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SC Covilhã 0-0 Académica OAF: Estudantes congelam em dia de Verão

Marta Reis · 3 min

SC Covilhã 0-0 Académica OAF: Estudantes congelam em dia de Verão

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Cabeçalho Futebol NacionalEm jogo atrasado, referente à sexta jornada da Ledman Ligapro, o Covilhã recebeu a Académica de Coimbra. Vindo ambos de uma vitória, queriam dar sucessão aos resultados positivos. Em dia de feriado, o Estádio Santos Pinto não poderia pedir melhor adesão, com as bancadas repletas de adeptos, muitos deles apoiantes da Briosa.

Depois de um minuto de silêncio por Mário Wilson, o “velho capitão”, que jogou e treinou a equipa da Académica, o jogo começou com bastante intensidade, sendo uma primeira parte maioritariamente jogada no meio-campo. O primeiro lance de perigo foi mesmo realizado pelos pupilos de Filipe Gouveia, que encontrou aqui a sua equipa. A defesa dos estudantes cometeu um erro, em que se não fosse a rápida intervenção de Ricardo, que sai magoado do lance, estaria feito o primeiro golo para os da casa.

 A Académica acordou e, num livre ganho a meio do meio-campo do Covilhã, quase ficava em vantagem no marcador, sendo por auto-golo de um elemento dos “leões da serra”. Igor Rodrigues viu a bola passar a escassos centímetros do seu poste.

Quando faltava pouco para a meia-hora de jogo, mais um lance de perigo para a Académica: canto perigoso do lado esquerdo, com a bola a passar toda a área serrana, mas ninguém apareceu para encontrar para dentro da baliza. No entanto, o Covilhã continuava a atacar. Quer por Ofori, que do lado direito do ataque recebe a bola no peito e remata a escassos centímetros da baliza academista, quer por Djikiné, que, a acabar a primeira parte, manda a bola ao poste.

Já na segunda parte do encontro, apesar de ser o Sporting da Covilhã a entrar mais forte, foi a equipa da Briosa a fazer a primeira jogada de perigo, com uma boa jogada de entendimento e a acabar com Ohemeg e Diogo Coelho, antigo jogador dos “leões da serra”, a rematar ao lado.

O Sporting da Covilhã entrou mais pressionante, com mais controlo de bola e mais vontade de ganhar. Prova disto foi mais um dos ataques dos serranos, feito através de um canto muito bem batido para a parte central da entrada da área, onde estava Chaby, a rematar, para uma espetacular defesa de Ricardo para a barra.

 A meio da partida, a Académica começou a jogar com dez jogadores, depois da expulsão de Nuno Santos, por acumulação de amarelos. No outro extremo do campo, quem continuava a dar cartas na defesa era Soares. O defesa esquerdo do Covilhã não deixava nenhuma bola passar e controlava sempre bastante bem os ataques dos adversários, bem como apoiava nos ataques da sua equipa.

Cristian Ponde ainda teve nos pés a hipótese de marcar um golo já nos descontos, mas a confusão no meio da área academista acabou por chutar ao lado. O Covilhã ainda dispôs de duas jogadas de perigo, primeiro por Soares e depois por Zé Pedro. Valeu Ricardo, que, com duas defesas espetaculares, tirou o sonho aos covilhanenses.

Empate imerecido para o Covilhã, que era o justo vencedor de uma partida em que jogou claramente para a vitória. Nota negativa para o conjunto de Coimbra, que, depois da descida à Segunda Divisão e a jogar desta forma, não mostra provas suficientes para ascender novamente à liga principal.

A FIGURA

Fonte: www.leballonrond.fr/
Fonte: www.leballonrond.fr/

Soares – Mais uma vez, imperial nos cortes e na defesa serrana. Apesar de ter passado despercebido na primeira parte, rapidamente se fez afirmar, tanto na sua posição como nos ataques, chegando a ter oportunidade de marcar um golo.

O FORA-DE-JOGO

Fonte: http://www.regiaodecister.pt/
Fonte: http://www.regiaodecister.pt/

Traquina – O jogador academista, antigo jogador do Covilhã, pouco se fez mostrar durante o jogo, apenas participando ora quando fazia faltas mais duras ora quando marcava livres, que raramente davam em jogada de perigo.

Foto de Capa: Bola na Rede

Marta Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

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