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O pior 11 do Sporting CP nos últimos 10 anos

Guilherme Anastácio · 2 min

O pior 11 do Sporting CP nos últimos 10 anos
Foto: Sporting CP

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Analisemos a caminhada do Sporting na Taça de Portugal deste ano: Oleiros, Famalicão, Vilaverdense, Cova da Piedade e Futebol Clube do Porto. Facilmente, afirmamos que os quatro primeiros são colossos europeus e que muitas dificuldades causaram ao clube de Alvalade. Será que com este onze venceríamos tranquilamente?

Os adeptos leoninos não merecem as lágrimas que aqueles jogadores provocaram
Fonte: Instagram do Sporting Clube de Portugal

Guarda Redes

Fonte: Instagram de Azbe Jug

Azbe Jug – Não quero parecer xenófobo, mas qual é a probabilidade de um guarda redes esloveno ser, de facto, bom? Sim, “temos” o Oblak! E chega!

Lateral Direito

Fonte: SuperSporting

Iván Piris – “Não tens ovos, mas faz aí uma omelete”. Foi mais ou menos isto que Bruno de Carvalho disse a Leonardo Jardim. Ora, facilmente afirmamos que Iván Piris era tudo menos um ovo.

Defesa Central

Fonte: BBC News

Gladstone – Tinha tanto cabelo como qualidade- zero!

Defesa Central

Fonte: Associated Press

Khalid Boulahrouz – A sua relação com Portugal não foi famosa: tentou assassinar Ronaldo no Mundial 2006 e enterrar o Sporting quase sempre que jogou.

Lateral Esquerdo

Fonte: Super Sporting

Joãozinho – Sendo conhecido pelo diminutivo do seu nome, e tendo em conta a qualidade que tinha, bem que podia ter sido contratado para os infantis.

Médio Centro

Fonte: Com quem é que joga o Sporting?

Pontus Farnerud – Esteve, em toda a sua carreira, envolvido em seis transferências. Todas elas a custo zero. Um facto elucidativo da sua “qualidade”.

Médio Centro

Fonte: Cruzados Leoninos

Tales – Esteve uma época no plantel do Sporting e a única coisa positiva que fez ao serviço dos leões foi, de facto, nunca ter ido a jogo. Pena não ser como o seu melhor amigo: Alexandre Pato.

Extremo

Fonte: Instagram de Valentín Viola

Valentín Viola – Tem nome de instrumento musical, mas não dava música nenhuma. Se fosse músico, Beethoven seria seu fã. Um claro atentado aos Cinco Violinos.

Extremo

Fonte: Sporting Com Filtro

Shikabala – Acredito piamente que quem está dentro do fato do Jubas é o extremo egípcio que “fugiu”.

Avançado

Fonte: A Outra Visão

Carlos Saleiro – Fez história em Portugal: primeiro bebé proveta no nosso país. Claro que só por isso é que fez história. Quanto ao futebol, bem, é melhor nem me alongar.

Avançado

Fonte: Super Sporting

Florent Sinama-Pongolle – Veio do Atlético de Madrid e custou dez milhões de euros. Einstein dizia que “somente duas coisas são infinitas: o Universo e a estupidez humana”. Bem, não sei se é infinita, mas neste caso a estupidez humana fez questão de marcar presença.

Foto de Capa: Sporting Clube de Portugal

Guilherme Anastácio

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
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Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
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