Adama Traoré foi oferecido ao Benfica pelo seu empresário. Avançado espanhol trabalhou com Marco Silva nos últimos anos.
Adama Traoré foi oferecido ao Benfica pelo seu empresário. A informação foi avançada por Luís Pinto Coelho, comentador do Lei do Mercado, podcast, que podes ouvir e acompanhar. O avançado espanhol termina agora contrato com o West Ham.
Caso Marco Silva seja o próximo treinador do Benfica, a possibilidade de Adama Traoré chegar à Luz aumentaria significativamente. Esse, de acordo com a fonte, pode ter sido um dos motivos de abordagem do empresário do jogador, pois o avançado foi treinado por Marco Silva nos últimos anos.
Adama Traoré reforçou esta temporada o West Ham e disputou 12 partidas, tendo registado uma assistência. É internacional espanhol por oito ocasiões.
O central Raúl Albiol disputou apenas oito jogos esta época e despede-se do Pisa após a descida à Serie B, e pondera o fim da carreira.
Raúl Albiol anuncia a saída do Pisa após uma época difícil que culminou com a descida à Serie B italiana. O central espanhol, que completa os 41 anos em setembro, participou em apenas oito jogos do campeonato e decidiu não continuar no clube.
«Foi uma época difícil e as coisas não correram como esperava, mas quero agradecer ao Pisa, aos meus colegas e aos adeptos o tratamento recebido ao longo deste ano. Obrigado por tudo! Forza Pisa», expressou o espanhol na sua conta de Instagram.
Com a saída confirmada, o futuro de Albiol aponta para dois cenários, o veterano pode ainda aceitar uma proposta para jogar mais uma época, caso surja uma oportunidade interessante, ou dar o passo para carreira de treinador, para a qual já se tem vindo a preparar ao realizar os cursos necessários.
A decisão está nas mãos de um dos centrais mais experientes da sua geração, com uma carreira recheada de títulos ao serviço do Valência, Real Madrid, Nápoles e Villarreal, além de uma longa ligação à seleção espanhola. O próximo capítulo está por escrever.
O Manchester City venceu o Brighton com uma goleada por 4-0 e conquistou assim a dobradinha, ao vencer a Taça de Inglaterra Feminina.
O Manchester City dominou de forma avassaladora a final da Taça de Inglaterra Feminina, este domingo em Wembley, goleando o Brighton por 4-0 e conquistando o troféu pela primeira vez desde 2020. As cityzens completam assim a dobradinha nacional, depois de já terem ganho a Women’s Super League, numa temporada em que Bunny Shaw foi a grande figura com 21 golos.
Bunny voltou a ser decisiva na final, inaugurando o marcador aos 38 minutos e celebrando em simultâneo a renovação de contrato com o City. O Brighton, que tinha vencido as adversárias na reta final da liga e chegava à sua primeira final, entrou bem no jogo, mas Alex Greenwood ampliou a vantagem nos descontos da primeira parte, enviando as duas equipas para o intervalo com um 2-0 no marcador.
Na segunda parte, o City não deu qualquer oportunidade ao Brighton. Aoba Fujino fez o terceiro aos (66′), e Vivianne Miedema fechou a goleada de cabeça a três minutos do fim, selando a vitória que confirmou o domínio do Manchester City no futebol feminino inglês esta temporada.
O menu desta semana no podcast da Lei do Mercado tem foco na próxima janela de transferências e abre o caminho para o mercado de verão que se avizinha.
O Benfica quer reforços e está muito perto de fechar André, médio do Corinthians. Às águias foi também oferecido Adama Traoré, um jogador da confiança e que já trabalhou com Marco Silva.
Há ainda um olho para as possíveis saídas de Georgios Vagiannidis, lateral do Sporting e alvo do Villarreal, bem como de Diogo Costa, alvo do PSG – bicampeão da Champions League. Lá fora, Diogo Dalot pode trocar o Manchester United pelo Real Madrid.
Ouve o podcast e confirma tudo com o Mário Cagica e o Luís Pinto Coelho.
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O avançado Brian Brobbey trabalhou com o treinador Francesco Farioli no Ajax e guarda memórias positivas da experiência.
Brian Brobbey, avançado de 24 anos, vai disputar o Mundial 2026 e recordou com gratidão o período em que trabalhou com Francesco Farioli no Ajax. O ponta de lança, joga atualmente no Sunderland, admite que a época no clube holandês não correu como esperava a nível de golos mas destrua o papel do treinador italiano na sua evolução.
«Farioli disse-me sempre para seguir em frente e transmitiu-me a ideia de que eu era importante na visão dele. Agora, levo sempre isso comigo. Tenho de continuar a trabalhar. Ele continuou a apostar em mim. Não foi a época que imaginei no Ajax, mas [Farioli] viu o meu valor e aquilo que fazia pela equipa. Portanto, olho para trás de forma positiva», vincou Brian Brobbey.
