O Al Hilal venceu (0-3) com golos de Benzema, Marcos Leonardo e Rúben Neves. O Al Khaleej de Pedro Rebocho também triunfou (0-2), e o Al Fateh de José Gomes empatou (2-2).
Na Liga da Arábia Saudita, o Al Hilal garantiu um triunfo por 0-3 na deslocação ao terreno do Al Hazem. A vitória começou a ser traçada logo aos 9 minutos da primeira parte, com um golo de Karim Benzema. Já na reta final do encontro, o ex-Benfica, Marcos Leonardo, fez o segundo da partida aos 82′. Ruben Neves encarregou-se de fechar as contas da partida, de grande penalidade, fixando o 0-3 aos 93 minutos.
Em outra partida da jornada, o Al Fateh, orientado por José Gomes e com Jorge Fernandes a titular, não foi além de um empate a duas bolas (2-2) na receção ao Neom SC. A formação visitante entrou praticamente a ganhar com um golo de Said Benrahma logo aos 2 minutos, dilatando a vantagem no início da segunda parte por Ala Al Haji, aos 47 minutos. Contudo, a equipa do treinador português não baixou os braços e conseguiu chegar à igualdade através dos remates certeiros de Mourad Batna, aos 66 minutos, e de Sofiane Bendebka, aos 85 minutos.
A ronda na Arábia Saudita contou ainda com a participação de Pedro Rebocho, também a titular, na vitória do Al Khaleej fora de portas frente ao Damac por 0-2.
Eis os resultados do dia na Primeira Liga da Arábia Saudita:
A Pedreira recebeu um jogo de meias-finais da Europa League pela segunda vez e, com casa cheia, o Braga respondeu como pedem as grandes noites europeias: intensidade, risco e crença até ao último segundo. Num duelo marcado pelo equilíbrio e por momentos de superioridade repartida, foi já em tempo de compensação que os gverreiros encontraram o golpe decisivo, garantindo uma vitória por 2-1 frente ao Friburgo e levando uma vantagem curta, mas muito valiosa, para a segunda mão.
O Braga entrou para o jogo com várias baixas de peso, obrigando Carlos Vicens a ajustar o onze inicial e algumas das dinâmicas. Apenas com Lagerbielke em condições da habitual linha de 3, Vítor Carvalho voltou a ser titular, depois do golo crucial em Sevilha, ao lado do experiente Paulo Oliveira, que voltou a demonstrar ser um grande líder no eixo da defesa, apesar das oportunidades reduzidas esta temporada. Ambos os lados entraram com a ideia de pressionar alto e condicionar as principais armas adversárias. Contudo, a proximidade dos elementos do meio-campo ao portador da bola ofereceu constantemente linhas de passe, e mesmo sob pressão, jogadores com a qualidade técnica como o trio do Braga foram capazes de negá-la através de combinações a um toque. Esta dinâmica foi evidente nos corredores laterais, onde os arsenalistas obtinham superioridade numérica.
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede
Com o emergente Demir Tiknaz e o intemporal João Moutinho na base do meio-campo, Gorby teve a liberdade para adotar um posicionamento mais livre no ataque e mais avançado na pressão alta do Braga. As movimentações destes três elementos forçaram as marcações alemãs a grandes deslocações, abrindo espaço para a frente de ataque cair em zonas entre-linhas. Quando a pressão do Friburgo era bem executada, o plano passava pela aposta na bola longa de Hornicek, que encontrou Zalazar várias vezes em diagonais na profundidade. A ideia inicial no último terço passava por ter o uruguaio e Ricardo Horta no corredor esquerdo, o que forçou Johan Manzambi a adotar uma postura mais defensiva, o que favorece os minhotos, visto que o médio suíço é uma das principais armas do conjunto orientado por Julian Schuster. Com essa fórmula, o Braga abriu o marcador na Pedreira, depois de um cruzamento de Zalazar sobrar para Victor Gomez, que encontrou Tiknaz em zona de finalização, depois de escapar da marcação de Manzambi.
