Última horaChelsea pode ter baixa importante até ao final de 2026
Publicidade

Grémio perde frente ao Internacional e Luís Castro pede desculpa após expressão utilizada no final do jogo: «Em momento algum tive a intenção de praticar qualquer ofensa racista»

Mário Cagica Oliveira · 1 min

Luís Castro Grémio
Foto: Grémio

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O Grémio perdeu frente ao Internacional por 4-2, na jornada 5 do Campeonato Gaúcho. Após o final do jogo, Luís Castro pediu desculpa por uma expressão utilizada em conferência de imprensa.

O Grémio perdeu frente ao Internacional por 4-2, no Campeonato Gaúcho. A equipa de Luís Castro esteve duas vezes na frente do marcador, mas acabou por permitir a reviravolta e a derrota na partida.

Francis Amuzu (5′) e Edenílson (67′) marcaram para o Grémio, já Marcos Rocha (10′ p.b.), Rafael Borré (74′ e 76′) e Alexandro Barnabei (83′) fizeram os golos do Internacional, que lidera o grupo A do Campeonato Gaúcho com 12 pontos em cinco jogos. Já o Grémio está na liderança do Grupo B com nove pontos.

No final da partida, Luís Castro lamentou o desaire em conferência de imprensa e catalogou o momento como um “dia negro” para o Grémio. Posteriormente, através das redes sociais, pediu desculpa pelo uso da expressão:

«Venho a público pedir desculpa em relação à expressão utilizada no final do clássico deste domingo em conferência de imprensa. Em momento algum tive a intenção de praticar qualquer ofensa racista. Referi-me unicamente ao contexto do jogo. Reforço a minha posição de defesa da igualdade como valor social. Igualdade de oportunidades, raças e religiões. Reafirmo as minhas humildes desculpas. Respeito a aprendizagem com o compromisso de não repetir a expressão», escreveu o técnico português nas redes sociais.

Luís Castro story
Fonte: Instagram
Mário Cagica Oliveira

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.