Brobbey reconhece que o seu contributo foi além dos números:
«Não marquei muitos golos, mas houve outras coisas que correram bem. Segurar a bola, ajudar a equipa», sublinhou o atacante, que na época marcou sete golos e fez sete assistências.
Na temporada, a primeira na Premier League ao serviço do Sunderland, Brobbey marcou sete vezes em 32 jogos, ajudando o clube a garantir uma vaga na próxima edição da UEFA Europa League. Com o Mundial à porta, o avançado chega em boa forma e com a confiança que Farioli ajudou a construir.
Numa altura em que continua a existir grande incerteza em relação ao futuro de Carlos Cuesta no Parma, Luís Pinto foi apontado como um possível sucessor.
O Parma passa por uma fase de grande incerteza relativamente à continuidade do treinador Carlos Cuesta. Nos últimos dias, Luís Pinto surgiu na imprensa italiana como um dos treinadores associados à possível sucessão no comando técnico.
O treinador português está livre no mercado desde março, altura em que foi despedido do Vitória SC depois de conquistar a Taça da Liga. Para além de Luís Pinto, Alberto Aquilani e Ignazio Abate são os grandes candidatos ao cargo, visto que a direção do emblema italiano procura um perfil jovem, alinhado com o clube e empático.
A mesma fonte adianta que o atual técnico do Parma vai reunir com o CEO Federico Cherubini para definir o futuro.
Aston Villa está aberto à saída por empréstimo de Andrés García, defesa-lateral espanhol que já foi associado ao Sporting.
Andrés García pode estar de saída do Aston Villa, depois de duas temporadas com oportunidades muito reduzidas. Segundo a Tribuna Deportiva, o defesa-lateral espanhol pode vir a ser emprestado, atraindo o interesse do Valencia.
Desta forma, o jovem de 23 anos, que já foi apontado ao Sporting, poderá servir como o sucessor de Thierry Correia, em caso de saída do português.
Aston Villa está disposto a libertar Andrés García por empréstimo, com cláusula de opção de compra, revela a @TribunaVCF. O Valencia tem interesse no lateral de 23 anos, adianta a mesma fonte. O atleta espanhol já foi associado ao Sporting CP. pic.twitter.com/ZrCcLvWN5L
— Diário de Transferências (@DTransferencias) June 1, 2026
João Prates está na Tribuna VIP do Bola na Rede. É treinador de futebol, licenciado em Psicologia do Desporto e está no seu espaço de opinião no nosso site. O técnico de 52 anos já orientou o Dziugas da Lituânia, o Vaulen da Noruega e o Naft Maysan, do Iraque, e esteve na formação do Al Batin e Hajer Club da Arábia Saudita.
Durante mais de uma década, o Paris Saint-Germain perseguiu um objetivo, conquistar a Liga dos Campeões. Para isso, investiu como poucos clubes na história do futebol. Chegaram alguns dos maiores nomes do futebol mundial, Neymar, Messi, manteve Mbappé. Ao mesmo tempo, passaram pelo banco treinadores de enorme reputação internacional sem atingirem o objectivo principal.
O talento nunca foi um problema, mas o sucesso europeu continuava a escapar.
Olhando para trás, talvez a questão nunca tenha sido a qualidade dos jogadores ou dos treinadores, talvez o verdadeiro problema estivesse na forma como o clube estava organizado desportivamente. Durante muitos anos, o PSG construiu plantéis centrados em nomes, o estatuto individual parecia ter um peso superior à compatibilidade coletiva, o resultado eram equipas recheadas de talento, mas muitas vezes desequilibradas em aspetos fundamentais para competir ao mais alto nível como ter um verdadeiro colectivo.
Fonte: Paris Saint-Germain FC
Porque uma equipa não é apenas a soma dos seus melhores jogadores, uma equipa é a qualidade das relações que consegue construir entre eles. A chegada de Luís Campos e Luís Enrique representou uma mudança profunda de paradigma.
Pela primeira vez em muitos anos, o PSG deixou de procurar as melhores estrelas disponíveis no mercado e passou a procurar os jogadores certos para uma determinada ideia de jogo. A prioridade deixou de ser o nome, passou a ser o perfil.
Capacidade física, intensidade competitiva, disponibilidade para o trabalho sem bola, inteligência tática, mentalidade competitiva e sobretudo o mais importante para Luis Enrique, o compromisso com a equipa. O recrutamento passou a responder às necessidades da equipa e não ao impacto mediático da contratação.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Como treinador, existe uma frase de Luís Enrique que considero particularmente reveladora. Após a saída de Mbappé, afirmou que passaria a controlar tudo dentro da equipa. Muitos interpretaram estas palavras como uma crítica ao jogador francês, eu vejo-as de outra forma. Vejo-as como uma reflexão sobre liderança e controlo organizacional.
