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Hevertton Santos despede-se do Gil Vicente após época por empréstimo: «Procurei sempre desfrutar de cada momento»

O lateral Hevertton agradeceu nas redes sociais a passagem pelo Gil Vicente, após ser cedido pelo Queens Park Rangers.

Hevertton Santos recorreu às redes sociais este sábado para se despedir do Gil Vicente. O lateral brasileiro, que representou o clube de Barcelos esta época por empréstimo do Queens Park Rangers, de Inglaterra, deixou uma mensagem emotiva de agradecimento aos Galos.

Eis a mensagem na íntegra:

«Obrigado Gil Vicente.

Chegou ao fim uma bela época, da qual tive o gosto de fazer parte.
Quero deixar o meu agradecimento ao clube, que desde o primeiro momento me fez sentir em casa, através de todos aqueles que dele fazem parte. Aos meus colegas pelos bons momentos partilhados, aos adeptos por todas as demonstrações de apoio e carinho semana após semana, e à equipa técnica assim a como a todo o staff por me terem tentado ajudar.
Procurei sempre desfrutar de cada momento em que vesti as cores do Gil, mas acima de tudo, fazer sempre o meu melhor seja em que circunstância fosse.

Uma vez mais obrigado, e desejo que todos tenham sucesso, principalmente o Gil Vicente.»

Oliveirense anuncia saída de Ricardo Silva do comando técnico

O treinador Ricardo Silva, de 43 anos, terminou a ligação à Oliveirense. O clube deixou uma mensagem de despedida e agradecimento.

A Oliveirense anunciou o fim da ligação com Ricardo Silva, que não irá comandar a equipa de Oliveira de Azeméis na próxima época na Liga 3. O treinador de 43 anos tinha assumido o cargo a 1 de março, estreando-se com um empate a zero na visita ao Paços de Ferreira, na 24ª. jornada da Segunda Liga.

Em comunicado, o clube enalteceu o profissionalismo, a dedicação e o compromisso do técnico e da sua equipa técnica ao serviço do clube, desejando-lhes o maior sucesso a nível pessoal e profissional.

Tondela procura novo treinador e já tem favorito para guiar clube na Segunda Liga

O Tondela procura um novo treinador. Gonçalo Feio não vai continuar nos auriverdes e Miguel Moita é a opção mais forte.

O Tondela e Gonçalo Feio chegaram a acordo e vão seguir caminhos separados, como avançou o Bola na Rede em exclusivo. O foco dos auriverdes passa agora por encontrar um novo treinador e já há um favorito.

De acordo com o jornal O Jogo, Miguel Moita é uma opção forte na mesa dos auriverdes. O técnico guiou o Marítimo de volta à Primeira Liga, mas não liderará o destino dos madeirenses na prova.

O Tondela desceu à Segunda Liga e, na próxima temporada, terá o objetivo de regressar ao principal escalão do futebol português. O clube de Viseu teve três treinadores na época: Ivo Vieira, Cristiano Bacci e Gonçalo Feio.

Miguel Moita Marítimo
Fonte: Pedro Figueira/Bola na Rede

Lara Perruca renova com o FC Porto e prepara a estreia na Primeira Liga Feminina

A avançada Lara Perruca, de 22 anos, prolonga o vínculo com o FC Porto após uma primeira época de destaque, com 11 golos e três assistências.

Lara Perruca vai continuar no FC Porto. A avançada portuguesa, de 22 anos, renovou contrato com o clube portista apenas dez meses após a sua chegada, vinda do Estoril, irá agora competir na Primeira Liga Feminina, escalão onde já tem experiência.

Na época de estreia de dragão ao peito, a jovem internacional foi uma peça fundamental na conquista do título da Segunda Liga Feminina e na subida ao principal escalão de futebol feminino português, somando 11 golos e três assistências em 27 jogos. As boas exibições valeram-lhe ainda chamadas à seleção nacional sub-23, para jogos de preparação frente a Itália e à Chéquia em março e para o torneio de Pinatgar em Abril.

Lara Perruca, formou-se na AD Geração de Génios e no FC Ferreiras tendo já no currículo duas subidas de divisão, a primeira com o Racing Power e a segunda com o Estoril Praia.

