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Vasco Seabra reage ao final da temporada no Arouca

O treinador Vasco Seabra despede-se da época com uma mensagem nas redes sociais, sobre a temporada do Arouca.

Vasco Seabra, deixou uma mensagem nas redes sociais a reagir ao final da temporada no Arouca. O treinador português, de 42 anos, orientou o clube por mais uma época na Primeira Liga, terminando na oitava posição da tabela classificativa com 42 pontos.

Eis a mensagem na íntegra:

«A época termina com a sensação clara de crescimento. Nem tudo foi fácil. Houve momentos duros, dúvidas, derrotas e necessidade de reagir. Mas houve sempre algo que o grupo nunca perdeu: compromisso, coragem e vontade de crescer. Terminamos em 8.º lugar, depois de uma segunda volta muito forte, construída com trabalho diário, espírito de equipa e uma identidade cada vez mais clara.
Orgulhoso da evolução coletiva. Orgulhoso da forma como competimos. Orgulhoso das pessoas que fizeram parte deste caminho.
Obrigado a todos os jogadores, staff, direção e adeptos pelo apoio e pela confiança ao longo da época. Agora é tempo de recuperar, refletir e preparar a próxima temporada.»

Francisco Conceição e Diogo Dalot reagem à convocatória: «Jogar no Mundial é o ponto mais alto de qualquer futebolista»

Francisco Conceição e Diogo Dalot estão felizes por estarem entre os convocados de Roberto Martínez para o Mundial 2026. Eis o que disseram.

Francisco Conceição e Diogo Dalot estão entre os convocados de Roberto Martínez para o Mundial 2026 e já reagiram. Em declarações prestadas, o extremo da Juventus, que vai pela primeira vez a um Campeonato do Mundo, mostrou-se muito feliz pela chamada:

«É um sonho de menino que se torna realidade. Desde que comecei a jogar futebol que imaginava como seria jogar por Portugal num mundial, e agora esse dia está prestes a chegar. Não podia estar mais feliz por poder representar o meu país no maior palco do futebol, e serei mais um a lutar em campo por todos os portugueses».

Já Diogo Dalot, lateral direito que esteve no Mundial 2022, também realçou o orgulho em estar presente na respetiva lista:

«É um grande orgulho fazer parte pela segunda vez do grupo que vai defender as cores de Portugal no campeonato do mundo. Jogar um mundial é o ponto mais alto da carreira de qualquer futebolista, e depois de uma época muito positiva onde ajudei o Manchester United a voltar à Liga dos Campeões e ao top 3 da Premier League, sinto-me física e mentalmente num excelente momento para ajudar a nossa seleção a tentar dar uma grande alegria a todos os portugueses».

Francisco Conceição, Juventus
Fonte: Juventus
Diogo Dalot, Manchester United
Fonte: Manchester United

Ucrânia nomeia primeiro selecionador estrangeiro

O italiano Andrea Maldera, assume o cargo de selecionador da Ucrânia, seleção que conta com os jogadores Trubin e Sudakov.

A Ucrânia tem um novo selecionador e pela primeira vez na sua história, trata-se de um estrangeiro. O italiano Andrea Maldera foi oficialmente nomeado para o cargo, sucedendo a Serhiy Rebrov, que saiu em abril após a equipa falhar a qualificação para o Mundial 2026.

Maldera chega com um currículo construído sobretudo como adjunto. Trabalhou ao lado de Robert De Zerbi no Brighton e no Marselha, tem ainda um vínculo especial com a seleção ucraniana, tendo sido adjunto de Andriy Shevchenko durante cinco anos. Shevchenko é atualmente o presidente da federação ucraniana de futebol, foi quem explicou publicamente a escolha do novo técnico. Esta será a primeira experiência de Maldera como treinador principal de uma equipa sénior.

O novo selecionador terá sob o seu comando os jogadores do Benfica, Anatoliy Trubin e Georgiy Sudakov.

Nuno Capucho deixa o comando técnico do Varzim

O treinador do Varzim Nuno Capucho, chega a acordo com o clube para a rescisão após a equipa falhar o objetivo de subida à Liga 3.

O Varzim anunciou a saída de Nuno Capucho do comando técnico, um dia após a final da fase de subida a Liga 3. A equipa da Póvoa de Varzim terminou a prova no sexto lugar, ficando aquém do objetivo de regressar ao segundo escalão de futebol português.

