Publicidade

Olheiro BnR: Pablo Sarabia

Jorge Faria Sousa · 2 min

Sarabia
Foto: Paris Saint-Germain FC

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Sarabia é sinónimo de qualidade e talento

O internacional Pablo Sarabia foi o último dos reforços do leão, para a época 2021/2022, na janela de transferências, que terminou a 31 de agosto. Sarabia chegou a Alvalade por empréstimo de uma época, sem opção de compra, proveniente do Paris Saint-Germain. No mesmo negócio, Nuno Mendes, o jovem formado em Alcochete, rumou por empréstimo ao PSG, com uma taxa de empréstimo de 7 M€ e cláusula de opção de compra no valor de 40 M€.

Sarabia fez a sua formação no CF Real Madrid, tendo feito a sua estreia na temporada 2010-2011, na equipa principal, num jogo diante dos franceses do Auxerre, na fase de grupos da Liga dos Campeões. O, então, jovem talento rumou ao Getafe onde esteve cinco épocas, nas quais disputou 146 jogos, tendo somado 13 golos e 10 assistências.

As boas exibições no principal escalão do futebol espanhol valeram a sua transferência para o Sevilla FC. No Estádio Ramón Sanchez Pizjuán continuou a rubricar boas exibições e a dar nas vistas, tendo contribuído com 43 golos e 33 assistências, em 151 jogos. Os parisienses acabaram por contratar Pablo Sarabia numa transferência a rondar os 18 M€, no verão de 2019.

Em Paris, numa equipa recheada de craques, jogou com regularidade e contribuiu com 37 golos e 11 assistências. Com a camisola do Paris Saint-Germain conquistou seis títulos – um campeonato, duas Taças de França, duas Supertaças e uma Taça da Liga Francesa. O mais recente reforço leonino, já contabiliza 11 internacionalizações e quatro golos pela “La Roja”. Pablo Sarabia foi internacional entre os sub-16 e os sub-21, sendo bicampeão europeu nos escalões sub-19 e sub-21.

Verde e Branco são as tuas novas cores 🟢⚪

Bem-vindo, @Pablosarabia92! ✍️🦁 #EuSouSporting pic.twitter.com/aj4ce8L2v5

— Sporting Clube de Portugal 🏆 (@Sporting_CP) August 31, 2021

Pablo Sarabia é um grande talento e um verdadeiro reforço para a equipa liderada por Rúben Amorim. O espanhol será mais uma opção no modelo 3-4-3, para uma das posições da frente de ataque. Sendo tecnicamente muito evoluído, tendo qualidade no último passe, visão de jogo, capacidade finalizadora acima da média e a velocidade como principais armas, poderá atuar enquanto extremo ou ponta-de-lança. Na posição de nove irá conferir maior mobilidade ao ataque leonino, dado que tem características distintas de Paulinho.

O número 17 dos leões é claramente um jogador que vem acrescentar qualidade e talento, ao plantel de Rúben Amorim. Que possa continuar a brilhar e a ajudar o Sporting Clube de Portugal a conquistar títulos e vitórias, com golos e assistências de Pablo Sarabia.

 

Artigo revisto por Joana Mendes

 

Jorge Faria Sousa

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.