O Chelsea pode aceitar vender Enzo Fernández neste mercado de verão. Os blues querem receber 138 milhões de euros pelo argentino.
Enzo Fernández pode ser um dos nomes a gerar uma grande transferência no mercado de transferência de verão, com o Manchester City e o Real Madrid interessados na contratação do médio. De acordo com o jornalista Ben Jacobs, o Chelsea pretende receber 138 milhões de euros.
Caso se concretize a saída por esse valor, o capitão dos blues passaria a ser a venda mais cara do Chelsea. Enzo Fernández foi comprado em janeiro de 2023 por 121 milhões de euros ao Benfica, correspondendo às expectativas. O seu contrato com a formação do Stamford Bridge termina em junho de 2031.
A final da Conference League será disputada às 20h desta quarta-feira. Os técnicos Oliver Glasner e Iñigo Pérez realizaram a antevisão à partida.
Esta quarta-feira, o Crystal Palace defronta o Rayo Vallecano na final da Conference League, com apito inicial marcado para as 20h. Em declarações à UEFA, ambos os treinadores realizaram a antevisão ao jogo decisivo.
O técnico dos eagles, Oliver Glasner, refletiu sobre o entusiasmo de participar numa final europeia:
«Acho que todos nós, quando éramos miúdos a dar pontapés na bola contra a parede e a ver uma final europeia na televisão, ficávamos de olhos arregalados e dizíamos: ‘Uau, quem me dera fazer parte deste jogo’. Por isso, amanhã todos podemos fazer parte deste jogo como protagonistas, e é hora de mostrar quem somos, mostrar os nossos pontos fortes, porque é que jogamos. A jornada europeia foi a recompensa por termos ganho a Taça de Inglaterra e agora disputar a final é a recompensa por termos feito uma excelente campanha na Liga de Conferências. Estamos ansiosos por isso. Os jogadores estão em excelente forma e com um ótimo ambiente no grupo».
Já Iñigo Pérez, líder do Rayo Vallecano, reforçou a importância de tratar este encontro como outro qualquer:
«Estamos muito felizes por termos feito esta viagem com as nossas famílias e amigos, que vieram no mesmo avião que nós. Agora que estamos aqui neste palco, com todos os holofotes postos em nós, e neste magnífico estádio, começamos a sentir algo diferente por dentro – um sentimento que se deverá refletir no nosso futebol e na nossa confiança amanhã. Acho que a chave é ignorar a magnitude do momento, não deixar que isso nos afete. Temos de tentar jogar este jogo, sabendo o quão desafiante é mentalmente, tal como qualquer outro jogo da nossa carreira»
Filipe Martins foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. O treinador português destacou o objetivo de voltar à Primeira Liga.
Filipe Martins foi entrevistado pelo Bola na Rede e passou em revista vários dos momentos da carreira. O treinador português revelou a ambição para o futuro de voltar a treinar na Primeira Liga.
«Na minha cabeça acho que o melhor ainda está para vir, claramente. Quero voltar a treinar na Primeira Liga em Portugal. Acho que é o meu objetivo, considero-me treinador da Primeira Liga, apesar de achar que, hoje em dia, a nível competitivo, treinarmos as melhores equipas da Segunda Liga, ou treinarmos as equipas do meio da tabela para baixo na Primeira Liga, a exigência acaba por ser a mesma. Até mesmo de recursos humanos, não vejo muita diferença. Aliás o play-off acaba por ser um reflexo disso. A nível de ambições pessoais quero voltar à Primeira Liga, como também não fecho a porta de voltar ao estrangeiro. Felizmente, o telefone já tocou. Coisas que senti que ainda não é o que eu quero ou que não é o timing certo para assumir esses clubes, mas acredito que, mais tarde ou mais cedo voltar a trabalhar. Espero que seja já agora no início da época, até porque quero começar uma época logo desde o início. Sinto que estou de consciência tranquila e fiz o meu melhor. O futebol é mesmo assim, muitas das vezes a bola entra e temos mais reconhecimento, quando a bola não entra não temos tanto reconhecimento. Mas nunca virei a cara à luta. Cheguei onde cheguei através do meu trabalho, e é com o meu trabalho, e também com a confiança das pessoas que estão à minha volta, que vou voltar a ter sucesso no futebol, porque acho que o sucesso não é só resultados. É óbvio que é a base para o barómetro do treinador, mas acho que, mesmo nestes projetos mais recentes, tenho deixado muita a minha marca dentro dos clubes e também muita coisa boa nas equipas, nas estruturas. A nível desportivo e de carreira, claramente é voltar a treinar na Primeira Liga».
