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Top 5 jogadores que passaram por Portugal e nunca jogaram nos grandes

Diana Oliveira · 4 min

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Ao longo dos anos têm sido vários os jogadores que passaram pelo campeonato português e que brilharam por cá ou por outros relvados sem, no entanto, terem passados pelos três grandes.

No Bola na Rede, compilamos o Top 5 de jogadores que jogarem em clubes da Primeira Liga e nunca passaram pelos “grandes”, mas outros jogadores poderiam também ser incluídos neste Top, pelo que os apontamos como Menções Honrosas: Nuno Frechaut, o português que se destacou em clubes como Boavista FC , Vitória FC e SC Braga; N’dinga, lenda do Vitória SC e Ismaily, o brasileiro lateral esquerdo que se notabilizou no SC Braga, entre outros.

5.

Diego Costa – O avançado com dupla nacionalidade brasileira/espanhola dispensa apresentações. É considerado por muitos um dos melhores avançados da atualidade, tendo brilhado nos últimos anos ao serviço do Club Atlético de Madrid e do Chelsea FC.

Chegou a Portugal pela primeira vez na época 2006/07 para o SC Braga, passando também por empréstimo pelo FC Penafiel na mesma temporada e transferindo-se, depois, para o emblema espanhol onde se notabilizou.

Apesar de Costa não se ter destacado pela sua carreira no nosso país, o seu percurso em clubes europeus demonstra que poderia ter sido uma mais-valia para os três grandes, caso tivesse dado esse “salto” quando representou outros clubes portugueses considerados de menor dimensão.

4.

Albert Meyong Zé – O camaronês, que atualmente ainda integra os quadros do Vitória FC como treinador adjunto, é recordado com carinho pelos adeptos portugueses, principalmente das equipas que representou, como o Vitória FC, CF “Os Belenenses” e o SC Braga.

Meyong e a sua veia goleadora foram um verdadeiro “abono de família” para o clube do Bonfim, principalmente durante as primeiras cinco épocas e meio que jogou pelos sadinos onde apontou mais quase 60 golos. Transferiu-se depois para o Restelo, conseguindo a distinção de melhor marcador do campeonato nessa temporada e, mais tarde, brilhou no SC Braga de Jorge Jesus e Domingos Paciência. Meyong fez uma carreira admirável e invulgar em Portugal, já que nunca passou pelos três grandes.

3.

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Tarantini – Ricardo Monteiro, conhecido no mundo do futebol como Tarantini, alinha há cerca de 12 anos pelo Rio Ave FC, o que faz dele o jogador que há mais tempo representa o mesmo clube em Portugal. O talentoso médio defensivo tem sido uma figura emblemática do clube de Vila do Conde na última década, o que motivou, em alguns momentos, a cobiça de outros clubes portugueses, mas o português manteve-se fiel aos rioavistas.

A sua dedicação ao futebol levou-o a criar o projeto “A minha causa”, onde aconselha e auxilia outros futebolistas a prepararem o seu futuro pós-futebol, através da sua própria experiência como atleta que escolheu também a formação: Tarantini completou já duas licenciaturas, um mestrado e pretende terminar o doutoramento enquanto ainda joga.

No seu website dedicado a divulgar o seu projeto, o jogador afirma que apenas 16% dos jogadores portugueses conseguem chegar à primeira liga de futebol profissional e que mais de 95% dos jogadores portugueses não conseguem chegar a um grande em Portugal. Um claro sinal de alerta para a necessidade de os futebolistas investirem e definirem objetivos para a sua vida quando a bola deixar de rolar.

2.

Mladen Karoglan – O croata é ainda hoje recordado com muita saudade pelos adeptos bracarenses como um dos melhores jogadores de sempre a atuar pelo SC Braga, a par de Alan. Mladen Karoglan chegou ao nosso país para representar o GD Chaves, na temporada 1991/92, mudando-se dois anos mais tarde para o clube minhoto, onde se afirmou e permaneceu até terminar a carreira em 1999.

Karoglan era sinónimo de golo – não fossem os 65 tentos apontados ao serviço dos minhotos -, um ponta de lança matador com uma técnica acima da média que passou pelo futebol português na década de 90 e que se eternizou como uma lenda dos arsenalistas. Chegou a falar-se numa possível transferência para o FC Porto, mas o croata continuou a brilhar pelos “guerreiros” até se reformar.

1.

Jimmy Floyd Hasselbaink – O avançado holandês aterrou no futebol português na época 1995/96, pela mão do SC Campomaiorense. Apesar dos 12 golos apontados nessa temporada por Hasselbaink, o emblema de Campo Maior não conseguiu evitar a despromoção e o jogador transferiu-se para um Boavista FC em ascensão.

Parceiro, na frente do ataque, de Nuno Gomes, o holandês nascido no Suriname deu nas vistas pela sua capacidade de finalização, acabando a época como segundo melhor marcador do campeonato português, apenas atrás do mítico Jardel.

No ano seguinte, Gomes segue para o SL Benfica que também estava interessado em Hasselbaink, mas não conseguiu competir com os valores apresentados pelos ingleses do Leeds United FC. A sua carreira passou depois por clubes lendários como o Atlético de Madrid e o Chelsea FC, onde foi idolatrado pelos adeptos. Teria sido, certamente, uma mais-valia para as águias caso o negócio se tivesse concretizado.

Artigo revisto por Diogo Teixeira

Diana Oliveira

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