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Pedro Neto | O Ás de Trunfo esquecido

Pedro Neto é um daqueles casos curiosos do futebol moderno: toda a gente reconhece o talento, quase todos gostam do jogador, mas raramente surge no centro do debate quando se fala das grandes figuras da Premier League. E, no entanto, olhando para o que fez nas últimas duas temporadas, é difícil justificar esse silêncio.

Depois de anos em que o talento era questionado pelas sucessivas lesões que lhe davam mais tempo de fisioterapia do que de jogo, Pedro Neto conseguiu provar o seu valor enquanto um dos melhores jogadores portugueses na liga inglesa. Voltou a ser aquele extremo desequilibrador, explosivo, capaz de ganhar metros com bola, de destabilizar defesas organizadas e de criar perigo a partir do nada.

Nos Wolves, Pedro Neto foi claramente o jogador mais influente no último terço; no Chelsea, chegou e não demorou a mostrar por que motivo foi contratado… Não fosse ele dono e senhor da intensidade, verticalidade e uma noção muito clara do que pede o jogo inglês.

Pedro Neto no Euro 2024
Fonte: Filipe Oliveira/Bola na Rede

O que mais impressiona no número sete do Chelsea é a forma como combina velocidade com critério. Ele não é apenas um extremo que corre muito. Há intenção nos movimentos, há leitura do espaço, há capacidade para assistir e para decidir rápido em transição.

Nas últimas duas épocas, os números em assistências e ações decisivas acompanham o impacto visual que Pedro Neto tem em campo. É daqueles jogadores que fazem a equipa jogar mais alta, que empurram o adversário para trás e que libertam colegas em zonas interiores. Um autêntico Ás de Trunfo numa mão na última jogada.

Pedro Neto Chelsea
Fonte: Chelsea FC

Neste Chelsea, que também já teve dias mais felizes, Pedro Neto acabou por ser algo que muitos treinadores valorizam mais do que admitem… é fiável. Apesar de ser um elemento que nem sempre é brilhante, é quase sempre útil. Não é a estrela mediática da equipa, mas é uma peça que encaixa em vários contextos e sistemas, e isso torna-o fundamental num clube que ainda procura uma identidade definitiva. Passando a redundância do nome que ecoa em quase todas as minhas opiniões, faz lembrar um Diogo Jota num clube de Salah, Van Dijk, Luís Diaz e Darwin.

Claro que não é um jogador isento de erros, mau era se assim fosse (significa que atingiria um nível de perfeição superior a Maradona). Por vezes, ainda falha na definição no último toque, especialmente quando procura o golo em vez do passe simples. Há jogos em que Pedro Neto desaparece durante largos períodos, muito por culpa de decisões precipitadas ou de alguma previsibilidade quando é bem marcado, e ainda podia assumir mais vezes o jogo, ser mais “egoísta” quando a equipa precisa de alguém que arrisque.

Pedro Neto Josko Gvardiol
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Mesmo assim, a sensação é que Pedro Neto está a ser, de certa forma, esquecido. Fala-se dos jovens promissores, das contratações milionárias, das estrelas que ainda “vão explodir”, mas raramente se sublinha quem já entrega rendimento real, semana após semana.

Pedro Neto não faz muito barulho, não vive de momentos virais, mas soma minutos, impacto e consistência, algo que é bastante raro num Chelsea em construção.

Não será injusto dizer que não é o rosto do projeto, mas é claramente um dos seus pilares. Um jogador que eleva o nível competitivo da equipa, que entende o jogo e que, finalmente livre de fantasmas físicos, parece pronto para se afirmar de vez.

Talvez não seja esquecido por falta de qualidade, mas porque o futebol, tantas vezes, prefere promessas a certezas. E Pedro Neto, hoje, é muito mais certeza do que promessa.

Roberto Martínez lança Mundial 2026: «Precisamos de um terceiro ponta de lança»

Roberto Martínez falou sobre vários temas em entrevista. Selecionador Nacional quer mais um ponta de lança para levar ao Mundial 2026.

Roberto Martínez deu uma entrevista à agência Lusa, na qual falou sobre vários temas. Entre eles, o técnico de 52 anos abordou o aspeto psicológico de ir ao Mundial, sendo que se prepara-se para participar no seu terceiro Campeonato do Mundo:

«Vai ser o meu terceiro Campeonato do Mundo e aprendi que ninguém chega como uma equipa campeã. É preciso crescer durante os primeiros três jogos e fazer tudo para que os nossos jogadores estejam confortáveis durante o torneio. Não temos história em Mundiais e isso faz parte da nossa preparação psicológica. Ir passo a passo e fazer os jogadores acreditarem que podemos realmente ganhar o Mundial».

