, sendo o jogador mais utilizado do plantel. Nesta entrevista ao Bola na Rede, o defesa-central português fala sobre a adaptação a uma realidade totalmente diferente e o futebol no Sudeste Asiático.

Bola na Rede: Diogo, olá. Como surgiu a oportunidade de ires para a Indonésia?

Diogo Brito: A oportunidade surgiu através do meu agente. Inicialmente, estava recetivo, jogava na Segunda Liga em Portugal e ambicionava mais, mas ainda tinha a mente um bocado fechada, no sentido de querer subir na Europa. Quando o meu agente me falou da Indonésia, fiquei reticente. Numa primeira fase, até disse que não. No entanto, com o passar do tempo, comecei a ponderar todos os fatores e acabei por decidir tentar uma nova oportunidade. Vou na aventura, ver como corre. Se não gostar, em janeiro vou-me embora… é a lei da vida.

Bola na Rede: Qual foi o primeiro impacto quando chegaste ao país?

Diogo Brito: É um país diferente. De facto, é um país com uma cultura completamente oposta àquela a que nós estamos adaptados, com um horário diferente e um clima diferente. É muito longe, mas a adaptação passa muito pela forma como encaramos a experiência. Acho que temos de vir com espírito aventureiro e com a mente aberta para estarmos numa nova cultura e adaptarmo-nos o mais rápido possível, porque no futebol temos de nos adaptar rapidamente à circunstância em que estamos. Ainda assim, tem sido uma experiência agradável.

Bola na Rede: Falaste na adaptação à cultura, como tem sido esse processo no dia a dia, especialmente a nível da alimentação?

Diogo Brito: Eu cozinho muito em casa. Felizmente, tenho uma relação muito próxima com alguns companheiros de equipa, principalmente um argentino (Alexis Gómez) e a sua esposa, e também com o França e a sua família, que me ajudam bastante pelo facto de estar sozinho. Não tenho muito o hábito de comer fora e, quando vou, procuro restaurantes com comida mais ocidental, também para matar a saudade de casa. A alimentação aqui é muito à base de arroz frito, não sou o maior fã, vou confessar, mas temos de nos adaptar.

«Diria que está ao nível da nossa Segunda Liga. É um futebol mais partido, mais de transição, com menos rigor tático»

Bola na Rede: Como descreves a realidade do futebol na Indonésia ?

Diogo Brito: É um bocado diferente. Se tiver de comparar, diria que está ao nível da nossa Segunda Liga, para ser honesto. Mas é um futebol diferente por vários fatores, desde o clima aos campos e até à forma como o jogo é encarado. É um jogo mais de transição, mais partido, sem tanto rigor tático. Corre-se muito aqui, muito por causa dessas transições. O clima também influencia bastante, estão cerca de 30 graus durante todo o ano e a humidade raramente baixa dos 80%. A respiração, no início, foi o que mais me custou a adaptar. Essas são as principais diferenças a que nos temos de ajustar, mas diria que, comparativamente com o futebol europeu, não é tão organizado; é um futebol mais partido e com mais transição.

Bola na Rede: Como descreves a importância do futebol na Indonésia e a forma como é vivido pelos adeptos?

Diogo Brito: Aqui na Indonésia, o futebol é quase uma religião. Foi algo que procurei perceber antes de vir, até porque já tinha falado com alguns jogadores portugueses que estavam cá e há vários a jogar na primeira liga. Muitas vezes pensamos que o futebol é só na Europa, mas a realidade está a mudar. Já se fala mais da América do Sul, e agora começa também a haver um movimento para a Ásia. A Arábia Saudita deu um ‘boom’, muito por questões financeiras, mas não é só aí, há muitos jogadores europeus a vir para países como Indonésia, Tailândia ou Malásia. E isso acontece por alguma razão. Cada vez mais jogadores vêm e poucos regressam, o que mostra que há interesse em continuar e que o futebol aqui está a evoluir. Ainda não está, na minha opinião, ao nível de profissionalismo da Europa, mas está nesse caminho.

«Aqui, na Indonésia, o futebol é quase uma religião. Cada vez mais jogadores vêm e poucos regressam».

Diogo Brito
Fonte: Persijap Jepara

Bola na Rede: Tens contacto com outros jogadores portugueses que estão na Indonésia?

