Última horaEM DIRETO: Francesco Farioli e Pablo Rosario lançam o duelo da Champions League entre FC Porto e PSV
Publicidade

Olheiro BnR: Giovanni Reyna

Pedro Paulo · 2 min

Olheiro BnR: Giovanni Reyna
Foto: BVB Dortmund

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O BVB Dortmund é, sem sombra de dúvida, um dos clubes, tanto a nível europeu como mundial, que mais apostam na formação e na juventude, sendo uma das maiores rampas de lançamento de talentos jovens na atualidade.

Esta temporada não representa uma exceção à regra e, para além do fenómeno Haaland e da consagração de Jadon Sancho, há outro jovem talento a despontar na formação auri-negra, de seu nome Giovanni Alejandro Reyna.

Filho de antigos internacionais norte-americanos, Claudio Reyna e Danielle Reyna, nasceu em Sunderland, na Inglaterra, em novembro de 2002. Com ligações a Portugal por parte da sua avó paterna, conta com quatro nacionalidades no passaporte (argentina, do lado do avô paterno; portuguesa, da avó paterna; inglesa, pelo local de nascimento, e norte-americana, país em que passou a maior parte da sua vida), tendo optado por representar a seleção dos Estados Unidos da América.

Com tanto futebol a correr-lhe nas veias, começou cedo a dar nas vistas na modalidade, ingressando na academia do New York City FC, onde o pai é diretor desportivo. Deu também cartas nas seleções jovens dos Estados Unidos e, no verão de 2019, seguiu para a Alemanha, seguindo as pisadas do pai – representou as cores do Bayer 04 Leverkusen e VfL Wolfsburgo -, tendo sido contratado pelo Dortmund, com apenas 16 anos de idade.

Apontado a grandes voos no futebol mundial, Gio, nome pelo qual é conhecido, é um médio-ofensivo de raiz, podendo também atuar nas faixas como extremo. Detentor de uma boa capacidade de passe curto e de criação de espaços, o jovem jogador já foi aposta de Lucien Favre na formação do Borussia esta temporada, tendo-se estreado com a camisola dos alemães na vitória (4-3) da sua equipa frente ao Augsburgo FC, que coincidiu com a estreia do avançado Erling Haaland, partida na qual o norueguês apontou um hat-trick em 20 minutos.

Reyna sucedeu assim ao também norte-americano Cristian Pulisic, que representou a turma germânica entre 2015 e 2018, antes de se mudar para o Chelsea FC, e tornou-se o norte-americano mais novo de sempre a atuar no principal campeonato alemão. Nesta época já disputou um total de oito encontros no campeonato, dois na liga dos campeões – na eliminatória frente ao PSG – e um na taça da Alemanha, na qual apontou um golo sensacional frente ao SV Werder Bremen, em partida a contar para os oitavos de final da competição.

Incluído na lista dos 60 jogadores mais talentosos do mundo nascidos em 2002 no ano passado, do jornal inglês The Guardian, o atleta americano pode estar assim a caminho de uma grande carreira como futebolista profissional, entusiasmando o mundo do futebol com a sua qualidade e o seu talento, tendo inclusive sido comparado ao antigo internacional francês David Trezeguet por Patrick Vieira, atual treinador do OGC Nice e, também ele, ex-internacional pela seleção de França.

Artigo revisto

Pedro Paulo

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Luuk de Jong | O que poderia ter sido no Dragão sem lesões

A passagem de Luuk de Jong pelo FC Porto deixa uma sensação de que poderia ter sido muito mais marcante se as lesões não tivessem surgido pelo caminho. Apesar das dificuldades físicas que enfrentou, o avançado neerlandês demonstrou qualidades que justificavam a confiança depositada nele e que faziam acreditar num contributo importante para a equipa azul e branca. Luuk de Jong é um ponta de lança com características muito próprias. A sua capacidade de jogar de costas para a baliza, a força no jogo aéreo, o sentido de posicionamento e a eficácia na finalização fazem dele um avançado capaz de resolver jogos e oferecer soluções diferentes no ataque. Num clube como o FC Porto, habituado a lutar por títulos e a competir ao mais alto nível, estas qualidades poderiam ter sido fundamentais, sobretudo nos momentos em que a equipa precisava de alguém capaz de transformar cruzamentos e oportunidades em golos.

Miguel Costa · 2 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.