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Salvador Blopa despede-se de João Gião: «Muito mais do que um treinador»

Salvador Blopa deixou uma mensagem emotiva de despedida a João Gião e agradeceu ao técnico que vai treinar o CD Nacional.

Num momento de despedida, Salvador Blopa deixou uma mensagem de agradecimento a João Gião e sublinhou a importância do treinador no seu crescimento ao longo dos últimos dois anos ao serviço do Sporting. O jovem ala destacou a relação próxima construída entre ambos e desejou sucesso ao técnico na nova etapa da carreira no CD Nacional.

«É um dia difícil porque chega o momento de nos despedirmos. Quero agradecer-lhe por tudo o que fez por mim nestes dois anos. Foi muito mais do que um treinador. Foi também um conselheiro e alguém que acreditou em mim desde o primeiro dia, mesmo quando eu próprio duvidava. Obrigado por cada ensinamento, por cada conversa, por cada incentivo e por nunca deixar de confiar em mim. Desejo-lhe todo o sucesso do mundo nesta nova etapa. Boa sorte para o que aí vem», desejou nas redes sociais.

Sob o comando de João Gião, Salvador Blopa disputou 26 jogos, marcou dois golos e fez duas assistências.

Arsenal invicto na Champions League não consegue conquistar o troféu

Os Gunners não sofreram derrotas nesta liga dos Campeões. O PSG venceu o Arsenal nas grandes penalidades e conquistou a Champions League.

O Arsenal não perdeu nenhum jogo nesta edição da Champions League, no entanto, e mesmo com este feito, os gunners não conseguiram conquistar o troféu.

A caminhada do Arsenal nesta Champions League foi feita sem derrotas e pela frente encontrou: Athletic Bilbau, seguindo-se o Olympiacos, o Atlético de Madrid, o Slavia de Praga, o Bayern de Munique, o Club Brugge, o Inter de Milão e o Kairat Almaty na fase de liga. Já na fase a eliminar, a equipa inglesa jogou contra o Bayer Leverkusen, o Sporting e, novamente, o Atlético de Madrid, terminando a sua caminhada na final diante do Paris Saint-Germain.

Recorde-se que, dentro de campo, o encontro terminou empatado por 1-1 depois dos golos de Kai Havertz (6′) e Ousmane Dembélé (65′). Nos penáltis, o PSG foi mais forte e venceu o Arsenal por 4-3.

Gonçalo Brandão lamenta novo ano do Belenenses na Liga 3: «Jogámos contra uma equipa com orçamento e jogadores de Primeira Liga e fomos melhores que o Farense»

Gonçalo Brandão já reagiu ao encontro entre o Belenenses e o Farense, relativo ao playoff de manutenção/promoção da Segunda Liga.

Gonçalo Brandão analisou o encontro entre o Belenenses e o Farense, relativo à segunda-mão do playoff de manutenção/promoção da Segunda Liga. O encontro terminou com um 0-0 e com tudo igual: Farense na Segunda Liga e Belenenses na Liga 3.

«Faltou o golo. Lutámos tudo, nada a apontar aos jogadores. Nalguns momentos, faltou definições no último terço e uma pontinha de sorte para o golo. Arriscámos, fizemos tudo. Não conseguimos e é futebol. Este playoff contra uma equipa que estava na Primeira Liga o ano passado, com orçamento e jogadores de Primeira Liga e não se notou a diferença. Tristes, chateados, mas de consciência tranquila. Na minha opinião, fomos melhores que o Farense».

«A ansiedade faz parte. No final, quisemos chegar de qualquer maneira, disse para chegarmos pelos corredores, com pés contrários. O Farense teve mérito em não sofrer».

«Passei uma mensagem de orgulho. Este grupo de homens quis fazer o que passámos e pedimos. Exigência alta e os jogadores estiveram sempre disponíveis. Tirando a primeira parte contra o Mafra, fomos melhores que todos os adversários. Conta a eficácia e continuamos na Liga 3».

«O meu objetivo é levar o clube à Segunda Liga. Vamos falar».

José Faria deixa recado a Casa Pia e Torreense e analisa playoff: «Tiraram-nos duas semanas de férias»

José Faria já reagiu ao encontro entre o Belenenses e o Farense, relativo ao playoff de manutenção/promoção da Segunda Liga.

