O Palmeiras de Abel Ferreira venceu em casa o Chapecoense por 1-0 na jornada 18 do Brasileirão. Paulinho fez o golo decisivo.
O Palmeiras regista agora a terceira vitória consecutiva, ao ganhar em casa ao Chapecoense por uma bola a zero na jornada 18 do Brasileirão. Na última jornada, o emblema de Abel Ferreira venceu fora de casa o Flamengo de Leonardo Jardim por 3-0.
Na sequência de uma primeira parte sem golos, o Palmeiras de Abel Ferreira chegou à vitória através de Paulinho, que marcou aos 65 minutos. A assistência foi dada por Felipe Anderson, que teve uma curta passagem pelo FC Porto (fez 10 jogos). Nota para a expulsão de Allan, jogador do Palmeiras, aos 43 minutos.
Com este resultado, o Palmeiras de Abel Ferreira tem agora 41 pontos na liderança do Brasileirão. Já o Chapecoense continua em último lugar com apenas nove pontos na tabela classificativa.
A Alemanha goleou a Finlândia por 4-0 em jogo de preparação para o Mundial 2026. Deniz Undav esteve em claro destaque.
A Alemanha já se prepara para o Mundial 2026 e aplicou goleada de 4-0 à Finlândia, numa partida que teve lugar em Mainz. Deniz Undav esteve em destaque, ao fazer dois golos (34′ e 57′) e uma assistência ao longo da partida. Isto é, ligado diretamente a três golos.
Pelo meio do bis, Florian Wirtz marcou o segundo golo da Alemanha, assistido por Deniz Undav. O único golo que não teve toque do avançado de 29 anos foi o último, ao ser apontado por Jamal Musiala (63′) com assistência de Aleksandar Pavlovic.
A Alemanha está inserida no Grupo E do Mundial 2026 e enfrentará o Curaçau (14 de junho), Costa do Marfim (20) e o Equador (25). Antes disso, ainda terá mais um particular, diante do Estados Unidos da América.
Jovane Cabral aponta sonho de Cabo Verde passar a fase de grupos do Mundial 2026. Avançado aborda ainda o seu futuro.
Jovane Cabral fala sobre a iminente participação de Cabo Verde no Mundial 2026. Em declarações à comunicação social depois do triunfo frente à Sérvia por 3-0 num jogo de preparação realizado no Estádio do Restelo, o avançado mostrou-se confiante:
«Estamos muito confiantes. Conseguimos um bom resultado hoje, dá moral à equipa, mas temos de continuar a trabalhar. Ainda falta um jogo de preparação e depois é entrar forte no Mundial», prosseguiu com sonho relativo ao Mundial:
«Temos o sonho de passar a fase de grupos. Vamos com tudo, tentar ganhar primeiro o primeiro jogo, que é muito importante, e depois fazer o máximo de pontos possível para passarmos de fase».
«Estou muito bem. O meu objetivo este ano era estar aqui com o nosso grupo e tentei fazer um bom campeonato para chegar a este momento da melhor forma possível. Agora resta aproveitar e dar seguimento ao bom trabalho que tenho feito durante a época».
«Não tenho nada planeado. Vou tentar fazer um bom Mundial. Penso que podem aparecer boas oportunidades», rematou Jovane Cabral, que disputou duas temporadas ao serviço do Estrela Amadora e fez um total de 53 jogos.
Sidny Lopes Cabral falou sobre o futuro numa altura em que tem sido associado a uma mudança. «Vou ficar no Benfica», disse.
Sidny Lopes Cabral falou sobre o futuro depois de o Cabo Verde vencer a Sérvia por 3-0 num jogo de preparação para o Mundial 2026. «Vou ficar no Benfica», afirmou o ala de 23 anos, segundo declarações citadas pelo jornal A Bola.
Além disso, Sidny Lopes Cabral respondeu que «sim» ao ser questionado sobre se planeia iniciar a próxima temporada no Benfica. Quanto ao Trabzonspor, que se fala estar perto por um negócio a rondar os 10 milhões de euros, o jogador disse: «Não sei nada sobre isso».
