O protagonismo de Vinícius Júnior e Gianluca Prestianni na origem da melhor exibição deste Mundial – Diário do Mundial 2026 #9

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No futebol ninguém sabe, mas no soccer são muito bons | EUA 2-0 Austrália

EUA Jogadores
Fonte: Federação Norte-Americana de Futebol

O Mundial 2026 realiza-se num dos poucos países em que o futebol não é o desporto-rei. A expressão não é a mais bonita, como se a popularidade definisse um desporto hierarquicamente superior a todos os outros, mas é compreensível e, provavelmente, desconhecida por terras norte-americanas. No país dos excessos e do espetáculo, o desporto coletivo com bola com menos concretizações do seu objetivo – o golo, no caso – por minuto está longe de ser o principal atrativo dos locais, para quem uma bola é oval porque redondo é o hambúrguer. 

Não deixa, por tudo isto, de ser surpreendente que, na arte do soccer, os EUA estejam a ser dos principais artistas. É verdade que os adversários não são da mais alta prateleira do futebol mundial, mas a convicção e a supremacia que a equipa de Mauricio Pochettino, esse sim das calles del fútbol vai mostrando dentro de campo é absolutamente surpreendente. Não pelo potencial individual da base da seleção, mas pelo encaixe coletivo e, principalmente, pela palavra regularidade que 180 minutos já permite que seja utilizada. Ainda não se tinha visto este nível coletivo na formação estadunidense. 

Até ao momento, os EUA tiveram dois blocos mais baixos para conseguir penetrar e conseguiram fazê-lo nos primeiros 15 minutos de jogo. Até por isso, ainda não houve para a formação de Mauricio Pochettino qualquer tipo de pressão dentro dos jogos. Quando for assim, será preciso uma exigência mental e uma capacidade de superação pouco dada ao mundo estadunidense. Um “se” que, por qualidade, pode ser empurrado para o futuro.

Mauricio Pochettino EUA Mundial 2026
Fonte: Federação Norte-Americana de Futebol

Há uma ideia de jogo coletivo muito bem assumida pelos EUA. À esquerda, Tim Ream vai conseguindo jogar sem grande tipo de pressão. Assim, é fácil para o central descobrir passes por dentro e por fora. Há muito peso na relação com Antonee Robinson, um lateral com muita capacidade de chegada e de cruzamento. À direita, Sergiño Dest é um ala semelhante, menos regular, mas com outra capacidade de drible quando embalado e bem sustentado por Alexander Freeman, capaz de funcionar neste papel de central/lateral sobre a direita. Sabe conduzir e progredir com bola e gerar vantagens com essas manobras.

Na frente, e sem Christian Pulisic, Ricardo Pepi jogou mais próximo de Folarin Balogun, deixando o meio-campo mais arranjado a três, embora também aí haja funções bem definidas. Tyler Adams destroí e segura o meio-campo nas transições, a partir da esquerda, Malik Tillman é o principal construtor e, pela direita, Weston McKennie é um médio de ruturas, para atacar a última linha, nomeadamente no espaço entre central e lateral. Pondo-se cedo em vantagem, com Folarin Balogun a desmarcar-se sobre a esquerda novamente, conseguiu gerir bem o jogo. Mesmo defensivamente, conseguiu controlar bem as principais ameaças da Austrália. A partir do momento em que Nestory Irankunda entrou para a frente, baixou linhas e impediu o avançado de atacar o espaço. Também nesta competência se vê a evolução da equipa.

No lado australiano, para lá da importância da solidez defensiva, traída bem cedo na partida, há algumas nuances nas substituições feitas por Tony Popovic que podem ajudar ao crescimento. Nestory Irankunda, quer por dentro quer por fora, tem condições determinantes para ameaçar a baliza adversária e atacar espaços. Também à direita, quando Cristian Volpato entrou e se foi relacionando com Jacob Italiano, o jogo dos Socceroos, os menos fortes herdeiros do soccer da noite, ganhou outras possibilidades. Por fim, Jackson Irvine tem sido suplente depois de ter sido o grande destaque da seleção ao longo do apuramento. Não tem as valências no passe de Paul Okon-Engstler, mas acrescenta uma capacidade de projeção com bola que ajudou a Austrália nos últimos minutos. Alguns destes nomes poderão ter protagonismo na última jornada, contra um Paraguai tão desinteressado em ter a bola como a Austrália. 

