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Europa League

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Opinião

Jejum, pressão e ambição europeia | Go Ahead Eagles x Braga

Desde há muito tempo que o mês de janeiro costuma ser um mês de sobrevivência para todas as equipas, com vista a não se atrasarem rumo aos seus objetivos e a estarem mais bem posicionadas daí para a frente para os atingirem. Mas desde a época passada, em que o formato das competições europeias foi alterado, o mês de janeiro passou a incluir jogos das mesmas e os últimos antes das fases a eliminar. Um fator que alimenta a intensidade do mês de janeiro. O jogo desta quinta-feira envolve duas equipas que não só jogam o futuro na UEFA Europa League, como o seu calendário daqui para a frente em termos de objetivos a disputar. Go Ahead Eagles e Braga irão disputar os três pontos no último jogo da fase da Liga da competição, num duelo que se antevê intenso. A equipa minhota foi dos melhores conjuntos até agora da UEFA Europa League em termos de resultados (cinco vitórias em sete jogos) e classificação (quinto lugar). Se a fase da Liga terminasse no presente momento, a equipa de Carlos Vicens seria uma das oito equipas já presentes nos oitavos de final da competição. No entanto, existe para os bracarenses o último desafio do mês: o carimbar passagem à seguinte fase da UEFA Europa League sem necessitar de disputar um play-off.

Jorge Afonso · 9 min de leitura
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Opinião

Entre a obrigação e o respeito competitivo | Rangers x FC Porto

O Estádio do Dragão recebe um jogo de peso europeu, não pelo que o Rangers ainda pode conquistar na competição, mas pelo que o FC Porto tem obrigatoriamente de garantir. A equipa escocesa já está matematicamente eliminada da Liga Europa, mas a equipa azul e branca não pode, nem se deve fiar disso. O FC Porto sabe que este é um jogo de gestão estratégica de temporada. Vencer é mais do que somar três pontos: é estar mais próximo de garantir o apuramento direto para os oitavos de final, sem necessidade de disputar a fase preliminar. 

Tiago Campos · 4 min de leitura
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Opinião

Na Pedreira não há Floresta que cresça: Minhotos nunca controlaram mas acabaram por triunfar | Braga 1-0 Nottingham Forest

O Braga passou um teste difícil na passada quinta-feira, ao bater o Nottingham Forest por uma bola a zero. O ruído das eliminações nas taças foi, assim, um pouco abatido e o caminho para as eliminatórias está cada vez mais perto de se confirmar. Ambas as equipas alinharam com onzes pouco habituais, algo que afetou principalmente os ingleses pela falta de avançado, com as lesões de Igor Jesus e Chris Wood. Este foi um fator que mudou por completo o estilo de jogo da equipa de Sean Dyche, como o próprio referiu após a partida. Dan Ndoye foi o homem escolhido para ocupar o eixo do ataque, e a falta de poderio físico e experiência na posição facilitou o trabalho do trio defensivo bracarense. Do outro lado, Carlos Vicens surpreendeu com as escolhas de Gabri Martínez e Diego Rodrigues para o flanco esquerdo. As dinâmicas entre estes elementos confundiram as marcações adversárias, principalmente através de movimentos interiores por parte do brasileiro, surgindo muitas vezes na mesma linha que Gorby Baptiste e Florian Grillitsch. O espanhol oferecia sempre largura e foi em várias ocasiões o desequilibrador, através de arranques no 1v1 contra Nicolò Savona.

Dinis Jacob · 5 min de leitura
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