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[tps_title]10.º Salva Chamorro[/tps_title]

Fazendo jus à verdade, deve-se afirmar que o nome deste Avançado entra nas órbitas do conhecimento futebolístico apenas com o golo inesperado que ditou o empate do Tondela frente ao Sporting. No entanto um pormenor se levanta: este foi o único golo que Chamorro marcou durante a sua passagem por Portugal. Apesar de ser um avançado com um percurso interessante, acabou por se despedir de Tondela para voltar à sua terra e assinar pelo Barcelona…B.
[tps_title]9.º Bilal Ould-Chikh[/tps_title]

O Futebol Português tem sido um assíduo receptor de jovens promessas falhadas. E ainda que existam exepções, Bilal não foi um exemplo. Embora seja difícil a fase de adaptação numa equipa que viveu momentos inconstantes no começo da época, a verdade é que outros jovens conseguiram ganhar lugar no Benfica. Já Ould-Chikh, para além de algumas incidências indisciplinares ao serviço da selecção enquanto jogador da equipa da Luz, nem na equipa B se conseguiu afirmar, tendo sido substituído ao intervalo no único jogo que fez enquanto titular.
[tps_title]8.º Vítor Paneira[/tps_title]

Após a promoção, a equipa do Tondela voltou a ser liderada por Vitor Paneira, que deixou o Varzim para segurar as rédeas de um clube da 1ª divisão. O Campeonato começou com a elevação das expectativas e com o Tondela a complicar a estreia da equipa do Sporting. Mas o cenário agravou-se com as jornadas que se seguiram, tendo Vitor Paneira conseguido apenas 1 vitória em sete jogos, deixando o Tondela encostado ao fundo da Tabela logo no primeiro terço da prova.
[tps_title]7.º º Alberto Bueno[/tps_title]

A qualidade da sua formação e algumas boas prestações ao serviço do seu antigo clube legitimaram um voto de confiança. Chegando a custo zero, a margem de prejuízo diminuía. Alberto Bueno marcou até à data dois golos ao serviço do FC Porto, ambos marcados em jogos acessíveis a contar para a Taça de Portugal. Embora este ponto tenha um valor subjectivo,estatisticamente falando, Bueno marcou mais golos em 20 minutos num célebre jogo na equipa do Rayo Valleycano do que em mais de meia época ao serviço do FC Porto.
[tps_title]6.º Rivaldinho[/tps_title]

“Filho de peixe sabe nadar” ou “quem sai aos seus não degenera”. Mas Rivaldinho fez o favor de contrariar ambos os ditados. A ligação que o seu nome propõe está correcta. Mas a similitude, ao que parece, existe apenas na denominação e não na genialidade. Rivaldo foi craque, Rivaldinho duvido que seja ou que venha a ser. Captou as atenções quando chegou ao Bessa, mas caiu no esquecimento com facilidade. Foi pena.
[tps_title]5.º Pablo Osvaldo[/tps_title]

O anúncio da sua contratação por parte do FC Porto chegou com alguns alertas que sugeriam a instabilidade na sua carreira, destacando-se a incapacidade de se solidificar num clube. Convenhamos: fazer esquecer Jackson Martinez é uma tarefa que não se pode exigir a qualquer um, mas há que fazer o mínimo. Pablo Osvaldo não foi capaz de o fazer, e contribuiu para que ele próprio fizesse mais parte do problema do que da solução.
[tps_title]4.º Michaël Ciani[/tps_title]

Devo confessar que aprecio centrais com calibre físico. Esta característica, aliada à velocidade necessária, pode ser a receita para um defesa de topo – e talvez seja por isso que não existem muitos exemplos destes. Já conhecia Ciani dos seus tempos de Itália. Jogador possante, com orientação ofensiva e capacidade de finalização. Chegou ao Sporting num momento de reconstrução do sector defensivo da equipa. A sua fase de adaptação não se chegou a iniciar. Esteve em Portugal uma semana.
[tps_title]3.º Julen Lopetegui[/tps_title]

Não foi uma contratação da corrente época, mas caracterizou uma das chicotadas mais marcantes da mesma. Após a época de 2014/2015 sem ganhar nada, recebeu o benefício da dúvida e aquisições de aparente peso. Mas não chegou. Deste do início do campeonato adivinhou uma luta a três, como não se via há muito tempo. Mas o FC Porto, em alguns momentos, fez questão de devolver a luta apenas a dois elementos. Má gestão da equipa, decisões incoerentes, postura apaziguadora quando se pedia outra atitude justificaram os lenços brancos e as recepções no aeroporto. Julen Lopetegui não era treinador para o FC Porto e alguém o percebeu a tempo.
[tps_title]2.º Adel Taarabt[/tps_title]

Quando um nome de um jogador é associado a um determinado clube, há um gesto que se tornou comum. Então, rapidamente o adepto curioso acede à plataforma de vídeos da Internet para conhecer melhor o hipotético craque que vem a caminho. E neste patamar, Taarabt é craque. Golos de todos os feitos, execuções de encher o olho, pormenores que deixam fortes promessas. O Marroquino desiludiu, e como se não bastasse, agravando ainda mais a sua posição no TOP, auferiu um salário que vale muito mais do que aquilo que ele demonstrou no Benfica.
[tps_title]1.º Giannelli Imbula[/tps_title]

Uma época experimental num Clube pouco habituado a experiências exigiu apostas fortes para a presente época. Foi seguindo esta tese que se consumou a contratação de Imbula, um dos jogadores mais temidos do campeonato Francês, cheio de técnica, velocidade e a cultura táctica necessária para ser preponderante numa equipa de topo do Futebol Português. Sendo certo que tudo isto pode não justificar o pagamento de 20 milhões pelo seu passe, Imbula era um Ferrari conhecido e desejado por muitos. Chegou ao Porto para não brilhar. E ainda assim acabou vendido por valor idêntico ao da sua compra. Pensemos, agora, qual seria o valor da segunda venda caso tivesse brilhado.












