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Redação Bola na Rede

Duarte Rêgo

737 artigos publicados · no Bola na Rede desde 2025

O Duarte é mestre em Ciências da Comunicação – Media e Jornalismo e licenciado em Som e Imagem. Colabora com o BnR como redator de opinião e fotógrafo, unindo a paixão pelo desporto à cobertura visual e escrita.

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Benfica

O fim desastroso de Bruno Lage no Benfica

O que se passou no Estádio da Luz foi uma das maiores humilhações europeias da história do Benfica. Perder em casa contra o Qarabag, uma equipa avaliada em 24 milhões de euros, menos do que custou Richard Rios sozinho, não foi apenas um tropeço, foi um desastre que expôs a falta de ideias de Bruno Lage e a incapacidade da direção em perceber o rumo que o clube levava. O despedimento do treinador era, afinal, inevitável. Bruno Lage preparava os jogos em função do adversário e não em função de uma identidade, uma identidade à Benfica. A explicação que deu antes do jogo sobre a titularidade de Sudakov foi paradigmática: «Ele joga porque o Qarabag tem três médios». Isto é tudo o que não se espera de um treinador do Benfica. A equipa encarnada tinha de impor o seu jogo, obrigar os adversários a adaptarem-se, não o contrário.

Duarte Rêgo · 2 min de leitura
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Benfica

Um empate que expôs os erros de Bruno Lage | Benfica

O empate do Benfica frente ao Santa Clara voltou a expor problemas que não são novos. A equipa foi previsível, pouco criativa e incapaz de desmontar um adversário que se fechou atrás. E mais do que nos jogadores, é no modelo de Bruno Lage e na sua leitura de jogo que se encontram as maiores responsabilidades. Logo desde início, a definição das funções em campo levantou dúvidas. Tomás Araújo foi utilizado como lateral-direito, mas sem a profundidade que Dedic costuma oferecer, acabando por prender o corredor e limitar a largura ofensiva. Ao mesmo tempo, Ivanovic recuava demasiadas vezes para receber, quando quem devia vir buscar jogo era Pavlidis, avançado mais associativo e capaz de ligar setores. Esta opção levou o Benfica a sair muitas vezes a quatro, mas com poucos homens disponíveis na frente para desequilibrar.

Duarte Rêgo · 3 min de leitura
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