O despedimento de Ruben Amorim custou um total de 19,3 milhões de euros ao Manchester United, segundo o próprio clube.
Ruben Amorim foi despedido do comando técnico do Manchester United já em 2026. No total, o conjunto do Old Trafford teve de gastar 19,3 milhões de euros para a saída da equipa técnica liderada pelo português, bem mais do que tinha sido noticiado no começo do ano (cerca de 11 milhões de euros).
O português ainda está livre e pretende fazer um ano sabático. O Manchester United optou por um nome que conhecia bem a casa, contratando Michael Carrick, que acabou por guiar os red devils à Champions League, conquistando o lugar de treinador a título definitivo.
Ruben Amorim chegou ao Manchester United em novembro de 2024, depois de se ter destacado ao serviço do Sporting.
🚨 Despedimento do Ruben Amorim custou 𝟭𝟵,𝟯 𝗠𝗜𝗟𝗛Õ𝗘𝗦 𝗗𝗘 𝗘𝗨𝗥𝗢𝗦 ao Manchester United. pic.twitter.com/hnPkK7bnsP
— Diário de Transferências (@DTransferencias) May 27, 2026
Filipe Martins foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. O treinador português elogiou Jota Silva, que levou para o Casa Pia.
Filipe Martins foi entrevistado pelo Bola na Rede e passou em revista vários dos momentos da carreira. O treinador português levou Jota Silva, internacional português, para o Casa Pia e elogiou o avançado.
«O Jota Silva é um jogador que, quando vou para o projeto Casa Pia, tinha feito o meu scout na Liga 3 e no Campeonato de Portugal, e ele era um jogador que estava referenciado no Espinho. Na altura, começámos mais tarde no Casa Pia, ele já tinha sido contratado pelo Leixões. No entanto, ele estava a ter muito pouca utilização no Leixões, inclusive estava na equipa de sub-23 do Leixões, e no mercado de inverno houve essa possibilidade de o recrutarmos em janeiro. Não olhei para trás duas vezes. Acima de tudo, aquilo que me fez apaixonar pelo Jota era a vontade que ele tinha de ser jogador. Tinha algumas limitações? Tinha. Evoluiu muito na minha opinião, principalmente no jogo entre linhas. Era um jogador que tinha alguma dificuldade, até porque melhorou bastante a técnica individual, de recepções orientadas, do espaço entre linhas, ou seja, tinha muita dificuldade em jogar nesses espaços. Melhorou bastante. Acho que se eu olhar para trás, para todos os jogadores que eu ajudei a evoluir, aquele que teve uma evolução maior foi o Jota. Todos os jogos, todas as semanas, eu via o Jota a fazer coisas diferentes. A gente dizia “Este gajo está a evoluir, está a evoluir”. Depois tinha uma vontade enorme de singrar no futebol. Ficava com uma azia desgraçada quando não jogava, tinha um tique e abanava a cabeça. Uma vez, no Estádio Nacional, disse “Jota, eu sei que estás na azia, mas não abanes a cabeça”, e ele dizia, “Mister, mas eu não abano a cabeça”, e eu disse, “Tu já nem dás é pelo abanar da cabeça. Tu abanas a cabeça, mal vês que não vais jogar, ficas todo cego”. Mas ele melhorou e evoluiu bastante».
Filipe Martins foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. O treinador português destacou chegada de Ricardo Batista ao Casa Pia.
Filipe Martins foi entrevistado pelo Bola na Rede e passou em revista vários dos momentos da carreira. O treinador português recordou contratação de Ricardo Batista junto do Casa Pia.
«No Casa Pia há bastantes. Desde logo, acho que o retomar de carreira do Ricardo Batista. Posso dizer que fui uma pessoa importante, como o Ricardo Batista também foi muito importante na subida do Casa Pia. Na carreira do Ricardo, há um amigo em comum que tem também muita responsabilidade nisso, que é o Gonçalo Costa. É um amigo nosso, uma pessoa que eu conheço há bastantes anos e tenho muita confiança naquilo que ele me diz. Fala-me de muitos jogadores, que ele conhece muito bem no mercado, e até trabalha para um clube. Mas quando ele me fala duas ou três semanas, sempre no mesmo jogador, ele está realmente a querer e acredita mesmo. E o Ricardo foi se calhar a situação mais engraçada que eu tenho. Falava-me do Ricardo e dizia “Esquece, esse gajo é maluco, não quero esse gajo na minha equipa”. “Mas ele é bom guarda-redes, vai-te ajudar. Tem uma conversa com ele, tem uma conversa com ele. Até que passado uns dias, ele lá me convenceu».
