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Bruno Abreu: «Pelo que vi hoje tenho a certeza de que o Nacional vai conseguir o objetivo da manutenção»

Bruno Abreu analisou o duelo da 5.ª jornada da Primeira Liga. Sporting e CD Nacional defrontaram-se no Estádio de Alvalade.

Bruno Abreu fez o rescaldo do encontro entre o Sporting e o CD Nacional. O duelo da quinta jornada da Primeira Liga terminou 2-0.

«Não foi o resultado que queríamos, trabalhámos para ter outro resultado. O Sporting é um candidato ao título e sabíamos da dificuldade, mas procurámos as nossas chances. O penálti desbloqueou o jogo. A equipa demonstrou que quis e tenho de estar orgulhoso com os jogadores. É um orgulho muito grande e foi uma experiência fantástica».

O técnico interino falou da mudança de treinador:

«É uma situação que não agrada a ninguém, mas quem anda no futebol sabe que estas situações acontecem. Queríamos motivar os jogadores, apresentando a melhor imagem possível. O foco foi preparar a equipa mentalmente para este jogo. Agora vai iniciar-se um novo ciclo. São três derrotas consecutivas, mas pelo que vi hoje tenho a certeza de que o Nacional vai conseguir o objetivo da manutenção».

Rui Borges: «Eu vejo o Luis Suárez a sorrir há muito tempo. Vocês criam essas novelas»

Rui Borges analisou o duelo da 5.ª jornada da Primeira Liga. Sporting e CD Nacional defrontaram-se no Estádio de Alvalade.

Rui Borges fez o rescaldo do encontro entre o Sporting e o CD Nacional. O duelo da quinta jornada da Primeira Liga terminou 2-0.

«É uma vitória que não merece contestação, controlámos do começo ao fim. Na primeira parte estivemos algo lentos.  Ameaçámos, mas fomos previsíveis. Ainda assim, controlámos o jogo, fizemos o 2-0 com coisas que tínhamos falado ao intervalo que poderiam surgir. A malta não desligou, criámos situações de finalização. Fico feliz pela atitude da equipa».

O treinador falou sobre as mexidas:

«É um jogo controlado, sem sofrer golos, quem entrou jogou bem. Estamos numa fase inicial e toda a gente conta. Toda a gente merece jogar. Optámos pelas substituições que fizemos e fico feliz pela resposta dada».

Rui Borges abordou o momento de Luis Suárez:

«Eu vejo o Luis Suárez a sorrir há muito tempo. Vocês criam essas novelas. Ele está bem, mostrou isso em campo. É um dos melhores jogadores do campeonato. Eu reajo com naturalidade ao interesse do mercado sobre ele. É normal que mexa com a cabeça de todos eles. Ele está focado e quer ajudar a equipa».

Por fim, confirmou que Ibrahima Ba está tocado:

«O Ba sofreu um toque depois do jogo contra o Alverca, apenas isso».

Sérgio Ferreira analisou a derrota do Alverca frente ao Braga: «Tem-nos faltado alguma assertividade e mais agressividade no último terço»

O Alverca recebeu o Braga num duelo a contar para a quinta jornada da Primeira Liga. Sérgio Ferreira fez a análise da partida em conferência de imprensa.

Sérgio Ferreira fez a análise, em conferência de imprensa, à derrota do Alverca sobre o Braga por 2-1.

Sobre a alteração tática na parte final (saída do habitual 3-4-3 para arriscar mais) e o que falhou nesse ajuste, respondeu:

«Passámos o nosso central esquerdo quase como se fosse o nosso extremo, o lateral como central com mais mobilidade e ficámos com um pendor mais ofensivo. Mantivemos a base estrutural, mas com algumas diferenças tendo em conta o que o jogo pedia. Procurámos tirar o máximo das características do Camará para empurrar a linha defensiva da equipa adversária para trás, o que nos permite gerar espaço entre linhas e, fundamentalmente, atacar as costas deles. Foi isso que fizemos. Estivemos mais perto, com diferentes registos, tivemos mais presença na área, procurámos rematar e explorar tanto a bola corrida como a bola parada. Acima de tudo, o que mudou foi a coragem e a forma como encarámos a segunda parte. Mais uma vez, faltou-nos o último toque, a última ação ofensiva e a decisão».