Marcar cedo e cedo resolver pode ser difícil, mas tem de ser | Escócia 0-1 Marrocos

Ismael Saibari Marrocos
Fonte: Federação Marroquina de Futebol

Ainda não tinha havido um golo tão cedo neste Mundial 2026, um recorde que durou apenas umas horinhas. Para todos aqueles que deixaram escapar o apito inicial, perder alguns minutos foi o mesmo que perder o ex-libris do futebol. No caso de Marrocos, não só o ex-libris do jogo, mas a representação mais fiel de um modelo de jogo renovado e que é cada vez menos uma surpresa e cada vez mais uma confirmação. Não há qualquer tipo de semelhança entre os Leões do Atlas que surpreenderam em 2022 e aqueles que tentam chegar longe em 2026. E, pela qualidade do futebol, a única semelhança pode ser mesmo a classificação final. É difícil perspetivar uma eliminação de Marrocos sem dar luta. E, se valer de alguma coisa, é bem mais difícil de perspetivar uma eliminação de Marrocos em 2026 do que era em 2022. 

Na jogada do 1-0, o único golo do jogo, ficaram bem evidentes as duas maiores forças da seleção africana. A forma como Brahim Díaz beneficia dos posicionamentos de Achraf Hakimi para fazer as movimentações contrárias e jogar com menos pressão é tudo para o avançado marroquino. Até para ver o jogo de frente e conseguir lançar, é frequente ver Brahim Díaz abrir posição para conseguir fazer o passe sem oposição. A primeira bolinha que colocou isolou Ismael Saibari, provavelmente a maior revelação da seleção marroquina.

Ismael Saibari Marrocos
Fonte: Federação Marroquina de Futebol

Se de nomes como Ayyoub Bouaddi ou Bilal El Khannouss já se esperava um Mundial de afirmação, sobre Ismael Saibari havia menos certezas, desde logo pelo papel. Marrocos joga sem uma referência na frente e usa o avançado do PSV, que pode jogar em qualquer posição na frente, como uma referência muito liberta. Idealmente, com Abde Ezzalzouli bem fisicamente, a dinâmica poderia permitir ao 9 baixar em apoio, gerar superioridades por dentro e atrair atenções para gerar espaço para o extremo esquerdo atacar. Sem esse recurso para incomodar a linha defensiva adversária, o próprio Ismael Saibari assume esse papel. Marrocos tem dois golos neste Mundial 2026, ambos da autoria do seu número 11. O Bayern Munique esfrega as mãos. 

Se na primeira parte Marrocos poderia ter marcado mais dois ou três golos sem problema, na segunda acabou por não ter tanta bola. Foi este o primeiro teste à solidez defensiva e à organização defensiva dos marroquinos por períodos de tempo mais longos. Ficam duas certezas, que só o deixarão de ser quando forem desmentidas, mas que até lá dão garantias: a dupla Ayyoub Bouaddi e Neil El Aynaoui consegue repartir funções e defender o espaço em frente à defesa; e, sem Nayef Aguerd, os centrais marroquinos não se ressentem nem ficam incomodados na defesa da área. São dois pontos importantes num torneio a eliminar.

Escócia Jogadores

Quanto à Escócia, viu claramente a estratégia inicial condicionada pelo golo madrugador. O objetivo, como sempre, passaria por retardar ao máximo o golo e ir crescendo no jogo a partir de um jogo mais direto e do que surgisse na bola parada. Perante tal impossibilidade, demorou muito tempo até aos escoceses encaixarem no jogo. 