Diogo Brito: Tive contacto com alguns jogadores. Por exemplo, o Zé Valente e também tive a oportunidade de falar com o Silvério, que já não está cá, mas com quem falei antes de vir. Todos eles acabaram por influenciar a minha decisão, porque falaram muito bem da experiência e disseram-me que ia gostar, que não é como muitas pessoas pensam. Por exemplo, o Igor, que está no Persita, também foi um dos que me deu esse feedback positivo. No fundo, todos contribuíram um pouco para eu tomar a decisão de vir. 

Bola na Rede: Ainda manténs a ambição de jogar na Primeira Liga? E quais são os teus objetivos para o futuro?

Diogo Brito: Tenho, claro. O futebol é tudo muito incerto, nunca sabemos o dia de amanhã, mas continuo a sonhar jogar na Primeira Liga em Portugal, é um dos grandes objetivos que tenho. Também vem muito da minha família. Tenho a sorte de ter um pai que já pisou esses palcos, e um irmão que também lá jogou, o Rogério Brito e o Tiago Brito, e isso acaba por me motivar ainda mais. Como o meu pai costuma dizer, ‘o sonho comanda a vida’, e eu acredito muito nisso. Sou um jogador que teve de fazer o percurso passo a passo, degrau a degrau. Houve momentos em que tive de dar um passo atrás para depois dar dois à frente, e isso aconteceu algumas vezes ao longo da minha carreira. Sinto que me falta esse objetivo de jogar na Primeira Liga, é algo que continuo a perseguir e vou fazer tudo para conseguir. Ao mesmo tempo, aceitei esta aventura fora e tem-me surpreendido muito pela positiva. Não sei como será o meu futuro, se continuo aqui, se vou para outro país ou se regresso a Portugal. No futebol, quando não há contratos, tudo é um pouco incerto. Mas fica esse objetivo por cumprir: jogar na Primeira Liga em Portugal. 

«Continuo a sonhar jogar na Primeira Liga em Portugal, é um dos grandes objetivos que tenho». 

Bola na Rede: Estás a fazer uma época muito consistente, sendo o jogador mais utilizado do plantel. Sentes que atravessas o melhor momento da tua carreira até agora? 

Diogo Brito: Se compararmos o nível, estou a jogar numa Primeira Liga, na Super Liga da Indonésia, e nesse sentido diria que sim. Agora, a nível pessoal, acho que já tive algumas épocas ao mesmo nível. Por exemplo, no Vianense, quando subimos à Liga 3 na altura, fiz uma época muito boa e estive num nível muito bom. No Penafiel também estive num bom nível.  Mas, no que toca jogos e consistência, eventualmente estarei a passar a melhor fase da minha carreira até agora.

Bola na Rede: Falaste no Vianense, onde partilhaste o balneário com o Francisco Trincão e o Pedro Neto. Como vês a evolução deles? Já na altura sentias que iam chegar ao nível em que estão hoje? 

Diogo Brito Vianense
Fonte: Vianense

Diogo Brito: Já, já (risos). Tive a sorte e a oportunidade, não posso dizer que cresci com eles porque voaram cedo, mas principalmente com o Pedro, cheguei a ter alguma afinidade com ele. E com o Trincão também, íamos a aniversários uns dos outros e partilhámos grandes momentos. Mas já se via, quando éramos miúdos, que eles iam atingir outros patamares. Desde cedo que eram diferentes qualitativamente, pela inteligência de jogo que tinham. Nós já sabíamos que era uma questão de tempo até subirem. Aliás, lembro-me que tínhamos 10 ou 12 anos, já não me recordo bem, e o Trincão já tinha estado um ano no FC Porto, depois regressou ao Vianense. No ano seguinte fomos todos às captações do Braga, eu, o Trincão e o João Cunha, e estivemos lá duas semanas. Se não me engano, no final do primeiro treino já lhe estavam a pedir para assinar contrato. Isso mostra bem o nível que ele tinha.  O Trincão era um jogador mais refinado, mais de classe. O Pedro Neto era um jogador em que, com 12 anos, já jogava com o pé direito como com o esquerdo, tinha velocidade, qualidade técnica e muita irreverência. Eram os dois algo completamente fora do normal. Na altura já tínhamos uma equipa muito acima da média, com jogadores muito bons individualmente, mas esses dois estavam num nível estratosférico.

«O Trincão era um jogador mais refinado, mais de classe. O Pedro Neto era um jogador em que, com 12 anos, já jogava com o pé direito como com o esquerdo».