Roberto Martínez abre a porta a um novo ponta de lança para o Mundial 2026:

«A porta da seleção está sempre aberta, mas a competitividade que existe faz com que a dificuldade em entrar seja grande. Mas, neste momento, achamos que precisamos de um terceiro ponta de lança e que essa será uma posição importante para Mundial. Temos vários perfis e o estágio de março vai ser muito importante nisso».

«Este Mundial vai ser complexo e exigente para as seleções europeias. Por isso, este estágio vai ser muito importante para primeiro jogarmos em altitude, no México, e depois num estádio fechado, que será com os Estados Unidos. Achamos que devíamos experimentar isso antes do Mundial e para nós é a preparação perfeita», disse ainda.

Roberto Martínez também falou sobre o último mês antes do Mundial:

«Essa é uma altura difícil por causa das lesões, mas faz parte. Acho que uma seleção que consegue ganhar uma taça ou um torneio é porque conseguiu adaptar a equipa nos momentos chave em que há lesões e castigos. Estamos agora mais preparados como equipa para ter soluções. Portugal cresceu muito durante os últimos torneios».

«Queremos fazer um amigável no dia 10 de junho, dia de Portugal, para criar a química perfeita com os nossos adeptos antes de irmos para o Campeonato do Mundo», concluiu Roberto Martínez.

Força da Tática | Vitória SC x Braga

O dérbi minhoto entre Vitória SC e Braga ficou marcado por um jogo de adaptação constante entre as duas equipas, onde as ideias iniciais foram sendo ajustadas ao longo dos 90 minutos. Mais do que um confronto de ritmos elevados ou de ataques continuados, foi um encontro em que ambos os conjuntos dificultaram de forma eficaz o jogo apoiado do adversário, obrigando a soluções mais diretas e a uma leitura permanente dos momentos do jogo.

O resultado foi uma partida taticamente rica, mas com pouco espaço para conforto na construção, em que cada equipa procurou condicionar os pontos fortes da outra e em que a capacidade de reagir e reajustar comportamentos acabou por ter um peso determinante no desenrolar do encontro.

O Vitória apresentou-se desde o início com uma pressão alta bem definida, organizada a quatro homens, com os dois pontas-de-lança a assumirem um papel determinante ao bloquearem as linhas de passe para os médios do Braga.

O objetivo passava por condicionar a primeira fase de construção, forçando a circulação exterior e retirando ao adversário a possibilidade de progredir pelo corredor central. Sempre que a bola regredia, esse passe funcionava como gatilho de pressão, levando o Vitória a subir em bloco e a tentar encurtar o tempo e o espaço de decisão dos centrais minhotos.

Perante esta abordagem, o Braga demonstrou capacidade de adaptação. A equipa passou a usar o guarda-redes como apoio na circulação, atraindo a pressão para depois libertar o jogo, e recorreu com maior frequência a saídas mais diretas, quer através de bolas longas, quer com passes dos centrais diretamente para os extremos.

Dentro desta lógica, o jogo longo procurava muitas vezes Dorgeles em zonas interiores, explorando a sua superioridade física e maior fiabilidade nos duelos, permitindo ao Braga ultrapassar a primeira linha de pressão e disputar segundas bolas em zonas mais altas do terreno.

Com o Vitória em desvantagem no marcador, começaram a notar-se sinais de impaciência na pressão, com timings menos coordenados e menor capacidade para fechar o corredor central de forma consistente. O Braga aproveitou esse momento para encontrar com mais regularidade os seus médios na primeira fase de construção, conseguindo ligar jogo por dentro e estabilizar a posse.

Ainda assim, este período foi relativamente curto, já que o Vitória rapidamente reajustou o seu comportamento, voltando a orientar a pressão para fora e a limitar o acesso dos médios bracarenses à construção.

Em organização ofensiva mais adiantada, o Braga estruturou-se com Dorgeles e Salazar a garantirem largura, enquanto Ricardo Horta e Victor Gómez ocupavam os half-spaces, Pau Victor dava colocava-se também muitas vezes em zonas mais baixas no terrenos para servir como apoio.

Esta disposição trouxe maior presença entre linhas e permitiu ao Braga ligar jogo em zonas interiores, mas teve como efeito colateral uma menor presença de Salazar no corredor contrário para criar superioridade, algo que, ao invés, Horta conseguiu explorar várias vezes pelo lado direito, aparecendo com frequência em zonas de combinação e decisão.