Final da Taça de Portugal: Benfica, Braga e Famalicão torcem pelo Sporting e Sporting apoia Aston Villa

Não serão só o Sporting e o Torreense a estar de olho na final da Taça de Portugal. Benfica, Braga e Famalicão de olho no jogo.

A final da Taça de Portugal vai decidir o vencedor da Prova-Rainha. O Sporting e o Torreense defrontam-se no Jamor, num jogo que terá implicações no título, mas também na próxima temporada.

A torcer pelo Sporting estarão o Benfica, o Braga e o Famalicão, devido à próxima época europeia. Caso seja o Sporting a vencer a Taça de Portugal, o Benfica tem entrada direta na Europa League, o Braga irá à 2.ª pré-eliminatória da Europa League e o Famalicão à 2.ª pré-eliminatória da Conference League.

No entanto, caso seja o Torreense a vencer a Taça de Portugal, as contas mudam. É o Torreense quem entra diretamente na fase de liga da Europa League, ficando o Benfica na 2.ª pré-eliminatória da Europa League e o Braga na 2.ª pré-eliminatória da Conference League. O Famalicão ficaria fora das competições europeias.

Em simultâneo, o Sporting estará com dois olhos no Jamor, mas com um ouvido em Inglaterra. Caso o Liverpool vença o Brentford e o Aston Villa perca com o Manchester City, os leões terão de disputar pré-eliminatórias para ir à Champions League. Em qualquer outra conjugação de resultados, terão acesso direto à fase de liga da prova. Os jogos começam às 16h, pelo que terminaram por volta

O Sporting x Torreense joga-se este domingo, 24 de maio, a partir das 17h15. Lê a antevisão da final.

Sporting Jogadores
Fonte: Edmilson Monteiro / Bola na Rede

Luciano Spalletti define futuro na Juventus e garante: «Quero construir um projeto importante e não me vou demitir»

Luciano Spalletti destacou estar focado no comando técnico da Juventus e garantiu que não vai apresentar a demissão.

Luciano Spalletti abordou o seu futuro no comando técnico da Juventus na conferência de antevisão à última jornada da Serie A. O técnico italiano deixou a garantia de que não se vai demitir e pretende construir um projeto com a vecchia signora:

«Não me vou demitir. Quero construir um projeto importante aqui na Juventus, com ou sem Champions League. Não vai depender de nada. Planear significa olhar para além do resultado. Nunca me passou pela cabeça apresentar a demissão».

A Juventus ocupa atualmente o sexto lugar da Serie A e continua na luta pelos lugares de acesso à Champions League.

Podcast À Prova de Bola #29 – A convocatória de Portugal para o Mundial 2026

HORA DO EPISÓDIO NÚMERO 29 DO PODCAST “À PROVA DE BOLA” SOBRE ATUALIDADE

No novo episódio do “À Prova de Bola” analisámos a lista oficial de convocados de Roberto Martínez para o Mundial 2026: as surpresas, as ausências e as diferentes opções que Portugal terá ao longo da competição.

Os comentários são do Ailton Ricardo Pereira e do Mário Cagica.

Ouve em baixo o vigésimo-oitavo, o teu podcast sobre atualidade do Bola na Rede:

Além do À Prova de Bola, os podcasts do Bola na Rede estão disponíveis nas mais diferentes plataformas e procuram dar-te um pouco de tudo sobre o mundo do desporto em geral. Atualmente, temos para te oferecer os seguintes conteúdos:

Ouve já os nossos podcasts nas plataformas habituais:

José Mourinho ainda não comunicou ao Benfica intenção de sair e atrasa processo encarnado quanto ao futuro treinador

José Mourinho ainda não tem definido o futuro e as eleições para o Real Madrid atrasam o processo. Benfica tem problema em mãos.

O contrato de José Mourinho com o Benfica tem uma cláusula de rescisão mais baixa que expira já esta terça-feira, 26 de maio. De acordo com o jornal O Jogo, o processo está num impasse.

O treinador ainda não comunicou ao Benfica a intenção de sair e o Real Madrid também não fez uma oferta concreta. O processo de eleições e a entrada em cena de Enrique Riquelme, que pode não querer José Mourinho nos merengues, atrasam o dossier.