Depois de uma entrada de qualidade, foi um erro básico que estragou a vantagem no marcador, num lance em que uma falha de comunicação resulta num ‘dois para zero’, aproveitado por Vincenzo Grifo para gelar o ritmo da partida. Contudo, a pior notícia ainda estava para vir: 10 minutos depois, Ricardo Horta abandona o relvado em lágrimas, com uma lesão que o afastará do encontro decisivo. Desta forma, os gverreiros adotaram 3-5-2 mais tradicional, com Mario Dorgeles no corredor esquerdo e Zalazar a formar uma dupla de ataque com Pau Víctor.
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede
A partir deste momento, o brilho de Pau Víctor foi cada vez mais evidente, com vários lances em que consegue escapar à marcação individual, seja através do drible ou com apoios frontais. O avançado espanhol assumiu um papel de progressão com bola que foi essencial para criar o desiquilíbrio na maioria dos ataques do Braga ao longo de todo o jogo. Do lado do Friburgo, que alinhou num 4-2-3-1, o lateral-esquerdo Jordy Makengo foi o elemento mais adiantado da linha defensiva, o que permitiu ao extremo-esquerdo Vicenzo Grifo ocupar zonas intermédias. Com tantos números por dentro, os alemães procuraram beneficiar das segundas bolas, utilizando o avançado de 1,94m Igor Matanovic como referência no jogo direto. Porém, na primeira parte, o gigante croata encontrou uma defesa bracarense muito aguerrida nos duelos, com batalhas intensas no ar.
Ao longo do encontro, o avançado foi capaz de vencer uma maior percentagem desses duelos, o que abriu portas para a exploração da velocidade de Beste no corredor direito, as movimentações sem bola de Suzuki e as corridas desde trás de Manzambi. Outro dos fatores que Carlos Vicens teve em conta foram as bolas paradas, apostando por colocar 11 jogadores dentro da área em pontapés de canto. Este era um aspeto importante de neutralizar, visto que o Friburgo vinha de vários jogos consecutivos a marcar nestas situações.
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede
A fechar a primeira parte, os gverreiros tiveram uma oportunidade para regressar à liderança, mas Noah Atubolu voltou a demonstrar que é um dos melhores, senão o melhor, guarda-redes da atualidade a defender grandes penalidades, parando um remate forte e colocado de Rodrigo Zalazar. Após o intervalo, o Friburgo foi capaz de crescer e criar algumas oportunidades, uma delas com a já mencionada corrida desde trás de Manzambi, e a segunda em que Beste coloca a bola no segundo poste com um bom cruzamento, que acaba por sobrar para Eggestein. O médio alemão rematou forte, mas não foi capaz de desviar de Hornicek.
Com a entrada de Fran Navarro para a frente de ataque, o Braga ganhou uma referência na área. Os arsenalistas continuaram a acreditar que podiam sair do jogo com a vitória e num lance de inspiração de João Moutinho, que ultrapassou Paolo Maldini em presenças nas competições europeias, o médio encontra Victor Gomez. De seguida, é o movimento de Fran Navarro que arrasta a defesa do Friburgo e abre espaço para o cruzamento atrasado para Vitor Carvalho. Num momento que manchou a defesa do jogo, Atubolou defende para a frente e Dorgeles surge no sitio certo, no momento certo.
Assim, o Braga prepara-se para tentar repetir o feito de 2011 e garantir um bilhete para a final, que desta vez será disputada em Istambul, apenas com mais um jogo pelo caminho. Contudo, como o próprio Carlos Vicens reforçou após o apito final, «ninguém vai à Alemanha e tem um jogo fácil». Este caso é ainda mais evidente com o Friburgo, que utiliza o ambiente da sua casa para alimentar o estilo de jogo intenso que praticam. De qualquer das formas, esta continua a ser uma campanha de sonho do Braga, e o plantel será certamente motivado pelo facto de poderem cumprir o sonho do capitão, que tanto fez para lá chegar.
