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Faz sentido o Benfica pensar em Rafa Silva?

Tem sido cada vez mais reportada notícias sobre o descontentamento de Rafa Silva no Besiktas. Desde problemas de foro psicológico até desentendimentos com o treinador, o extremo português tem se tornado numa persona non grata dentro do clube turco. Com esses rumores a ganharem força, também o futuro do jogador tem sido cada vez mais abordado, sendo cada vez mais provável que esse futuro possa passar por um regresso ao SL Benfica, clube onde Rafa jogou durante oito anos.

Miguel Rodrigues · 2 min de leitura
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5 Prendas de Natal para José Mourinho pedir no Mercado de janeiro do Benfica

O Benfica de José Mourinho já começou a mostrar resultados, mas o plantel que o treinador herdou em setembro ainda tem falhas que saltam à vista. Entre as lesões complicadas de Dodi Lukebakio e Bruma, e a saída de Kerem Akturkoglu, as alas ficaram despidas e o mercado de janeiro aparece como a solução ideal para arrumar a casa. Rui Costa tem agora o desafio de dar ao seu treinador as peças certas para atacar a segunda metade da época com garantias. Analisámos o que falta no xadrez da Luz e deixamos aqui as cinco prendas que José Mourinho pode precisar para manter a equipa na rota dos títulos e, ao mesmo tempo, começar a preparar o futuro. O extremo goleador - José Mourinho sabe que a saída de Kerem Akturkoglu deixou um vazio enorme na capacidade de finalização a partir das alas. Com Dodi Lukebakio e o Bruma lesionados, o Benfica precisa de um ala que ataque a área e apareça no segundo poste para finalizar as jogadas, tal como o turco fazia. O treinador não quer apenas um driblador, mas sim um jogador objetivo que garanta números e que alivie a pressão sobre os pontas de lança. Seja alguém com o perfil de Filip Kostic ou uma oportunidade de mercado, a prioridade é encontrar esse ‘extremo-avançado’ que traga de volta o golo que se perdeu com as lesões e as transferências de verão.

Duarte Rêgo · 3 min de leitura
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Um Benfica de fato-macaco

Pedem as regras sociais que, por volta do Natal, a indumentária seja o mais aprumada possível, que as melhores roupas saiam do armário e que não se incorra no risco de achar qualquer decoração em demasia. A singelas 48 horas do bacalhau, do peru ou do polvo, consoante as tradições e gostos pessoais, reunirem famílias inteiras a procurar a melhor versão, o Benfica seguiu a lógica inversa. Ao invés de vestir o fato de gala, o Benfica escolheu colocar sobre si um fato-macaco, de arregaçar as mangas e de sujar a roupa. Não foi um jogo memorável ou uma exibição para mais tarde recordar das águias. Mas foi uma partida sólida o suficiente para, com um 1-0 no marcador, não haver grandes sustos ou dúvidas sobre o desfecho final.

Diogo Ribeiro · 5 min de leitura
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