Sobre ser a terceira vez que a equipa perde uma vantagem após ter o jogo controlado, e o que tem faltado para segurar os resultados, respondeu:

«Basicamente, prende-se com os nossos princípios. Temos de ser muito consistentes a este nível e muito contínuos na forma como defendemos. A este nível não dá para parar, e qualquer momento em que possamos parar de correr é muito complicado. Quando algum jogador fica parado e sem fazer nada, torna-se muito difícil, e foi exatamente isso que aconteceu na segunda parte. A primeira parte foi um exemplo daquilo que é ser solidário; fomos uma equipa com um bloco muito solidário e que não deu grandes espaços ao Braga. Na segunda parte não podemos de forma alguma dar espaço a jogadores com a qualidade que eles têm, com capacidade de resolver situações de um contra um. Faltou-nos essa solidez e, mais uma vez, posicionamento. Essa quebra obrigou-nos a abrir buracos e a sofrer consequências. Sempre que mantemos o nosso plano, a nossa ideia e nos mantemos fiéis aos nossos princípios, a equipa consegue ser sólida e condicionar equipas muito fortes, como já foi o caso do FC Porto e do Braga».

Sobre as dificuldades em superar a pressão do Braga na primeira fase de construção durante a primeira parte, respondeu:

«Primeiramente, faltou ter o nosso posicionamento a partir de trás. A nossa lógica é que o jogo parte de trás para a frente, e é assim que temos de chegar à frente. Faltou-nos a capacidade de quebrar linhas, ou seja, atrair o Braga através da circulação de bola para a nossa esquerda para, por exemplo, voltar a quebrar para a direita. A partir do momento em que se consegue fazer isso, os médios movimentam-se bem e ganham espaço, mas muitas vezes a bola ficou presa. Na segunda parte, a equipa teve a coragem de olhar para dentro, de encontrar o segundo médio e o nosso interior do lado da bola. Conseguimos chegar de forma junta e compacta. Hoje, a outra equipa na primeira parte foi superior e conseguiu desmontar-nos. A segunda parte foi diferente, conseguimos nós desmontá-los e, mesmo com o cansaço a vir ao de cima por falta de energia, acabámos bem. Acabámos fiéis à nossa ideia e com sentido no último terço».

Sobre o balanço de cinco jogos sem vencer, mas com um calendário exigente contra candidatos do topo da tabela (e a perspetiva de ‘ver o copo meio cheio’), respondeu:

«Nós, enquanto treinadores, temos de perceber e aceitar de forma tranquila e sem preconceitos todo o tipo de visões que possam existir. Há quem valorize muito aquilo que a equipa tem feito e o que tem sido construído desde as primeiras jornadas, e nós encaramos todos os jogos da mesma maneira. Logicamente, sabemos que existem equipas mais poderosas e com mais argumentos, mas é perfeitamente claro que estamos aqui para vencer. O nosso desejo é pontuar, mas não vamos perder o nosso sentido nem a nossa identidade, porque acreditamos que este caminho nos vai aproximar mais das vitórias. Tem-nos faltado alguma assertividade e mais agressividade no último terço para finalizar, mas a equipa tem capacidade para chegar à frente e criar ocasiões de golo. Temos uma visão alargada e andamos aqui para os resultados, mas cientes de um processo importante a este nível».

Sobre a contratação do jovem talento Mateus França no fecho do mercado e o que ele pode acrescentar, respondeu:

«Sim, ele está cá exatamente para isso, para aportar a qualidade que tem. Chegou ontem e, portanto, traz uma mente muito fresca. Ainda tem de se entrosar e perceber o nosso processo, mas é um jogador de enorme qualidade que nos vai trazer muito individualmente. Terá também de assimilar os nossos conteúdos coletivos e sem bola, o que vai ao encontro da atitude, do desejo e da ambição que esta estrutura tem: reforçar a equipa com jogadores com talento e muita qualidade».

