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Tiago Margarido orgulhoso pela prestação do CD Nacional: «Procuramos sempre olhar olhos nos olhos com o adversário».

Dinis Jacob · 1 min

Tiago Margarido Nacional da Madeira
Foto: Pedro Barrelas / Bola na Rede

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Tiago Margarido refletiu sobre o encontro entre o FC Porto e o CD Nacional, que terminou com uma vitória dos visitantes por 1-0.

Tiago Margarido falou com os jornalistas depois da partida entre o FC Porto e o CD Nacional, relativa à 22.ª jornada da Primeira Liga. O técnico mostrou-se satisfeito com a prestação da sua equipa e reconheceu a qualidade do jogo defensivo dos dragões:

«Sabíamos quem íamos ter pela frente. Nivelámos jogo, a posse de bola, os remates à baliza. Tivemos uma grande oportunidade na primeira parte e eles na segunda. Resolveu-se nos detalhes. Estou muito orgulhoso dos meus jogadores. O Porto tem um jogo defensivo muito agressivo, consegue ganhar muitas bolas em duelo. Foram crescendo com as substituições, mas fomos competitivos e levámos o jogo até ao fim. Fomos briosos. Procuramos sempre olhar olhos nos olhos com o adversário. Não vemos as posições. Fomos competentes contra os grandes, mas não conseguimos pontos por detalhes, em todos os casos. Vivemos de pontos. Estamos dentro do nosso objetivo, quatro acima do lugar de playoff. Estamos a trabalhar. O nosso calendário neste começo de segunda volta é complicado, mas estamos completamente dentro».

Dinis Jacob

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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