Curiosamente, é da Escócia de Steve Clarke uma das mais interessantes, ainda que nem sempre bem sucedida, adaptação estratégica ao adversário. Kieran Tierney foi novidade no onze escocês e, o que seria na teoria um 5-4-1 com o lateral a jogar como central à esquerda, era na prática um 4-5-1 com o jogador agora no Celtic a partir da ala esquerda para acompanhar Achraf Hakimi, Com o lateral marroquino a projetar, quer por fora, quer principalmente por dentro, a Escócia tentou impedir as infiltrações do defesa no espaço entre central e lateral fazendo com que Kieran Tierney pudesse recuar e ocupar este terreno. Ainda assim, se Hakimi ficou contido, cada vez que Tierney saída do corredor, Brahim Díaz aparecia por lá e conseguia receber solto. Os pratos entre o risco e benefício acabaram equilibrados.

Na segunda parte, a Escócia acabou por crescer a partir de Lewis Ferguson, o mais criativo dos médios da equipa. Não deixa de ser curioso que, numa equipa tão física e tão dependente desta capacidade, costume ser o mais criativo a aparecer nestes momentos. Não há Billy Gilmour, lesionado mesmo antes do Mundial 2026, mas há Lewis Ferguson a cumprir esse papel de jogador capaz de ligar passes e de variar a distribuição. Scott McTominay apareceu nos últimos minutos, a chegar à área e a criar perigo, mas o resgate da Escócia chegou com Ferguson. Sir. Lewis Ferguson, por favor. 

O estranho cenário ideal | Brasil 3-0 Haiti

Brasil Jogadores Casemiro
Fonte: CBF

Contra o Haiti, o Brasil marcou três golos através de recuperações no meio-campo ofensivo e/ou de ataques à profundidade. Seria uma daquelas frases que faria pensar no jogo das “2 verdades, 1 mentira”, mas é mesmo uma das verdades em questão. Contra a Escócia, a seleção das Caraíbas já havia mostrado um cheirinho de ousadia e arrojo, mas o que uma das mais modestas equipas em prova se propôs, de livre e espontânea vontade, a fazer contra o Brasil, mais do que uma das melhores seleções do mundo, uma das seleções que melhor ataca as costas da linha defensiva do mundo, não dá para ignorar. 

Foi uma sorte madrasta para o Haiti que, mesmo perante tamanhas fragilidades, conseguiu criar alguns lances de perigo na segunda parte para tentar um golo que o país não festeja, no Mundial, desde 1974 no primeiro jogo feito nessa prova. Já contra a Escócia esteve perto e, contra o Brasil, também não esteve muito longe. Sem este, ficará bem mais evidente a forma como a seleção às ordens de Sébastien Migné praticamente hipotecou as hipóteses de somar qualquer coisa. Não pela estratégia – mais ou menos defensiva, com a linha mais ou menos alta – mas pela sua execução em campo.

A verdade é que, antes do golo surgir, o Haiti conseguiu colocar o Brasil em várias situações de fora de jogo. Ainda assim, desde cedo que se percebeu que, do fora de jogo ao em jogo era apenas uma questão de tempo e nem foi preciso ao Brasil forçar muito para lá chegar. Bastou esperar por um erro dos haitianos, atrevidos a sair a jogar desde trás. Não houve momento mais bonito para o futebol do Haiti, o confronto contra o Brasil, 22 anos depois do tão relembrado Jogo da Paz que ecoa na memória coletiva como uma lembrança clara de que o futebol tem uma missão social bem maior do que a tática poderia ditar.