Zé Vítor: «O nosso trabalho é defender uma instituição e não um treinador ou outro»

Zé Vítor analisou o duelo da 5.ª jornada da Primeira Liga. Sporting e CD Nacional defrontaram-se no Estádio de Alvalade.

Zé Vítor fez o rescaldo do encontro entre o Sporting e o CD Nacional. O duelo da quinta jornada da Primeira Liga terminou 2-0.

«Eu acho que o penálti acabou por destravar o jogo. Sabíamos da qualidade do Sporting, principalmente a jogar em casa. O penálti mexeu com o jogo e nós não conseguimos um bom resultado. Temos de ser mais eficientes na frente. Eu acho que viemos com uma proposta de jogo que vínhamos na cabeça. Eles são uma equipa muito eficiente no primeiro tempo. O nosso trabalho é defender uma instituição e não um treinador ou outro. Ainda não falei com o novo técnico. Espero que nos traga felicidade».

Luis Suárez confirma acordo com candidato à presidência do Fenerbahçe: «Não vou dizer que não aconteceu. Admito que aconteceu, mas é passado»

Luis Suárez analisou o duelo da 5.ª jornada da Primeira Liga. Sporting e CD Nacional defrontaram-se no Estádio de Alvalade.

Luis Suárez fez o rescaldo do encontro entre o Sporting e o CD Nacional. O duelo da quinta jornada da Primeira Liga terminou 2-0.

«Eu acho que estou a trabalhar para voltar a encontrar-me da melhor maneira. Ajudei a equipa a ganhar e isso é o mais importante. É difícil para os jornalistas que queriam falar muito de mim, eu dediquei-me em procurar a minha melhor versão. Eu sempre sorrio, foi o que disse o mister. Estou no meu trabalho e no trabalho nem sempre sorris. É apenas isso. O presidente e o treinador já abordaram o tema. Estamos cansados de ver o que se diz de mim. Eu falo dentro de campo, fora que falem o que quiserem. Todos os mercados falam-se sempre de muitas coisas. É oferta e proposta. Sempre trabalhei da melhor maneira com o Sporting. Eu não alinho com mentiras. O presidente foi claro com esse tema do Fenerbahçe. Não vou dizer que não aconteceu. Admito que aconteceu, mas é passado. A minha cabeça está no Sporting».

Carlos Vicens e a vitória do Braga sobre o Alverca: «Dominamos perante um rival consciente»

O Alverca recebeu o Braga num duelo a contar para a quinta jornada da Primeira Liga. Carlos Vicens fez a análise da partida em conferência de imprensa.

Após a vitória do Braga frente ao Alverca por 2-1, Carlos Vicens faz a análise ao jogo em conferência de imprensa.

Sobre a lesão na perna direita de um jogador e a análise geral da partida, respondeu:

«Antes do jogo contra o Vitória, ele sofreu uma pancada, uma pancada que o limitou um pouco. As opções eram diversas, creio que ele estava fresco, mas optámos por precaver uma possível lesão, pois não há lesão, simplesmente há aquela pequena sobrecarga que gerimos para que ele estivesse disponível»

«Sobre a análise do jogo, creio que foi uma clara situação de controlo, dominamos perante um rival consciente. Na primeira parte faltou-nos contundência e energia. Com as substituições, impusemo-nos, e creio que foi um pouco a diferença em relação à primeira parte, na qual nos faltou algum ímpeto, alguma determinação, e o adversário não nos permitiu marcar. Creio que na primeira vez que eles chegam ao nosso meio-campo é com um penálti, e ficamos a perder, o que acho que não merecíamos. No entanto, a equipa soube dar a volta à situação hoje, demonstrou determinação, e depois vimos como sofremos um terceiro golo… Temos de aprender a passar menos por isto, coisas que criam ruído na área sem que haja realmente ocasiões de golo, mas é o futebol e temos de evitar que aconteça».

