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O checo é um dos mais consistentes jogadores do circuito mundial e um dos melhores, se não mesmo o melhor, jogadores da história da modalidade a não ter ganho um título do Grand Slam. Na base da excelente carreira do checo está a sua fantástica pancada de direita: não é uma pancada que tenha grande variedade, é quase sempre chapada e cruzada, mas a pura potência (e consistência) do golpe é suficiente para tornar o checo uma presença constante no top10 mundial.
4 – Dominic Thiem

A direita de Thiem é muito diferente da de Berdych, quase inteiramente baseada no top spin brutal que consegue imprimir à pancada. A direita de Thiem é particularmente efectiva em terra batida, onde a combinação de potência e top spin lhe permite causar problemas ao adversário, mesmo a partir de posições defensivas no court.
3 – Juan Martin del Potro

O argentino já não é o que era e prometia ser antes de sucessivas lesões destruírem a sua carreira, mas a sua direita continua a ser a pancada mais potente do circuito mundial. A direita de del Potro não é devastadora apenas devido à potência pura, mas à consistência e profundidade que consegue imprimir.
2 – Roger Federer

Uma das pancadas mais icónicas da história do ténis. A direita de Federer não é tão potente como algumas outras, mas tem uma versatilidade ímpar. O suíço tem opções praticamente infinitas com a sua pancada de direita e, graças à sua fantástica movimentação no court, consegue utilizar esta pancada em posições ideais, mais do que qualquer outro jogador.
1 – Rafael Nadal

A direita é a base do jogo de Rafael Nadal. Não é uma pancada que acaba com os pontos automaticamente, mas sim uma pancada que permite a Nadal construir os pontos à sua vontade, puxando o adversário cada vez mais para trás da linha de fundo. O top spin que Nadal imprime às suas direitas torna a pancada especialmente eficaz em terra batida, onde Nadal tem dominado quase a seu bel prazer, desde 2005, mas o Espanhol já demonstrou amplamente que a sua direita pode fazer moça em qualquer superfície.
Artigo revisto por: Francisca Carvalho