Perante este cenário, o clube e o treinador chegaram a acordo para o fim da ligação. Em comunicado, o Varzim enalteceu o profissionalismo, a dedicação e o sentido de responsabilidade de Capucho ao longo da sua passagem pelo clube, desejando-lhe as maiores felicidades a nível pessoal e profissional.

José Mourinho esteve no Seixal durante esta terça-feira

José Mourinho esteve presente no Seixal durante esta terça-feira, continuando ao serviço do Benfica, ainda que esteja a ser apontado ao Real Madrid.

José Mourinho esteve presente esta terça-feira no Seixal, de maneira a continuar a trabalhar ao serviço do Benfica, com quem ainda tem contrato. O técnico chegou ao centro de treinos por volta das 11 horas, mas não prestou qualquer tipo de declarações aos jornalistas.

O Benfica já não tem mais nenhum jogo esta época, mas a equipa técnica dos encarnados continua a apresentar-se todos os dias, porque os elementos ainda têm contrato, apesar do Real Madrid querer contratar José Mourinho e os seus ajudantes.

A oficialização de um eventual acordo entre o treinador e os merengues não será feita durante esta semana, mas apenas quando o Real Madrid finalize a La Liga. Falta uma jornada para a prova terminar.

Roberto Martínez recusa o rótulo de favorito: «Não o somos»

Roberto Martínez falou com os jornalistas durante a tarde desta terça-feira, para abordar os convocados de Portugal para o Mundial 2026.

Roberto Martínez divulgou esta terça-feira a lista de convocados de Portugal para o Mundial 2026. O técnico respondeu a algumas perguntas na Cidade do Futebol. O selecionador recusou assumir que a seleção é uma das favoritas a vencer a competição:

«O Mundial não é só jogar bem. Só uma seleção que já ganhou o Mundial pode ser considerada favorita. Candidato é uma melhor palavra. Vencemos a Liga das Nações, temos talento no nosso grupo. Isso merece que sonhemos. Mas não somos favoritos».

Podes ver todas as respostas dadas por Roberto Martínez.

Roberto Martínez responde a António Salvador: «Eu tenho a capacidade de ser neutral»

Roberto Martínez falou com os jornalistas durante a tarde desta terça-feira, para abordar os convocados de Portugal para o Mundial 2026.

Roberto Martínez divulgou esta terça-feira a lista de convocados de Portugal para o Mundial 2026. O técnico respondeu a algumas perguntas na Cidade do Futebol. O selecionador respondeu a António Salvador, que criticou a não chamada de Ricardo Horta:

«Respeito todos os presidentes. É normal. Eu tenho a capacidade de ser neutral e tomar decisões que são difíceis. É um processo, não são decisões emotivas, são sim intuitivas. Falámos que precisamos de continuidade e de automatismos, mas precisamos de ter a porta aberta a sangue novo e criar o equilíbrio. O Samu Costa trouxe isso em março, adorei a sua energia. É um 8, mas muito dinâmica, um médio área a área. Ajusta-se ao que precisamos».

Podes ver todas as respostas dadas por Roberto Martínez.

Portugal: Análise à convocatória de Roberto Martínez para o Mundial 2026

Costuma-se dizer que todos os adeptos fervorosos das suas seleções nacionais têm dentro de si um seleccionador. O futebol é um desporto muito emocional e que desperta muitas paixões, e é difícil pensar num momento que gera mais expectativa e ansiedade, do que o que antecede a convocatória do seleccionador nacional para a fase final de um Mundial, a competição em que todos os jogadores querem estar presentes.

A convocatória de Roberto Martínez de Portugal acaba de ser divulgada, e a verdade é que, mais do que os nomes escolhidos, o grande tema volta a ser perceber qual é verdadeiramente o caminho da Seleção Nacional nesta fase do ciclo.

Porque Portugal continua a viver uma espécie de paradoxo: tem uma das gerações mais talentosas da sua história… mas ainda sem uma identidade coletiva totalmente consolidada sob o comando do técnico espanhol.

Portugal tem um plantel valiosíssimo que tem legítimas aspirações a marcar presença na final de 19 de Julho? Sim, tem. Mas quantos foram os jogos em que a equipa se exibiu de acordo com o seu potencial? Foram raríssimos durante este período em que Roberto Martínez está ao leme da nossa selecção.

É certo que Portugal ganhou a última edição da Liga das Nações, mas estamos a falar numa competição muito específica, num contexto de final four, e nada comparável com a intensidade e motivação com que os jogadores disputam um Mundial.

