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[tps_title]10º Fábio Coentrão[/tps_title]

A grande “invenção” de Jorge Jesus. O treinador do Benfica pegou num miúdo com uma técnica deslumbrante mas altamente inconsequente e transformou-o num dos melhores alas do planeta. Defende com grande eficácia e ataca com muita atitude. Deixou muitas saudades na Luz, onde virou ídolo.
[tps_title]9º Ezequiel Garay[/tps_title]

Luta renhida com David Luiz pela vaga no top 10 da era de Jorge Jesus. O argentino ganha porque é obviamente melhor jogador. De uma classe única, Garay fez com Luisão a melhor dupla de centrais dos últimos 20 anos do Benfica.
[tps_title]8º Luisão[/tps_title]

O o patrão do Benfica. É a voz de Jorge Jesus no relvado e é uma delícia observar a forma como comanda a defesa benfiquista. É visível o respeito de colegas e adversários por um jogador que certamente ficará na história do Benfica.
[tps_title]7º Maxi Pereira[/tps_title]

Imprescindível no onze de Jorge Jesus, Super Maxi joga sempre, sempre, sempre. A verdade é que nunca teve o lugar na equipa em risco, muito por causa da garra e da ambição que demonstra em campo. Idolatrado pelos adeptos benfiquistas, Maxi Pereira é defesa e extremo em simultâneo. Um todo o terreno, no puro sentido do termo.
[tps_title]6º Nemanja Matic[/tps_title]

Na Luz, ficou conhecido como “a aranha”. A alcunha faz-lhe toda a justiça, uma vez que Matic desdobrava-se por todo o meio-campo das águias. O sérvio empurrava o Benfica para a frente e sufocava as defesas contrárias. A defender, era imperial no corte e imponente fisicamente. Jorge Jesus transformou Matic num autêntico monstro do (bom) futebol.
[tps_title]5º Enzo Pérez[/tps_title]

Depois de um início controverso no Benfica, poucos acreditariam no impacto do médio argentino ao serviço das águias. A história, porém, conta que Enzo se tornou um box-to-box de nível mundial. Foi o jogador que melhor interpretou as funções que Jorge Jesus pretende da posição “8”. Para além da importância na conquista do triplete, em 2013-2014 ganhou o prémio de melhor jogador da Liga Portuguesa – e com toda a justiça, diga-se. Deixou a Luz, rumo a Valência, debaixo de vénias.
[tps_title]4º Pablo Aimar[/tps_title]

Classe, classe e mais classe. Aimar foi o maior ídolo da Luz na era de Jorge Jesus. A paixão dos adeptos pelo argentino é explicada pela elegância do futebol de “Pablito” e pela inteligência das suas decisões. Um exemplo dentro e fora de campo, Aimar é admirado por figuras como Leonel Messi e Diego Maradona.
[tps_title]3º Di María[/tps_title]

É, de longe, o mais talentoso jogador que Jorge Jesus treinou. Se, na fase pré-Jorge Jesus, Di María era um jogador de bola, com o treinador nascido na Amadora ao comando do Benfica, o argentino virou futebolista. Desmoronava defesas atrás de defesas e tinha uma capacidade exclusiva de virar qualquer jogo a favor do Benfica. Fez parte da equipa que praticou o melhor futebol dos últimos anos em Portugal e criou uma mítica ala esquerda com Fábio Coentrão.
[tps_title]2º Nico Gaitán[/tps_title]

Verdadeiramente incrível a evolução ao longo dos últimos anos. Chegou ao Benfica já com rótulo de craque, e a verdade é que a exímia técnica conquistou, desde logo, a massa adepta encarnada. O “Picasso”, como é conhecido na Luz, demorou, no entanto, a afirmar-se como um jogador de classe distinta. Nas duas últimas épocas atingiu um elevado patamar de excelência e é cada vez mais importante na equipa benfiquista. Diria até que é, atualmente, o melhor jogador do Benfica.
[tps_title]1º Óscar Cardozo[/tps_title]

O último grande goleador do Benfica. O ódio de alguns adeptos em relação ao estilo molengão e pesado de Cardozo era superado pelo amor daqueles que admiravam uma veia goleadora ímpar. No total, Takuara marcou 172 golos em 293 jogos e ofereceu dezenas de vitórias ao Benfica. Tem o seu nome gravado a letras de ouro na história do clube devido ao facto de se ter tornado o melhor marcado estrangeiro de sempre. Alguém, algum dia, esquecerá aquele golo ao Fenerbahçe?