Carlo Ancelotti Brasil
Fonte: CBF

Desta vez, ao contrário do povo que Ronaldinho, Ronaldo e Roberto Carlos foram unir, o foco era competitivo. E aí, o Brasil deu uma certeza total: sempre que houver espaço, os canarinhos vão ser uma ameaça constante. Foi este o cenário com que a equipa de Carlo Ancelotti, que já naturalmente procura estas situações e se sente bem mais confortável nestas, se deparou. E, nesse momento, o jogo ficou resolvido. O 3-0 é até curto para o que poderia ter sido. Num grupo que, muito provavelmente, será decidido por saldo de golos, a segunda parte do Brasil foi estranha. A menos que algum dos elementos dos brasileiros tenha lido o futuro, o abrandar de ritmo não tem explicação e pode ser bem penalizado.

O Brasil conseguiu chegar à frente quase sempre da mesma forma. Matheus Cunha, o 9 escolhido para o jogo – e o que tem conseguido permitir à seleção subir o nível – enquadrava um dos médios, quer Bruno Guimarães, quer Lucas Paquetá, que, por sua vez, de frente para o jogo e sem serem pressionados, soltos da marcação, podiam lançar Vinícius Júnior e Raphinha, de fora para dentro, nas costas da linha defensiva, ou o próprio Matheus Cunha.

Entre todos, nenhum chegou ao nível de Vinícius Júnior. Tem 12 contribuições para golo, entre golos e assistências, nos últimos 12 jogos pela seleção. Faltava uma figura capaz de garantir esta regularidade ao mais alto nível num Brasil sempre dependente de uma estrela maior e que já não pode contar com Neymar Júnior para isso. Impressionante a forma como, depois de ser contestado por não conseguir render na seleção, não se inibe de chamar para si o protagonismo e de decidir jogos. Já havia sido fundamental para contrariar o desnorte coletivo contra Marrocos. Depois, e como nota de rodapé, Alisson segurou a equipa e os laterais Danilo e Douglas Santos ganharam pontos. O Brasil não pede laterais profundos nem com muita capacidade de chegada e, neste contexto, funcionando mais baixos e com mais protagonismo na saída, valem bem para o gasto. Ah, e por fim Endrick lá se estreou no Mundial 2026. Incrível a forma como foi capaz de levar para o seu lado todo o público brasileiro. É um fenómeno e só o fora de jogo do Haiti – cá está ele, desta vez – o impediu de marcar. 

Turquia, já não vai? Para onde? Paraguai | Turquia 0-1 Paraguai

Paraguai Jogadores
Fonte: Seleção Paraguaia de Futebol

O jogo foi tarde e, por isso, dificilmente terá o carinho que merecia, mas o Turquia x Paraguai teve todos os ingredientes de um grande jogo de futebol. Mais importante, ditou uma das surpresas deste Mundial 2026. O grupo seria sempre equilibrado, mas ninguém diria que a Turquia, ao fim de duas jornadas, estaria eliminada sem marcar qualquer golo. Foram os EUA quem ficaram com o lugar que parecia destinado aos turcos, de avalanche ofensiva e futebol atraente. 

Não dá para dizer que a Turquia foi eliminada por falta de oportunidades. Basta olhar para os dados. Contra a Austrália, 72% da posse de bola, 30 remates à baliza, 0 golos. Diante do Paraguai, e numa segunda parte jogada em vantagem numérica, um cenário ainda pior. 78% da posse de bola, 32 remates à baliza e zero golos. Contra 10 do Paraguai, que sofreu quatro golos dos EUA, a Turquia terminou o jogo com Orkun Kokçu, Hakan Çalhanoglu, Can Uzun, Arda Guler, Kenan Yildiz, Baris Alper Yilmaz e Deniz Gul, ao qual se juntou Merih Demiral na área. Muita parra, pouca uva.

Esperava-se da Turquia, dentro da noção de que só os turcos têm esta capacidade de ser 8 ou 80, uma equipa com um futebol ofensivo e envolvente e, no pior dos cenários, que se tal não acontecesse, conseguisse ser resgatada pelo nível dos talentos individuais que apetrecham a formação turca e que a tornavam uma das grandes expectativas do Mundial 2026. Nem um, nem outro e tudo desabou.