A única grande competição na qual Roberto Martínez comandou a nossa seleção, foi no Euro 2024, onde por muito pouco não fomos eliminados pela Eslovénia no jogo dos oitavos-de-final, tendo sucumbido em seguida aos pés de uma França, que sem ser brilhante, acabou por ser mais eficaz no desempate por grandes penalidades.

E uma das chaves dessa eliminação prendeu-se com a deficiente gestão do esforço de Cristiano Ronaldo, jogador icónico e o melhor jogador português de todos os tempos, mas cuja utilização deverá sempre respeitar a um cuidado enquadramento colectivo, principalmente porque vai disputar o seu 6º Mundial (caso inédito na história do futebol mundial, à espera das mais que prováveis convocatórias de Guillermo Ochoa e Lionel Messi para representarem México e Argentina respectivamente) com mais de 41 anos, mas já não sendo o melhor jogador desta seleção.

E não há que ter pejo em admiti-lo. Devido ao talento que abunda nesta equipa, já deixou de ser há muito tempo “Cristiano e mais 10”. Vitinha, Bruno Fernandes, João Neves, Bernardo Silva, Nuno Mendes, entre outros, merecem ter o destaque e protagonismo que o seu atual momento de forma assim o exige. E esse será provavelmente o principal ponto de análise desta convocatória.

Martínez tem mostrado uma clara tendência para manter um núcleo duro muito estável, valorizando dinâmicas, confiança e conhecimento do modelo. Mas começa igualmente a sentir-se uma pressão crescente para acelerar a renovação em algumas posições.

Há jogadores cuja presença parece praticamente obrigatória pelo rendimento atual. Outros continuam a beneficiar claramente de estatuto acumulado ao longo dos anos, mesmo quando o momento competitivo já não parece tão forte.

E é precisamente aí que poderá surgir polémica. Uma das grandes discussões em torno de Roberto Martínez continua a ser a gestão dos jogadores mais experientes. Até que ponto o selecionador estará disposto a abdicar de nomes históricos em prol do coletivo? E até que ponto a hierarquia pesará mais do que o rendimento atual?

Portugal possui hoje várias posições onde a concorrência aumentou brutalmente: médios ofensivos, extremos, laterais, avançados móveis, todos eles dos melhores do mundo (se não os melhores) nas suas posições.

E isso inevitavelmente obriga a decisões difíceis. Porque já não basta convocar apenas pelo nome. Numa análise global à convocatória de Roberto Martínez, ficamos com a ideia de que teremos um grupo equilibrado e homogéneo, em busca do grande objetivo.

Na lista de 27 +1 (o malogrado Diogo Jota não estando presente fisicamente, estará sempre no espírito de todos os jogadores e staff da seleção), saltam à vista os nomes de Samu Costa (apesar de ter sido incluído em diversas convocatórias), a inclusão de um quarto guarda-redes (Ricardo Velho), assim como as convocatórias de Gonçalo Guedes e de Nélson Semedo. 

No caso do avançado português, fez uma época sensacional na Real Sociedad, pelo que não é assim tão surpreendente a sua chamada.

As ausências de Ricardo Horta, de Mateus Fernandes e de Paulinho (todos eles tendo realizado grandes épocas ao serviço dos seus clubes), não deixam de ser igualmente sonantes. O mesmo não se pode dizer de João Palhinha, Pedro Gonçalves e António Silva, que fizeram temporadas de rendimento muito baixo.

Outro ponto particularmente interessante será perceber que pistas tácticas esta lista poderá oferecer.

Esta convocatória acaba por denunciar aquilo que Martínez pretende para os próximos jogos. A presença de laterais mais ofensivos (Matheus Nunes e João Cancelo) na convocatória, médios de equilíbrio ou avançados mais móveis pode dizer muito sobre a ideia de jogo que pretende implementar nesta fase.

Também mantém a sua espinha dorsal com Diogo Costa, Nélson Semedo, Rúben Dias, Rúben Neves, Bernardo Silva, Bruno Fernandes e Cristiano Ronaldo, a constarem daquele grupo de soldados do selecionador português.

Portugal integrará o grupo K, ao lado de Colômbia, Uzbequistão e República Democrática do Congo. Tendo em conta que se apuram os primeiros dois classificados e ainda há espaço para os oito melhores terceiros classificados (num Mundial inédito de 48 seleções), é importante que Roberto Martínez aproveite os jogos da fase de grupos para começar a construir uma identidade sólida e uma dinâmica ofensiva que permita a equipa ganhar confiança.