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede
BnR na Conferência de Imprensa
Bola na Rede: O Braga conseguiu neutralizar algumas das maiores armas do Friburgo, como a progressão com bola de Manzambi e os apoios frontais de Matanovic, entre outras. Como é que o Braga foi capaz de o fazer a nível estratégico e qual é a sua opinião sobre a prestação defensiva da equipa?
Carlos Vicens: Toda a equipa esteve bem. A nossa defesa funciona porque estão todos comprometidos com o seu papel defensivo. Todos os rapazes estão envolvidos em tudo o que fazemos. Gostaríamos de poder defender só perto da baliza adversária mas acabamos por ter de defender em outras circunstâncias quando jogamos contra equipas deste nível. E o esforço de todos permitiu-nos neutralizar, quase sempre, os ataques adversários. Agora temos de repetir um jogo com um nível defensivo como o de hoje, no mínimo, para poder estar na final. E há outro aspeto que considero muito importante: a maneira como atacamos permite-nos defender como defendemos. Então, a equipa tenta impor-se, dominar a bola, para ter um esforço defensivo menor. Porque quando tens a bola, o adversário não tem oportunidade. A forma como te impões num jogo depende da quantidade de oportunidades que crias e a nossa estratégia passa mais por ter a bola e dinamismo de jogo do que procurar o contra-ataque. Beneficiamos de ter a bola e quando defendemos fomos 11 em todos os momentos.
Bola na Rede:O Friburgo teve dificuldades para encontrar Matanovic em apoios frontais, principalmente na primeira parte. Que impacto teve este fator num jogo em que a equipa teve dificuldades para criar oportunidades de golo?
Julian Schuster: O Igor fez um trabalho muito bom. Criou muitas dificuldades e um dos jogadores do Braga viu o amarelo depois de um duelo com ele. Melhorámos o nosso jogo na segunda parte, tivemos boas situações de transição. Se tivéssemos tido mais eficácia, podíamos ter feito melhor. Acreditamos que na segunda mão é possível fazer uma boa exibição e dar a volta ao resultado.
«Somos realmente uma equipa muito apaixonada, competitiva, fiel a si própria, com ideias. O jogo começou sem as ideias e agressividade. Entrada muito forte do Benfica, que nos condicionou. Retirou-nos confiança e ligações, precisamos disso. O Benfica chegou ao golo duas vezes, levámos o soco e foi bom. Disse ao intervalo que estava feito, tínhamos de nos soltar e ser nós. A partir daí fomos nós e levámos o jogo para onde tínhamos de levar. Poderíamos ter ganho este jogo. Mesmo contra 10, termos a capacidade de levar o adversário atrás e criar situações, mais duas grandes situações. Era a cereja no bolo. Levamos um ponto e uma exibição apaixonada».
«Jogo entre duas equipas, uma empurra e outra retrai-se. Foi o que fizemos. A velocidade de girar a bola, criar superioridades, empurrou o adversário para trás. Isso é mentalidade. Retiro do jogo que somos uma equipa com mentalidade forte. Rapazes jovens, mas rapazes com motivação, energia e coragem. Depois de uma primeira parte de grandíssimo nível do Benfica, eles colocaram-se confortáveis, impediram-nos de estar confortáveis. É uma demonstração de respeito. Estávamos doridos e receosos, mas o intervalo fez-nos bem. Contra 10, empurrámos o adversário para trás, também se retraiu um bocadinho. Fomos nós à procura de mais qualquer coisa. Seria a cereja no topo do bolo. Resposta de equipa boa, boa mentalidade, atitude e coragem. Tiro o chapéu aos rapazes. 2-2 contra Braga, FC Porto e Benfica. Fizemos muito por isso, os adeptos também acreditaram, importantes nesse sentido. Energia contagiante, nunca damos um jogo por terminado. Podíamos ter levado mais qualquer coisa».
«O VAR faz o jogo esperar muito tempo. A paragem faz com que a equipa por cima perca energia. Dizia isso ao árbitro. Decisões mais rápidas, o fora de jogo é pela linha, não percebo porque demora tanto tempo. Estávamos atrás do nosso resultado e do empate. Queria que o jogo andasse, acreditávamos no 3-2».