Bola na Rede: Tens alguma história curiosa que possas contar desde que estás na Indonésia?

Diogo Brito: Histórias tenho muitas. Desde logo, como já disse, o clima. Depois, a viagem até aqui, são cerca de 20 horas desde Portugal, porque literalmente é do outro lado do mundo. Quando cheguei, lembro-me de sair do aeroporto e sentir um calor e uma humidade tão grandes que pensei: ‘como é que vou jogar futebol aqui?’. Nós estamos habituados a um clima mais fresco. Posso dizer que, quando comecei a treinar, nos primeiros três ou quatro dias, nessa semana desmaiava quase todos os dias. Era um calor e uma humidade tão intensos que só de andar na rua já se transpirava imenso. Mas agora já estou habituado. Hoje em dia, até quando faz 25 graus, já digo que está fresco. Mas tenho muitas histórias. Por exemplo, as viagens… aqui as viagens são uma verdadeira aventura. As pessoas não têm noção, mas a Indonésia é praticamente do mesmo comprimento que a Europa… 

Bola na Rede: Quanto tempo demoras na deslocação para o treino?

Diogo Brito: Treinamos aqui na nossa cidade, a cerca de 40 minutos de onde eu vivo. Mas é outra realidade a que temos de nos adaptar, desde as estradas até ao tempo de viagem. Também estou numa zona mais rural, não tão desenvolvida como, por exemplo, Bali, que são mais desenvolvidas. Aqui, a minha cidade é mais piscatória e ligada à madeira. Há muito fabrico de madeira. Aliás, soube recentemente que Portugal é um dos principais exportadores de madeira daqui da Indonésia. É uma zona que vive muito disso, e as pessoas aqui são mais humildes.

Bola na Rede: Quais são as tuas principais referências ou ídolos no futebol?

Diogo Brito: O meu pai e o José Fonte. Pela carreira dele, pela resiliência e pela forma como conseguiu chegar ao mais alto nível. Admiro muito o facto de, aos 27 anos, estar na terceira divisão inglesa e, aos 30, ser campeão europeu. Isso exige uma resiliência e uma capacidade de superação que poucos têm. Ao ver o José Fonte fazer esse percurso, acabei por tê-lo sempre como uma referência e um ídolo.

Francesco Farioli: «Imaginem o que seria o Sporting sem Luis Suárez e o Benfica sem Vangelis Pavlidis»

Francesco Farioli realizou a antevisão ao FC Porto x Famalicão. O técnico italiano falou sobre as opções dos dragões no setor ofensivo.

O FC Porto recebe o Famalicão às 20h30 do próximo sábado, no encontro da 28.ª jornada da Primeira Liga. Em antevisão à partida, Francesco Farioli falou sobre a ausência de Samu e a ascensão de Deniz Gul e Terem Moffi:

«Não podemos negar que nos falta algo. Imaginem o que seria o Sporting sem Suárez e o Benfica sem Pavlidis. O Samu faz-nos falta até pelos golos que marcava, mas os extremos também têm tido bons números que têm compensado. Por enquanto temos o Moffi que está a melhorar fisicamente e já jogou 90 minutos contra o Estugarda. Quanto ao Gül já marcou alguns golos importantes esta época e acredito que vai conseguir desbloquear-se. Tem características muito boas, é um jogador elegante e rápido e os golos vão voltar a aparecer».

Lê todas as declarações de Francesco Farioli na antevisão do FC Porto x Famalicão.

Francesco Farioli anuncia dois regressos de peso para o jogo frente ao Famalicão: «Totalmente recuperados»

Francesco Farioli realizou a antevisão ao FC Porto x Famalicão. O técnico italiano confirmou os regressos de Diogo Costa e Rodrigo Mora.

O FC Porto recebe o Famalicão às 20h30 do próximo sábado, no encontro da 28.ª jornada da Primeira Liga. Em antevisão ao encontro, Francesco Farioli confirmou os regressos de Rodrigo Mora e Diogo Costa, que podem ser opções para o jogo frente aos famalicenses:

«Diogo Costa e Rodrigo serão opções para o Famalicão? O Diogo fez uma sessão individual e o Rodrigo fez parte da equipa e estão totalmente recuperados para o jogo de amanhã frente ao Famalicão».