Quando uma equipa possui jogadores com uma dimensão extraordinária, é natural que surjam exceções, o treinador adapta comportamentos, ajusta equilíbrios e cria mecanismos para potenciar o talento individual. Mas cada exceção tem um custo coletivo, se um jogador tem mais liberdade, outros terão de compensar. Se um jogador participa menos em determinados momentos do jogo, outros terão de assumir responsabilidades adicionais.
Fonte: Paris Saint-Germain FC
Enquanto o retorno justificar esse investimento, a equipa aceita-o, o problema surge quando a exceção começa a condicionar a identidade coletiva que o treinador pretende. Foi precisamente aí que Luís Enrique encontrou uma oportunidade, com a saída de Mbappé, o PSG perdeu um dos melhores jogadores do mundo. Mas ganhou algo igualmente importante: Coerência.
Onze jogadores sujeitos aos mesmos princípios, onze jogadores comprometidos com a mesma ideia, onze jogadores a trabalhar para o mesmo objetivo e basta ouvir as declarações dos jogadores na final da liga dos campeões. E quando isso acontece, o treinador deixa de gerir exceções para passar a consolidar comportamentos.
Na minha experiência, é precisamente aí que nascem as equipas verdadeiramente competitivas. O sucesso do atual PSG não resulta apenas da qualidade dos seus jogadores, resulta da qualidade das decisões tomadas antes dos jogadores chegarem, resulta da estabilidade concedida ao treinador para trabalhar e impor as suas ideias. Resulta da capacidade de proteger uma visão estratégica mesmo quando os resultados imediatos poderiam gerar pressão para mudar de rumo.
Esta talvez seja a principal lição que o PSG deixa ao futebol moderno. O dinheiro continua a ser importante, o talento só é importante se for para construir um colectivo forte.
Fonte: PSG
Porque o talento ganha jogos, a organização ganha campeonatos. E quando uma organização consegue alinhar liderança, recrutamento, treino e cultura competitiva em torno da mesma visão, o sucesso deixa de depender das individualidades e passa a depender do processo.
O PSG procurou durante anos a Liga dos Campeões através das maiores estrelas do mundo. Acabou por encontrá-la quando decidiu que a estrela principal seria a equipa.
O Benfica entrou em negociações por Dzenan Pejcinovic. Avançado de 21 anos foi despromovido com o Wolfsburgo após apontar 8 golos na Bundesliga.
Em busca de um reforço para o ataque, o Benfica virou-se para o Wolfsburgo, que foi despromovido da Bundesliga e pode estar aberto à venda de vários jogadores. Segundo a revista alemã Kicker, os encarnados fizeram uma «forte abordagem» por Dzenan Pejcinovic.
O jovem avançado de 21 anos registou um total de 12 golos e uma assistência num total de 34 presenças, depois de passar uma temporada emprestado ao Fortuna Dusseldorf. Antes disso, brilhou pelos sub-19 do emblema alemão, com 31 golos em 21 jogos.
Para além do Benfica, o alemão de 21 anos atrai também o interesse no mercado interno, particularmente do Bayer Leverkusen, Friburgo e Eintracht Frankfurt.
🚨 Benfica fez uma “𝗙𝗢𝗥𝗧𝗘 𝗔𝗕𝗢𝗥𝗗𝗔𝗚𝗘𝗠” por Dzenan Pejcinovic, de acordo com a revista alemã ‘Kicker’. O avançado de 21 anos também está na mira do Bayer Leverkusen, Friburgo e Eintracht Frankfurt. Esta época , o atleta fez 12 golos em 34 jogos pelo VfL Wolfsburg. pic.twitter.com/lRsQ4POCOC
— Diário de Transferências (@DTransferencias) June 1, 2026
Depois de fazer história no Rayo Vallecano, Iñigo Pérez é oficialmente o novo treinador do Villarreal, assumindo o cargo abandonado por Marcelino Toral.
O Villarreal oficializou a contratação de Iñigo Pérez para o comando técnico. O treinador espanhol assinou um contrato válido por três temporadas e será apresentado na próxima terça-feira, dia 2 de junho.
Aos 38 anos, Iñigo Pérez era um dos técnicos mais cobiçados do mercado, depois de levar o Rayo Vallecano à final da Conference League. O antigo médio conduziu também a equipa de Vallecas à promoção à La Liga em 2022/23, levando o clube a uma ascensão impressionante e terminando em oitavo lugar nas duas últimas temporadas.
O cargo em questão ficou disponível desde a saída de Marcelino Toral, após fechar a temporada no terceiro lugar e garantir a qualificação para a Champions League.
Iñigo Pérez, nuevo entrenador del Villarreal CF 🤝
El técnico navarro dirigirá al equipo amarillo durante las tres próximas temporadas