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As 5 melhores direitas do circuito

Manuel Traquete · 2 min

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Cabeçalho modalidades5 – Tomas Berdych

tomas berdych
Fonte: vavel.com

O checo é um dos mais consistentes jogadores do circuito mundial e um dos melhores, se não mesmo o melhor, jogadores da história da modalidade a não ter ganho um título do Grand Slam. Na base da excelente carreira do checo está a sua fantástica pancada de direita: não é uma pancada que tenha grande variedade, é quase sempre chapada e cruzada, mas a pura potência (e consistência) do golpe é suficiente para tornar o checo uma presença constante no top10 mundial.

4 – Dominic Thiem

Fonte: Dominic Thiem
Fonte: Dominic Thiem

A direita de Thiem é muito diferente da de Berdych, quase inteiramente baseada no top spin brutal que consegue imprimir à pancada. A direita de Thiem é particularmente efectiva em terra batida, onde a combinação de potência e top spin lhe permite causar problemas ao adversário, mesmo a partir de posições defensivas no court.

3 – Juan Martin del Potro

Fonte: ATP
Fonte: ATP

O argentino já não é o que era e prometia ser antes de sucessivas lesões destruírem a sua carreira, mas a sua direita continua a ser a pancada mais potente do circuito mundial. A direita de del Potro não é devastadora apenas devido à potência pura, mas à consistência e profundidade que consegue imprimir.

2 – Roger Federer

Federer AUTORIZADO
Fonte: ATP

Uma das pancadas mais icónicas da história do ténis. A direita de Federer não é tão potente como algumas outras, mas tem uma versatilidade ímpar. O suíço tem opções praticamente infinitas com a sua pancada de direita e, graças à sua fantástica movimentação no court, consegue utilizar esta pancada em posições ideais, mais do que qualquer outro jogador.

1 – Rafael Nadal

Fonte: C. Dubrueil/FFT
Fonte: C. Dubrueil/FFT

A direita é a base do jogo de Rafael Nadal. Não é uma pancada que acaba com os pontos automaticamente, mas sim uma pancada que permite a Nadal construir os pontos à sua vontade, puxando o adversário cada vez mais para trás da linha de fundo. O top spin que Nadal imprime às suas direitas torna a pancada especialmente eficaz em terra batida, onde Nadal tem dominado quase a seu bel prazer, desde 2005, mas o Espanhol já demonstrou amplamente que a sua direita pode fazer moça em qualquer superfície.

Artigo revisto por: Francisca Carvalho

Manuel Traquete

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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