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Dusan Vlahovic: «O Sporting tem muito bons jogadores»

Ricardo João Lopes · 1 min

Dusan Vlahovic Juventus
Foto: Juventus FC

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Dusan Vlahovic reagiu ao encontro entre o Sporting e a Juventus, válido pela quarta jornada da fase de liga da Champions League.

Dusan Vlahovic fez a análise do encontro entre a Sporting e a Juventus, relativo à quarta jornada da Champions League. A partida terminou com um 1-1:

Não foi um jogo fácil, jogámos contra um bom adversário, que jogou muito bem. Foi difícil, mas acho que merecíamos ganhar. Mas agora olhamos para sábado, temos dérbi contra o Torino, e depois vamos ver como corre. [Rui Silva] Eles têm muito bons jogadores, que jogaram muito bem. É muito difícil defender contra eles, eles têm qualidade. Mas não ganhámos e não estamos felizes. Temos de olhar para o que fizemos e temos de continuar».

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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