Publicidade

Afonso Jesus: «A quantidade de horas que passamos aqui a analisar detalhes e coisas tão pequeninas é para que a tática possa superar a intensidade quando ela é tão próxima».

Diogo Ribeiro · 1 min

Afonso Jesus Benfica
Foto: André Eusébio / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Afonso Jesus foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. Capitão da equipa de futsal do Benfica destacou importância da intensidade.

Afonso Jesus concedeu uma entrevista exclusiva ao Bola na Rede. O capitão da equipa de futsal do Benfica falou na importância da intensidade no jogo de futsal.

«A intensidade com que se joga em Portugal, especialmente, é muito grande. Muitas vezes as equipas podem não ter as mesmas armas a nível técnico e a nível tático, mas podem rapidamente equilibrar o jogo com os níveis de agressividade e intensidade. De modo geral, nos anos todos que tenho jogado futsal, é esta a diferença», frisou Afonso Jesus, que destacou importância também do treino.

«Muitas vezes para uma equipa como a nossa, para além da intensidade brutal que tem, aliar a isso uma boa técnica e uma boa tática será o ponto-chave para poder ganhar os jogos e fazer a diferença face às equipas que apostam tudo na intensidade. O nosso treino, a quantidade de treinos que temos, a quantidade de horas que passamos aqui a analisar detalhes e coisas tão pequeninas é para isso mesmo. É para que a tática possa superar a intensidade quando ela é tão próxima», salientou o jogador.

Lê toda a entrevista de Afonso Jesus. Abaixo, podes também assistir à conversa com o internacional português na íntegra.

Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Pedro Lima, matador de gansos, trouxe paz a Rui Borges | Casa Pia 0-2 Sporting

O melhor jogador em campo em Rio Maior foi o guarda-redes do Casa Pia. Patrick Sequeira defendeu de Irankunda aos dez, de Suárez aos dezasseis, aos vinte e um e aos quarenta e dois, de Luís Guilherme aos quarenta e quatro, de Pedro Lima aos 55, de Catamo aos 63, de Flávio Gonçalves aos 70. Houve noites em que o Sporting perdeu com menos do que isto. Esta ganhou por 2-0, e o resultado é a parte menos interessante da história. A parte interessante começa no meio-campo, e começa com um jogador fora do sítio habitual. Silas Andersen apareceu bem mais atrás do que temos visto naquele lugar, não como interior mas como médio de ligação entre Altimira e a frente, e foi isso, mais do que qualquer nome no onze, a verdadeira novidade da noite. Ao lado dele, Altimira a segurar. À frente dos dois, Pedro Lima sozinho a subir. É um desenho coerente e fácil de ler: dois a segurar, um a ir.

Manuel Nascimento · 6 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.