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Futebol

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Recordar é Viver

Recordar é Viver | Mundial 94 – Estados Unidos da América

Os anos 90 foram período de estabelecimento do soccer nos Estados Unidos da América. Em 1988, a organização do maior evento do futebol mundial foi atribuída aos EUA, país que na altura não tinha uma liga profissional e não participava num Campeonato do Mundo desde 1950. As muitas dúvidas em torno desta decisão acabaram por ser dissipadas, com o Mundial de 1994 a ser ao dia de hoje o recordista em média de espetadores por jogo (68,991), muito graças aos imigrantes e à comunidade hispânica. Passados 32 anos, a maior competição desportiva do mundo está de volta à América do Norte. Quando faltam menos de dois meses para o apito inicial do Mundial de 2026, recordamos a edição de 1994, aproveitando para estabelecer alguns paralelismos entre as duas.

João Pedro Santos · 4 min de leitura
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Força da Tática

Força da Tática | FC Porto x Sporting

O Sporting foi ao Estádio do Dragão carimbar a passagem à final da Taça de Portugal. O empate a zero com sabor a vitória chegou para os leões garantirem, perante o rival FC Porto, a presença no Jamor. O golo solitário de Luis Suárez no jogo da primeira mão em Alvalade fez toda a diferença na eliminatória. O FC Porto tinha de correr atrás do prejuízo, e não foi por acaso que assistimos a uma partida quase de sentido único. Os dragões tiveram mais posse de bola, sobretudo na segunda parte, e mais remates à baliza, mas nem sempre na direção certa. O Sporting limitou-se a jogar na expetativa e a confiar na vantagem mínima trazida de casa. As duas equipas começaram o encontro com os seus esquemas táticos habituais. O FC Porto em 4-3-3 e o Sporting em 4-2-3-1.

Rui Alves Maria · 3 min de leitura
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Opinião

Olhar tático ao FC Porto x Sporting: o papel das marcações individuais, a pressão alta dos dragões e a dupla largura dos leões

O Sporting garantiu a presença na final da Taça de Portugal pela terceira vez consecutiva, depois de ter empatado com o FC Porto no Estádio do Dragão (0-0), no jogo da segunda mão da meia-final da prova rainha. Tendo em perspetiva a vantagem de um golo que os leões traziam da primeira mão, era esperado que os dragões assumissem as rédeas do jogo para virar essa desvantagem, como Francesco Farioli já tinha referido em conferência de antevisão. Assim sendo, o FC Porto entrou logo a pressionar à entrada da área do Sporting, sendo percetível a aposta em Deniz Gul novamente para melhorar esse momento de pressão, em detrimento de Terem Moffi. Em 2+4 ou 2+3, dependendo do posicionamento de Alberto Costa, os dragões quiseram orientar a pressão para o lado direito, lado de Diomandé e Eduardo Quaresma, e fechar o espaço de Gonçalo Inácio, tendo em conta a sua capacidade com bola e importância na construção da equipa de Rui Borges.

Rodrigo Lima · 8 min de leitura
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