José Faria analisou o encontro entre o Belenenses e o Farense, relativo à segunda-mão do playoff de manutenção/promoção da Segunda Liga. O encontro terminou com um 0-0 e com tudo igual: Farense na Segunda Liga e Belenenses na Liga 3.

«Sabíamos que era uma competição diferente do campeonato. Duas mãos, a eliminar, sabíamos da dimensão e qualidade do Belenenses. Não podemos esquecer que quem trabalha no Farense tem de estar no limite, com garra e determinação. Chegámos no último lugar e gradualmente fomos subindo. Nunca uma equipa tinha descido com 40 pontos. Tiraram-nos duas semanas de férias e tivemos de encaixar este playoff como vida ou morte. Assim o exige o peso histórico do clube».

«Fizemos o suficiente para sermos vencedores na eliminatória. Temos as melhores oportunidades na primeira mão. O Belenenses teve muitos treinadores, posse de bola e jogo associativo, mas em termos efetivos pouco sumo. Tínhamos de ser mais fortes nos duelos, transições e jogo de corredores. Sabíamos o jogo que o Belenenses iria fazer. Até aos 30 minutos dominámos, uma bola ao poste. Grande estádio, campo grande. O São Luís tem uma mística diferente».

«Gostem mais, gostem menos, não imaginava que o Farense conseguisse isto. O Farense vive-se, as pessoas em Faro são do Farense. O senhor de 70 anos que me faz a barba mete-me uma pressão intensa. Vive-se o futebol puro. Nos últimos anos, o clube sofreu e levou porrada. O adepto é emocional e quer ganhar sempre. Na hora da verdade, estiveram lá para nós. Mais de mil adeptos, não só de Faro. No Norte, Lisboa, onde for. Os olhos brilhavam com clubes como o Farense, históricos e ao mais alto nível. Respeito muito os clubes do playoff da Primeira Liga, mas o que vimos aqui. São clubes que têm de estar na primeira, Belenenses e Farense fazem falta».

«Próxima época? O importante é descansarmos e que os adeptos façam uma boa viagem. Depois refletir sobre o que fizemos mais ou menos bom. Projeto enorme. Muitos adeptos da formação, ADN de Farense, o futebol é um negócio, mas temos tanta qualidade em Portugal e na Liga 3. No scouting, tenho muita gente da Liga 3 e revelação. Sou um treinador à Farense, estou nas minhas cinco quintas. O presidente decide se continuo, da minha parte… Falamos de investidores, mas é um adepto do Farense como ninguém vive. Nunca vivenciei isto. Merece muito e todos os adeptos também. Boas férias a todos».

Luis Enrique atinge marca histórica ao vencer duas Champions League pelo PSG

Luís Enrique conquistou a sua terceira liga dos Campeões. O PSG venceu o Arsenal nas grandes penalidades e conquistou a Champions League.

Luis Enrique tem acumulado um vasto palmarés desde a sua chegada ao PSG em 2023. Na primeira temporada, o técnico espanhol conquistou a liga francesa, a Supertaça e a Taça de França e alcançou ainda as meias-finais da Liga dos Campeões. Na segunda época, revalidou a liga francesa, a Supertaça e a Taça, venceu a Champions League e chegou à final do Campeonato do Mundo de Clubes.

Na terceira temporada, a equipa parisiense garantiu a Supertaça Europeia, a Taça Intercontinental, a Supertaça Francesa, a liga francesa e uma nova Liga dos Campeões, caindo apenas nos oitavos de final da taça de França. Quando chegou ao clube, o PSG tinha disputado três meias-finais europeias em toda a sua história. Com a sua liderança, atingiu três meias-finais consecutivas, com um registo de duas qualificações e uma eliminação. Antes da sua chegada, o emblema francês tinha disputado apenas uma final em 53 anos. Agora, soma duas finais consecutivas e duas vitórias.

O treinador espanhol consolida assim este capítulo da sua vida ao serviço do PSG. O técnico não perde uma eliminatória da Liga dos Campeões há dois anos, desde a eliminação frente ao Dortmund, derrotando desde então equipas como Brest, Aston Villa, Inter, Mónaco, Chelsea, Bayern, e superando o Liverpool e o Arsenal por duas ocasiões.

