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Pepa admite depois do empate contra o Sporting: «Um ponto é um ponto, mas terminei o jogo com uma sensação de azia»

Ricardo João Lopes · 2 min

Pepa Estrela da Amadora Sporting
Foto: Rui Pereira/Bola na Rede

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Pepa analisou o encontro entre o Estrela da Amadora e o Sporting, partida relativa à primeira jornada da Primeira Liga.

Pepa realizou a análise ao encontro entre o Estrela da Amadora e o Sporting, partida relativa à primeira jornada da Primeira Liga, com o jogo a terminar com um 2-2.

«Parabéns às três equipas. Jogo emotivo, bonito em termos de espetáculo. Olho mais para a nossa equipa. Primeira parte muito difícil. Realçar o meio-campo com idade média de 20 anos. Não é fácil estrear contra um Sporting com capacidade física e de pressão. Cometemos erros em transição, o espaço estava no corredor contrário ou na profundidade. Com bola, não tão bem na primeira parte. Na minha opinião, quando sofremos o primeiro golo, transformamo-nos por completo. Estávamos melhores quando sofremos o segundo. Quem entrou, entrou bem. A equipa tem muito potencial para crescer, está longe do que pode chegar. Um ponto é um ponto, mas terminei o jogo com uma sensação de azia. Na segunda, senti que podíamos virar o jogo».

«Luta pela vitória? Tive três ou quatro anos fora, mas isso não muda. Prefiro perder a tentar ganhar, se perdermos, perdemos e parabéns ao adversário. É assim que crescemos. Tentamos passar a energia e mentalidade ganhadora, independentemente do adversário. Sabíamos que é difícil fazer o que o Sporting fez 90 minutos e que os espaços iam aparecer. Tivemos n situações para fazer mais golos e descansar com bola».

«Mudanças no Estrela? Acima de tudo, o processo. Vamos jogo a jogo. Disse lá dentro, independentemente do resultado, temos de estar agarrados ao processo e ideia de jogo. Ainda vão entrar 3 ou 4 jogadores, precisamos de mais experiência. A irreverência ajuda muito, mas é preciso equilíbrio e irreverência no campo e no dia-a-dia. Confiar na direção, administração e ter paciência. Acima de tudo, potenciar quem temos, trabalhar com o que temos. Resposta fantástica, à imagem do que fazem todos os dias. Podíamos ter virado o jogo, muito emotivo e bem disputado».

Ricardo João Lopes

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