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Opinião

Quem treina o Friburgo fica ‘viciado’: as poucas mudanças de técnicos nos alemães

FRIBURGO NA BRISGÓVIA- No futebol contemporâneo a mudança de treinador transformou-se em algo comum, com várias razões para que a mesma suceda. A mais comum é a falta de resultados, com as direções cada vez mais impacientes, exigindo o máximo de vitórias possível, mesmo quando um projeto está no começo, ou existe um processo de revolução. Há cada vez menos tempo para um técnico mostrar o que vale, moldar um elenco, impor a sua ideia. Em casos extremos, como no Brasil, chegamos a ver equipas a mudarem de líder três ou quatro vezes por temporada. Na Europa, o fenómeno não é tão recorrente. Ainda assim, em Portugal existem algumas equipas que mudaram de técnico pelo menos duas vezes: Tondela e Estrela da Amadora são dois exemplos, mas há mais. Na Alemanha há mais paciência, mas o chicote também funciona. Contudo, na Floresta Negra existe um fenómeno especial, quase digno de outros tempos, quando os treinadores conseguiam estar quase uma década na liderança de um projeto. Nisto, o Friburgo ficou ‘atrás no tempo’. Desde 1991, a equipa germânica contou apenas com cinco treinadores:

Ricardo João Lopes · 4 min de leitura
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