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5 bigodes que ficaram na história do futebol mundial

Frederico Seruya · 2 min

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O bigode foi algo que caiu em desuso com o passar dos anos. Um fenómeno capilar que antigamente era comum, transversal a todas as classes da sociedade, hoje em dia é uma raridade. Apresentamos então cinco bigodes que deram bigode a todos os outros bigodes e que, por isso, ficaram para a história do futebol mundial.

5.

Fonte: Royal Monaco

Antonín Panenka – Panenka marcou (literalmente) a história do futebol mundial, com a criação de uma forma invulgar de marcar grandes-penalidades: na final do Campeonato da Europa de 1976, em vez de um remate com força, Panenka colocou habilmente o pé por baixo da bola e picou-a, fazendo-a entrar caprichosamente na baliza. Nascia assim o penalty “à Panenka”. Muitos tentaram imitá-lo, na forma de marcar o penalty e no bigode, mas nem todos conseguiram.

4.

Fonte: World Football

Rivelino – Uma lenda do futebol mundial. Titular da Seleção Brasileira tricampeã no Mundial de 1970, Rivelino era dono de um pé esquerdo extraordinário e de uma técnica apuradíssima. Alcunhas como Riva, Patada Atómica e Reizinho do Parque faziam jus ao seu talento futebolístico. E porque os brasileiros não deixam nada ao acaso, Bigode também era uma das suas alcunhas. É preciso explicar?

3.

Fonte: FourFourTwo

Frans Struis – O Van Basten dos bigodes. Pouco se sabe sobre Frans Struis, jogador holandês que passou a maior parte da sua carreira ao serviço do Excelsior, clube da cidade de Roterdão. Uma carreira discreta, que não o impediu de ficar na história do futebol graças a um notável bigode.

2.

Fonte: SL Benfica

Fernando Chalana – Fernando Albino Sousa Chalana. É nome de craque. De alguém cujo pé esquerdo encantou o mundo do futebol, por todo o lado por onde passeou o seu génio. E o seu bigode, também ele à altura do seu talento futebolístico. Um pequeno genial com um grande bigode. Impossível esquecer Chalana.

1.

Fonte: The Famous People

Paul Breitner – Um histórico jogador do futebol mundial cujo currículo é invejável: ao serviço do Bayern de Munique, cinco vezes campeão alemão, duas Taças da Alemanha e uma Liga dos Campeões; ao serviço do Real Madrid, duas ligas espanholas e uma Taça do Rei; ao serviço da seleção alemã, um Campeonato da Europa e um Campeonato do Mundo, com um golo em cada final. Pode-se dizer que o seu bigode está à altura do seu palmarés.

Foto de Capa: UEFA

Artigo revisto por: Jorge Neves

Frederico Seruya

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