Publicidade

Celebridades: O Lado Bom da WWE

Filipe Torres · 3 min

Celebridades: O Lado Bom da WWE
Foto: WWE

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

A letra “E” na sigla “WWE” significa entretenimento. Ou seja, não é apenas wrestling. A empresa de Vince McMahon valoriza sempre mais o entretenimento do que a luta livre, por isso o uso de celebridades não é uma grande surpresa.

Antigos lutadores que acabaram por ser celebridades, como Dwayne “The Rock” Johnson, é o único caso que não vai ser falado ao longo do artigo.

O último combate da primeira WrestleMania contou com uma grande celebridade, o ator Mr. T. Foi o início da longa história de celebridades que passaram pela WWE. Ao contrário de Mr. T, muitas dessas celebridades apenas participavam segmentos ou apoiavam certos WWE Superstars em lutas.

O exemplo mais recente de uso constante de celebridades nos programas televisivos da WWE foi entre 2009 e 2010, quando várias celebridades lideravam a Monday Night Raw por uma noite. Bob Barker, Criss Angel, Mark Cuban e Seth Green são algumas celebridades que mandaram na Raw e que apenas participavam em segmentos. Além disso, também há celebridades que apenas aparecem para tocar música.

Fora essas, há algumas que chegaram a participar em segmentos e a apoiar lutadores. O maior exemplo é o antigo presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, que foi um dos grandes destaques da WrestleMania 23. Tudo começou quando Vince McMahon começou uma rivalidade com Donald Trump e culminou com um combate entre Umaga, apoiado por Vince, e Bobby Lashley, apoiado por Trump, na WrestleMania 23, com Stone Cold Steve Austin como árbitro, em que o perdedor teria o cabelo rapado. Já se previa que o perdedor seria o dono da WWE.

Porém, nem todas as celebridades ficaram por aí. Há algumas que cresceram com a WWE como uma das paixões. Por isso, queriam participar em combates.

Ao longo da história da WWE, famosos como Floyd Mayweather (WrestleMania 24), Shaquille O’Neal (WrestleMania 32), Stephen Amell (SummerSlam 2015), Lawrence Taylor (WrestleMania 11), entre outros, lutaram nos eventos principais da WWE. Mas, isso tem acontecido muito mais nos últimos dois anos.

Na WrestleMania 37, Bad Bunny, um cantor latino em grande ascensão, lutou com Damian Priest contra The Miz e John Morrison, num dos melhores combates do evento. O cantor surpreendeu tudo e todos com o seu estilo e com o Bunny Destroyer (Canadian Destroyer), que também utilizou no Royal Rumble 2022.

Ora, a WWE decidiu repetir a fórmula na WrestleMania 38 e o resultado foi muito positivo. A empresa de Vince McMahon decidiu colocar Johnny Knoxville, a principal estrela dos filmes de Jackass e o youtuber Logan Paul em combates de destaque.

Knoxville lutou contra Sami Zayn, num Anything Goes Match, e foi um combate que entreteu tanto o público como os fãs e mostrou que o wrestling não pode ser levado sempre tão seriamente. Por outro lado, Logan Paul mostrou que tem carisma, sabe mexer com as emoções do público e ainda fez várias manobras de puro wrestling dentro do ringue, num combate onde fez parceria com The Miz contra Rey e Dominik Mysterio. É possível que o desempenho de Logan Paul no combate seja o melhor de sempre de uma celebridade num ringue da WWE.

A WWE é uma empresa diferente das restantes. Apesar de ter muito wrestling, há um grande foco no entretenimento. Talvez seja essa a razão para a empresa estar no ativo há mais de 30 anos.

Foto de Capa: WWE

Filipe Torres

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

FC Copenhaga 3-0 Braga | E o Gverreiro gelou

O Copenhaga nunca tinha ganho no Parken a um opositor português. Vindos da pior época da sua história (sétimo lugar interno, disputa da fase de manutenção), aos dinamarqueses resta fazer pela vida para reassumir a dianteira do seu futebol. No fim-de-semana, a derrota no terreno do Midtjylland encurtara a vantagem no topo para apenas dois pontos – poderia esse tropeção adornar o encontro com o Braga de importância extra? Pareceu definitivamente que sim, dada a energia com que a equipa de Bo Svensson entrou a pressionar Gverreiros. O ímpeto, típico de anfitrião em jogo europeu, não deveria assustar arsenalistas, tão ou mais habituados que o Copenhaga a contexto internacional. E, mesmo por isso, passando a primeira onda de histeria, o jogo acalmou. No meio do marasmo ainda surgiu oportunidade para balançar as redes portuguesas, mas Travassos estava concentrado e salvou golo certo. O agressivo 4-2-3-1 de Bo Svensson (2,4 golos por jogo na Superligaen e 17 golos nos play-offs da Conferência) era manietado pelo 3-5-2 híbrido de Carlos Vicens, com o miolo Moutinho-Tiknaz-Gorby a ganhar ascendente na luta física e na luta pela posse de bola. No apito final da primeira metade, os portugueses contavam com 63%, superioridade notável ao nível do passe (301 completos para 169) e mais oportunidades reais de aproximação à outra baliza.

Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.