«José Mourinho no Real Madrid? Não faço ideia», disse ainda Sidny Lopes Cabral, que descreveu o português como um «grande treinador» e afirmou que aprendeu «muito». «Posso jogar a lateral, a extremo, à esquerda, à direita. Não quero saber. Mas a posição favorita é lateral-esquerdo», também referiu.
Fotis Ioannidis deixou uma mensagem aos adeptos do Sporting a fazer o balanço da sua primeira época em Alvalade, marcada por uma lesão.
Fotis Ioannidis deixou este domingo uma mensagem de balanço aos adeptos do Sporting nas redes sociais, onde refletiu sobre a sua primeira temporada de leão ao peito, marcada por expectativas elevadas e por uma lesão que o afastou na fase decisiva da época. O avançado grego afirmou que o ano começou com grande entusiasmo, mas terminou de forma difícil devido aos problemas físicos que o impediram de ajudar a equipa na totalidade.
«O meu primeiro ano neste clube incrível começou com grande entusiasmo, mas terminou de forma difícil devido a uma lesão complicada. Trabalhei arduamente para voltar esta época e ajudar a minha equipa e os meus companheiros a atingirem os nossos objetivos, mas infelizmente não foi possível. Quero agradecer ao clube e a todos os sportinguistas pelo apoio e pela confiança em mim. A minha mensagem para vós é simples: na próxima época estarei de volta, pronto para ajudar os meus companheiros e para lutar por tudo o que o nosso clube e vocês merecem», prometeu o avançado.
Na sua temporada de estreia pelos leões, Fotis Ioannidis participou em 22 jogos, marcou seis golos e fez três assistências.
O Gent garantiu este domingo a qualificação para as competições europeias ao vencer o Genk por 5-4 nos penáltis.
O Gent e o Genk defrontaram-se este domingo na final dos playoffs europeus da Bélgica, num encontro que decidia a última vaga do país nas competições europeias da próxima temporada. Num duelo muito equilibrado, a formação de Gent acabou por levar a melhor no desempate por grandes penalidades, depois do empate 1-1 registado após prolongamento. Os portugueses Leonardo Lopes e Tiago Araújo foram titulares na equipa da casa.
Depois de um nulo nos 90 minutos, Robin Mirisola (95′) colocou o Genk em vantagem, com um remate de pé direito ao ângulo superior já no prolongamento. Quando os visitantes pareciam encaminhados para a vitória, Josue Kongolo cometeu uma falta dentro da área aos 120 minutos, viu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Na conversão da grande penalidade, Tibe De Vlieger fez o 1-1 e levou a decisão para os penáltis. Todos os jogadores marcaram até ao último, quando August De Wannemacker viu o guarda-redes do Gent defender o seu remate.
Com este resultado, o Gent garante a qualificação para as pré-eliminatórias da Conference League da próxima temporada, enquanto o Genk falha o acesso às competições europeias.
Robert Lewandowski protagonizou um momento descontraído durante o estágio da seleção da Polónia. O ponta de lança falou sobre o Torreense.
Robert Lewandowski protagonizou um momento curioso durante o estágio da seleção da Polónia, ao conversar com o jovem Oskar Pietuszewski, jogador do FC Porto, numa sessão de treinos antes do particular frente à Ucrânia. A interação foi captada num vídeo divulgado pela federação polaca, que mostrou alguns bastidores da preparação da equipa orientada por Jan Urban.
Nas imagens, o experiente avançado questiona Oskar Pietuszewski sobre a temporada em Portugal e mostra-se surpreendido ao saber que o Torreense, clube da Segunda Liga, conquistou a Taça de Portugal frente ao Sporting e garantiu o apuramento para a Europa League. Perante a explicação do jovem portista, Lewandowski considerou o acontecimento «espetacular» e ficou impressionado com o feito alcançado pela formação de Torres Vedras.
O vídeo inclui ainda a participação de Jan Bednarek, que brincou com a necessidade de existirem mais ligações aéreas entre a Polónia e o Porto, numa alusão à forte presença polaca no plantel azul e branco.
Dodi Lukebakio mostrou-se surpreendido com as altas temperaturas registadas na Bélgica e deixou um desabafo bem-humorado.