Esta equipa precisa de impor o seu jogo, e não de especular com o mesmo. É quase um crime de “lesa pátria” não tomar a iniciativa com este leque de jogadores. O equilíbrio defensivo será fundamental, mas a nossa maior qualidade será sempre no processo ofensivo, onde temos jogadores que podem desequilibrar qualquer jogo a qualquer momento. 


Casos de Rafael Leão, João Félix, Francisco Conceição, Francisco Trincão, Bernardo Silva, Gonçalo Guedes e Cristiano Ronaldo, entre outros, são sintomáticos do que podemos produzir nesse momento do jogo.

Portugal atravessa um momento particularmente fértil em termos individuais, sobretudo na Liga Portugal e em campeonatos periféricos europeus. E Martínez sabe que também precisa de criar competitividade interna dentro do grupo.

Além disso, há jogadores que chegam claramente em melhor momento do que alguns habituais convocados. E ignorar completamente o rendimento atual poderá começar a tornar-se difícil de justificar, num torneio destas características, e com uma carga elevada de jogos num curto espaço de tempo.

Mais do que preparar apenas os próximos jogos, esta convocatória começa a revelar algo mais importante: qual será a verdadeira cara de Portugal nesta competição. Porque talento nunca faltou à Seleção Nacional.

O verdadeiro desafio de Roberto Martínez continua a ser outro:  transformar uma soma impressionante de individualidades numa equipa verdadeiramente dominante nos momentos decisivos, e que todos se unam em função de um mesmo objetivo. 

Independentemente de estarmos mais ou menos de acordo com as escolhas do nosso selecionador, a 17 de Junho (no primeiro jogo contra o Congo), teremos de estar todos no mesmo barco e remar para que a maré nos corra de feição e consigamos trazer o tão desejado caneco para Portugal.

Roberto Martínez justifica convocatória de Ricardo Velho com as leis do Mundial 2026

Roberto Martínez falou com os jornalistas durante a tarde desta terça-feira, para abordar os convocados de Portugal para o Mundial 2026.

Roberto Martínez divulgou esta terça-feira a lista de convocados de Portugal para o Mundial 2026. O técnico respondeu a algumas perguntas na Cidade do Futebol. O selecionador explicou a convocatória de Ricardo Velho, justificando que durante o torneio só pode mexer na lista em caso de lesões de guarda-redes:

«Os adeptos de Portugal pode esperar um grupo comprometido, preparado para lutar e dar tudo com muito orgulho. Não deixamos ninguém fora. São 27 jogadores. O torneio é complexo, há temperatura, relvados complexos. Precisamos de mais do que dois jogadores em certas posições. Depois há vários jogadores que podem fazer mais do que uma posição. O Horta, o Mora e o Pote fizeram boas temporadas, mas temos quatro jogadores para essas posições. Por fora temos outras alternativas. Não há espaço para mais. Falei com o Ricardo Velho e ele sabe que é o quarto guarda-redes. As regras são que só o guarda-redes podemos substituir por outro durante o torneio».

Podes ver todas as respostas dadas por Roberto Martínez.

Roberto Martínez e a ausência de António Silva: «Se houver uma lesão…»

Roberto Martínez falou com os jornalistas durante a tarde desta terça-feira, para abordar os convocados de Portugal para o Mundial 2026.

Roberto Martínez divulgou esta terça-feira a lista de convocados de Portugal para o Mundial 2026. O técnico respondeu a algumas perguntas na Cidade do Futebol. O selecionador falou sobre a ausência de António Silva da lista:

«Dizer que é um dia triste. Precisamos de deixar jogadores que queríamos muito levar de fora. só podemos levar 27 jogadores. Por outro lado é um dia entusiasmante, é o início. Temos de lutar contra a história. Queremos fazer o que ainda não foi feito. Os jogadores foram escolhidos depois de um processo com muito trabalho. Eu gostava que compreendessem que todos os jogadores que estiveram na caminhada para o apuramento fazem parte do grupo. Há alguns que ficam de fora porque há outros que estão melhor colocados. O António Silva, temos cinco centrais, em março precisámos de escolher. São as valências entre eles. O Congo é um adversário diferente. A escolha foi o Tomás Araújo, não que saia um jogador. Se houver uma lesão, o António entra. Para o terceiro ponta de lança procurámos um jogador mais parecido ao nosso Diogo Jota. O Gonçalo Guedes é o terceiro atacante, tem flexibilidade, pode jogar por fora e por dentro. O Paulinho é um jogador que pode fazer o perfil do Cristiano e do Gonçalo, mas aqui queríamos um jogador mais variado».

Podes ver todas as respostas dadas por Roberto Martínez.

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