«Eu disse “Traz lá o Ricardo que eu tenho uma conversa”. Foi no café por baixo do meu prédio. Tivemos uma conversa, e eu tenho uma relação muito boa com o Ricardo, posso falar à vontade disso. Eu disse “Ricardo, toda a gente diz que tu és maluco. Tu és um grande guarda-redes, foste um grande guarda-redes. Eu preciso de alguém que me ajude”. E o Ricardo disse uma coisa “Mister, ninguém acredita em mim, preciso de alguém que acredite em mim”. Eu disse “Ricardo, primeira vez que me lixares, eu vou-te mandar embora”. E ele “Mister, dê-me uma oportunidade que eu não vou falhar”. E não falhou, não falhou em nada naquilo que é a essência dele. Eu adaptei-me ao que sabia que esperava dele e acho que ele também percebeu que tinha alguém que o queria ajudar e correspondeu com o rendimento e ajudou muito o Casa Pia, inclusive este ano».
Filipe Martins foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. O treinador português recordou ligação ao Estrela da Amadora.
Filipe Martins foi entrevistado pelo Bola na Rede e passou em revista vários dos momentos da carreira. O treinador português recordou percurso no Estrela da Amadora e admitiu que viveu o clube de forma diferente, pelo impacto emocional de treinar o clube do coração.
«Se calhar a noite mais mal dormida que eu dormi até hoje, no futebol, foi quando perdemos esse jogo em casa com o Famalicão por 3-0. Porque eu não sentia só a equipa que eu estava a treinar. Aquilo para mim era uma responsabilidade muito grande. Ninguém naquele clube queria mais ganhar do que eu. Portanto, custou-me bastante essa passagem, mas também foi uma aprendizagem. De pensar um bocadinho mais antes de dizer que sim, porque nem pensei. Quando a minha mulher deu por mim, já era treinador do Estrela. Já tinha apertado a mão e, curiosamente, passado um dia, liga-me outro clube da Primeira Liga, no meu dia de anos».
«Não tinha assinado. Aliás, o presidente esteve em minha casa e voou para o Brasil com o diretor desportivo, na altura o José Faria, e só mais tarde é que assinámos. Poderia ter ido para outro clube, que eu sabia que era um projeto onde iria ter outro tipo de condições. E não fui, porque já tinha dado a minha palavra e não iria romper a corda. Claramente, o Estrela da Amadora foi basicamente isso. Decisão mal pensada da minha parte e eventualmente até da parte do presidente do Estrela, só ele é que o pode responder. A minha única grande mágoa que fica com o presidente do Estrela foi ele não ter sido capaz de me chamar e dizer “Filipe, fizeste o teu melhor ou podias ter feito melhor”. Tinha todo o direito de o fazer. Mas eu queria uma conversa direta comigo e não uma conversa paralela».
Filipe Martins foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. O treinador português falou na ida para o Estrela da Amadora.
Filipe Martins foi entrevistado pelo Bola na Rede e passou em revista vários dos momentos da carreira. O treinador português recordou processo que o fez rumar ao Estrela da Amadora, em 2024, e admitiu que foi um erro.
«Não gosto de dizer isso, mas acho que o Estrela da Amadora foi um erro. Foi um erro porque pela primeira vez tomei uma decisão de coração. Não foi cerebral. Eu tinha uma proposta muito, muito, muito boa para ir para o Petro de Luanda. Mas quando digo muito boa, muito boa mesmo».
«Ofereceram-me um contrato fabuloso porque queriam ser campeões africanos. O meu empresário disse-me que havia o Estrela da Amadora, e eu próprio tinha também uma proposta da Segunda Liga, a ganhar muito mais dinheiro do que fui ganhar para o Estrela da Amadora. Assim que ele me falou que havia a possibilidade de ir para o Estrela da Amadora, eu não discuti o meu contrato. Eu só discuti o contrato dos adjuntos. O dinheiro que o presidente do Estrela me ofereceu foi o dinheiro que eu aceitei. Foi muito rápido. E contra a vontade da minha mulher e da minha família, que nunca quiseram que eu fosse para o Estrela».
