O clássico entre FC Porto e Sporting CP, disputado este sábado no Dragão Arena, foi um verdadeiro teste à maturidade competitiva das duas equipas
Hóquei em Patins
Redação Bola na Rede
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Curioso em múltiplas áreas, o desporto não podia escapar do seu campo de interesses. O seu desporto favorito é o futebol, mas desde miúdo, passava as tardes de domingo a ver jogos de basquetebol, andebol, futsal e hóquei nacionais.
Hóquei em Patins
O hóquei em patins português não se construiu apenas com os campeões habituais. Durante décadas, houve clubes que habitaram a I Divisão com consistência, competitividade e ambição, mesmo sem conquistar títulos. Muitos desses nomes desapareceram do topo — não por falta de história, mas por falta de sustentabilidade num contexto cada vez mais exigente. Estes cinco casos mostram isso mesmo: diferentes formas de estar perto da elite… e de a perder.
Embora Portugal não seja tradicionalmente uma potência do basquetebol europeu, vários jogadores nacionais conseguiram construir carreiras relevantes fora do país. Ao competir em ligas estrangeiras — muitas vezes mais competitivas e mediáticas — estes atletas contribuíram para aumentar a visibilidade do basquetebol português e abrir portas às gerações seguintes. Da NBA às principais ligas europeias, estes cinco jogadores representam exemplos importantes da internacionalização da modalidade. O Bola na Rede ilustra esta ideia com cinco exemplos que singraram não só em Portugal, mas também além fronteiras.
A Seleção Nacional de Andebol saiu do Europeu de 2026 de cabeça erguida, com a melhor prestação de sempre e com algo que nem sempre é fácil de conquistar em competições desta dimensão: respeito. Respeito dos adversários, dos adeptos da modalidade e de quem percebe o jogo para lá do resultado cru. Portugal apresentou-se com uma identidade clara, um andebol moderno, intenso, inteligente nos dois lados do campo e, sobretudo, competitivo. Houve qualidade individual, houve organização coletiva e houve personalidade — aquela capacidade de olhar olhos nos olhos seleções historicamente mais fortes e jogar sem complexos. Esta equipa já não vai aos Europeus para aprender; vai para discutir jogos. A vitória frente à tetracampeã mundial Dinamarca foi o pináculo da prestação. Os Heróis do Mar foram os únicos na competição a derrotar a seleção campeã europeia 2026.
Andebol
O dérbi de andebol entre Benfica e Sporting foi mais do que um simples jogo: foi uma afirmação clara de poder. Desde os primeiros minutos percebeu-se que o Sporting entrou em campo com outra solidez, mais agressivo nas decisões e com uma leitura coletiva muito superior. O Benfica tentou responder com intensidade, mas quase sempre pareceu correr atrás do prejuízo, tanto no marcador como no controlo emocional do jogo. A equipa leonina mostrou porque é, neste momento, a referência do andebol nacional. Defendeu com dureza, correu bem o contra-ataque e, sobretudo, atacou com critério, sem precipitações. Houve paciência na circulação de bola e uma notória confiança em cada ação ofensiva. Sempre que o Benfica ameaçou uma reação, o Sporting respondeu com maturidade, travando o ímpeto encarnado antes que ganhasse dimensão.
Há jogos que valem mais do que três pontos. O Académico de Viseu x Penafiel foi exatamente isso: um teste à consistência, à ambição e à personalidade de duas equipas que, apesar das oscilações próprias da Segunda Liga, continuam a procurar um rumo claro na temporada. O Académico apresentou-se com aquela energia silenciosa que, nos últimos tempos, tem marcado a equipa: não é exuberante, não é caótica, mas é assertiva. Nota-se que há ideia, há plano e há uma confiança crescente. Não se trata da confiança arrogante de quem acha que já ganhou, mas a solidez de quem sabe que tem ferramentas para resolver o jogo quando ele se parte.
A pergunta começa a ganhar peso nos corredores, nas bancadas e nas redes sociais: Estará o FC Porto a viver o fim de um ciclo no basquetebol masculino? Mais do que uma perceção subjetiva, há um facto duro que alimenta a discussão: A equipa deixou de transformar competitividade em títulos.
Segunda Liga
O Académico de Viseu regressou às vitórias e logo diante de um adversário de peso. Num Estádio do Fontelo molhado e com o relvado pesado, a equipa viseense derrotou o GD Chaves por 1-0, quebrando a invencibilidade dos transmontanos na Liga Portugal 2 e dando um sinal claro de que ainda tem ambições na luta pela subida à Primeira Liga. Foi um jogo de luta e paciência, em que o Académico soube sofrer quando teve de sofrer e acreditar até ao último instante. O golo surgiu já nos descontos, aos 90+2 minutos, por intermédio de André Clóvis, após excelente assistência de Gohi, que entrou no jogo para agitar a frente de ataque e acabou por ser decisivo.
Segunda Liga
Basquetebol Nacional
O clássico entre FC Porto e Sporting CP, disputado este sábado no Dragão Arena, foi um verdadeiro teste à maturidade competitiva das duas equipas
A Elite Cup 2025 não foi apenas o pontapé de saída da época. Foi um espelho antecipado daquilo que cada equipa pretende ser — e daquilo que alguns jogadores já são: certezas, líderes silenciosos, vozes dentro do rinque. O torneio ficou marcado pelo domínio do Benfica, é verdade, mas também pela personalidade de quem soube agarrar o jogo quando ele parecia fugir. O Bola na Rede elabora e destaca as cinco figuras que definiram o torneio.
Andebol
Hóquei em Patins
Foi um dia especial para o Académico de Viseu e seus adeptos. Num Estádio do Fontelo vibrante, os Viriatos conquistaram a sua primeira vitória da temporada. A vitória frente ao FC Porto, por 2-0, permite dar uma prova de vida na luta pela subida, graças aos golos de Soufiane Messeguem, pouco antes do intervalo, e de Lorougnon Gohi, já perto do fim. O Académico não se limitou a vencer. A formação viseense impôs-se com autoridade, mostrando maturidade e maturação coletiva ao longo dos 90 minutos. Desde cedo, o domínio foi claro. A equipa treinada por Sérgio Vieira controlou o jogo e, apesar de ainda não ter feito uma exibição de alta perfomance, exibiu uma eficácia decisiva nos momentos cruciais.
Atualidade
Este duelo prometia à partida perceber como reagiriam as equipas aos desaires sofridos na jornada inaugural da Segunda Liga. Ambas as formações sofreram o trauma da reviravolta e não era expectável a respetiva reação. O que seria previsível era o Académico tomar a iniciativa ofensiva, no seu reduto, o Estádio do Fontelo. Clóvis parece mais ligado à corrente e o 3x4x3 parece para o municiar na grande área e a dar-lhe bola para estar no jogo. O centro da defesa parece mais consistente com Anthony Correia como patrão da defesa viseense, e com Messeguem e Luís Silva a servirem de tampão no meio-campo do Académico de Viseu, com o alemão com maior liberdade de se juntar ao movimento ofensivo.