Orlando Gill Paraguai
Fonte: Seleção Paraguaia de Futebol

Sem nada a ver com isso, o Paraguai conseguiu limpar a imagem depois da estreia desastrosa. E, nada melhor para isso, do que vencer um jogo assente precisamente em todos os princípios que levaram os paraguaios ao Mundial 2026. Aqui está a seleção da solidez defensiva, da capacidade de defesa da área, do conforto sem bola e capaz de aproveitar as poucas oportunidades para marcar. O golo chegou cedo o suficiente para se tornar no mais rápido desta edição do Mundial, apenas 64 segundos depois do apito inicial, e ainda mais rápido para afastar fantasmas. E o golo, esse ápice de felicidade, chegou de forma repentina. Recuperação alta, poucos toques na bola e Julian Enciso, a luz no fundo de todos os túneis do Paraguai, a enquadrar Matías Galarza para um grande golo de fora da área. Se com um 0-0 Gustavo Alfaro e os seus Homens já gostam de defender, imaginem com um 1-0.

Desta vez, Omar Alderete e Gustavo Gómez, desastrados há menos de uma semana, não permitiram nada na área. Seja feita justiça aos dois comandantes do Paraguai. Nem um dos casos que inevitavelmente marca o Mundial 2026 impediu a seleção sul-americana de ser feliz. Miguel Almirón deve ser, nestes dias, o maior inimigo do VAR. Na primeira jornada, estreou aquela regra que diz que agora o vídeo-árbitro pode dar amarelos por simulação. Desta feita, viu o VAR descobrir que tinha dito algo escondido, para ninguém ver. Gianluca Prestianni esteve na pré-convocatória da Argentina, mas não entrou na lista final de Lionel Scaloni. Ainda assim, esteve presente na California. Almirón tapou a boca para dizer algo a Mert Muldur, certamente palavras doces e bonitas. Já não pode e foi o primeiro jogador a ser expulso por tapar com a mão as palavras que lhe saíam da boca. Saiu inconsolado de campo, como quem não percebe a asneira ou como quem não percebe o porquê da asneira. Independentemente disso, nos próximos dias não será Prestianni quem lhe devolverá o sorriso.

Julio Enciso Paraguai
Fonte: Seleção Paraguaia de Futebol

A expulsão, nos descontos da primeira parte, deixou o Paraguai toda a segunda etapa com menos um. Ora, se a vontade de defender um 0-0 é grande e a vontade de defender um 1-0 é enorme, qual será a palavra para definir a vontade de defender um 1-0 em inferioridade numérica? Gigante, porventura. Num 4-4-1 primeiro, depois num 5-3-1 ou 5-4-0 ou numa disposição sem números, apenas com dentes cerrados e olho na bola para a mandar o mais longe possível, os paraguaios resistiram. E, sem ninguém dar muito por isso, eis a melhor exibição do Mundial 2026 até agora. Como joga Julio Enciso.

Na primeira parte, já havia sido determinante na forma como limpa a jogada do golo e dá a bola redondinha a Galarza. Depois disso, e com a equipa em bloco baixo, foi o principal alvo para saídas mais diretas e, com a ajuda de um ou dois companheiros, construiu lances de perigo como se fossem cogumelos, nascidos ao sabor do vento. Na segunda etapa partiu sempre sozinho contra o mundo e foram mais as vezes que, contra três ou quatro turcos, conseguiu tirar algo do lance. Se o Paraguai conseguiu ter sempre uma ameaça à baliza contrária e conseguiu ter, de tempos a tempos, a tranquilidade de ter a bola longe da baliza, bem que pode construir uma estátua a Julio Enciso. A exibição mais preponderante do Mundial 2026.

Diogo Ribeiro
Diogo Ribeirohttp://www.bolanarede.pt
O Diogo tem formação em Ciências da Comunicação, Jornalismo e 4-4-2 losango. Acredita que nem tudo gira à volta do futebol, mas que o mundo fica muito mais bonito quando a bola começa a girar.

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