Como consequência, também o processo de escolha do novo treinador do Benfica fica pendente. Marco Silva é o nome escolhido pela direção encarnada, mas a incerteza associada ao futuro de José Mourinho e o fim de época na Premier League – a competição termina este domingo, 24 de maio – ainda não fizeram o negócio avançar.

José Mourinho
Fonte: Pedro Barrelas / Bola na Rede

Andebol: Sporting x Benfica – Hegemonia leonina mais do que validada

O Sporting já tinha garantido o tricampeonato nacional antes deste dérbi frente ao Benfica. O título estava conquistado, a superioridade ao longo da época estava confirmada e os leões entraram em campo sem a pressão classificativa que normalmente marca um clássico. Ainda assim, jogaram no Pavilhão João Rocha, como se o campeonato estivesse em disputa, na última jornada da fase de apuramento de campeão.

E talvez isso diga tudo sobre esta equipa. O 34-22 final não foi apenas uma vitória confortável. Foi uma demonstração brutal de intensidade, compromisso competitivo e maturidade coletiva. O Sporting transformou um dérbi historicamente equilibrado num jogo praticamente resolvido cedo, sem nunca baixar o ritmo e sem oferecer qualquer possibilidade real de reação ao Benfica.

Num jogo destes, seria natural procurar um herói individual. O melhor marcador, o jogador decisivo, o maior destaque do dérbi. Contudo, a verdade é que este Sporting venceu exatamente pelo contrário: porque funcionou como um bloco compacto, quase mecânico, onde tudo parece acontecer com naturalidade. Ainda assim, houve uma figura que simbolizou melhor do que ninguém a diferença entre as equipas: André Kristensen.

O guarda-redes leonino voltou a ser determinante e acabou por representar o muro emocional que o Benfica nunca conseguiu ultrapassar. Em vários momentos da partida, especialmente quando o rival tentava aproximar-se ou recuperar confiança, Kristensen apareceu com defesas decisivas que quebraram completamente o ímpeto encarnado. Num dérbi, isso vale tanto como marcar golos.

E esse talvez tenha sido o maior símbolo da época do Sporting: uma equipa segura, confiante e extremamente confortável nos grandes momentos.

O Benfica nunca conseguiu acompanhar verdadeiramente a intensidade do campeão nacional. Houve demasiados erros ofensivos, dificuldades claras perante a agressividade defensiva leonina e uma sensação permanente de desconforto perante o ritmo imposto pelo Sporting. À medida que o resultado crescia, o dérbi foi perdendo equilíbrio e ganhando contornos quase simbólicos da diferença atual entre os dois projetos.

Porque perder um clássico por 12 golos não acontece apenas por causa de um mau dia. Acontece quando uma equipa está num nível competitivo superior e os leões estão. Com isto, o Porto aproveitou para ultrapassar as águias que voltam a não conseguir ultrapassar os rivais, caindo para o lugar mais baixo do pódio.

O tricampeonato já estava garantido. No entanto, faltava fechar a época com uma última afirmação diante do rival histórico. Faltava mostrar que o título não tinha sido apenas uma questão de regularidade — era também uma questão de domínio. O dérbi respondeu a isso sem margem para dúvidas. Falta jogar a final da taça, mas os leões partem como favoritos para dobradinha.

Antevisão Roland Garros: Jannik Sinner tem caminho livre para fazer história?

A cidade de Paris volta a ser o centro das atenções dos fãs de ténis, porque está prestes a arrancar a 125.ª edição do Roland Garros. Entre os dias 24 de maio e 7 de junho, os melhores tenistas da atualidade vão procurar conquistar um título histórico. Um título que não será defendido pelo seu atual detentor. Carlos Alcaraz lesionou-se no pulso direito durante o torneio de Barcelona e não estará apto para competir o segundo Grand Slam da temporada. Assim, abrem-se as portas para Jannik Sinner, Novak Djokovic e Alexander Zverev. Sem esquecer os portugueses, que pretendem continuar a fazer história.

