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José Gomes: «Anulámos o Sporting até ao golo»

Ricardo João Lopes · 1 min

José Gomes Nacional da Madeira Elves Baldé Farense
Foto: Pedro Figueira / Bola na Rede

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Jogador abordou o encontro entre o Sporting e o Nacional, relativo à décima nona jornada da Primeira Liga.

José Gomes abordou o encontro entre o Sporting e o Nacional, relativo à décima nona jornada da Primeira Liga.

José Gomes falou após o Sporting x Nacional, relativo à décima nona jornada da Primeira Liga. A partida foi disputada no José de Alvalade e terminou com um 2-0:

«Sim defensivamente tivemos muito bem, anulámos o Sporting até ao golo. Faltou-nos ligação na transição, era algo que tinhamos preparado mas não conseguimos», aferiu o jogador português.

«Só podemos tirar coisas positivas, jogámos contra um grande. É difícil, tem um ataque inacreditável, tem o Gyokeres», afirmou José Gomes.

«É para ganhar (ao Arouca) , aí é o nosso campeonato claramente e é para ganhar», concluiu o jogador do Nacional

https://twitter.com/SportingCP/status/1883252923913863213
Ricardo João Lopes

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Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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