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Sporting: anúncio da renovação de João Simões ainda sem ‘luz verde’

Ricardo João Lopes · 1 min

João Simões Sporting
Foto: Carlos Silva/Bola na Rede

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O Sporting ainda não anunciou a renovação de contrato de João Simões. O médio pode assinar um pré-acordo com qualquer clube.

O Sporting ainda não anunciou a renovação de contrato de João Simões. O médio pode assinar um pré-acordo com qualquer clube.

O Sporting continua sem anunciar a renovação de contrato de João Simões, jovem promessa que se revelou como uma peça importante durante a presente temporada, até sofrer uma lesão no final de fevereiro, tendo inclusivamente que ser operado, falhando toda a temporada.

A imprensa nacional revela que João Simões já tem a sua continuidade apalavrada até 2030, com um salto salarial. O médio conta com 18 anos e em 2024/25 leva 18 encontros, com um golo marcado e uma assistência.

Henrique Arreiol, outro nome promovido pela equipa técnica do Sporting, encontra-se na mesma situação que o seu colega.

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Opinião

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Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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