Recorde-se que, dentro de campo, o encontro terminou empatado por 1-1 depois dos golos de Kai Havertz (6′) e Ousmane Dembélé (65′). Nos penáltis, o PSG foi mais forte e venceu o Arsenal por 4-3.

André Villas-Boas afasta cenário de investidores no FC Porto: «Não vejo acontecer uma situação semelhante à do Benfica»

André Villas-Boas não vê o FC Porto a seguir um cenário semelhante ao do Benfica no que toca à entrada de investidores externos na SAD.

André Villas-Boas rejeita que o FC Porto possa seguir um caminho semelhante ao do Benfica no que toca à entrada de investidores externos na estrutura acionista da SAD, defendendo que o clube se deve manter como uma entidade de associados e só admite mudanças caso exista um cenário de grave instabilidade financeira. Em entrevista ao jornal ECO, o presidente dos dragões sublinhou ainda que a realidade financeira atual do clube não justifica esse tipo de operação.

«O meu objetivo, enquanto presidente da Direção do FC Porto é manter o FC Porto enquanto clube de associados. Temos muito pouca parte do nosso capital que flutua na bolsa. O FC Porto é detentor de maior parte do seu capital e o resto está espalhado por portistas. Não vejo uma situação como aquela que aconteceu com o Benfica acontecer. Para isso, teria que haver um descalabro financeiro da sustentabilidade económica financeira, que nós conseguimos resolver no imediato», referiu.

O dirigente abordou ainda o contexto financeiro herdado em 2024 e referiu dificuldades iniciais de tesouraria. No entanto, garantiu que a situação foi rapidamente estabilizada com apoio de associados e uma reestruturação da dívida a longo prazo.

«O FC Porto, sobretudo numa primeira fase, apoiou-se em sócios do FC Porto, que emprestaram capital imediato para resolvermos dívida a curto prazo. Nós tínhamos 15 milhões de euros para pagar até ao final de maio, quando eu tomei posse, e a situação era alarmante. Fomos suportados por sócios do FC Porto, que foram muito generosos. Depois, fizemos a reestruturação da dívida sustentada num projeto a longo prazo, relacionado com o ticketing, os revenues comerciais do FC Porto, que nos permitiram levantar cerca de 180 milhões em dívida americana e permitiram ao FC Porto sobreviver, no fundo, e mandar os seus problemas mais prementes a 25 anos, permitindo a sua sustentabilidade financeira», explicou André Villas-Boas.

Vasco Vilaça vence Circuito Mundial de Triatlo e Ricardo Batista conquista o terceiro lugar

Vasco Vilaça venceu este sábado a etapa de Alghero, do Circuito Mundial de Triatlo. Ricardo Batista também subiu ao pódio.

O triatlo português voltou a estar em destaque este sábado com a grande prestação de Vasco Vilaça, que venceu a etapa de Alghero, na Sardenha, do Circuito Mundial de Triatlo. Ricardo Batista garantiu também um lugar no pódio ao terminar na terceira posição. A prova marcou ainda mais um resultado sólido da comitiva nacional, num circuito cada vez mais importante para a qualificação olímpica.

Vasco Vilaça, quinto classificado nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, completou a prova em 1:45.16 horas, e bateu o brasileiro Miguel Hidalgo por 19 segundos, enquanto Ricardo Batista fechou o pódio a 29 segundos do vencedor. Já João Nuno Batista também teve uma prestação positiva, terminando no sétimo lugar, a apenas 37 segundos do compatriota.

Com este triunfo, o atleta português soma a segunda vitória da temporada no Circuito Mundial, depois do sucesso em Samarcanda, no Uzbequistão, e reforça a sua posição entre os principais candidatos ao título mundial. Na competição feminina, Maria Tomé foi a melhor portuguesa em prova (20.º lugar), numa etapa que contou também para o ciclo de qualificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.

Sporting vai mesmo vender jogador e prepara-se para receber um total de 20 milhões de euros

Alisson Santos vai mesmo deixar o Sporting em definitivo. O Nápoles vai acionar a opção de compra pelo avançado brasileiro.