Já nos últimos 15 minutos, e na sequência da entrada de Fran Navarro, o Braga introduziu uma alteração relevante, com uma inversão posicional entre Salazar e Victor Gómez. Esta mudança ofereceu à equipa mais opções interiores no último terço, aumentando a densidade em zonas centrais e a capacidade para encontrar soluções entre linhas, sobretudo em contexto de ataque posicional.

O Vitória apresentou uma estrutura base que oscilava entre um 4+2 e um 3+2, dependendo sobretudo do posicionamento dos laterais. Esta dinâmica procurava dar estabilidade à primeira fase, mas encontrou pela frente um Braga muito organizado defensivamente, que se apresentava num 1x4x4x2, com Dorgeles a posicionar-se alto para condicionar a saída curta e orientar a construção vimaranense para os corredores laterais.

Sempre que necessário, o Braga ajustava a sua estrutura, com Lagerbielke a subir entre linhas, transformando o bloco defensivo num 1x3x2x3x2, ou até num 1x2x3x3x2, garantindo superioridade numérica nas zonas interiores e maior capacidade para controlar o espaço entre linhas. Este comportamento revelava uma preocupação clara em proteger o corredor central e em controlar os apoios do avançado do Vitória.

Neste contexto, tornaram-se evidentes algumas limitações do Vitória, sobretudo no jogo exterior. Os seus extremos não são particularmente fortes nos duelos nem especialmente rápidos, o que reduziu a eficácia das saídas pelos corredores. Essa limitação foi especialmente visível no confronto direto entre Telmo Arcanjo e Arrey-Mbi, onde a vantagem física e atlética do defesa do Braga condicionou fortemente a progressão ofensiva do Vitória por esse lado.

Já em segunda fase de construção e criação, o Vitória procurava manter um equilíbrio posicional, alternando entre uma estrutura em 3+1 e 3+2. Na organização em 3+1, Nelson Oliveira e Nogueira aproximavam-se dos centrais, com a intenção de Nelson Oliveira funcionar como apoio frontal, fixar defesas e permitir que os médios interiores surgissem de trás, de frente para o jogo. Perante este cenário, o Braga optava por baixar o bloco, organizando-se num 1x5x2x3, o que fazia com que Beni surgisse solto nas costas da primeira linha de pressão, assumindo um papel importante na ligação entre setores.

Quando o Vitória se organizava em 3+2, era Strata quem se mantinha entre linhas, oferecendo uma solução mais fixa no corredor central, enquanto Telmo Arcanjo permanecia aberto, tentando dar largura e alongar o bloco defensivo adversário. Ainda assim, a falta de vantagem individual nos corredores continuava a limitar a eficácia destas dinâmicas.

Aos 53 minutos, as entradas de Câmara e Samu marcaram um momento importante do jogo. Apesar de não haver uma influência direta imediata, três minutos depois o Vitória acabaria por beneficiar de um penálti, num momento que também refletiu uma maior presença e agressividade ofensiva da equipa. A partir destas alterações, verificou-se um reajuste claro: Nogueira passou a baixar no terreno, posicionando-se mais próximo de Beni, enquanto Samu assumiu maior liberdade e mobilidade, juntando-se com frequência ao centro do jogo e aparecendo com regularidade em zonas de finalização, sobretudo quando a bola estava em contexto de cruzamento.

A partida acabou por mostrar que o dérbi do Minho é mais que emoção, os dois treinadores montaram as equipas de forma inteligente e adaptada aos pontos fortes dos adversários, Luís Pinto mesmo com menos recursos meteu as suas ideias em prática e provou que o Vitória SC pode e deve investir no seu treinador; Carlos Vicens não conseguiu dominar como gosta, no entanto conseguiu mostrar que se consegue adaotar cada vez melhor ao contexto.

Roberto Martínez rendido a Cristiano Ronaldo: «É um ícone do futebol mundial, mas isso não condiciona ou limita o nosso trabalho»

Roberto Martínez falou sobre vários temas em entrevista. Selecionador Nacional deixou vários elogios a Cristiano Ronaldo.

Roberto Martínez deu uma entrevista à agência Lusa, na qual falou sobre vários temas. Entre eles, o técnico de 52 anos descreveu Cristiano Ronaldo como um «ícone do futebol mundial» e garantiu que isso «não condiciona ou limita» o trabalho, seguindo-se elogios ao capitão da Seleção Nacional:

«O que acontece à volta do Cristiano é um aspeto histórico. É um ícone do futebol mundial, mas isso não condiciona ou limita o nosso trabalho. O Cristiano está muito tranquilo e muito focado no dia-a-dia e isso é uma fórmula simples. Quando o Cristiano Ronaldo está bem, é muito importante para a seleção».

