Publicidade

Os 5 maiores flops do SL Benfica deste século

Bruno Rocha · 3 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Cada vez que um novo jogador ingressa num plantel cria-se uma expectativa daquilo que o mesmo poderá render ao serviço dessa equipa. No SL Benfica, isso também acontece. Há jogadores que ficam na história do clube, mas nem sempre por bons motivos. Por não corresponderem aquilo que era esperado, são chamados de “flops”. E houve muitos neste século. Neste artigo, focamos cinco em concreto.

5.

Fonte: UEFA

Bruno Cortez – Doloroso! Foi muito doloroso ver Bruno Cortez envergar a camisola do SL Benfica. Quem não se lembra da terrível exibição do brasileiro frente ao Sporting CP? Pois, quem me dera esquecer.

Bruno Cortez veio na saga de laterais esquerdos da era Jorge Jesus e vinha para colmatar a lacuna na defensiva benfiquista, mas sem êxito. Emprestado pelo São Paulo, felizmente o jogador apenas realizou seis jogos ao serviço das águias.

4.

Fonte: SL Benfica

Freddy Adu – “É como Mozart” foram as palavras proferidas por Pélé sobre Freddy Adu. Em 2007, o SL Benfica anunciava a contratação de uma das maiores promessas do futebol mundial, e logo com um contrato de longa duração: cinco anos, cinco longos anos!

O jogador nunca se conseguiu afirmar no Benfica, ainda que tivesse oportunidades para o fazer. Inclusive, a única época em que Freddy não foi um autêntico desastre foi a de 2007/2008, em que disputou 21 jogos em todas as competições. Contudo, nesta mesma temporada, foi chamado pela sua seleção para disputar a qualificação para os Jogos Olímpicos (com muito sucesso), no entanto, quando regressa a Lisboa, o treinador havia mudado e nunca mais o jogador envergou o Manto Sagrado. Sucessivos empréstimos nos anos seguintes, sem nunca atingir aquilo que esperavam dele. Cinco longos anos, até que o vínculo com o Benfica terminou. Freddy Adu tinha apenas 22 anos!

3.

Fonte: UEFA

Javier Balboa – Quando um jogador tem no seu currículo a passagem por um clube como o Real Madrid, é de se esperar grandes coisas do mesmo. Foi o caso de Balboa. Contratado por 4 milhões de euros, Balboa chegava à Luz com bastantes expectativas. Quique Flores quis o guineense a todo o custo e até lhe deu oportunidades. Todas em vão! A verdade é que Javier Balboa não se conseguiu afirmar no SL Benfica. Nos anos seguintes, o extremo foi emprestado a clubes como o FC Cartagena e o Albacete, com o intuito de voltar a ser opção para os encarnados, mas sem sucesso. Acabou mesmo por ser dispensado do clube e assinou a custo zero pelo Beira-Mar. Mais tarde, viria ainda a jogar pelo Estoril Praia.

2.

Fonte: SL Benfica

Keirrison – É mais um daqueles casos… Sem espaço no Barcelona, tapado, na altura, por Ibrahimovic, Keirrison foi cedido, por empréstimo, ao SL Benfica. Havia custado 15 milhões de euros aos catalães e chegou com rótulo de futuro craque. No plantel encarnado, não conseguiu reproduzir aquilo que havia feito na pretérita temporada no Brasil e não era escolha de Jorge Jesus para jogar com regularidade. Tapado por Saviola e Cardozo, o avançado realizou apenas cinco jogos, sem marcar qualquer golo. Saiu no mercado de inverno, sendo a Fiorentina o seu destino.

1.

Fonte: UEFA

Roberto Jiménez – Este é, provavelmente, o maior “flop” da história do SL Benfica. Aquando da sua compra, Roberto era a terceira opção no plantel do Atlético de Madrid. Contudo, é de lhe reconhecer este mérito: foi o terceiro guarda-redes mais caro da história na altura. Qualquer coisa como 8,5 milhões de euros. Não sendo o pior guardião do mundo, não era, com toda a certeza, dos melhores. Muito inseguro nas saídas, provocando calafrios aos adeptos benfiquistas. Foram tantos os maus momentos que até teve direito a uma música! É caso para dizer “Ai que frango”!

Foto de Capa: UEFA

Revisto por: Jorge Neves

 

Bruno Rocha

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.