Lê todas as declarações de Francesco Farioli na antevisão do FC Porto x Famalicão.

Francesco Farioli projeta FC Porto x Famalicão: «O Famalicão é uma das equipas mais consistentes e com melhor registo defensivo da Liga»

Francesco Farioli marcou presença na conferência de imprensa para realizar a antevisão ao FC Porto x Famalicão da 28.ª jornada da Primeira Liga.

O FC Porto recebe o Famalicão às 20h30 do próximo sábado, no encontro da 28.ª jornada da Primeira Liga. Em antevisão à partida, Francesco Farioli começou por dizer:

«O primeiro jogo depois da pausa FIFA é sempre difícil, principalmente depois de jogos difíceis, com alguns jogadores que vieram de decisões importantes e emocionantes. O importante era recuperar os jogadores esta semana e estou muito contente com o que tenho visto. Quanto ao Famalicão, é das equipas mais consistentes e com melhor registo defensivo e é uma equipa que gosto muito de ver jogar com bola porque padrões muito bem definidos. Amanhã contamos com um Dragão cheio e com o apoio dos adeptos».

«Jogadores que falharam a presença na fase final do Mundial? Penso que todos estivemos atentos ao jogos da Polónia e Dinamarca e claro que para os nossos 4 jogadores foi difícil, principalmente para o Jan que estava muito comprometido, mas acredito que ainda pode vir a jogar no próximo Mundial. Como italiano, claro que empatizo com o que eles estão a passar».

«Itália falhar o Mundial pela terceira vez consecutiva? Só espero que a federação consiga resolver a situação e perceber o que está mal. Na realidade a seleção é só a ponta do icebergue de tudo o que precisa de ser renovado no futebol italiano. Espero que as coisas melhorem o mais rápido possível e que o futebol italiano volte ao que a sua história representa».

«Diogo Costa e Rodrigo serão opções para o Famalicão? O Diogo fez uma sessão individual e o Rodrigo fez parte da equipa e estão totalmente recuperados para o jogo de amanhã frente ao Famalicão».

«Declarações de Frederico Varandas contra o FC Porto? Como portista sinto-me muito representado por André Villas-Boas pela forma como defende o nosso clube e nessa parte estamos completamente alinhados. Quando esteve em Lisboa senti-me bastante orgulhoso do que disse e não tenho nada a acrescentar porque já disse tudo. Do outro lado, vamos recebê-los na meia final da Taça, mas o nosso foco ainda não está aí».

«Paragem FIFA? Estávamos num bom momento e a jogar em três competições e a equipa vinha dando uma grande resposta nas últimas semanas. O último jogo mostrou-nos que todos são capazes de jogar em todos os jogos e colocou-nos numa boa posição para encarar o que resta do campeonato a começar por amanhã».

«Ausência de Samu e preponderância de Gul e Moffi? Não podemos negar que nos falta algo. Imaginem o que seria o Sporting sem Suárez e o Benfica sem Pavlidis. O Samu faz-nos falta até pelos golos que marcava, mas os extremos também têm tido bons números que têm compensado. Por enquanto temos o Moffi que está a melhorar fisicamente e já jogou 90 minutos contra o Estugarda. Quanto ao Gül já marcou alguns golos importantes esta época e acredito que vai conseguir desbloquear-se. Tem características muito boas, é um jogador elegante e rápido e os golos vão voltar a aparecer».

«Formação do FC Porto? Nós temos muita atenção nos jovens e esse tem sido um dos grandes focos, alinhado com os objetivos da direção. Desde janeiro, que temos colocado a equipa B mais próxima da A e os meus adjuntos têm estado muito próximos a acompanhar o desenvolvimento. Nesta pausa FIFA, tivemos muitos a treinar connosco e gostei do que vi. Mencionou o Tiago, mas também o Bernardo Lima, o Mateus Mide ou o João Teixeira são outros bons valores».

«Ansiedade na fase final do temporada? Claro que se olharmos para o final de maio é normal sentirmos alguma ansiedade, mas pela forma como temos trabalhado ainda não pensamos tão longe. A partir daqui temos 14 jogos que nos vão obrigar a um grande esforço de trabalho. O que me leva a crer que podemos ter sucesso é que não é difícil de convencer ninguém. Toda a gente acredita e dá-me a crença de que é possível. A equipa está motivada e todos a remar na mesma direção e a lutar por um lugar na equipa».