«Não tem a ver com o Petro, tem a ver com ser o Estrela. Sabiam que eu já sou um fanático de exigências, que sou, apesar de não o parecer. Cobro muito, principalmente a mim, e muito mais cobrei no Estrela. Agora, olhando para o que eu fiz no Estrela, acho que deixei algumas coisas positivas e espero ter deixado. A entrada do Sr. Paulo Moreira como diretor de scouting, salvo erro, uma pessoa que eu conheço o passado, foi uma das coisas que eu deixei, bem como algumas ideias que o Estrela deveria melhorar. Depois acho que também tive algumas coisas interessantes. Ter lançado o Tiago Gabriel, que depois no mercado de inverno deu dinheiro ao Estrela. O próprio Danilo [Veiga] também, que já tinha estado aqui no Felgueiras e Gil Vicente, estava na Croácia e foi também vendido, infelizmente».
Filipe Martins foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. O treinador português recordou embate entre o Chaves e o Benfica.
Filipe Martins foi entrevistado pelo Bola na Rede e passou em revista vários dos momentos da carreira. O treinador português recordou a primeira derrota do Chaves na época, na Taça de Portugal diante do Benfica, e explicou mudanças no onze.
«Curiosamente, foi o início de um ciclo de quatro jogos sem ganharmos no campeonato. Depois foi sucedido da melhor sequência da época a nível pontual».
«Até na baliza. Foi uma situação que me custou muito. O Vozinha na altura, acredito que possa ter até ficado surpreendido, porque eu sei que ele ficou surpreendido. Ele vem da seleção e perde a titularidade, muito pelos sinais que o Marco Gudzulic tinha dado, tanto nos jogos da Taça como num jogo que antecipámos para a paragem das seleções para termos uma paragem maior no Natal. O Marco também fez esse jogo contra o Leixões e contra o Benfica é o único jogo em que sofre golos. O Vozinha não estava a ter rendimento negativo, não foi isso que o fez ir para o banco, mas a resposta que o Marco estava a ter. O que é certo é que teve ali uma sequência muito boa sem sofrer, de clean sheets, que levaram essas mudanças. O próprio Zach também foi à seleção, e também foi um bocadinho isso que aconteceu, apesar de ter um retorno mais rápido. Salvo erro, nesse primeiro jogo, até há logo uma lesão no início e ele voltou novamente à equipa. Eu acreditava muito no plantel. Sempre que tivemos as opções do plantel, eu não digo na sua melhor versão, porque acho que nunca tive o plantel na melhor versão, mas sempre que tivemos a equipa a 80% das suas possibilidades, fomos muito competitivos e podíamos ter tido uma palavra a dizer nesse campeonato. Foram realmente muitas semanas a termos sete, oito jogadores, sete, oito jogadores de fora. Se os clubes grandes se queixam disso, nós também. Apesar de sermos um clube grande na Segunda Liga, numa liga tão competitiva e tão equilibrada como é a segunda liga, faz mossa».
Filipe Martins foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. O treinador português comparou o Chaves ao Vitória SC.
Filipe Martins foi entrevistado pelo Bola na Rede e passou em revista vários dos momentos da carreira. O treinador português comparou o ambiente vivido no Chaves ao que se vive em Guimarães, face ao Vitória SC.
«Começámos a tomar o pequeno-almoço no estádio e finalmente conseguimos arranjar uma sala para nós passarmos o máximo tempo dentro do estádio. Há coisas que estão identificadas e que eu deixei identificadas e que também já estavam. Óbvio que as pessoas que lá estavam já sabiam as necessidades que há e, espero que dentro de em breve, e há essa ideia, pelo menos passaram-me a ideia de que as coisas iriam ser feitas, mas tudo demora algum tempo. Menos para os adeptos, como é óbvio. Naquela cidade, e o Estrela da Amadora também tem muito essa identidade também de adepto-clube e de relação, mas em Chaves eu senti muito isso. Comparei muito o Desportivo de Chaves a um Vitória de Guimarães, seja a cultura da região, seja a do clube. Via muita gente, muitas crianças a ir para a escola com a camisola do Desportivo de Chaves. Isso dava-nos uma responsabilidade também, é óbvio que tínhamos de estar preparados para ela, mas acho que a nível desportivo, como equipa, não revelámos as competências que deveríamos ter revelado para subir de divisão».