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As 5 maiores Armas Secretas do Campeonato Português

Gonçalo Palma Salgueiro · 3 min

As 5 maiores Armas Secretas do Campeonato Português
Foto: Carlos Silva / Bola na Rede

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O treinador prepara o jogo, escolhe o onze inicial, e, depois, consoante as incidências da partida, recorre ao banco de suplentes para mudar o rumo dos acontecimentos. Hoje reunimos os cinco jogadores que mais contribuíram com golos ou assistências na condição de suplente utilizado, tornando-se uma espécie de talismã e armas secretas para a sua equipa, o homem de confiança do treinador quando é hora de agitar as águas.

5.

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Francisco Trincão (SC Braga) – O jovem prodígio que está de malas feitas para Barcelona tem encantado os adeptos portugueses com as suas fantásticas exibições. O extremo esteve em vinte jogos do campeonato esta temporada, começando dez deles a partir do banco e marcando por duas vezes nessa condição. Um desses golos foi contra o Sporting CP, adversário direto na luta pelo pódio, quando o português entrou para desbloquear o nulo e dar assim a vitória à sua equipa, conseguindo também uma importante vantagem no confronto direto, que poderá ser decisiva para as contas finais. Aos dois golos apontados vindo do banco, Trincão soma também uma assistência. Desde a retoma do campeonato que o jogador tem sido titular, estatuto que deverá manter, pois Custódio não quererá abdicar de um dos principais candidatos a jovem revelação da liga.

4.

Gelson Dala (Rio Ave FC) – Só por uma vez Carlos Carvalhal apostou no angolano emprestado pelo Sporting CP para o onze titular e foi já depois da retoma. Gelson Dala chegou a Vila do Conde no mercado de janeiro, depois de uma experiência falhada nos turcos do MP Antalyaspor, onde jogou pouco. O regresso a Portugal tem sido feliz, tendo o avançado feito as pazes com o golo, marcando por quatro vezes na condição de suplente utilizado. Não será fácil para o angolano agarrar a titularidade, pois tem um concorrente de peso para a mesma posição, o internacional iraniano Mehdi Taremi, que é um dos destaques desta liga e que inclusive marcou ao SL Benfica na última jornada, jogo em que Gelson Dala acabou por não sair do banco de suplentes.

3.

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Davidson (Vitória SC) – Davidson tem oscilado entre a titularidade e o banco de suplentes ao longo do campeonato, mas é inegável a influência do brasileiro na equipa de Ivo Vieira. Na liga soma um total de cinco golos, sendo que três foram como suplente utilizado, ao que soma também uma assistência nessa condição. O poderoso extremo é um dos vários talentos do plantel do Vitória que está ainda na luta por um lugar europeu. O brasileiro foi titular nas três partidas desde a retoma do campeonato, mas depois de três empates consecutivos poderá vir a perder esse estatuto, caso Ivo Vieira decida que é altura de mudar alguma coisa.

2.

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Carlos Vinícius (SL Benfica) – O melhor marcador da liga a par do colega de equipa Pizzi, com quinze golos, começou a temporada como suplente do espanhol Raúl de Tomás, que acabaria por deixar as águias em janeiro sem convencer. Vinigol marcou três golos e fez uma assistência vindo do banco, sendo decisivo para as vitórias da sua equipa, como que a provar ao treinador Bruno Lage que é ele quem merece a titularidade. Apesar de nos últimos jogos andar desencontrado com os golos, o brasileiro que chegou ao Benfica proveniente do AS Mónaco continua a ser um dos jogadores mais influentes do campeonato.

1.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Anderson Oliveira (FC Famalicão) – O jovem brasileiro de apenas vinte e dois anos já vai na sua terceira temporada ao serviço dos famalicenses e está em estreia na primeira liga. Das vinte e quatro partidas em que participou no campeonato, dezoito fê-lo na condição de suplente utilizado, reforçando assim o seu estatuto de arma secreta nas mãos de João Pedro Sousa. Seis dos setes golos apontados pelo avançado para o campeonato são precisamente nessa condição, tornando-o assim no jogador mais influente a partir do banco de suplentes.

 

Gonçalo Palma Salgueiro

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