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Os 5 melhores negócios de julho no futebol internacional

João Fernandes · 3 min

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Terminado o mês de julho, e com um mês de mercado pela frente na maioria dos campeonatos europeus e do resto do mundo, chegou a altura de analisar aquelas que foram, até ao momento, as maiores “pechinchas” do defeso.

Se é certo que há valores astronómicos a ser movimentados, e que a inflação está cada vez mais presente no mundo do futebol, também é certo que ainda é possível contratar “bem e barato”.

O presente top elege os cinco melhores negócios do mês transato, com base nos valores de mercado dos jogadores, nas verbas pagas pelas suas aquisições e no papel preponderante que podem assumir nos novos clubes já esta temporada.

5.

Fonte: Atlético de Madrid

Kieran Trippier – Contratação muito útil para os colchoneros. O lateral inglês ainda tem algumas épocas de futebol pela frente (tem apenas 28 anos de idade) e era uma opção regular no Tottenham Hotspur FC e na seleção inglesa. Após uma temporada menos conseguida em Londres, o Atlético de Madrid aproveitou para adquirir os serviços de Trippier para colmatar a saída de Juanfran. Por 22 milhões de euros, Simeone adiciona à sua formação um jogador forte ofensivamente, mas com algumas dificuldades a defender. Pelo que já se viu na pré-temporada, o corredor direito deverá ser entregue a este e a João Félix.

4.

Fonte: PSG

Pablo Sarabia – Grande “achado” do PSG. O médio ofensivo de 27 anos alcançou números impressionantes no Sevilla em 2018/2019 (23 golos e 17 assistências), e não passou despercebido aos responsáveis do clube parisiense. Por somente 18 milhões de euros (menos de metade do seu valor de mercado), chega a Paris para tentar ajudar na conquista da tão desejada Liga dos Campeões. Thomas Tuchel recebe um médio virtuoso, que gosta de ter liberdade dentro das quatro linhas e que pode ocupar diferentes posições em campo. O espanhol foi o primeiro jogador “não-Barcelona” a tornar-se no melhor assistente da La Liga desde 2014.

3.

Fonte: Sevilla FC

Óliver Torres – Um desperdício gritante. O FC Porto deixa sair um dos seus melhores criativos depois de Deco, por um valor muito baixo para a qualidade evidenciada pelo espanhol. Óliver nunca conseguiu tornar-se num indiscutível dos azuis-e-brancos, mas ficará sempre a ideia de que não foi devidamente aproveitado. Julen Lopetegui, que trabalhou com o jogador no Dragão, pediu ao Sevilla a contratação do médio, que se junta à La Liga por apenas 12 milhões de euros. Em Espanha, onde já representou o Atlético de Madrid (clube de formação) e o Villarreal CF (por empréstimo), encontrará o espaço indicado para exibir a sua visão e leitura de jogo superiores às dos demais.

2.

Fonte: Wolverhampton Wanderers FC

Patrick Cutrone – Mais uma arma terrífica para Nuno Espírito Santo. O técnico português procurava um avançado com nome para se juntar a Raúl Jiménez e Diogo Jota e viu no italiano uma excelente oportunidade de negócio. Aos 21 anos, Cutrone é um dos produtos recentes do AC Milan mais entusiasmante, mas a chegada de Krzysztof Piątek em janeiro acabou por lhe roubar tempo de jogo em Milão. Com vontade de obter o estatuto ao qual está destinado, Patrick Cutrone decidiu rumar até à Premier League e foi transferido para os Wolves por apenas 18 milhões de euros. Sendo um número ‘9’ muito móvel e com grande espírito de sacrífico, irá, com certeza, encaixar na perfeição no sistema de NES.

1.

Fonte: Real Bétis Balompié

Nabil Fekir – Até custa a acreditar. Estamos perante aquele que será, muito provavelmente, o melhor negócio deste verão. Há um ano, após uma época brilhante no Lyon, falava-se da saída de Fekir por uma verba a rondar os 65 milhões de euros. O Liverpool FC, o principal interessado no francês, acabou por não garantir a sua contratação, e vê agora o Real Bétis a adquirir o campeão do mundo por um terço do valor. Os espanhóis pagaram aproximadamente 20 milhões por Nabil Fekir e acrescentam, assim, ao plantel um médio ofensivo de 26 anos, ágil, com boa meia distância e capaz de fazer a diferença através do último passe.

Foto de Capa: Wolverhampton Wanderers FC

artigo revisto por: Ana Ferreira

 

João Fernandes

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