Publicidade

Luís Pinto revela adaptações para defender o Benfica e destaca: «Conseguir ter a personalidade que tivemos dá bons indicadores para o futuro»

Manuel Nascimento · 1 min

Luís Pinto Gil Vicente
Foto: Carlos Silva / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Luís Pinto analisou o duelo da 6.ª jornada da Primeira Liga. Benfica e Gil Vicente defrontaram-se no Estádio da Luz.

Luís Pinto fez o rescaldo do encontro entre o Benfica e o Gil Vicente, num duelo a contar para a sexta jornada da Primeira Liga, que terminou 3-1 para as águias.

«Sabíamos que o Benfica coloca muita gente na última linha, tínhamos de defender muito e defender bem. Tínhamos de ser competitivos, assumindo que o favoritismo estava do lado do Benfica e conseguimos. Conseguimos defender com cinco homens, com os médios a entrar. Com bola, com identidade e personalidade, a tirar o tempo de bola do Benfica. Conseguimos ganhar conforto com as posses mais prolongadas e respirámos um bocadinho. Defender bem, mas ter personalidade com bola. Tivemos».

«O nosso último jogo, em domínio e oportunidades, foi mais avassalador que este ao contrário. No futebol contam os pontos e as bolas que entram. São indicadores. O jogo de hoje é indicador de como conseguimos competir com uma equipa com valores diferentes».

«Queremos acreditar e acreditamos. Estamos tristes e desiludidos com os pontos conquistados nos últimos jogos, mas conscientes que estamos a fazer coisas bem feitas. Perante um adversário desta qualidade e este público, conseguimos ter a personalidade que tivemos. Dá bons indicadores para o futuro».

Manuel Nascimento

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Pedro Lima, matador de gansos, trouxe paz a Rui Borges | Casa Pia 0-2 Sporting

O melhor jogador em campo em Rio Maior foi o guarda-redes do Casa Pia. Patrick Sequeira defendeu de Irankunda aos dez, de Suárez aos dezasseis, aos vinte e um e aos quarenta e dois, de Luís Guilherme aos quarenta e quatro, de Pedro Lima aos 55, de Catamo aos 63, de Flávio Gonçalves aos 70. Houve noites em que o Sporting perdeu com menos do que isto. Esta ganhou por 2-0, e o resultado é a parte menos interessante da história. A parte interessante começa no meio-campo, e começa com um jogador fora do sítio habitual. Silas Andersen apareceu bem mais atrás do que temos visto naquele lugar, não como interior mas como médio de ligação entre Altimira e a frente, e foi isso, mais do que qualquer nome no onze, a verdadeira novidade da noite. Ao lado dele, Altimira a segurar. À frente dos dois, Pedro Lima sozinho a subir. É um desenho coerente e fácil de ler: dois a segurar, um a ir.

Manuel Nascimento · 6 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.