Dodi Lukebakio protagonizou um momento descontraído durante o estágio da seleção da Bélgica, ao queixar-se das elevadas temperaturas que se têm feito sentir no país. O extremo do Benfica surgiu num vídeo divulgado pelos «diabos vermelhos», onde deixou um desabafo bem-humorado sobre o calor.
«Porque é que na Bélgica, quando está quente, está muito quente? É esse o problema, não há equilíbrio. Não há ar aqui», reclamou o extremo.
A própria seleção belga aproveitou a publicação para brincar com a situação e deu a entender que o comentário refletia o sentimento de muitos belgas durante os últimos dias. A Bélgica está integrada no Grupo G do Mundial 2026, junto a Irão, Egito e Nova Zelândia. Conhece todos os grupos da prova.
Paris Saint-Germain e Arsenal defrontaram-se, este sábado, na tão aguardada final da Champions League. Os franceses, campeões em título, procuravam revalidar a sua conquista, enquanto que os ingleses procuravam uma glória nunca antes atingida.
Num jogo de pouca baliza e de muita paciência e concentração de lado a lado, apenas as grandes penalidades conseguiram resolver o 1-1 deixado por 120 minutos de futebol. No final das contas, os franceses acabaram por vencer e tornarem-se bicampeões europeus.
Como seria de esperar, as equipas apresentaram-se nas suas melhores versões e fiéis a si próprias. O PSG mostrou o seu melhor 11, com atenção para o trio de ataque, que promove muitas variações e é letal no 1×1. Do outro lado, Mikel Arteta montou o 11 que lhe traz mais confiança, com Lewis-Skelly e Declan Rice no duplo pivot e a preferência de Havertz por Gyokeres enquanto avançado solitário. Sendo que a grande ameaça estava nos corredores laterais, as escolhas de Hincapié e Mosquera fazem sentido em detrimento de Timber e Calafiori.
Fonte: FootMob
Em teoria, os franceses eram favoritos à conquista do troféu. Dispõem de uma vasta gama de talento e são melhores individualmente que o conjunto inglês e, argumentavelmente, têm um melhor coletivo também. Não obstante, o jogo tornou-se de feição para os pupilos de Mikel Arteta quando Havertz aproveitou um erro de Marquinhos e colocou o Arsenal na frente do marcador. A partir daqui, o cenário mudou, o Arsenal tinha a possibilidade de recuar e defender em bloco, negando transições ao PSG. Ou seja, o Arsenal era capaz de usar as suas melhores armas ao mesmo tempo que negava o PSG de usar as suas.
A partir deste ponto, o Arsenal assumiu-se no seu 4x4x2/4x2x2x2, onde Saka e Trossard defendiam por dentro, retirando todo o espaço do corredor central. Assim sendo, o ouro estava nos corredores laterais e era obrigação do PSG trazer o melhor de Kvaratskhelia e Doué ao jogo. No entanto, os extremos do conjunto de Luis Enrique raramente tiveram situações de 1×1 com os seus adversários, muito por ‘culpa’ do Arsenal, que juntava Trossard e Saka na ajuda a Mosquera e Hincapié.
Igual a si próprio, o PSG partia do 1x4x3x3, onde Vitinha era o primeiro homem a receber a bola dos defesas centrais e Nuno Mendes, que se juntava a estes na construção, assumindo uma saída a três mais um perante o bloco médio de 4x4x2 (na primeira fase) do Arsenal. Doué e Hakimi com variações interior-exterior, isto é, se Doué baixava para receber, Hakimi era responsável pelo ataque à profundidade e se Hakimi atacava o espaço interior, Doué dava largura.
Diferente do que acontecia do lado esquerdo, onde Kvaratskhelia tem liberdade para esticar o jogo tanto pela linha como para estar mais próximo de Dembelé, no corredor central. Assim, era Fabian Ruiz a lateralizar-se e a oferecer opção de passe a Nuno Mendes, ou a atacar espaços interiores, criando superioridade numérica perante Mosquera e oferecendo a Kvaratskhelia espaço na linha para receber a bola solto de marcação.
Enquanto esteve a perder, o PSG nunca esteve confortável e criou muito poucas ocasiões de perigo, fará de golo. Gabriel e Saliba controlavam a área e o Arsenal estava confortável no jogo, sendo que o PSG só conseguiu desequilibrar através de Nuno Mendes.
