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Olheiro BnR

Olheiro BnR | Alessandro Circati

A contratação de Alessandro Circati pelo Benfica surge como uma resposta necessária às carências defensivas do plantel. Com Tomás Araújo a destacar-se na condução de bola e Clément Lenglet a impor a sua qualidade de passe longo, faltava à linha recuada um elemento com perfil marcadamente agressivo e rigor defensivo na área. Alessandro Circati não chega para ser um construtor de elite, mas sim para trazer autoridade física, simplicidade com bola e capacidade de choque que os outros defesas centrais não oferecem com a mesma intensidade. Com 22 anos e 1,91 m de estatura, o jovem central despede-se do Parma com 96 jogos oficiais e uma maturidade muito acima da média para a idade. A liderança demonstrada na Serie A e na seleção principal da Austrália, onde se tornou o capitão mais jovem desde 1981, valeu-lhe a eleição para o onze ideal sub-23 do Mundial 2026 ao lado de referências como Pau Cubarsí. Tendo em conta que a posição de defesa central atinge habitualmente o auge por volta dos 30 anos, o Benfica garante um jogador com margem de progressão notável e impacto competitivo imediato.

Duarte Rêgo · 2 min de leitura
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Opinião

Obrigado, Cabo Verde – Diário do Mundial 2026 #23

Lê também os outros capítulos do Diário do Mundial 2026.  Podia ser um jogo banal, mas há um dado histórico que torna o encontro mais alternativo dos 16 avos de final do Mundial 2026 um dos casos mais curiosos da prova. Até ao momento, todas as seleções que eliminaram a Austrália do Mundial conseguiram ser campeãs. Em 2006, a Itália levou o título e, em 2022, a Argentina ergueu o troféu. É praticamente impensável, mas é o Egito quem vai tentar manter esta estatística viva.

Diogo Ribeiro · 9 min de leitura
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Opinião

O fabuloso mundo dos 4 pontos – Diário do Mundial 2026 #15

Lê também os outros capítulos do Diário do Mundial 2026.  O Equador era uma das seleções, estilisticamente, mais engraçada do Mundial 2026. É difícil conjugar a solidez defensiva com uma pressão montada tão à frente e de forma tão intensa, mas a equipa de Sebastian Beccacece conseguiu-o. Em 18 jogos, na qualificação sul-americana, sofreu apenas cinco golos e terminou à frente do Brasil, do Uruguai ou da Colômbia. Chegou à última jornada da fase de grupos do Mundial 2026 a precisar de vencer a Alemanha depois da derrota nos descontos diante da Costa do Marfim e do empate surpreendente, onde a faceta perdulária se destacou, contra Curaçau. Foi isso que se sucedeu, garantindo aos equatorianos um apuramento no terceiro lugar.

Diogo Ribeiro · 9 min de leitura
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Opinião

O protagonismo de Vinícius Júnior e Gianluca Prestianni na origem da melhor exibição deste Mundial – Diário do Mundial 2026 #9

Lê também os outros capítulos do Diário do Mundial 2026.  O Mundial 2026 realiza-se num dos poucos países em que o futebol não é o desporto-rei. A expressão não é a mais bonita, como se a popularidade definisse um desporto hierarquicamente superior a todos os outros, mas é compreensível e, provavelmente, desconhecida por terras norte-americanas. No país dos excessos e do espetáculo, o desporto coletivo com bola com menos concretizações do seu objetivo - o golo, no caso - por minuto está longe de ser o principal atrativo dos locais, para quem uma bola é oval porque redondo é o hambúrguer. 

Diogo Ribeiro · 14 min de leitura
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