«Acompanhamos todos os dias o que ele está a fazer. Está a desfrutar muito. Ele tem uma marca a nível mundial, mas para nós consegue ter simplicidade dentro da seleção. O foco dele é um exemplo para seguir. Ele encontrou um processo de se focar no dia-a-dia e a consequência disso é chegar ao próximo Mundial», referiu também.

«Eu adoro o compromisso dos jogadores e o Cristiano é o nosso capitão porque merece ser o nosso capitão. Estamos preparados, eu estou preparado, a equipa técnica está preparada, os jogadores estão preparados», disse ainda Roberto Martínez.

Despedimento de Ruben Amorim pode encaminhar Bruno Fernandes para a Arábia Saudita

O plantel do Manchester United receia a saída de Bruno Fernandes para a Arábia Saudita após o despedimento do técnico português.

Bruno Fernandes recebeu várias propostas de clubes da Arábia Saudita durante o mercado de transferências do verão passado. Com a saída de Ruben Amorim, os colegas do médio no Manchester United temem que este possa abandonar o clube no final da temporada, segundo o The Sun.

O jornal inglês referiu que uma fonte próxima do plantel afirma que os colegas de equipa reconhecem o esforço e dedicação de Bruno Fernandes e que o internacional português aparenta estar esgotado não só pelo lado físico, mas também mental. O despedimento do técnico português e a gestão de Jim Ratcliffe são fatores que têm vindo a desmotivar o jogador e podem levar a uma saída no final da temporada.

O Manchester United recebe o Brighton em Old Trafford este sábado, às 16h30, num jogo a contar para a terceira ronda da Taça de Inglaterra.

Roberto Martínez faz balanço dos 3 anos como Selecionador Nacional: o Euro 2024, as críticas, a Liga das Nações e o Mundial 2026

Roberto Martínez falou sobre vários temas em entrevista. Selecionador Nacional faz balanço dos primeiros três anos no cargo.

Roberto Martínez deu uma entrevista à agência Lusa, na qual falou sobre vários temas. Entre eles, o técnico de 52 anos fez um balanço dos três anos que está à frente da Seleção Nacional, apontando o dedo ao Mundial 2026 que vem no horizonte:

«É um balanço positivo e estou muito satisfeito. Acho que os recordes e os resultados são a consequência do trabalho dos jogadores e da equipa que temos na seleção. Como selecionador, fico muito satisfeito pelo compromisso que tenho encontrado e o sentimento de orgulho que é jogar pela seleção. E, agora, temos pela frente o nosso maior desafio».

Roberto Martínez olhou para o Euro 2024:

«Fiquei satisfeito com os aspetos competitivos que mostrámos nesse Europeu e, nestes torneios, que o que decide são os detalhes. O jogo contra a França deixou-me muito satisfeito porque ficou claro o que era preciso trabalhar para ganhar no futuro um torneio. E isso aconteceu com a Liga das Nações».

Roberto Martínez recordou críticas:

«Há muita paixão pela nossa seleção. A minha crítica é sempre mais forte do que a crítica que vem de fora. É certo que fiquei surpreendido depois de ganhar todos os jogos no apuramento para o Europeu, mas isso faz parte da minha posição e consigo entender isso. Agora sinto, quando falo com os jornalistas, que há uma perceção diferente do meu trabalho em Portugal e fora de Portugal».

Roberto Martínez lembrou a conquista da Liga das Nações:

«Senti o barulho de fora. É normal, mas senti um foco especial da equipa. Um foco total. Ganhar a Liga das Nações na Alemanha, no formato mais exigente do futebol internacional foi um momento chave para nós. A perceção das outras seleções em jogar contra Portugal mudou».

Roberto Martínez foca-se no Mundial:

«Essa não é a minha posição agora. O meu foco é o Mundial. Estou muito satisfeito com o trabalho que estamos a fazer e com o apoio da federação. Todos estamos juntos para o próximo desafio. O objetivo é o Mundial 2026 e depois falaremos do futuro. Adoro Portugal e adoro trabalhar com a seleção».

«O meu trabalho, o meu foco é fazer história para que se falem dessas conquistas nos próximos 15, 20 anos», rematou Roberto Martínez.

Tiago Gabriel tem vários interessados na Premier League: eis a situação

O Tottenham, Newcastle, Crystal Palace e o Everton mostraram interesse em Tiago Gabriel. Brentford já tinha feito oferta.