Alisson Santos vai continuar em definitivo no Nápoles. Apesar das mudanças de treinador – Antonio Conte vai dar lugar a Massimiliano Allegri -, o avançado brasileiro vai mesmo trocar o Sporting pelos italianos.

A transferência ficaria sempre selada com Antonio Conte, mas uma mensagem de Alisson Santos no final da época fez levantar algumas dúvidas que, segundo o jornal A Bola, estão dissipadas.

«Agradeço a Deus por tudo vivido até aqui, para mim é um sonho realizado poder ter vestido, jogado e vibrado com a ‘Maglia del Napoli’ onde fui muito bem recebido e acarinhado desde o primeiro dia», escreveu, recorde-se, o brasileiro depois do último jogo da época.

Ora, feitas as contas, o Sporting receberá um total de 20 milhões de euros com a venda de Alisson Santos, um valor repartido entre o empréstimo (3,5M€) e a opção de compra (16,5M€). Esta cláusula será acionada esta semana, avança a mesma fonte.

Depois de uma chegada impactante ao Sporting, Alisson Santos foi emprestado ao Nápoles em janeiro. Por terras italianas, o avançado de 23 anos fez 15 jogos nos quais marcou quatro golos.

Alisson Santos, Nápoles
Fonte: Nápoles

Désiré Doué avisa: «Vamos aproveitar primeiro e depois vamos trabalhar porque queremos mais»

Désiré Doué analisou a final da Champions League. PSG venceu Arsenal nos penáltis e é bicampeão continental.

Désiré Doué fez a análise da final da Champions League ganha pelos parisienses. Depois de um empate por 1-1 ao final dos 120 minutos, o PSG venceu o Arsenal por 4-3 nos penáltis e conquistou a prova pela segunda vez na sua história, ambas de forma consecutiva. O francês mostrou-se emocionado com o triunfo e garantiu que a ambição do coletivo continua intacta para o futuro.

Nas suas declarações, garantiu:

«É uma loucura, é uma loucura. Vamos aproveitar primeiro e depois vamos trabalhar, trabalhar novamente, porque queremos mais. Temos muita fome de vencer».

Désiré Doué jogou os 120 minutos da partida e ainda ficou responsável por marcar uma grande penalidade que acabou por converter e ajudar o PSG na conquista da sua segunda conquista da Champions League seguida.

Eis os 5 destaques do Belenenses 0-0 Farense

O Belenenses e o Farense enfrentaram-se na noite deste sábado, num encontro da segunda-mão do playoff da Segunda Liga.

O Belenenses e o Farense disputaram durante este sábado a última vaga da Segunda Liga, num encontro do playoff da segunda-mão da Segunda Liga. A partida terminou com um 0-0. Eis os destaques:

Ambiente no Restelo- O Restelo é uma das casas históricas do futebol português e encheu-se na esperança de ver o Belenenses de regresso ao futebol profissional. O apoio começou no aquecimento e foi recorrente durante os 90′, mesmo numa fase tardia, num último grito.

Guilherme Oliveira- Ainda que o Belenenses tenha assumido o controlo do jogo durante a primeira parte, o guarda-redes dos azuis contou com um papel importante, realizando uma enorme defesa nos primeiros 10 minutos, evitando que o Farense ganhasse vantagem.

Afonso Afonso- Um dos mais inconformados do lado do Belenenses, deambulando atrás do ponta de lança, criando boas oportunidades. Ao mesmo tempo, realizou boa combinações com os extremos, principalmente com Diogo Leitão.

Melhoria da dupla Yannick Semedo – Miguel Menino- A dupla do meio campo do Farense passou por algumas dificuldades durante a primeira parte, principalmente com o deambular de Afonso Afonso, mas no segundo tempo apresentaram-se mais seguros, encurtando e de que maneira os espaços para o adversário, até à saída do cabo-verdiano.

André Candeias- Pela esquerda mostrou-se sempre irrequieto, ainda que o Farense não conseguisse ter um volume ofensivo dantesco, bem pelo contrário. Autor do primeiro golo desta eliminatória, o extremo também apareceu na hora de defender e provocou problemas a Lucas.

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