Com o jogo empatado, o cenário tático voltou a mudar, uma vez que o Arsenal já não podia defender a área a seu gosto até ao fim dos 90 minutos. Arteta respondeu com Timber e Gyokeres, onde Havertz desceu um pouco no terreno para acomodar o sueco na frente, ao mesmo tempo que Timber assumiu as mesmas funções que Mosquera. Mantendo o mesmo nível de pragmatismo, o Arsenal procurava bater longo, seja diretamente através de Raya, seja através de um toque para o lado para um dos centrais- pode parecer pouco, mas este pequeno passo força o defensor a agir ao mesmo tempo que os homens alvo movimentam-se e ganham espaço; neste contexto, Havertz desmarcava-se e saía bola longa à procura de um dos avançados em campo, enquanto o resto da equipa subia em bloco para ser opção de passe para uma eventual segunda bola.
Esta estratégia aproximou o Arsenal da baliza de Safonov e houve ocasiões onde Gyokeres e Havertz foram capazes de segurar a bola ou amortecê-la para um colega de equipa próximo da sua zona, batendo toda a pressão do PSG e atacando a sua baliza de frente. No entanto, isto também exponha a sua defensiva, uma vez que o Arsenal comprometia mais homens para a frente, ficando poucos atrás. Assim, estava criado o espaço que o trio atacante do PSG procurava desde o início do jogo e os franceses poderam sair em transição. No entanto, Barcola (principalmente) nunca definiu com clareza e a decisão foi-se arrastando para lá do tempo regulamentar.
Nenhuma das equipas abandonou a racionalidade das suas propostas de jogo e só as grandes penalidades conseguiram resolver a final. Em boa verdade, foi um jogo onde o PSG circulou à volta da defensiva do Arsenal, que parecia nunca quebrar. Perguntei-me, a meio do jogo, se Luis Enrique iria reviver o fatídico Marrocos x Espanha do Mundial de 2022 ou se estaria, agora, disposto a abdicar de ter menos homens atrás da linha da bola para ter mais homens entre linhas. A verdade é que nunca desfez o sistema, mas também não precisou.
Levantada a poeira, o PSG solidifica a sua posição enquanto melhor equipa do mundo, mesmo num jogo de 120 minutos onde nunca esteve confortável. O Arsenal mostrou enorme competência defensiva e não é descabido dizer que é o melhor bloco baixo do mundo, ainda que não acho que seja isso que define os londrinos. Cada vez mais pragmático do que romântico, acredito que veremos o Arsenal de Mikel Arteta em decisões deste calibre mais vezes.
O impensável aconteceu entre PSG e Arsenal. Em Budapeste, duas equipas entraram na Puskas Arena com duas estratégias bem definidas, diferentes entre si, mas com um único objetivo: sagrar-se vencedor da Champions League. Luis Enrique venceu a batalha contra Mikel Arteta e conquistou a dobradinha ao serviço dos parisienses.
Luis Enrique revolucionou, por completo, a estrutura e projeto do PSG numa aposta em jogadores de futuro, sem egos, dispostos a morrer em campo pelo emblema que envergam ao peito. Rescindiu com o estatuto, com o estrelato e com a falta de dedicação. O vídeo viral onde o espanhol confronta Mbappé pela sua falta de esforço em campo é demonstrativo das mudanças impostas no clube. O próprio Luis Enrique admitiu, em entrevista, que conseguia controlar muito mais a equipa com a saída do francês.
O nome e estatuto dos jogadores não são relevantes para o espanhol. Donnaruma é visto como um dos melhores guarda-redes do mundo, ainda assim, Luis Enrique sentiu que o italiano já não entrava para os planos do clube. Foi esta mudança de mentalidade, a juntar o excelente trabalho de Luis Campos como diretor desportivo com contratações certeiras, que o PSG fez história com a dobradinha e conseguiu estabilizar-se com um projeto sólido e entusiasmante.