Sobre os objetivos das três substituições feitas ao intervalo (se procurava energia nova ou outras características), respondeu:

«Sim, em primeiro lugar com o Fran, ter presença junto ao rival… ver que as suas características iriam colocar em alerta os defesas centrais adversários, de modo a libertar espaços interiores. Também com o Gabri Martínez no lado esquerdo, na primeira parte tentámos tanto com o Diego como com o Travassos, e na segunda parte procurámos ter mais energia com o Pau [Víctor] e com o Martínez, conseguindo ser mais agressivos e empurrar o rival, e também com o Adrián…».

Sobre as alterações táticas ao intervalo (incluindo o posicionamento de Paul Víctor, Gabri Martínez e Fran Navarro), respondeu:

«Uma energia diferente no lado esquerdo, a relação entre o Paul Víctor e o Martínez para explorar isso e dar profundidade, inclusivamente com a opção de ponta-de-lança. O primeiro golo foi, na verdade, fruto de uma preponderância desse lado, porque eles estavam lá. Na segunda parte insistimos, mas sem atacar apenas por um lado; atacámos pelo outro, mantendo a presença na área com o Fran e com o Paul…».

Sobre a mobilidade e influência de Paul Víctor na frente de ataque (se se perde um bocado do seu jogo quando fica fixo), respondeu:

«Não, o Paul nunca deixa de ter mobilidade, o Paul é um jogador que tem mobilidade. Está sempre em busca de espaços para poder receber, por isso nunca o utilizamos realmente como um fixador de defesas centrais. O que aconteceu na primeira parte com o nosso esforço é que, com pouca necessidade de ir de um lado ou de outro a atacar no último terço, o Paul necessitou de jogar entre linhas para poder receber. Mas se ele o fizesse e tu terminasses na área, estavas muito longe de poder finalizar. O que aconteceu foi que, nessas aproximações, de um lado ou de outro, faltou determinação; a bola podia realmente chegar para finalizar as ações».

«E a verdade é que dou muito valor e creio que o que aconteceu na primeira parte foi mérito do rival. Se estamos aqui e fizemos as substituições, foi porque elas trouxeram coisas boas para os companheiros. A realidade é que, com tudo o que aconteceu na primeira parte no nosso lado esquerdo e no nosso lado direito, o trabalho de ambos os que saíram foi importante, mas os que entraram conseguiram convertê-lo em algo determinante. Mas somos uma equipa, então acho que não podemos contar uma história ou contar outra. O que aconteceu na segunda parte é fruto do que foi acontecendo na primeira parte e de funcionar, determinar na área, conseguir criar ocasiões de golo… e conseguimos».

Eis os 5 destaques da vitória do Sporting sobre o CD Nacional

O Sporting venceu o CD Nacional por 2-0 na 5.ª jornada da Primeira Liga. Eis os cinco destaques da vitória leonina.

Maxi Araújo: É impressionante a capacidade que o lateral esquerdo uruguaio tem para se meter por dentro e atacar espaços interiores. Na teia de compensações e permutas posicionais, há sempre alguém que vem fora para Maxi atacar o espaço em terrenos interiores. Chega de trás para a frente, como elemento surpresa, e com muito dinamismo e vertigem nas ações. Conquistou um penálti num lance deste tipo.

Geny Catamo: Quer quando a bola vai rasgadinha de Fresneda ou Debast, quer quando vem do outro lado do campo, à procura de uma zona menos congestionada, o moçambicano cria sempre qualquer coisa. Recebe a bola, mete-a no pé esquerdo e começa um baile cada vez mais indecifrável. Se antes dançava quase sempre a mesma dança, agora mistura tango com samba e kizomba. Está num momento de forma de profundo acerto nas ações e decisões, o que ajuda a ser mais destaque.

Luis Suárez: Está em crescendo na temporada e fez mais uma exibição consistente. Está cada vez mais formatado para jogar a dois ritmos: ou o das diagonais curtas para atacar as costas da linha defensiva, ou o da mobilidade, do arrastar de defesas e da procura de apoios frontais e de combinações como uma espécie de vagabundo, papel que já lhe assiste muito mais vezes na temporada. Juntou-lhe um golo, sempre importante para um avançado.

