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Alexandrina Cruz, presidente do Rio Ave, abordou a chegada de Vasco Seabra ao clube. Dirigente falou ainda do grupo de Evangelos Marinakis.
Alexandrina Cruz, presidente do Rio Ave, foi entrevistada pela Lusa. Depois da mudança no comando técnico, com a chegada de Vasco Seabra, a dirigente explicou a decisão e rejeitou que o peso do preço pago – cerca de um milhão de euros – tenha influência.
«Não vai condicionar em nada. Acho que servirá de muita motivação. A entrada do Vasco Seabra foi uma entrada pensada. É um profundo conhecedor do futebol português, um homem altamente competitivo», começou Alexandrina Cruz, que se confessou surpreendida.
«Conheço o Vasco há muitos anos, mas nesta primeira semana de trabalho conseguiu-me surpreender pela dinâmica que impôs. O que lhe pedi? A primeira coisa foi para ganhar já no domingo», destacou a dirigente.
Alexandrina Cruz deixou ainda uma mensagem a Sotiris Silaidopoulos, treinador que foi despedido, e falou na relação entre o clube e o grupo de Evangelos Marinakis, que contempla ainda Olympiacos e Nottingham Forest.
«Foi um homem sempre muito preocupado com o clube, sempre muito envolvido. Agradecemos-lhe como pessoa e como profissional, mas é inevitável quando não há resultados. Este negócio do futebol não vive sem vitórias», lamentou a dirigente.
«Não é difícil ser presidente do clube e da SAD, porque só tenho um único objetivo e preocupação, que é o sucesso do Rio Ave. O futebol, como qualquer outro negócio, tem que ter esta capacidade de se reinventar, mas não vejo o clube como entreposto. É um negócio integrado num grupo de clubes, uma vertente social, a desportiva e, naturalmente, a financeira. Temos mais de 1.000 atletas e grande parte é de Vila do Conde», concluiu Alexandrina Cruz.