Voltando ao jogo, este não começou de feição para a equipa parisiense, com um golo madrugador de Kai Havertz, uma grande finalização do alemão, diga-se de passagem. Após o golo, estava exposta a estratégia de Arteta, com o Arsenal a baixar as linhas. A equipa londrina, desde cedo assumiu a sua postura para o jogo, com uma bela homenagem a José Mourinho. A partir do golo, estava estacionado o autocarro, com o Arsenal a ter apenas 26% da posse de bola, um dado que pode ser visto como irrelevante, já que a posse de bola não vence jogos. Para que se tenha uma ideia, entre o minuto 45+6’ e os 120’, o Arsenal criou os apenas 0.01 de xG, o que para uma equipa que pretende ganhar a Liga dos Campeões não é suficiente.
— UEFA Champions League (@ChampionsLeague) May 30, 2026
Daí, o debate prolongado antes do embate, onde o futebol ofensivo e entusiasmante de Luis Enrique se opunha ao anti-futebol de Arteta, com as redes sociais a ocuparem os dois lados da barricada com opiniões bem vincadas acerca de quem merecia ganhar.
O jogo nunca esteve controlado por nenhuma das equipas, o PSG dominou ofensivamente, teve mais bola, porém encontrou obstáculos na chegada ao último terço face ao bloco compacto do Arsenal. Já o Arsenal, nunca assumiu as rédeas do encontro, limitou-se a reagir ao invés de agir. Apesar do jogo ter ido a grandes penalidades, foi uma exibição pobre da equipa londrina, que se mostrou eficaz defensivamente, o que não é suficiente. Raya voltou a mostrar que é o melhor guarda-redes da atualidade, Rice mostrou-se em bom plano, limitado pelo resto da equipa e Havertz foi o ponta de lança que Gyokeres não conseguiu ser durante os minutos finais de jogo.
Já o PSG, foi um retrato da época. A equipa parisiense já mostrou que está talhada para vencer, mesmo que as exibições não sejam perfeitas, as vitórias parecem inevitáveis. Os protagonistas da equipa voltaram a aparecer, sem recuar de um bom desafio, mesmo que complicado. Dembelé mostrou frieza na hora de marcar a grande penalidade, Kvaratskhelia sempre energético, lançava dores de cabeça à defensiva arsenalista, o que lhe valeu a conquista do penálti. No outro lado, Doué fez o habitual, forte no 1×1, a partir para cima da oposição.
Os portugueses de Paris também não desiludiram, Nuno Mendes voltou a ter uma boa exibição, quase como uma sombra de Bukayo Saka, que pouco ou nada lhe foi permitido. João Neves fez o trabalho sujo no meio-campo, o algarvio parecia omnipresente, sem medo dos duelos, ao todo foram dez duelos ganhos num total de 13 efetuados. Vitinha, ainda que não tenha feito uma exibição exímia, foi uma presença forte e segura, tendo lhe valido a distinção de “Melhor em Campo”.
— UEFA Champions League (@ChampionsLeague) May 30, 2026
Seguiram-se os penáltis, um momento de sonho para uns, de pesadelo para outros, onde se constroem os herois, bem como os vilões. Do lado do PSG, apenas Nuno Mendes vacilou perante um Raya imponente com a lição bem estudada com o auxílio de Kepa. Já do lado do Arsenal, Eze não foi clínico o suficiente, Gabriel assumiu o papel de vilão, Marquinhos consolou-o mas a festa já tinha começado e Paris estava ao rubro.
As soon as PSG won the Champions League, instead of celebrating, Marquinhos immediately went to Gabriel to console him.
— Out of Context Football Manager (@nocontextfm1) May 30, 2026
Arteta sai derrotado. Apesar de tudo, o Arsenal fez uma grande época com a conquista da Premier League e com uma excelente campanha europeia, o tradicionalismo de Arteta deu frutos, não chegou foi para voos mais altos.
Luis Enrique fez história, é o segundo treinador com mais títulos da Liga dos Campeões conquistados. Resta saber até onde pode ir com esta equipa. A renovação está à porta. O ADN vitorioso encontra-se a circular pela equipa parisiense, nada parece abalar a confiança e a mentalidade do PSG. E isso é o que os torna aquilo que são, uma equipa assustadora de enfrentar, que não precisa de ser perfeita para vencer títulos.