Zeno Debast: A aposta na dupla de centrais passadores em jogos de domínio claro de jogo e de posse tem corrido muito bem a Rui Borges. O central belga é o defesa mais criativo do futebol português e farta-se de arranjar soluções e de quebrar linhas com o passe. O segundo golo dos leões está na conta do belga. Impressionante a facilidade como calibra o passe e como as coordenadas pensadas acabam por ser sempre as coordenadas onde a bola vai parar.

Stavros Gavriel: Exibição esclarecedora na primeira titularidade pelo CD Nacional. Não definiu sempre bem e, até por isso, não foi capaz de criar mais situações de perigo, mas foi o principal escoador de jogo dos madeirenses. Tem nos pés um perfume com aroma de Mediterrâneo, com boa receção e toque em espaços curtos e tendência dribladora. Com melhor definição, a louça será outra.

Luis Suárez Sporting
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Se o Suárez mostra os dentes, o Sporting vence o CD Nacional e chega às 4 vitórias consecutivas na Primeira Liga

O Sporting venceu o CD Nacional na quinta jornada da Primeira Liga. Leões garantem quarta vitória consecutiva na prova.

O Sporting derrotou o CD Nacional por 2-0 na quinta jornada da Primeira Liga. Leões foram dominadores e contaram com um Luis Suárez decisivo nos lances capitais da partida.

Para que não restem dúvidas, Luis Suárez provou que continua a fazer das suas (e que sorri). Maxi Araújo foi derrubado dentro de área e o avançado colombiano (32′) marcou o penálti que levou os leões em vantagem para o intervalo.

A segunda parte começou com a confirmação da vitória. Flávio Gonçalves (49′) concluiu uma jogada muito rápida, começada com um passe longo bem calibrado de Zeno Debast e que contou, pelo meio, com a assistência de Luis Suárez.

Com esta vitória, o Sporting continua invicto na Primeira Liga e chega aos quatro triunfos consecutivos para subir ao segundo lugar da tabela com 13 pontos. O CD Nacional soma a terceira derrota consecutiva e, com quatro pontos, é 10.º classificado.

Rodrigo Zalazar Sporting
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

PSV leva a melhor sobre o Ajax no De Topper

O PSV venceu o Ajax por 3-1 e levou a melhor no De Topper, num jogo a contar para a quinta jornada da Eredivisie.

O PSV venceu o Ajax por 3-1, na Johan Cruijff ArenA, num jogo a contar para a quinta jornada da Eredivisie. Marcos Leonardo, ex-Benfica entrou aos 54 minutos na equipa do Ajax.

O PSV entrou melhor na partida e chegou à vantagem logo aos cinco minutos, com Ricardo Pepi a cabecear a bola para o fundo das redes. O Ajax reagiu e chegou ao empate aos 23 minutos, por intermédio de Tolu Arokodare.

Já perto do intervalo, Lustharel Geertruida voltou a colocar o PSV na frente, aos 45+1 minutos. A equipa visitante ainda ampliou a vantagem, quando aos 90+2 minutos Esmir Bajraketovic fechou o resultado no 3-1.

Paredes vence Varzim na quarta jornada da Liga 3

O Paredes levou a melhor sobre o Varzim por 1-0, impôs a primeira derrota da temporada ao líder do Grupo A da Liga 3 e assumiu a liderança.

O Paredes venceu o Varzim por 1-0, num jogo a contar para a quarta jornada da Liga 3, com Daniel Rodrigues a marcar o único golo da partida.

O encontro ficou decidido ainda na primeira parte, com Daniel Rodrigues a inaugurar o marcador aos 16 minutos, após receber um cruzamento rasteiro de Miguel Moreno. Na segunda parte o Paredes manteve-se superior, apesar de o resultado não se ter alterado.

Com este resultado, o Paredes iguala o Varzim com nove pontos e sobe provisoriamente ao primeiro lugar do Grupo A, enquanto aguarda pelo resultado do jogo entre São João de Ver e Marco 09 para saber se se mantém no topo da tabela.