O sorteio já está definido e podemos esperar jogos de alta qualidade, com os favoritos a não terem um caminho nada fácil até à final. Sinner e Djokovic só se podem encontrar na final. O sérvio poderá cruzar-se com João Fonseca, Alex de Minaur e Alexander Zverev. Já o número três mundial é, entre os cabeças de série, quem tem o caminho mais acessível. Em relação aos portugueses, Nuno Borges terá um início complicado, enquanto Jaime Faria ainda não conhece o adversário, tendo de esperar pela conclusão da fase prévia. Entre os 17 possíveis oponentes, encontra-se um tenista do Top 10 e seis cabeças de série.

Jannik Sinner é o principal candidato à conquista do troféu, devido à excelente temporada que está a realizar. O transalpino não teve um início fácil, não conseguiu revalidar o Open da Austrália, ao ser eliminado por Djokovic nas meias-finais, e no ATP 500 de Doha foi afastado por Jakub Mensik. Desde então, nunca mais soube o sabor da derrota e já conquistou os Masters de Indian Wells, Miami, Monte-Carlo, Madrid e Roma, tornando-se o primeiro tenista da história a conquistar cinco Masters 1000 consecutivos na mesma época.

Sinner tem tudo para conquistar o tão ambicionado Career Grand Slam. O tenista de San Candido estreia-se contra o wild card francês Clément Tabur e, caso ultrapasse esse obstáculo, seguirá para um duelo com Jacob Fearnley ou Juan Manuel Cerundolo. O primeiro cabeça de série que poderá enfrentar é Corentin Moutet, mas é a partir dos oitavos de final que o cenário começa a complicar-se. Caso o favoritismo se confirme, Luciano Darderi, Ben Shelton e Alexander Bublik podem tornar-se entraves para o número um do ranking.

Quem terá uma estreia traiçoeira é Novak Djokovic. Com 39 anos, o sérvio inicia Roland Garros frente a Giovanni Mpetshi Perricard. O tenista francês é um excelente servidor e promete ser uma verdadeira dor de cabeça para Nole. Na terceira ronda, o prodígio brasileiro João Fonseca é um dos possíveis adversários e, nos oitavos, poderá haver um duelo de grande qualidade contra Casper Ruud. Na fase seguinte, Alex de Minaur ou Andrey Rublev são os principais candidatos a enfrentar o sérvio. Djokovic procura o seu 25.º Grand Slam da carreira, um feito que ainda ninguém conseguiu.

Enquanto, Djokovic procura pelo 25.º Grand Slam, Alexander Zverev está em busca do primeiro título de um Major. O alemão não chega a uma final de um Grand Slam desde o Open da Austrália do ano passado e foi finalista vencido em Roland Garros em 2024. A caminhada de Zverev começa frente a Benjamin Bonzi e, em caso de vitória, segue-se Tomas Machac e Zizou Bergs. Nos oitavos de final, o nome mais sonante é o do jovem Arthur Fils e, nos quartos de final, existem várias possibilidades entre elas Taylor Fritz, Rafael Nadal e Jiri Lehecka. Quem poderá separá-lo da final é nada mais e nada menos do que Novak Djokovic.

Quanto aos portugueses, Nuno Borges enfrenta na estreia um cabeça de série, mas é um adversário de boa memória. O argentino Tomas Etcheverry, 25.º no ranking ATP, será o primeiro a medir forças com o maiato, que já o derrotou esta época no ATP 500 de Barcelona. Jaime Faria, pelo segundo ano consecutivo, volta a marcar presença no quadro principal de Roland Garros. O português na qualificação afastou Grigor Dimitrov, Colton Smith e Lukas Neumayer. Infelizmente, Frederico Silva e Henrique Rocha não conseguiram juntar-se aos compatriotas, ao serem eliminados por Federico Gómez e Borna Gojo, respetivamente.

Esta edição tem tudo para ser um torneio épico, mesmo sem o campeão em título. O sorteio aumentou ainda mais as expetativas, com possíveis grandes duelos nas fases mais avançadas, mas já na primeira ronda existem encontros que merecem muita atenção, porque poderão surgir surpresas inesperadas. Sem Alcaraz, a pressão recai em Jannik Sinner, que tem uma oportunidade de ouro para fazer história e cimentar o seu domínio no mundo do ténis. Sem dúvida, é a minha principal aposta para vencer o Open de França.