Tiago Gabriel atrai novamente a Premier League. Segundo o TEAMtalk, o Tottenham e o Newcastle estão interessados no defesa-central do Lecce e continuarão a acompanhar de perto o jogador nos próximos meses.

Além destes dois clubes, a mesma fonte garante que o Crystal Palace e o Everton perguntaram pelas condições de um eventual negócio futuro. Recentemente, o Lecce recusou uma oferta a rondar os 20 milhões de euros proveniente do Brentford pelo jogador.

Em 2024/25, Tiago Gabriel foi contratado pelo Lecce ao Estrela Amadora e leva esta época 20 partidas, das quais marcou um golo. Atualmente, o defesa-central de 21 anos tem contrato válido até ao verão de 2029.

Palmeiras de Abel Ferreira e Grémio de Luís Castro iniciam a temporada 2026 com vitórias

Na madrugada deste domingo, a época 2026 o Brasil começou com o Palmeiras a bater o Portuguesa e o Grémio a golear no terreno do Avenida.

A temporada 2026 do Brasil arrancou na madrugada deste domingo, com a vitória do Palmeiras de Abel sobre o Portuguesa por uma bola a zero na abertura do Campeonato Paulista. No Campeonato Gaúcho, o Grémio de Luís Castro bateu o Avenida por 4-0.

Em São Paulo, Luighi (53′) apontou o único golo da partida, num jogo no qual os visitantes dominaram a posse de bola e demonstraram ser a equipa mais perigosa ao logo de toda a partida.

Na estreia do técnico português, Francis Amuzu (47′) e Wagner Leonardo (49′) adiantaram o Grémio logo após o intervalo. Cinco minutos depois, Roger Dias fez o terceiro e ofereceu uma vantagem confortável. Por fim, o golo que concluiu a goleada surgiu por parte de Arthur Melo.

Com estes resultados, o Palmeiras sobe à liderança do Campeonato Paulista com três pontos, os mesmos que o Grémio no topo do Campeonato Gaúcho.

Boston Celtics voltam a perder na NBA em jogo de destaque para Neemias Queta

Os Boston Celtics perderam esta madrugada com os San Antonio Spurs por 100-95. Neemias Queta fez mais uma exibição sólida.

Os Boston Celtics voltaram a perder na NBA. Esta madrugada, a equipa de Neemias Queta caiu em casa contra os San Antonio Spurs por 100-95 e registou assim a segunda derrota nos últimos três jogos.

Quanto a Neemias Queta, o internacional português esteve em campo cerca de 23 minutos e somou 9 pontos, 13 ressaltos e 2 assistências, numa exibição sólida a nível ofensivo e defensivo.

Olhando à classificação atual da NBA, os Boston Celtics encontram-se no 3.º lugar da Conferência Este, enquanto os San Antonio Spurs ocupam o 2.º posto da Conferência Oeste. O próximo jogo da equipa de Neemias Queta será contra os Pacers.

Vitória SC é o 7.º clube a ganhar a Taça da Liga: eis todos os vencedores da prova

O Vitória SC venceu o Braga por 2-1 e conquistou a Taça da Liga. Fica com todos os vencedores da respetiva competição.

O Vitória SC ganhou pela primeira vez a Taça da Liga e tornou-se assim no sétimo clube a conquistar a prova, que leva até ao momento 19 edições. À data, o Benfica é o clube que mais venceu (8), segue-se o Sporting (4) e o Braga completa o pódio (3).

Além destes, o FC Porto, Moreirense e o Vitória FC ganharam a Taça da Liga por uma ocasião. A competição existe desde a temporada 2007/2008, com a equipa natural de Setúbal a vencer a primeira edição.

Nesta última final, o Vitória SC venceu o Braga por 2-1 com golos de Samu (59′; grande penalidade) e Alioune Ndoye (83′; assistência de Samu). A noite foi assim feliz para o conjunto de Luís Pinto.

Eis todos os vencedores da Taça da Liga até ao momento:

  • 2025/26: Vitória SC
  • 2024/25: Benfica
  • 2023/24: Braga
  • 2022/23: FC Porto
  • 2021/22: Sporting
  • 2020/21: Sporting
  • 2019/20: Braga
  • 2018/19: Sporting
  • 2017/18: Sporting
  • 2016/17: Moreirense
  • 2015/16: Benfica
  • 2014/15: Benfica
  • 2013/14: Benfica
  • 2012/13: Braga
  • 2011/12: Benfica
  • 2010/11: Benfica
  • 2009/10: Benfica
  • 2008/09: Benfica
  • 2007/08: Vitória FC