«Depois de perder 2-0 e contra um clube destes, levamos um ponto. Sensação mais do que resultado. Honestidade e mentalidade dos rapazes. Grupo ambicioso».
Anderson revelou que partilhou casa com Cristiano Ronaldo e Nani no início da sua passagem pelo Manchester United, destacando o papel fundamental do craque português na sua adaptação a Inglaterra.
Numa entrevista ao podcast de Rio Ferdinand, Anderson confessou que deve grande parte do seu sucesso a Cristiano Ronaldo, que o acolheu juntamente com Nani na sua própria residência durante cerca de um ano.
«Digo-lhe que devo a minha carreira a ele. Tipo, 50, 80%, porque ele me ajudou muito», sublinhou Anderson, acrescentando que o internacional português os tratava como irmãos.
O brasileiro explicou que, apesar de serem todos jovens na altura, Ronaldo já era o mais responsável do grupo: levava-os para os treinos, cozinhava para eles e não lhes cobrava qualquer renda de casa. A única regra imposta por CR7 era a divisão das despesas de alimentação.
«Numa semana tinhas de pagar o mercado e na outra semana o Nani. E era assim porque morávamos de graça», concluiu o antigo médio.
«A minha avaliação é: já que faltam duas jornadas, quase no final do campeonato, este jogo diz muita coisa do que foi o campeonato. Parabéns ao FC Porto por ser um justo campeão e aos meus jogadores pela bravura até hoje, em especial hoje. Vamos fazer o milagre de ficar à frente do Sporting. Vamos tentar fazer o milagre e acho que vamos conseguir».
Esta foi reação única do técnico ao jogo. Recorde-se que nenhum jogador do Benfica fez a análise ao jogo.
Nenhum jogador do Benfica falou com os jornalistas após o apito final. O Benfica e o Famalicão empataram por 2-2.
Este sábado, o Benfica e o Famalicão empataram por 2-2 num encontro da 32.ª jornada da Primeira Liga. Depois da expulsão de Nicolás Otamendi, aos 55 minutos de jogo, o embate mudou de figura e ficou marcado por críticas.
De acordo com a Sport TV, detentora dos direitos de transmissão da partida, foi esta a razão que motivou o blackout dos jogadores do Benfica à flash interview. Ainda não se sabe se José Mourinho marcará presença para analisar o jogo.
Recorde-se que, além da expulsão de Otamendi, também o canto do 2.º golo do Famalicão e os 15 minutos de desconto foram veemente contestados pelos encarnados.
Tom van de Looi falou com os jornalistas após o apito final do Famalicão x Benfica. O Benfica e o Famalicão empataram por 2-2.
Este sábado, o Benfica e o Famalicão empataram por 2-2 num encontro da 32.ª jornada da Primeira Liga. Tom van de Looi marcou presença após o apito final, onde reagiu ao analisou o resultado do encontro:
«Duas partes muito diferentes. Benfica melhor na primeira parte, criou dificuldades. Começámos melhor a segunda e depois do vermelho, fomos nós a procurar os golos».
«Foi difícil, o Benfica foi bem a fechar-nos e mais agressivo que nós. Tivemos dificuldades nos primeiros 25 minutos».
«Benfica afundou? Claro. É normal quando uma equipa está a ganhar com 10 jogadores baixar e perder tempo. É mais um ponto. Agora a sensação é de quase ganhar. Antes do jogo, falámos dos cadernos de história. Foi mais um espetáculo e faltam dois capítulos para escrever».
Mathias de Amorim: O internacional sub-21 foi forçado a assumir um papel com maior envolvimento no ataque do Famalicão, devido à marcação apertada a Gustavo Sá e ao condicionamento do Benfica para o lado esquerdo dos famalicenses. Mathias de Amorim forçou Richard Ríos a correr muitos quilómetros, com muita movimentação sem bola. O médio procurou fornecer apoios frontais na saída desde trás e caiu para o corredor esquerdo no último terço, onde combinou com Sorriso. No lance do golo, o primeiro toque de génio de Mathias de Amorim bateu Dedic instantaneamente, seguindo com um remate rasteiro que bateu Trubin. Para o golo do empate, lançou um cruzamento certeiro para a finalização de Abubakar.
