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Lionel Messi titular pela Argentina no jogo de despedida: «Vai ser difícil não chorar»

Afonso Figueiredo · 1 min

Lionel Messi Argentina
Foto: Federação Argentina de Futebol

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Lionel Messi vai despedir-se da seleção argentina na próxima madrugada, frente ao Benim, num jogo especial no Estádio Monumental, em Buenos Aires. O avançado vai ser titular no seu encontro de despedida, juntamenteo com Gianluca Prestianni.

Lionel Messi vai vestir pela última vez a camisola da Argentina nesta madrugada, frente ao Benim, num Estádio Monumental de Núñez lotado para dizer adeus ao maior símbolo da seleção no século XXI. Mais de 80 mil adeptos vão assistir à despedida do camisola 10 de seleção argentina, numa noite preparada ao detalhe para homenagear o capitão argentino, que vai ser titular.

Lionel Scaloni colocou Lionel Messi com titular, num onde que conta com Emiliano Martínez, Giay, Cristián Romero, Lisandro Martínez, Vega, Nico Paz, Enzo Fernández, Alexis Mac Allister, Gianluca Prestianni e Julián Álvarez.

Os bilhetes para o encontro esgotaram em dois dias e a Argentina preparou uma homenagem especial para o capitão. O estádio vai receber um grande mosaico com o número 10, enquanto Lionel Messi deve entrar no relvado acompanhado pela família e por vários dos campeões do mundo de 2022.

O avançado argentino vai utilizar ainda um equipamento criado exclusivamente para a ocasião. A camisola apresenta o tradicional azul-celeste e branco, o Sol de Maio no centro e detalhes dourados, ficando destinada ao museu pessoal do argentino.

O selecionador argentino, Lionel Scaloni, também não escondeu a emoção antes do último jogo do capitão:

«Vai ser difícil não chorar. Leo merece despedir-se exatamente como e quando quiser», afirmou o técnico em declarações aos jornalistas após um treino da seleção argentina.

Lionel Scaloni destacou ainda a importância de Leo Messi para a seleção. «O futebol continua, mas o que ele transmite num campo a colegas, adversários e adeptos é algo que nunca vi em mais ninguém. A seleção vai continuar, mas logicamente nunca mais será a mesma», acrescentou.

Afonso Figueiredo

Redação Bola na Rede · ver artigos