Jogo Simples #4 – 7 perguntas sobre a Liga das Nações da UEFA

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  1. 3.    Como se organiza a Liga das Nações da UEFA?

Ao início poderá ser complicado de entender, mas basta ler (ou reler) com atenção e ficará um expert na nova competição da UEFA. O princípio base é que participam as 55 federações que fazem parte da associação. Estas 55 equipas serão divididas em quatro ligas distintas (A, B, C e D), consoante a sua posição no ranking de coeficientes de seleções nacionais da UEFA (à data de 11 de outubro de 2017).

Na Liga A estarão as 12 seleções mais bem posicionadas no ranking, sendo que as 12 seguintes ficarão na Liga B – estas duas ligas serão divididas, cada uma, em quatro grupos de três equipas. De seguida, as 15 seleções seguintes ficarão na Liga C – dividida em um grupo de três equipas e três grupos de quatro –, e as últimas 16 do ranking estarão na Liga D – dividida em quatro grupos de quatro equipas.

Eis um resumo de como será organizada a nova competição da UEFA Fonte: UEFA
Eis um resumo de como será organizada a nova competição da UEFA
Fonte: UEFA

Terminada a fase de grupos, segue-se a fase final: os quatro vencedores dos grupos da Liga A garantem a qualificação para esta fase, que será realizada em Junho de 2019. Esta fase terá duas meias-finais, um jogo de atribuição do terceiro lugar e a final. O país anfitrião será escolhido pelo Comité Executivo da UEFA em Dezembro de 2018 entre os finalistas.

Para além disto, e visto que a competição está organizada em formato de liga, os vencedores dos grupos das Ligas B, C e D garantem a subida à liga acima e os que terminarem no último posto dos grupos das Ligas A, B e C serão despromovidos.

Ou seja, as seleções nacionais irão, assim, competir para se tornarem campeãs da UEFA Nations League ou para lutarem pela subida e evitarem a despromoção nas respetivas ligas. Mas não só. Saiba qual o outro objetivo da competição na próxima pergunta.

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André Maia
André Maiahttp://www.bolanarede.pt
Durante os seus primeiros seis anos de vida, o André não ligava a futebol. Até que no dia 24 de junho de 2004, quando viu o Ricardo a defender um penálti sem luvas, se apaixonou pelo jogo. Amante da história de futebol e sempre com factos na ponta da língua, tem Cristiano Ronaldo e Rui Patrício como os seus maiores ídolos.                                                                                                                                                 O André escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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