Franjo Ivanovic: A diferença de estilo de avançado entre Ivanovic e Vangelis Pavlidis é notável e traz diferentes ferramentas à turma de Jose Mourinho. O croata trouxe uma intensidade de pressão muito elevada, condicionando a saída de bola a partir dos centrais, algo que o Famalicão procura utilizar de forma recorrente nesta fase. Ofensivamente, ofereceu uma ameaça aos encarnados na profundidade, permitindo que Prestianni fizesse movimentos para zonas interiores.
Andreas Schjelderup: O extremo norueguês foi o grande desequilibrador do encontro, aproveitando o posicionamento de Dahl em zonas entre o central e o lateral do Famalicão para explorar a sua capacidade no 1v1. Depois de fazer o golo que abriu as contas do jogo, o jovem de 21 anos esteve na origem do golo de Richard Ríos, batendo vários adversários no drible antes de encontrar o colombiano. Já na segunda parte e com o Benfica reduzido a 10, foi substituído por Alexander Bah.
Fredrik Aursnes: A consistência habitual com um toque de brilhantismo. Aursnes foi muito importante na primeira fase de construção do Benfica, formando uma linha de 3 com Nicolas Otamendi e António Silva, quase sempre como central-esquerdo, com Dahl por dentro. O norueguês teve vários momentos em que demonstrou a sua qualidade de passe e leitura de jogo, lançando passes de ruptura para Schjelderup e Ivanovic. Defensivamente, esteve encarregue de uma marcação apertada a Gustavo Sá, o que acabou por condicionar muito o plano ofensivo da formação orientada por Hugo Oliveira.
O FC Porto precisa apenas de um empate para confirmar a conquista da Primeira Liga. Isto porque o Benfica empatou com o Famalicão.
O FC Porto está a um ponto de se tornar o novo campeão nacional. Na sequência do resultado do Famalicão x Benfica (2-2), os dragões nem precisam de vencer o Alverca para garantir o título: basta assim um empate. Podes recordar todos os possíveis cenários.
Entretanto, já saíram os onzes iniciais do FC Porto e do Alverca, jogo que decorrerá este sábado a partir das 20h30 no Estádio do Dragão. A partida é referente à jornada 32 da Primeira Liga. Podes também ver as imagens eufóricas dos adeptos na chegada do autocarro do FC Porto.
Olhando, neste momento, à classificação atual, o FC Porto vai na liderança com 82 pontos, o Benfica tem agora 76 pontos no 2.º posto e o Sporting segue em 3.º com 73 pontos.
O Benfica empatou a dois golos na visita ao Famalicão, oferecendo uma oportunidade para o FC Porto conquistar o título da Primeira Liga com apenas um empate.
Num jogo decisivo para as conta do título, o Benfica empatou a dois golos no terreno do Famalicão. Desta forma, o FC Porto passa a necessitar de apenas um ponto para ser sagrado campeão da Primeira Liga.
Depois de uma entrada forte, com uma pressão intensa à saída de bola da equipa da casa, os encarnados chegaram à vantagem através de um penálti conquistado por Franjo Ivanovic e convertido por Andreas Schjelderup (13′). Pouco tempo depois, o extremo norueguês voltou a estar envolvido no lance do golo, desta vez com uma assistência para Richard Ríos (19′), após uma bela jogada individual. Contudo, a expulsão de Nicolás Otamendi aos 55′ mudou o contexto do jogo.
A equipa orientada por Hugo Oliveira reduziu a desvantagem através de Mathias de Amorim (67′), antes de Umar Abubakar restabelecer a igualdade, após assistência do médio português
Com este resultado, o Benfica chegou aos 76 pontos no segundo lugar da Primeira Liga. O Famalicão atingiu os 52 pontos, assegurando o quinto lugar, que garante o acesso à Conference League.